Fala Produtor

  • Fernando Barbosa são Pedro da União - MG 28/12/2016 19:11

    O QUE REALMENTE A CAFEICULTURA PRECISA PARA SER UMA CULTURA SUSTENTAVEL??!! Somos produtores de café e ficamos à mercê das oscilações dos preços das commodities..., isso impacta e confunde os produtores de pequenas áreas que não possuem informações suficientes pára se defender do mercado mundial! Assim foi o ano de 2016: Mercado oscilando, clima, insegurança e interferência nos levantamentos..., e qual a sua opinião para 2017???. Acredito que temos um passo a dar, que é obter a informação na mão do produtor... mas mesmo assim fica a duvida: será que saberemos usar essa informação a favor do produtor? Mesmo assim e sem perder a esperança, desejo a todos elos da cadeia do café um ano de muita fartura e sabedoria... e que a politica cafeeira seja mais justa, favorecendo também a vocês, brasileiros, que estão consumindo o melhor produto que DEUS no deu. Um abraço a todos.

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  • Fernando Engler Palotina - PR 28/12/2016 17:28

    Posso juntar os comentários sobre os preços do milho em SC e a falta de infraestrutura país afora (ferrovias e hidrovias) em uma pergunta só (afinal, uma coisa está diretamente ligada à outra): "a quem interessa que o Brasil não tenha ferrovias e hidrovias???"... Se observarmos com atenção, perceberemos que os três estados do sul (RS, SC e PR) e São Paulo (SP) são "importadores" de soja e milho, eles consomem muito mais do que produzem... Pois bem, se as ferrovias e hidrovias brasileiras estivessem construídas, a soja e o milho do Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil iria para a exportação pelos rios amazônicos... Isto significa que a agroindústria do sul e sudeste, para ter acesso a estes produtos teriam que pagar o valor do "porto MAIS frete", apresentando um preço mais atraente do que o da exportação... Se não tiver este "concorrente" externo pela falta das hidrovias e ferrovias, a soja e o milho do Centro-Oeste tem de pegar o caminhão e passar pelo sul e sudeste com destino ao porto, e assim eles conseguem acessar esta mercadoria pagando o "porto MENOS frete"... Perceba como o inimigo do desenvolvimento do Brasil está muito mais perto da gente do que parece... Isto me lembra quando a Sadia quebrou porque apostava na baixa do dólar em detrimento de todo o setor primário do país...

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    • Virgilio Andrade Moreira La Paloma

      Bem observado SR Englert. São muitos fatores ocultos. E o prejuízo fica para todos os cidadãos do país. Faltam ainda as eclusas e comportas de Itaipu. A barragem rio abaixo de Apipe Yacireta já tem o acesso para barcaça rumo a Buenos Aires. Se fizerem em Itaipu, da para chegar até perto de Piracicaba/Campinas. S P

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    • Heber Marim Katuete - PY - PI

      Mas aí a indústria da obra pública iria regredir... Imagina quanto asfalto deixaria de ser danificado... Quanto caminhão, pneu, Mnt, etc etc seria desnecessário... Quanta oportunidade de roubar do povo seria perdidas... Esse é o nosso entrave... Tem que mudar!!!!

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  • Antônio Marcos Juliano Catalão - GO 28/12/2016 13:17

    Quanto está o quilo de farelo de soja?

    E quem compra?

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  • José Roberto de Menezes Londrina - PR 28/12/2016 12:31

    Não conheço Senhor do Bom Começo, apenas Bom Fim. As condições favoráveis são somente para uma parte do Mato Grosso. No restante do Mato Grosso e do Brasil está mais para calamidade que normalidade.

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  • Victor Benso Major Vieira - SC 28/12/2016 12:06

    Produzo milho anualmente devido à necessidade de rotação de culturas.

    Estou a 18km da fábrica de ração de uma integradora de suínos do planalto norte catarinense.

    Na hora de vender o milho limpo e seco para essa empresa a situação chega a ser cômica. Comparado com o milho que chega do MT, eles me oferecem de R$6,00 a 8,00 a menos por saca.

    Em um determinado ano, Milho chegava do MT com frete e tudo por 35,00 e eles me oferecendo 27,00.

    Se o objetivo destas empresas não fosse a pura especulação, certamente seria possível uma negociação prévia e justa.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 28/12/2016 11:17

    Haahahahahahaha! Muito bom.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 28/12/2016 09:23

    por Ives Gandra da Silva Martins. "Como nos filmes, começo este artigo informando que qualquer semelhança do que vou escrever com pessoas ou governos é mera coincidência.

    Em dois livros meus, "Uma Breve Teoria do Poder" e "A Queda dos Mitos Econômicos" (edições esgotadas), procurei mostrar que quem busca o poder, na esmagadora maioria dos casos, pouco está pensando em prestar serviços públicos, mas em mandar, usufruir ou beneficiar-se do governo.

    Prestar serviços públicos é um mero efeito colateral, não é necessário.. Com maior ou menor intensidade, tal fenômeno ocorreu em todos os períodos históricos e em todos os espaços geográficos.

    É bem verdade que a evolução do direito e da democracia nos dois últimos séculos tem permitido um certo, mas insuficiente, controle do exercício do poder pelos quatro cavaleiros do apocalipse ? o político, o burocrata, o corrupto e o incompetente?, razão pela qual as nações encontram-se permanentemente em crise.

    "Utopia", de Thomas More, a "A República", de Platão e "A Cidade do Sol", de Tommaso Campanella, exteriorizam ideais para um mundo no qual a natureza humana seria reformada por valores que, embora vivenciados por muitos, raramente são encontrados nos que exercem o poder.

    O POLÍTICO

    O primeiro dos quatro cavaleiros do apocalipse, o político , na maior parte das vezes, para alcançar ascensão na carreira, dedica-se exclusivamente à "desconstrução da imagem" dos adversários.

    O filósofo e jurista alemão Carl Schmitt tem toda razão em sua teoria das oposições ao declarar que o político estuda o choque permanente entre o "amigo" e o "inimigo". Todos os meios são válidos quando o poder é o fim. A ética é virtude descartável, pois dificulta a carreira.

    O BUROCRATA

    O burocrata, como já disse o pensador americano Alvin Toffler, é um "integrador do poder". Presta concurso público para sua segurança pessoal, porém, mais do que servir ao público, serve-se do público para crescer e quanto mais cria problemas para a sociedade, na administração, mais justifica o crescimento das estruturas governamentais sustentadas pelos tributos de todos os contribuintes.

    Há países que se tornaram campeões em exigências administrativas, as quais atravancam seu desenvolvimento, apenas para justificar a permanência desses cidadãos.

    O CORRUPTO

    O corrupto é aquele que se beneficia da complexidade da burocracia e da disputa política, enriquecendo no poder, sob a alegação de necessidade de recursos, algumas vezes, para as campanhas políticas e, no mais das vezes, "pro domo sua". Apesar de Montesquieu ? ao cuidar da tripartição dos poderes? ter dito que o poder deve controlar o poder porque o homem nele não é confiável, quando em todos eles há corruptos, o poder não controla a corrupção.

    O INEPTO

    O inepto, que conforma o quadro da esmagadora maioria dos que estão no poder, é aquele que, incapaz do exercício de uma função privada na qual teria que competir por espaços, prefere aboletar-se junto aos poderosos. São os amigos do rei. Não sem razão, Roberto Campos afirmava que há no governo dois tipos de cidadãos, "os incapazes e os capazes de tudo".

    Quando espolcam escândalos de toda a forma, quando a corrupção torna-se endêmica, quando o processo legislativo torna-se objeto de chantagem, quando a mentira é tema permanente dos discursos oficiais, quando a incompetência gera estagnação com injustiça social, percebe-se que os quatro cavaleiros do apocalipse estão depredando a sociedade e desfigurando a pátria que todos almejam.

    Felizmente, o Brasil é uma nação que desconhece os quatro cavaleiros do apocalipse, Pátria em que todos são idealistas e incorruptíveis, razão pela qual este artigo é uma mera digressão filosófica.

    Ives Gandra da Silva Martins, 79, advogado, é professor emérito da Universidade Mackenzie

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  • Virgilio Andrade Moreira La Paloma 28/12/2016 07:53

    Está mais do que na cara que faltam ferrovias e hidrovias, enquanto isto as rodovias estäo lotadas de pedágios e caminhöes. Bem diferente de EUA e Argentina por exemplo, ou Alemanha, Rússia e China.. Dependemos mais do que nunca de projetos estruturantes. Já na decada de 1970, os militares construiram a Transamazonica paralela ä maior hidrovia do mundo. Erro estratégico. As rodovias deveriam ter partido de onde os rios deixam de ser navegáveis. E os erros seguiram, corrupçao para construir ferrovias como a Norte Sul e as comportas e eclusas como Tucurui. Temos muito a fazer pela frente, e o começo seria com um governo mais sério.

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    • Luiz Carlos Ciarini tangara da serra - MT

      Enquanto continuarmos a eleger presidentes IDIOTAS vamos continuar assim nada mudara senão vejamos SARNEY, COLLOR,ITAMAR,LULA,DILMA é demais não tem como ser diferente

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    • Luiz Carlos Ciarini tangara da serra - MT

      existe um projeto de ferrovia de Santarem a Cuiaba de 1911 e até hoje falamos sobre a importancia dessa ferrovia vamos supor que ela tivesse sido construida como estaria nossa competitividade

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    • SALETE MACEDA ZANETTE São Miguel do Iguaçu - PR

      No Brasil, o escoamento dos grãos, esbarra nos gargalos logísticos,como falta de investimentos em rios navegáveis e atrasando a chegada do produto ao comércio internacional. Segundo Arbix (2012), ao longo de rios, lagos, lagoas e lagunas navegáveis que cortam o interior do Brasil passaram no ano de 2012, 109,2 milhões de toneladas de minério de ferro, fertilizantes, adubos, soja, farelo de soja, milho, enxofre e cal, entre outros itens, além de um número impreciso de pessoas. A União Européia, em igual período transportou quatro vezes mais mercadorias. Esta disparidade tira o espaço do Brasil no comércio exterior e finca o país num preocupante problema de pontualidade em cumprir contratos externos. A dificuldade mor logística que o Brasil possui no transporte hidroviário é explicada pelo descaso de atenção governamental ao setor. Existe ainda a idéia de que para ampliar a atividade de navegação hidroviária, terá que passar por crivo político, na concessão de créditos para a expansão do modal.

      Uma pesquisa realizada pela COPPEAD diz que o Modal Hidroviário no Brasil é pouco aproveitado devido à necessidade de investir em drenagens, represamento, construção de terminais e canais, com a finalidade de melhorar a navegabilidade em diversos trechos.

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    • dejair minotti jaboticabal - SP

      A corrupção acentuou com lulla e o pt,porém sempre existiu, esta no sangue dos políticos que é um artigo comprável.Precisava de estradas para queimar petróleo, seria um modo de engrandecer a Petrobras que iniciava refino,ficou com monopólio dos combustíveis e aí começou o ninho dos políticos. Tiraram estradas de ferro para construir estradas de rodagem,a negociata continuou 10 cm de espessura de asfalto licitada 5 cm construída, o valor dos outros cm transformado em propina ia para o bolso dos eleitos pela população. Brasil celeiro do mundo, sem estradas,armazéns e portos, mais um slogan que políticos vendem para massa.O petróleo é nosso,verdade é deles o nosso pagamos a gasolina mais cara do mundo na bomba em relação ao salário mínimo.BRASIL,A PÁTRIA SEM FUTURO .Preparem-se para 2017, a esbórnia continua.

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  • João Abib Mansur Curitiba - PR 28/12/2016 07:29

    Podemos e devemos conviver com os dois , Agricultura e Pecuaria Brasileira é referencia no mundo , parabéns

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 27/12/2016 19:11

    João Batista, quero te parabenizar pelo trabalho em prol da divulgação e utilização das travas. Muita gente que ignora, desconhece o por que da utilização de termos em inglês para as opções de compra e venda. Resumindo: Call é a opção de compra e o titular é quem compra e o lançador quem vende a opção de compra, por isso o termo em inglês, para que não fique estranho falar comprar uma opção de compra ou vender uma opção de compra, então o uso do termo call. A Put a mesma coisa é a opção de venda e o titular compra a opção de venda e o lançador vende a opção de venda, para não falar vender uma opção de venda, diz-se vender uma put. O titular compra a put e o lançador vende a put.

    O investidor, titular, compra uma opção de venda - put - quando acha que o preço vai cair.

    O investidor, lançador, vende uma opção de venda - put - quando acha que o preço vai subir.

    O investidor, titular, compra uma opção de compra - call - quando acha que o preço vai subir.

    O investidor, lançador, vende uma opção de compra - call - quando acha que o preço vai cair.

    É relativamente simples, lançador é quem vende a opção de compra - call - ou a opção de venda - put -.

    O titular é quem compra a opção de compra - call - ou a opção de venda - put -.

    Os motivos estão explicados acima. Então novamente parabéns João, você está prestando um grande serviço aos produtores brasileiros no desenvolvimento desse mercado de compra e venda de premios ao mesmo tempo em que desenvolve através do mercado financeiro, mecanismos de, por que não, seguro aos produtores e industriais. O Brasil realmente está muito atrasado nesse ponto e os produtores são enormemente prejudicados por não utilizarem as ferramentas de proteção oferecidas pelo mercado. A inserção dos produtores de Santa Catarina dará enorme liquidez ao mercado de opções. Repito, belo e importante trabalho. Viva o Brasil, somos pró mercado.

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  • Luiz Alfredo Viganó Marmeleiro - PR 27/12/2016 18:56

    A agroíndustria catarinense chora quando o milho remunera o produtor, e tripudia do mesmo comprando milho barato no Centro Oeste e no Paraguai. Só usam o produtor catarinense e paranaense da \"safra de verão\" pra formarem os primeiro estoques de janeiro até março, comprando da mão pra boca, esperando a superprodução da \"safrinha\" mato-grossense. Ai junta o choro dos barões do agro do MT com o choro dos barões da agroindustria, e o velho estado patrimonialista cede, subsidia o produtor com o preço mínimo e a industria com o frete, créditos tributários e outras jogadas dos espertalhões pra trazer esse milho até o Sul. Ao agricultor catarinense que ainda se atreve a planta milho sobra o custo elevado de produção e o risco climático, pois só lavoura acima de 9000 kg/há remunera uma lavora de milho com investimento tecnológico. Mas a resposta do produtor está sendo dada nas últimas safras, com o plantio de milho sendo restrito pra quem faz silagem ou agricultores mais tecnificados que o fazem por questão agronômicas,com 80/90 % das áreas dedicadas ao plantio de soja.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Estou torcendo para que o agricultor catarinense tenha o seu trabalho remunerado como os demais milhoes de brasileiros --Essas açoes e atitudes descritas pelo sr VIGANO' deveriam sim ser encaixadas dentro da lei de escravidao contra os compradores da industria e criadores.

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    • ROGER AUGUSTO RODRIGUES Cuiabá - MT

      O Brasil é um país continental, novo, mal administrado, roubado e que escolheu a matriz logística errada. Um frete custar mais que o produto é uma aberração. O produtor de milho de MT não é barão do agro, é produtor. Tem grande, médio e pequeno. Aliás, o produtor de milho do MT é a salvação da pátria para todos. Balança comercial, criadores e produtores de milho do Sul. Sim. Não houvesse o milho do MT, o milho seria tão caro, que inviabilizaria a criação de frangos e suínos, ao ponto de ficarem com um milho tão caro, que não teriam a quem vender, a não ser em espigas cozidas nas praias da Bela e Santa Catarina. É o que eu penso. Cadeia difícil e exprimida. Que rende para todos. E vamos que vamos...

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      O Viganó merece os parabéns, pois resumiu uma realidade do país em poucas palavras. Quem dera metade dos produtores do Brasil tivessem o desprendimento de dizer as coisas que precisam ser ditas, como fez o Sr. Viganó.

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    • beto palotina - PR

      Sr.luiz

      velho estado patrimonialista cede, subsidia o produtor com o preço mínimo e a industria com o frete, créditos tributários e outras jogadas

      So me fala onde tem isso ai que vo produzi pq aqui na pr esas regalias e so d boca prafora ainda mais na parte do preco minimo

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      Tinham que acabar com os pepros e outros subsídios para o milho. Produz onde pode. Esta enchente de milho só interessa a indústria de carne. Enquanto isso quem paga o preço para ter carne barata é o produtor, principalmente aqui do sul. Deixem o mercado se regular.

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    • Rogerio mendes lopes Morrinhos - GO

      Acho que o Sr.Carlos tem razão ,enchente de produtos,precisamos fazer uma auto crítica e constatar que também não fazemos nada para melhorar no sentido de oferta concentrada,criticamos governos,sindicatos,etc...,apesar de sabermos que eles não nos representam,vamos melhorar nossa infra estrutura por conta própria ,nem que para isso precisamos de vender uma parte da área ,

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  • Fernando Engler Palotina - PR 27/12/2016 18:55

    PEC inaceitável... Percebam a pegadinha por detrás desta lei... A partir de sua aprovação, quando houver interesse de um grupo de pessoas por determinada área, seja ela qual for, de que dono for, este grupo estará respaldado pela Constituição Federal a invadir a área e reivindicar sua posse baseado no que diz a Constituição!!! E mais uma lei que vem da ONU... O Brasil precisa parar de escutar o que os outros dizem... Tem que apagar de suas leis tudo que vem de fora... Tem que parar de querer cumprir as \"agendas\" que os países desenvolvidos pedem que cumpramos... Isso é \"colonialismo\"... Somos soberanos e temos o direito de escrever as leis que quisermos... Bem que o Trump fala na outra matéria (http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/184681-trump-desqualifica-onu-e-diz-que-a-mesma-virou-lugar-para-reunioes.html#.WGLJ6eQiyM8) a respeito do que virou a ONU... Talvez sejam os americanos (mais uma vez) que irão salvar o mundo do caos...

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Fernando, peço que assista esse video de 2012 de uma das mais importantes lideranças conservadoras do país. Se tens vontade e o desejo de mudar o país junte-se a nós, precisamos unir as pessoas boas, para nos livrarmos da tirania. https://www.youtube.com/watch?v=udzJSOpfOF0

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 27/12/2016 17:31

    Quase todo final de mes,... trimestre.. semestre.. e anualmente, os fundos fecham seus balancos...e recebem participação por resultado... e, em consequencia, os preços sobem, para cair nos primeiros dias do próximo... e aí vem os papagaios que não conseguem enxergar um palmo na frente do nariz, estufam o peito e falam em demanda... aí, depois, quando cai, inventam outra papagaida para justificar a PRIMEIRA... E POR AÍ VAI..

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    • HELIO LUIZ HOFFMANN Tangará da Serra - MT

      Lembrem-se que os fundos, de todos os tipos, ganham até 4% a.a. sobre o valor total. Qualquer alta no final de cada periodo citado pelo Dalzir, representa lucro adicional p/ eles. Olho Vivo.

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 27/12/2016 14:29

    Santa Catarina poderia produzir mais milho... para isto precisa de preço.. ora por que PREÇO??/...conheço e vivi este mercado desde 75 e afirmo que as AGROINDUSTRIAS sempre fizeram seus resultados anuais pagando milho e o porco a PREÇO DE BANANA... resultado disto... acabaram com a suinocultura de ciclo completo na pequena e media propriedade... e desta forma estes produtores foram para o leite que o Speis fala... e a produção de milho com baixos preços fica travando o aumento da produção... neste ano acordaram com milho a R$ 60,00... ou seja, a água bateu na bunda... trabalhei 10 anos na Seara e quase 15 na Perdigão... quem era o diretor de compras ma época hoje produz leite em Catanduvas e trabalhou na ACARESC em Concórdia... então eu sei o que estou escrevendo... ou seja, usam o milho local para baixar o preço médio de compra... esta é a verdade.

    Caro João... frete é mercado... é um dos poucos serviços que quem determina preço é oferta e demanda... então aquela balela do governo definir fretes mínimos é balela PURA.. não funciona na prática.. e falo com conhecimento de quem negociou em nome das agroindustrias de SC (Sindicarne) representando todas elas por uns 8 anos frente aos sindicatos de transportadores.

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    • Luiz Alfredo Viganó Marmeleiro - PR

      A agroíndustria catarinense chora quando o milho remunera o produtor, e tripudia do mesmo comprando milho barato no Centro Oeste e no Paraguai. Só usam o produtor catarinense e paranaense da "safra de verão" pra formarem os primeiro estoques de janeiro até março, comprando da mão pra boca, esperando a superprodução da "safrinha" mato-grossense. Ai junta o choro dos barões do agro do MT com o choro dos barões da agroindustria, e o velho estado patrimonialista cede, subsidia o produtor com o preço mínimo e a industria com o frete, créditos tributários e outras jogadas dos espertalhões pra trazer esse milho até o Sul. Ao agricultor catarinense que ainda se atreve a planta milho sobra o custo elevado de produção e o risco climático, pois só lavoura acima de 9000 kg/há remunera uma lavora de milho com investimento tecnológico. Mas a resposta do produtor está sendo dada nas últimas safras, com o plantio de milho sendo restrito pra quem faz silagem ou agricultores mais tecnificados que o fazem por questão agronômicas,com 80/90 % das áreas dedicadas ao plantio de soja.

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  • Elysio Mira Gurupi - TO 27/12/2016 12:05

    O direito à terra já existe. Basta trabalhar e comprar.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      italianos, alemaes, e japoneses nao precisaram de PEC para ter acesso a terra---DIREITO SOCIAL E" CONVERSA DE MALANDRO , VAGABUNDO,

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    • Fernando Engler Palotina - PR

      PEC inaceitável... Percebam a pegadinha por detrás desta lei... A partir de sua aprovação, quando houver interesse de um grupo de pessoas por determinada área, seja ela qual for, de que dono for, este grupo estará respaldado pela Constituição Federal a invadir a área e reivindicar sua posse baseado no que diz a Constituição!!! E mais uma lei que vem da ONU... O Brasil precisa parar de escutar o que os outros dizem... Tem que apagar de suas leis tudo que vem de fora... Tem que parar de querer cumprir as "agendas" que os países desenvolvidos pedem que cumpramos... Isso é "colonialismo"... Somos soberanos e temos o direito de escrever as leis que quisermos... Bem que o Trump fala na outra matéria (http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/184681-trump-desqualifica-onu-e-diz-que-a-mesma-virou-lugar-para-reunioes.html#.WGLJ6eQiyM8) a respeito do que virou a ONU... Talvez sejam os americanos (mais uma vez) que irão salvar o mundo do caos...

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