Soja: Mercado aguarda números do USDA e opera com leve alta

Publicado em 26/03/2013 09:28 e atualizado em 26/03/2013 11:22
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Espera pelo USDA ainda esfria negócios e grãos operam sem direção na sessão desta terça-feira.
Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago seguem operando em compasso de espera nesta terça-feira (26) com um mercado sem novidades e à espera do relatório de estoques e intenção de plantio que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na quinta-feira, 28. Aguardando essas informações, soja, milho e trigo flutuam tanto para o lado positivo quanto para o negativo, sem um direcionamento definido. 

No mercado da soja, por volta das 10h40 (horário de Brasília), os principais vencimentos registravam leves altas de pouco mais de 2 pontos, e o trigo também subia com avanços semelhantes. Já o milho, no entanto, recuava nas principais posições negociadas na CBOT. Os três mercados, portanto, operavam próximos da estabilidade. 

O pregão de hoje registra um baixo volume de negócios frente à espera pelos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na quinta-feira, 28 de março, sobre os estoques trimestrais norte-americano e as intenções de área de plantio para a safra nova. Frente a isso, não só a soja, mas o milho e o trigo acompanham esse movimento do mercado e também operam próximos da estabilidade, oscilando entre os lados positivo e negativo da tabela. 

Com isso, segundo explicou o economista da Granoeste Corretora, Camilo Motter, os investidores optam por deixar suas posições nos mercados de grãos, aguardando por essas informações do departamento norte-americano, movimento que justifica o pequeno volume de negócios nas sessões que antecedem a divulgação do boletim.

As expectativas do mercado para os estoques trimestrais de soja dos EUA - em 1º de março - é de 25.8 milhões a 26 milhões de toneladas. "Qualquer número que venha abaixo dessa expectatva poderá favorecer uma alta dos preços em Chicago", diz Motter. Já para o milho, o volume esperado é algo em torno de 128 milhões de toneladas, enquanto, neste mesmo período do ano passado, as reservas eram de 153 milhões.  

Clique no link abaixo e confira a entrevista de Camilo Motter sobre as expectativas para o boletim do USDA:

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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

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