Dicamba: Nova formulação, uso de adjuvantes, bicos especiais e treinamento são ações da Bayer para reduzir volatilidade e deriva

Publicado em 27/11/2019 23:01 e atualizado em 28/11/2019 16:00
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Protocolo de aplicação do dicamba já foi definido com objetivo de reduzir em mais de 99% o risco de contaminação de lavouras vizinhas
Carlos Henrique Dalmazzio - Pesquisador na Área de Desenvolvimento de Mercado - Bayer

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Dicamba: Nova formulação, uso de adjuvantes, bicos especiais e treinamento são ações da Bayer para reduzir volatilidade e deriva

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O lançamento da plataforma Intacta 2 Xtend pela Bayer inclui, além da nova semente para soja, a utilização do herbicida Dicamba nas lavouras. Para auxiliar os agricultores na utilização do produto e diminuir possíveis riscos com deriva e volatilidade, a empresa realiza uma série de encontros entre especialistas e produtores para ajudar na definição do manejo correto.

Na busca por não repetir os problemas registrados nos Estados Unidos, várias pesquisas foram desenvolvidas para determinar bicos e pontas específicas para esta plataforma, com por exemplo, o bico TTI.

“Obteve-se gotas ultra grossas, o que faz com que essas gotas não dissipem em várias distâncias. Foi mostrado que com essas pontas e m testes por acadêmicos dos Estados Unidos e Brasil, inclusive regionalmente, que essas gotas vão até 5 ou 10 metros, não atingindo culturas sensíveis”, conta Carlos Henrique Dalmazzio, pesquisador na Área de Desenvolvimento de Mercado.

Outras novidades para o uso do herbicida em território brasileiro são a nova formulação do produto, que reduz a volatilidade em mais de 95%, e a utilização de novos adjuvantes que reduzem ainda mais o risco de volatilidade e deriva.

Com a questão da volatilidade e da deriva resolvidas, a atenção agora está voltada para a adoção de boas práticas de aplicação.

“Nós temos que respeitar a questão de bula que neste caso é uma distância de 50 metros, o que é muito seguro utilizando estas pontas que estamos orientando para gotas ultra grossas. Outro detalhe importante é que o produtor precisa utilizar o Dicamba sempre associado ao Glifosato de sal de potássio, nunca uma formulação a base de sal de amônia”, explica o pesquisador.

Para garantir essa boa aplicação e a eficácia e segurança dos produtos, é importante que os aplicadores estejam bem treinados e capacitados. “O conhecimento, a informação e a aplicabilidade vai fazer toda a diferença. Nós recomendamos um vento de até 10 km/h, uma velocidade de deslocamento do pulverizador de no máximo 24 km/h, uma altura de barra de no máximo 60 centímetros com relação ao alvo, uma pressão de aplicação entre 2 e 5 bar, a tríplice lavagem do equipamento de pulverização”, elenca Dalmazzio.

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Por: Aleksander Horta e Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Fernando Romagnoli Rosseto Primavera do Leste - MT

    Isso vai ser o maior causador de briga de vizinho, tô ate vendo a italianada se matando!

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      Esta empresa está desesperada para aumentar os lucros. A Monsanto caiu fora e deixou um mico de bilhões de dólares em indenizações e ações sobre o glifosato. Mas com este herbicida Dicamba, que tem deriva de kilometros e não de metros, vão ter que indenizar muito mais gente.Esta balela de bicos e adjuvantes é para dourar a pílula. Vai ser uma festa para advogados. Falei com uma amigo da área e ele disse para notificar por escrito todos os vizinhos , caso eu não plante soja Intacta 2. E vamos em frente.

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