Preços futuros do açúcar seguem com desvalorizações na tarde desta 4ª feira nas bolsas de NY e Londres
![]()
As cotações futuras do açúcar seguem com desvalorização nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de quarta-feira (08). Por volta das 12h18 (horário de Brasília), o contrato Maio/23 do açúcar do tipo bruto tinha recuo de 0,17% e cotado em 20,85 cents/lb.
Já o contrato julho/23 apresenta queda de 0,15% e estava sendo negociado em 20,29 cents/lb, enquanto o outubro/23 está precificado em 20,06 cents/lb e com perda de 0,10%.
Já no terminal de Londres, o vencimento Maio/23 do tipo branco tinha queda 3,70%, a US$ 584,50 a tonelada. O contrato Agosto/23 tinha desvalorização de 3,60% e negociado em US$ 571,40 a tonelada.
De acordo com as informações da Agência Reuters, a força do dólar ajudou a reverter parte dos ganhos das últimas sessões.
Ainda segundo as informações da Reuters, os revendedores disseram que o mercado permaneceu sustentado por uma perspectiva decrescente da produção na Índia, o que pode limitar as exportações nesta temporada.
No mercado financeiro, o dólar acelerava as perdas frente ao real nesta quarta-feira, ajustando-se para baixo uma vez que investidores não esperam grandes surpresas em novas falas do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, ao Congresso dos Estados Unidos.
“Na véspera, falando ao Senado norte-americano, Powell assustou os mercados ao deixar a porta aberta para a retomada de altas de juros mais agressivas, de 0,50 ponto percentual, por parte do banco central dos EUA, o que elevou o dólar globalmente”, informou a Reuters.
0 comentário
Açúcar encerra semana em baixa com perspectiva de excesso global de oferta
Vendas no Centro-Sul atingem 1,33 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de janeiro
Exportações de açúcar fecham janeiro com queda de 27,2% no faturamento frente a 2025
Fixação de preço do açúcar do Brasil em NY atinge 38%, abaixo do ano anterior, diz Archer
Açúcar amplia perdas em NY e Londres com expectativa de excesso de oferta global
Centro-Sul deve impulsionar novo ciclo de excesso de oferta no mercado global de açúcar, avalia Hedgepoint