Feijão: Bolsinha em SP sem registro de negócios, referências para o nota 8,5 R$ 140 e o nota 7 R$ 100,00

Publicado em 17/04/2014 16:00 4813 exibições

Feijão Carioca: O que falam os empacotadores a respeito do momento atual do mercado? Grande parte expõe que existe um aumento absurdo da oferta de produto comercial. Vários tem antigas parcerias com produtores e sofrem sérias dificuldades para explicar que quem não quer o feijão comercial é o consumidor. A semana se encerra hoje, mas para o mercado parou ontem, todos adiaram qualquer pequena necessidade de compra. “Melhor comprar na semana que vem, pois de agora em diante a chance de comprar mais barato é grande” afirma um dos maiores empacotadores do Distrito Federal. Essa declaração sintetiza o sentimento de 99% dos compradores. Ontem havia ofertas de feijão 7,5/8 entre R$ 75/90, sem compradores. Para o nota 9 ou melhor a referência foi R$ 125/130 com tendência de novas baixas. Possivelmente o mercado abrirá com novas quedas para a próxima semana, se as chuvas deixarem  colher. As chuvas fora de época no DF e GO estão reduzindo a qualidade do feijão colhido esta semana, pois teve que ser passado em secador. Nessa quinta feira em São Paulo ocorreu à entrada de aproximadamente 4.000 sacos, sem vendas, as sobras são de 4.000 sacos as 07h30min. As referências foram para o nota 8,5 R$ 140,00 ; nota 8 R$ 125,00 ; nota 7 R$ 100,00.

Feijão Preto: Quais as perspectivas do mercado para semana que vem? Em uma pesquisa realizada pela Correpar, compreendemos que até mesmo os produtores não tem dúvidas de que a tendência é de baixa. Tanto é assim, que os poucos compradores que ofertaram R$ 155 já conseguiram com pagamento antecipado adquirir produto com máximo 4% de defeitos totais. A temperatura a noite vem se mantendo abaixo de 10°C em diversas cidades do Paraná e Rio Grande do Sul, no entanto ninguém registrou preocupação com a produtividade. “Se não gear está ótimo”, resume um produtor de Irati-PR. O feijão preto continua com a referência de R$ 190 na capital paulista.

Confira mais informações sobre o mercado no site da Correpar

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Fonte:
Correpar

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