Demanda global de GNL deverá aumentar em 2024 com impulso de China e Europa
![]()
Por Emily Chow
KUALA LUMPUR (Reuters) - A demanda global de gás natural liquefeito (GNL) crescerá em 2024, com a China, principal comprador, de volta ao mercado e o consumo na Europa aumentando, disse um executivo da TotalEnergies nesta quarta-feira.
"O GNL continuou a crescer, com a China de volta ao mercado, mas ainda não no nível de 2021", disse o vice-presidente sênior de Exploração e Produção da Ásia-Pacífico da TotalEnergies, Thomas Maurisse, em uma conferência do setor.
"Com a Europa... é um mercado novo e grande, essa demanda ainda continuará a crescer. Ao mesmo tempo, novas capacidades não entrarão em operação em um prazo muito curto, portanto, continuarão a pressionar um pouco os preços e a volatilidade."
Na semana passada, os preços spot do GNL na Ásia atingiram seus níveis mais baixos em quase três anos, já que a fraca demanda na Ásia e na Europa pesou sobre o mercado.
A queda nos preços incentivou os importadores de GNL de mercados como a China e a Índia a aumentar as compras spot.
As atividades comerciais aumentaram em meio aos preços baixos, disse o vice-presidente de marketing e comércio de GNL da Petronas, Shamsairi M Ibrahim, à margem da conferência.
"Isso já começou na China", disse ele, acrescentando que haverá mais oportunidades de compra para compradores sensíveis a preços na Ásia.
"Mas (o mercado) ainda está apertado. Se algo acontecer com a produção, você verá um pico (de preço)", disse Shamsairi.
(Reportagem de Emily Chow; texto de Florence Tan)
0 comentário
Solução para restrição de oferta de combustíveis é reajuste da Petrobras, dizem fontes do setor
Reino Unido aprova uso de bases britânicas pelos EUA para atacar locais de mísseis do Irã que têm como alvo navios
Dólar supera os R$5,30 em nova sessão de temores com a guerra no Oriente Médio
Durigan prega continuidade de gestão Haddad e prevê avanços em sistema de crédito e produtividade
Ibovespa recua para mínima em 2 meses sem sinais de arrefecimento de guerra
Chefe de Energia do Catar diz ter alertado sobre perigos de provocar o Irã