Fala Produtor

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 23/07/2016 06:01

    Uma vez estava em Campo Verde no MT, numa roda de chimarrão com a gauchada. De repente o sujeito que estava ao meu lado vira prá mim de diz: Hi, vem aí o fulano, ele quebrou e agora fica repetindo todos os dias a mesma coisa. Por fim chegou o fulano, que tão logo a cuia lhe chegou às mãos começou a cantilena,... por que do jeito que está não pode ficar,... se o governo não fizer alguma coisa quem é que vai produzir... se eu parar de plantar são 1000 ha a menos... e quantos? Foi quando resolvi levantar do mocho, olhar nos olhos do sujeito e dizer: Se você parar de plantar, outro irá plantar em seu lugar,... ele baixou a cabeça, terminou o chimarrão e saiu a passo pois sabia que vizinhos normalmente são como urubus na carniça. Até hoje não sei o que ele pensou, mas de uma coisa tenho certeza, embora não soubesse da situação em que ele se encontrava, ou ele achava uma solução para o problema, ou outro produtor tomaria seu lugar. Conheço um municipio que planta 300 mil ha, em que dois produtores plantariam tudo sozinhos se pudessem, e caso conseguissem era capaz de um mandar matar o outro para poder plantar tudo sozinho.

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    • beto palotina - PR

      O pior q e verdade um querendo atropela o outro

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Tenho certeza Rodrigo, tenho 500 há e meus vizinhos tem 2000 a 3000 há , estão até de boca aberta igual jacaré pela minha área, são a maioria sangue sugas , não penso assim de forma alguma, devemos ser cada vez mais unidos sempre, uma coisa que detesto é a Injustiça!

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Não tenho dúvidas quanto a isso também Sr. Wellington, muito se fala em empregos no setor rural, mas vai no banco tentar financiar um silo de dez mil sacas prá ver se sai. Agora se for uma bateria de 20 silos, sai fácil. Fiz um orçamento de uma microusina de alcool de milho, um amigo queria montar uma em sociedade comigo, sabe em quanto ficou? 4 milhões, sem os silos de armazenagem e sem o secador do farelo. Sem secar não tem como armazenar. Então dizem assim, nós os socialistas nos preocupamos com o emprego, e eu respondo, uma pinóia que se preocupam, pois se tivessem essa preocupação reduziriam o custo e financiariam os pequenos, mas sabe como é né? Dá muito trabalho financiar os pequenos. Ué, mas não o trabalho não é prioridade? Já pensou? A Kepler tendo que formar centenas de equipes de trabalho para fazer pequenos silos pelo país? Pois é, uma trabalheira e um custo danado, vai reduzir o faturamento. E sabe quem é sócio da Kepler Webber? O BNDES, não é uma maravilha? Tudo está na mão dos socialistas e finalmente temos esse modelo espetacular.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Só para constar: Para vender o álcool iria precisar da autorização dos comunas também.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 23/07/2016 05:32

    Quando vou escrever um comentário procuro não utilizar como premissa algo que "acho". Procuro os dados, uma idéia, proposta, e a partir daí escrevo o que penso a respeito. E existe uma idéia circulando por aí, de que a demanda por alimentos vai crescer não sei quantos por cento nos próximos dez anos, e sinceramente tendo a acreditar nisso, desde que não haja uma guerra entre China, EUA, Rússia, ou uma outra qualquer entre os Islamicos e o resto do mundo. O brasileiro é sempre brasileiro com muito orgulho e amor. Deixando isso de lado e voltando à demanda por alimentos, acredito sim no crescimento da demanda no longo prazo, mas não de forma continua ou continuada. No caminho rumo às 400 mi de ton sonhadas pelos produtores brasileiros, há de haver quedas na demanda e redução de preços. Países entram em crise, e o exemplo do consumo interno do Brasil é ilustrativo. Mas quem se importa? Do alto da sapiência de muitos produtores, roncam grosso: "Eu acho". Infelizmente a realidade não está nem aí para o que achamos ou deixamos de achar. O sujeito que hoje reclama de estar em má situação é um produtor que está fazendo algo errado, pois a quantidade de dinheiro jogada da sociedade para o setor de grãos foi grande, chegando à um aumento de renda de 85% só na cambio entre 2015 e 2016. Destes 85% cambial, 25% já foram retirados. O produtor quer que o governo desvalorize o dinheiro dos trabalhadores, incluindo aí a classe pobre, diminuindo o poder de compra de alimentos com aumentos de preços muito acima da capacidade dos salários, e quer respeito da sociedade? Idéia macabra que quer fazer acreditar que os produtores são melhores que as outras pessoas e que por isso merecem privilégios especiais. Privilégios especiais amigos, só se for em cima do lombo de alguém, senão não tem. Se não conseguem ganhar dinheiro vendendo soja a 80 e milho a 40, procurem outra coisa para fazer, o Brasil realmente não precisa de vocês. A ganância é má conselheira.

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    • Cácio Ribeiro de Paula Bela Vista de Goiás - GO

      Amigo Rodrigo Polo, se olharmos para tras, isentos de qualquer ideologia, constataremos que por varias e varias vezes, o setor produtivo primario alavancou(bancou) os demais segmentos da nossa economia.

      Citando apenas 2 exemplos, um bem distante, o outro um pouco mais recente:

      1) Quem bancou o processo de industrializacao do Brasil?

      2) Quem ancorou o Plano Real?

      Se a analise for bem feita, foi mais riqueza daqui pra la, do que de la pra ca!

      Ou entao aprendi tudo errado!!

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    • Roberto Cadore Cruz Alta - RS

      Sr. Rodrigo, me permita discordar em parte do seu ponto de vista. O dinheiro jogado no setor de grãos sustenta o agronegócio sim, isto é, sustenta vários e vários empregos aos trabalhadores brasileiros nas lavouras e nas cidades...portanto o dinheiro é dividido entre diversos setores da sociedade. Sobre o aumento de renda de 85%, me desculpe, mas isso é ridículo, pois não considera os aumentos de custos e outras variáveis. E mais, quem disse que os produtores querem que o governo desvalorize o dinheiro dos trabalhadores? Eu nunca quis, sempre pensei que salários valorizados são o gatilho para aumento do consumo e valorização dos alimentos...Sr. Rodrigo, não queremos privilégios especiais, apenas queremos concorrer em igualdade de condições com nossos concorrentes. Com certeza não somos melhores do que as outras pessoas, somos iguais, somos apenas produtores de alimentos.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Rodrigo, não tenho os dados precisos do percentual da soja comercializada a termo no plantio 2015/2016, mas como estamos falando de 2015, onde o castelo de cartas petista ruiu, acredito que deva ser um percentual alto. Então essa afirmativa de que os produtores estejam vendendo soja a R$ 80,00/sc ela se refere a uma ínfima parte deles. Quanto ao milho de R$ 40,00/sc é um bom preço, mas e para aqueles que tiveram mais de 50% de quebra de produtividade? Será que podemos falar que a sua renda seria a mesma coisa de estar vendendo o saco de milho por um valor abaixo de R$ 20,00/sc ? Quando ando pela rodovia, em época de plantio de milho safrinha, em anos que o clima ajuda no desenvolvimento da lavoura, a beira da rodovia fica até bonita, mas não é por causa das lavouras, são as placas das empresas de sementes que foram plantadas que são fixadas, fazendo o seu "jabá". Agora, em ano ruim como esse, veja se você vê as placas? FILHO FEIO NÃO TEM PAI !!!

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Cadore, não é ridiculo pois tive o cuidado de verificar bem quando foi o começo da desvalorização, foi outubro de 2014, portanto os custos já estavam contratados, e até março na colheita o real havia se desvalorizado 45%. Até outubro de 2015 desvalorizou 75%, portanto ainda dentro da safra que foi feita com cambio a 2,2. Nessa safra sim, o produtor contratou caro e se o cambio valorizar, aí sim será o contrapé, eu disse isso quando o câmbio começou a desvalorizar, então o cambio chegou a desvalorizar 85% dentro de uma safra só, agora devolve 25% podendo devolver mais. Quero aqui dizer que é apenas uma constatação, um fato, não que seja a favor ou contra, pois quem leu meus comentários sabe que defendo a estabilidade do preço da moeda.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Roberto, concordo plenamente com você sobre a importância do agronegócio, mas que a desvalorização cambial ajudou muito, e foi o que sustentou o preço, isso não dá prá negar. Se alguém sofreu frustrações de safra tem direito a renegociar as dividas, o que digo é que é muito dificil alguém não conseguir ganhar dinheiro com os grãos no preço que atingiram. Se alguém conseguiu tal feito, tem muita competencia prá não ganhar dinheiro.

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    • beto palotina - PR

      Nem tanto ao ceu nem tanto a terra

      os ultimos anos nao foram mau remunerados para a soja ja o milho so deu pico de precos altos faz pouco tempo lenbrando se q nem todos os agricultores vendem direto a grande parte tem as empresas q deveriam ser cooperativas no meio e sem falar que o brasil e mais um continente q um pais entao nem sempre corre tudo igual pra todo mundo tanto para custos quanto pela questao climatica

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    • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS

      Na agricultura nao é so credito é uma série d fatores q vai alem do controle do produtor.Veja o exemplo nos transportes,tem muito caminhao financiado a 3.5% ao ano e nao estao conseguindo pagar.

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  • Sergio Aquiles Bellotto Palmital - SP 23/07/2016 03:33

    No crédito oficial o juro é baixo, mas o Banco do Brasil vem embutidos um pacote (ourocap, seguros, aplicaçoes financeiras, taxas de cartorio) que acaba encarecendo em muito a taxa do tal juro do credito oficial (que, ainda assim, é baixo perante o mercado), além da burocracia ao se fazer o financiamento. Quem acaba subsidiando em parte o tal juro barato é o proprio produtor rural, ao comprar os produtos do banco (muitas vezes é obrigado a compra-los, pois nao tem opcão, ou fica fora do sistema)..., até entendo que o banco precise vender seus produtos mas em epoca de crise qualquer real que se tire da compra de insumos torna o juro mais caro.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Sérgio, a nossa cultura é de que o Estado é "bonzinho", pois sempre que há um problema na sociedade, lá vem ele intervindo para resolver o problema. Numa hora é na saúde, segurança, comunicação, energia elétrica, infra estrutura e, por aí vai, nós ficamos à margem olhando essa "extrema capacidade do Estado" e, ignoramos como "as coisas" são feitas de fato. Ultimamente está nos sendo mostrado, através da Operação Lava Jato alguma coisa "por debaixo dos pano" da administração pública. Qual será o seu grau de indignação quando for mostrado "as coisas por debaixo dos pano" aí da sua cidade. Tente fazer um comparativo da realidade entre as empresas particulares que não têm negócios com a prefeitura da sua cidade com as que estão "bombando" em ganhos de licitações com a prefeitura. Só estou citando um dos casos, onde "por debaixo dos pano" correm grande percentual do PIB brasileiro. No caso o Banco do Brasil sempre foi um "banco oficial" na gora de receber os recursos governamentais para repassa-los a iniciativa privada, só que as taxas de juros que ele paga para o "governo" são bem menores daquela que nos cobra, desde que o Mundo é Mundo !!! Imagine num montante de R$ 200 bilhões uma diferença na taxa de juros de 0,05% qual o montante de reais que se arrecada. Ah! não se esqueça que o BB está há vários anos concorrendo com o Itau e Bradesco para ver quem apresenta o maior lucro anual, se não me engano em 2014 o seu lucro foi acima dos R$ 12 bilhões no ano, que dá 1 bi por mês.

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    • beto palotina - PR

      Sou da opiniao ta ruim sai fora troca d banco ou nao pega emprestado dele

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Beto, o agricultor brasileiro vive uma realidade de "mercado concorrência perfeita" como um bem. No caso ele (produtor rural) é um bem, visto pelo banco, que se encaixa na definição de "concorrência perfeita", ou seja, são milhares de tomadores de empréstimo que não têm influência sobre o preço de mercado (normas impostas pelos bancos). Não devemos esquecer que são poucos os bancos que atuam no mercado com essa modalidade de financiamento. Enfim, não vai ser "mordido" pela onça pintada, mas sofre uma "mordida" da onça parda. Vai mudar a cor da onça, mas que vai ser "mordido"... Ah! ISSO VAI !!!

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    • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR

      Imagino que a Grande Maioria dos Produtores Rurais , ainda dependem do Setor Financeiro Estatais ou Privados , sem dúvida seria bom que não tivéssemos que depender destes , mas tenho acompanhado a evolução do Setor Rural pelo menos em nossa Região oeste do Paraná e a Grande Maioria dos investimentos em Máquinas , Pivôs, e os Condôminos de Silos que aliás revolucionaram atividade de Palotina todos foram com Financiamento que no Futuro e no Presente foi o que tem Agregado valor da Produção. O que precisamos é de união e discutir Políticas de Juros p investimentos e Fomento com juros Justos , mesmo porque é o Agro em todas as. Suas atividades é que vem dando sustentação para as contas públicas deste País.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Edmilson para se produzir riqueza há dois elementos "CAPITAL& TRABALHO". O Capital é tranquilo que não está em poder do setor agrícola, então só resta o outro elemento à disposição do setor agrícola;;; "TRABALHO"!!!

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    • beto palotina - PR

      Concordo com sr. Seu paulo agora onde entrariam orgaos como a CNA en defeza dos agricultores comtra esas mordidas maia so serve pra cobra contribuicao mais nada

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Beto, só para complementar quando o senhor escreve: ... so serve pra cobra contribuicao mais nada... O senhor está certo (em parte), pois é uma contribuição SINDICAL... &... exemplos de sindicatos que protegem somente a sua elite de apaniguados no Brasil é que não falta. O senhor já ouviu falar do sistema "S" (SENAR, SENAI, SESI, SEBRAE, SENAC). Já tentaram abrir uma sindicância sobre o rio de dinheiro que irrigam essas autarquias, mas foi barrado na Câmara dos deputados. Acho que o rombo deve ser maior que a Petrobrás. Veja o caso da dona Kátia Abreu que presidia a CNA que tem ingerência direta no SENAR... é muito dinheiro.

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    • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR

      Sr.Paulo tenho trabalhado muito , mas de vez enquando tenho que ir buscar uma Grana emprestado p dazer a máquina andar , e aí vem as mordidas infelizmente. Mas tenho sido bem atendido. Quanto a CNA e suas contribuições, este é um trabalho que devemos cobrar dosParlamentares para que mudem a lei que permite estás cobranças ou que afirma de como está é calculada seja mudada. Devemos começar a alimentar está idéia ,logo teremos eleições p Deputados , Governadores e Presidente, está é a hora .

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    • alexsandro peixoto leopoldino Canarana - MT

      Crédito... emprestar dinheiro, risco de inadimplência, utilizar parimonio para ''calçar" o cliente. É moçada, virar exportador??!!?!?!?!?!!? Qt custaria a um produtor de 500 ha se tornar exportador??????? FORMAÇAO DE PREÇO A PRAZO,,,, nao tem como ser diferente do citado..... Somos uma classe descapitalizada....... Quem paga os registros de CPR, quando é feita pelos bancos, tambem somos nós produtores....Revendas, com raras excessoes fecham as portas com menos de 7 anos, isso é estatistica.... Como nao transferir o risco???????????? Estou comentando na forma de BRAIN STORE.

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    • alexsandro peixoto leopoldino Canarana - MT

      Alguem se habilitaria a ser uma factoring nesse ramo de forma diferente do que esta sendo feito??????????????????

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    • alexsandro peixoto leopoldino Canarana - MT

      pq trading e revendas sao mesmo factoring's,, o que mais se comercializa hj é grana..... transformada em produtos

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      o problema do Brasil é custo burocrático e tributário basicamente, o que tira competitividade e autonomia do produtor Brasileiro é isso. O que ameniza esse problema é escala de produção que permite diluir melhor certos custos.

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  • Julio Cesar de Oliveira Piumhi - MG 22/07/2016 21:15

    Esse cantor, Chico César, pode ter até alguma razão quando fala em agrotóxicos que as vezes são utilizados sem descrição correta e também quando se devasta florestas e nascentes sem controle. Mas por outro lado temos que saber também que sem o agronegócio, se houvessem a agricultura rudimentar, como nos tempos dos nossos avós, com certeza a população atual estaria morrendo de fome. Talvez seria melhor debater como será a agricultura do futuro. Produção com consciência ambiental. O problema que quase sempre a interferência governamental mais atrapalha do que ajuda. O governo através das suas instituições estão mais preocupados em arrecadar do que com a preservação da natureza. Muito simples porque o governo não incentiva a produção de água e conservação das nascentes mais é muito mais fácil multar o agricultor e proibir ele de plantar porque ele está empurrando o problema para as costas do agricultor, Como exemplo na minha região onde está o Parque Nacional da Serra da Canastra os legítimos proprietários das terras alguns que moram lá e trabalham desde os tempos de seus bisavós até hoje não receberam nenhuma indenização do governo e por isso se recusam a abandonar suas terras e brigam na justiça por seus direitos. Nós não estamos no comunismo por isso o direito a propriedade é sagrado. Por isso sô Chico César é muito bonito cantar músicas com idéias revolucionárias mas a realidade é outra e o senhor precisa ter mais conhecimento dos fatos.

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  • Marcos Araujo Curitiba - PR 22/07/2016 19:43

    Apenas confirmando as estimativas para o quadro de oferta e demanda safra 2016/2017: Safra Verao 30 mmt; Safrinha 60 mmt; Produção Total: 90 mmt; contra 69 mmt na temporada 2015/2016.

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  • Roberto Calzolari Nova Canãa do Norte - MT 22/07/2016 18:15

    caso não esteja enganado, a previsão para safra brasileira de 2016 era algo bem parecido ou seja acima de 100 mi de toneladas... mas ninguém disse ate agora qual foi a nossa produção real. Quanto aos preços não vou nem comentar... Creio que não devemos nos assustar com estas baixas e vamos aguardar para ver como fica.

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    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Ninguém fala a atual produção, nem de soja, nem de milho safrinha, porque sabe que vai ser um susto danado no mercado formadores de preço, todos nós sabemos que a produção de soja e milho safrinha, foi uma tragédia!

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      E o que tem de soja ruim edtocada....

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  • Sebastião Ferreira Santos Fátima do Sul - MS 22/07/2016 16:33

    O mesmo que o LULA e a DILMA queria pra nós brasileiros, miséria, fome e falência. Os venezuelanos tem ainda Brasil e Colombia pra buscar alimentos e nós brasileiros iriamos onde??? Esse Maduro é tão bandido quanto LULA e CHAVEZ..

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    • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO

      Todos países do mundo que tentaram impor o regime socialista , a população pagou um preço muito alto, e tem pessoas que ainda tem coragem de defender esta forma de governo ditatorial!

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    • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO

      Começam tirando dos mais ricos , e terminam com todos na miséria...

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  • Marcos Hildenbrandt Rondonópolis - MT 22/07/2016 16:12

    Só uma pequena correção: na início do período de entrega dos contratos a termo assinados com tradings a R$ 22,00 / saca, o preço do milho estava R$ 42,00 / saca. Agora, o preço está em R$ 35,00 na região Sul do Mato Grosso.

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  • miguel moura abdalla piraju - SP 22/07/2016 13:49

    CAFÉ: MERCADO NÃO É DEFINIDO COM BOATOS, PAPEL E GRÁFICOS.

    MERCADO SE DEFINE COM A LEI DE ONASSIS

    (LEI DA OFERTA E PROCURA).

    A PRODUÇÃO DO BRASIL NÃO SUPRIRÁ O MERCADO INTERNO E MUITO MENOS O EXTERNO NOS ANOS DE 2016/17/18.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 22/07/2016 13:09

    Isso não é previsão, é contagem... Previsão é aquela que se faz quando o evento que atinge a cultura acontece. Agora é mole...

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 22/07/2016 11:24

    Obrigado João Batista, mas tenho que dizer que se não fosse pelo site Noticias Agricolas, nenhum de nós, comentaristas, poderia expressar nossas opiniões e realizar as cobranças que achamos pertinentes. Obrigado então a você, à equipe do Noticias Agricolas, aos comentaristas, parceiros na busca pela liberdade de expressão e opinião...

    Numa tentativa de ajudar uma melhor compreensão dos mecanismos de comercialização, as opções, vou resumir como podem ser entendidas calls e puts.

    Put é o direito de vender e Call o direito de comprar. E por que usar os termos Call e Put? Primeiro por que não há termo equivalente no Brasil, então fica esquisito falar, vou comprar o direito de vender que é substituido no mercado por comprar uma put.

    Ou vou comprar o direito de comprar, em vez disso, vou comprar uma call.

    Call o direito de comprar.

    Put o direito de vender.

    Então se você compra uma put a um determinado preço, com uma data determinada de vencimento, você compra o direito de vender ao preço contratado.

    Se compra uma call a um determinado preço, com uma data determinada de vencimento, você compra o direito de comprar ao preço contratado.

    Já ao contrário, se você vende uma put, você tem obrigação de cumprir com o contratado e se vende uma call tem também a obrigação de cumprir com o contratado.

    Por exemplo, se o milho está 8 reais e compro uma call, quem me vendeu a call está obrigado a me pagar a diferença se o preço subir, tudo com garantia.

    Se compro uma put e o preço está 30 reais, quem me vendeu a put está obrigado a pagar 30 reais pelo contrato, mesmo que o milho venha para 20.

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    • Luis Felipe Unterberger de Bastos Rio Pardo - RS

      Onde encontro mais informações sobre este conteúdo

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/produtos/listados-a-vista-e-derivativos/commodities/opcoes-sobre-futuro-de-milho-com-liquidacao-financeira.htm~

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      http://br.advfn.com/investimentos/futuros/milho

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      http://br.advfn.com/educacional/opcoes/data-de-vencimento

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/produtos/listados-a-vista-e-derivativos/commodities/opcoes-sobre-futuro-de-milho-com-liquidacao-financeira.htm

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Agora deu certo, o endereço é sem aquele til que ficou no fim do endereço.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 22/07/2016 08:15

    O indice de transportes, que mede a movimentação de cargas dentro da China recuou 0,64, sinalizando redução da atividade econômica.

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  • Fátima Dorneles CARAZINHO - RS 22/07/2016 01:49

    É importante que os produtores sejam bem remunerados, afinal o Brasil exporta alimentos para o Mundo.

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  • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 22/07/2016 00:14

    Vender o quê, se a chuva levou quase tudo? Mal pagamos as contas este ano, não sobrou nada para vender! Fiz um pequeno contrato para entrega em 2017, ao preço de R$ 80,00 (oitenta reais) e o mesmo chegou a R$ 85,00 (oitenta e cinco reais) dias depois. Pelo que dizem os especialistas, será então a primeira vez que vou ganhar dinheiro no contrato... Acreditem se quiserem! Eu não...

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 22/07/2016 00:11

    Engraçado, até dias atras o preço iria as nuvens... acabaram os consumidores de soja... entraram em greve... pararam de comer.. e tar dimanda..acabou..que papagiada....SR LIones te disse que era para esperar um pouco...sobre o milho o Elcio Sakai tem minha concordancia os preços devem continuar bons até a nava safrinha de 2017....

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