Soja: Chicago opera com estabilidade na manhã desta 4ª após as altas intensas da sessão anterior
![]()
O mercado da soja dá continuidade às altas observadas na sessão anterior, porém, de forma mais tímida nesta quarta-feira (10). Perto de 8h (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam de 4,50 a 14,75 pontos, levando o novembro a US$ 14,34 e o janeiro a US$ 14,39 por bushel. Os sinais do mercado na manhã de hoje, todavia, são de alguma estabilidade para as cotações.
Os fundamentos parecem dominar a cena nesta semana, ao menos enquanto os traders esperam pelos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que chegam na sexta-feira (12) em seu boletim mensal de oferta e demanda. O clima no Corn Belt está no centro das atenções.
Os mapas atualizados pelo NOAA, o serviço oficial de clima dos Estados Unidos, mostra que os próximos cinco dias serão de chuvas ainda muito concentradas a oeste do cinturão, como mostra a imagem abaixo.
Já para os próximos sete dias, as precipitações já começam a aparecer um pouco mais nos estados do oeste e norte do Corn Belt, mas ainda com baixos volumes.
Estas chuvas, no entanto, poderiam chegar tarde para algumas regiões e por isso ainda preocupam o mercado. Ainda assim, ao aparecerem nos mapas atualizados ajudam a limitar os ganhos na CBOT.
O mercado acompanha ainda o movimento dos derivados, com altas no farelo e baixas no óleo, bem como monitora ainda as questões geopolíticas e financeiras. Os dados da inflação nos EUA são esperados com ansiedade pelo mercado, já que se trata da mais alta desde a década de 1980.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
0 comentário
Produtividade da soja do RS deve sofrer cortes após tempo seco e quente, diz Emater
Soja nos portos do BR volta a se aproximar do R$ 130/sc com Chicago subindo mais do que caem os prêmios
USDA informa venda de soja para o Egito nesta 5ª feira
Se MT fosse um país seria o terceiro maior na produção de soja do mundo
Safra de soja do Paraguai pode bater recorde conforme colheita entra na fase final
Com possibilidade de novas greves na Argentina, farelo sobe mais de 1% em Chicago e soja acompanha