Soja em Chicago tem leve recuo nesta 5ª feira com mercado ainda estável e cauteloso

Publicado em 14/03/2019 07:20 e atualizado em 14/03/2019 07:55
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O mercado da soja trabalha com leves baixas na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira (14). As cotações, por volta de 7h15 (horário de Brasília), recuavam pouco mais de 1 ponto nos principais contratos, levando o maio e volta aos US$ 8,99 por bushel. O agosto tinha US$ 8,19. 

Os preços seguem ainda caminhando de forma bastante lateralizada, carente de notícias novas, com os traders ainda insistindo em manter-se focados na guerra comercial China x EUA. Há especulações de que as negociações avançam, porém, sem a confirmação de um acordo, nada muda. 

"O mercado internacional aguarda ansiosamente o anúncio desta data (de encontro entre Donald Trump e Xi Jinping), pois com o acordo assinado, as tarifas comerciais aplicadas sobre os produtos de ambos os países serão retiradas e em um novo boom de demanda chinesa sobre os produtos agrícolas norte-americanos deve ocorrer, o que trará complicações para as exportações do Brasil", explicam os analistas da ARC Mercosul.

Ademais, aos poucos as informações sobre a nova safra norte-americana vão ganhando espaço no dia a dia dos traders, que já começam a olhar com certa preocupação o clima em regiões dos EUA que plantam mais cedo. O excesso de chuva, o frio e até mesmoa chegada de algumas nevascas reduz o ritmo dos trabalhos de campo. 

No entanto, o quadro ainda não traz grandes preocupações, mas acende um leve alerta para que se acompanhe o cenário climático daqui em diante mais de perto, esperando por quais serão as condições durante a primavera americana. 

O mercado segue trabalhando com as perspectivas de uma área menor destinada à soja nos EUA na temporada 2018/19 e uma safra de quase 10 milhões de toneladas menos. 

Leia mais e, na sequência, veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:

>> Consultoria americana estima nova safra de soja dos EUA em 114,63 mi de t

>> Soja: Volatilidade em Chicago deve se intensificar a partir de junho com chegada do mercado climático nos EUA

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Fonte: Notícias Agrícolas

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