Governo e exportadores traçam metas para o setor em 2011

Publicado em 26/11/2010 08:03 171 exibições
Coréia do Sul, Japão, Taiwan e Estados Unidos estão na mira como mercados para carne in natura.
Exportadores e representantes do governo federal se reuniram nesta quinta, dia 25, em Brasília. Eles avaliaram o desempenho do setor e traçaram as metas para o ano que vem.

O Ministério da Agricultura fez um balanço das ações internacionais, como a indicação dos adidos agrícolas e as negociações com os Estados Unidos para exportações de carne. Apesar das dificuldades, entre elas a valorização do real frente ao dólar, a balança comercial do agronegócio deve fechar o ano com um novo recorde: mais de US$ 75 bilhões em vendas.

– O grande destaque de 2010, nas exportações agrícolas foi o açúcar. A Índia era a grande concorrente brasileira no mercado internacional, teve uma quebra de safra muito grande, é grande consumidora e se tornou a principal compradora de açúcar do Brasil – declarou o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto.

Para os exportadores de carne, 2010 foi um ano de dificuldades por causa da crise econômica na Europa. Alguns países se fecharam para o produto brasileiro. Em 2011, o setor aposta na diversificação de mercados para recuperar os negócios.

– Nós tínhamos uma exportação média de US$ 1,4 bilhão e mais de 15,5 mil propriedades aprovadas para oferecer animais. Hoje nós temos, no máximo, 2,2 mil propriedades e estamos exportando, no máximo, US$ 400 milhões – informou o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

A ideia é investir em mercados como Coréia do Sul, Japão, Taiwan e Estados Unidos para carne in natura. O governo também aposta na China como cliente potencial para a carne de frango e em outros países asiáticos para a carne suína.

– O Japão acenou que no primeiro trimestre do ano que vem teria uma missão aqui para avaliar Santa Catarina. Isso é importante para nós. Estávamos tratando de vir este ano, eles tiveram o problema da aftosa e retardou um pouco a visita. E queremos também a visita da Coréia e também ampliar o número de empresas para exportar para a China – disse o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim.

Fonte:
Canal Rural

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