Chuvas dos últimos 15 dias dão suporte às pastagem e pecuaristas do MS ganham fôlego na comercialização do boi

Publicado em 28/05/2020 14:39 e atualizado em 28/05/2020 16:24 1901 exibições
Frederico Stella - Diretor da Famasul
Escalas médias de abate no estado recuaram e agora tem cerca de uma semana

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Chuvas dos últimos 15 dias dão suporte às pastagem e pecuaristas do MS ganham fôlego na comercialização do boi

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Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o Diretor da Famasul, Frederico Stella, destacou que as precipitações estão contribuindo para a qualidade das pastagens no estado. “Em algumas localidades receberam chuvas de até 200 mm e ajudou os pecuaristas a manter os animais nos pastos. As previsões climáticas indicam chuvas com volumes menores para a próxima semana”, relata.  

As condições climáticas devem contribuir para a qualidade das pastagens para mais 20 dias. “No entanto, isso vai depender muito da temperatura já que pode ocorrer geada em alguns municípios. Esse suporte nas pastagens pode ajudar os pecuaristas a remanejar os lotes de animais”, ressalta.

Os preços para o boi gordo no estado seguem estáveis tem duas semanas, na qual o boi gordo está cotado próximo de R$ 180,00/@ e a vaca segue ao redor de R$ 175,00/@. “Nós tivemos um período de estiagem e os frigoríficos de grande porte aproveitaram para preencher as escalas de abate, mas agora as escalas recuaram”, comenta.

De acordo com os dados da Famasul, o acumulado de janeiro a abril o abate de animais foi de 1,01 milhão de animais no estado e que representa uma queda de 16,8% se comparado ao mesmo período do ano passado. O Brasil abateu 6,8 milhões de cabeças, no primeiro quadrimestre deste ano, e registrou uma queda de 14,5% quando comparado aos quatros primeiros meses de 2019. 

Por:
Aleksander Horta e Andressa Simão
Fonte:
Notícias Agrícolas

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