Açúcar: Dólar avança e pressiona cotações do adoçante em NY nesta tarde de 4ª
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As cotações futuras do açúcar operavam com queda na Bolsa de Nova York nesta quarta-feira (25), mas subiam forte em Londres. O mercado acompanha as oscilações do câmbio, apesar de atenção para a safra nas origens e petróleo.
Por volta das 13h28 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha desvalorização de 0,15% na Bolsa de Nova York, cotado a 19,72 cents/lb. Já no terminal de Londres, o tipo branco tinha valorização de 1,10%, a US$ 562,60 a tonelada.
O mercado do açúcar na Bolsa de Nova York acompanha a valorização do dólar sobre o real nesta tarde, o que tende a encorajar as exportações das commodities, mas em compensação pesa sobre os preços externos.
Por outro lado, o mercado ainda monitora o petróleo, que sobe levemente.
Nas origens, há alguma pressão no mercado relacionada com o avanço da safra 2022/23 no Centro-Sul do Brasil. Ainda assim, os trabalhos estão aquém do que em anos anteriores, segundo dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
A produção de açúcar nos primeiros 15 dias de maio totalizou 1,67 milhão de toneladas (-30,10%). No acumulado desde o início da safra 2022/2023, a fabricação do adoçante totaliza 2,74 milhões de toneladas, frente às 4,54 milhões de toneladas do ciclo anterior (-39,76%).
Uma informação altista, porém, chamou a atenção dos operadores na véspera, a restrição das exportações da Índia para 10 milhões de toneladas. Essa foi a primeira restrição em seis anos, segundo a agência Reuters.
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