Fala Produtor

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 02/12/2015 06:07

    Reinaldo Azevedo usa a expressão "pagar pedágio", para designar aqueles que não podem criticar o PT, sem fazer algum tipo de elogio. Logo, o El Pais e a Folha de São Paulo pagam pedágio... O fato claro, que ninguém mais pode contestar, é que a corrupção do PT não foi feita por um grupo de pessoas que queriam enriquecer, roubando. A corrupção do PT foi muito mais para corroer as bases democráticas do Brasil, para destruir as instituições, com objetivo de perpetuar a quadrilha no poder. Até as eleições foram fraudadas, e lamentavelmente, incrivelmente, os poderes instalados em Brasilia, TCU, TSE, STF, atuaram como acobertadores dos criminosos, e isso era antes, pois agora sobram suspeitas de que, são eles próprios também criminosos. O último caso, escandaloso, é de Augusto Cedraz e seu filho, sendo que o primeiro pode ser reconduzido à presidencia do TCU. Marco Antonio Villa tem razão quando diz que, não são meros ladrõezinhos, trata-se de uma quadrilha, que possui um comando, que todo mundo sabe quem é, e que foi colocando criminosos nos postos de comando e nos postos mais altos da república, para acobertar os criminosos e garantir a continuidade do projeto criminoso de poder. Para isso, o PT organizou e manteve com dinheiro público, "movimentos", os mais diversos, de marginais, de gente deslocada da sociedade, com a promessa de que desfalcariam os ricos, para entregar de graça, na base da porrada, aos pobres. Enquanto o País afunda, vamos assistindo o espetáculo grotesco, de ver a nova elite petista torrando dinheiro como água, protegidos pelo parlamento e pelos bandidos de toga.

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  • EURIVAL GABARRÃO RUIZ José Bonifácio - SP 01/12/2015 22:15

    Os consumidores alegam que o preço da carne do boi está muito cara. Não é bem assim. O frango e o porco é que estão muito baratos; e, com o poder aquisitivo baixo, o povo é obrigado a consumir o que cabe em seu orçamento.

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  • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR 01/12/2015 18:09

    Parabéns aos dois. João Batista Olivi e Nelson Mallmann, vocês são pessoas que renovam nossas esperanças e nos fazem acreditar que esse país ainda tem jeito. E vamos em frente!!!

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/12/2015 16:20

    (SOBRE O SEGURO RURAL): O Brasil dá uma preguiça em quem possui um mínimo de visão e foco... ficam enrolando com comissões políticas, burocracia e essas jabuticabas... Ficam como cachorro correndo atrás do próprio rabo, enquanto o setor produtivo paga caro pelas consequências do estatismo socialista.

    Resolver o problema é fácil: descentralizar o seguro agrícola e cortar o domínio estatal sobre o mesmo. Copiar o modelo americano na integra, onde as partes definem o negocio, segurada e produtor. O maior problema hoje são os índices de produção estatal...,

    Aqui na minha propriedade a menor media nos últimos 15 anos foi de 31 sacas por ha em 2005/2006 e 33 sacas por ha em 2011/2012, dois anos com problemas de seca e granizo em ambos. Ambas as lavouras tinha seguro, nunca recebi um tostão, pois no máximo o que o índice estatal cobriu foi de 22 sacas em 2005/06 e quase 27 em 2011/12.

    Nos EUA o total a ser segurado é com base na media da fazenda dos últimos (produtividade), podendo ser inclusive feita por zonas dentro da fazenda e o seguro do preço é usado o vencimento do contrato dezembro da bolsa de Chicago para soja e milho.

    A minha media dos últimos 5 anos esta em 59,71 sacas de soja por ha..., portanto, se fosse Americano esse valor seria a base do meu seguro, multiplicado por algo em torno de 20,70 U$, meu valor garantindo seria de 1,236 dólares por ha, que desse abaixo disso na colheita a seguradora paga.

    Isso se fosse nos EUA...

    Aqui eu pago pelo seguro só por pagar, pois o índice é absurdamente irreal, é só uma forma de extorquir o produtor, sendo que ainda é compulsório para quem precisa financiar.

    Era melhor nem haver seguro nesse caso... para que os leigos entendam, o seguro de lavoura que hoje sou obrigado a fazer (por ter de fazer o financiamento de custeio no Banco do Brasil) é como se o seguro de um carro de 100 mil reais tivesse a franquia de 125 mil reais e voce pagasse ai 2 mil reais por ano de premio para seguradora...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Guilherme...a aprosoja devia ser atuante em vez de palestrinha e passeios pelo Brasil devia atuar nos pontos onde temos problemas...seguro..estradas..modais..crédito..aí pelegueiam e desviam a atenção com passeios pelo interior..na China e agora no Perú...uma lástima...e o produtor DESAMPARADO

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Quer um exemplo...o que é uma seguradora..uma empresa que cobra um percentual pelo seguro...paga todas as perdas e sobram quase 10% de LL....a AFUBRA (fumicultores) TEM UM SEGURO PROPRIO A DÉCADAS....portanto o que falta a aprosoja...RESOLVER OS PROBLEMAS....ela poderia montar a seguradora com percentual e valor da cobertura parecido com atual e fazendo isto por diversos anos terá caixa para fazer o seguro renda...foi o que a AFUBRA fez...

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  • Jose Donizete Camilo Boa Esperaça - PR 01/12/2015 12:42

    Esse pais tem jeito sim, basta eles terem vergonha na cara e acabar com esse tal de foro privilegiado e transformar os desvios de verbas publicas em crime hediondo..., se isso não resolver, pelo menos vai fazer com que diminua (e muito) essas barbaridades que andamos vendo...

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    • Wilson Brandão Diniz Júnior Brasília - DF

      Concordo plenamente! Todo cidadão é igual perante a lei, não é?

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 01/12/2015 12:18

    Meus efusivos parabéns ao grande amigo e competente jornalista João Batista Olivi pela excelente reportagem na linha investigativa das CAUSAS do problema, neste caso a cultura do tomate. Tenho dito desde há muito que um dos problemas insolúveis do Brasil é o costume de se ficar dia e noite discutindo apenas os efeitos dos problemas. É pródigo da maioria da nossa imprensa. Só se chega a soluções discutindo as causas dos problemas, com certeza. Chega de Engenheiros de Obras feitas. Urge conduzir o país por intermedio de Administradores PROFISSIONAIS!

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  • Luiz Antonio Lorenzoni Campo Novo do Parecis - MT 01/12/2015 10:01

    Estes dados só confirmam que o principal fator ou o desencadeador é a umidade. Vazio e restrição da safrinha são paliativos. O terrorismo feito em cima da safrinha só beneficia aos sementeiros.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Lorenzoni...mas os NÒ CEGO...aqueles que só enxergam FERRUGEM..NEMATOIDE e outros e não sabem fazer conta e nem aprender a resolver....decidem e legislam pela burrice técnológica e não pela realidade de cálculos custos e RENDA...claro que os sementeiros devem propiciar uma pescaria no pantanal com direito a mordomias e outras coisitas mais...aí junta tudo ..e sobra no lombo do produtor rural que paga o pato por não ter lideranças que o DEFENDA...mas sim que faz igual o governo federal...

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  • Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 01/12/2015 09:43

    Pessoal! Começou ontem a famigerada COP 21, onde o mundo, manipulado pelos "Ambientalistas" já acostumados mentir para o povo brasileiro com o objetivo de impedir nosso desenvolvimento principalmente do Agronegócio, já iniciou mentindo, com a pérola da descarbonização da economia, uma vez que a principal atividade econômica que está salvando o Brasil é o Agronegócio do Carbono! Mas o poder dos Ambientaloides é desse tamanho: conseguem manipular o mundo! Está o mundo em Paris a dizer Amém para o absurdo! Não chegarão a nenhum acordo com fundamentos! Chegarão a um acordo em que deverão diminuir as emissões de carbono para impedir que no ano 2.100 a temperatura global suba mais de 2°C. Falam em aquecimento global, mas estamos assistindo jogos de futebol sob neve em alguns países, e jogos de futebol só a tardinha sob forte calor em outros. Mas os poderosos não chegarão a um acordo "sustentável"! Não haverá dinheiro para bancar o projeto e as mordidas ambientalistas - principalmente nos países pobres! -será um acordo no papel, só isso! Esperem para ver!

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 01/12/2015 08:53

    Frequentemente ouço afimações de que os "especuladores" causam prejuizos aos produtores. Sem dúvida, produtores podem incorrer em prejuizos, mas por escolhas equivocadas, não por causa da especulação. Quando perde, é o produtor que especulou mal. Especuladores ficam tentando "adivinhar" o preço futuro das mercadorias, para isso, se valem de informações. Com exceção dos grafistas, que operam por tendencias, e não querem nem saber o que está acontecendo no mercado. Mas o mercado pesado, o que realmente determina os preços, tem sua direção determinada pelas informações. Quando o fato consolidado ocorreu, já está precificado. Por que faço essas considerações? Porque quero chegar na origem dessas informações. De onde elas saem? Exemplificando, temos o Cepea, que fornece informações ao mercado internacional de café. Pois é, eu desafio alguém que leia esse comentário, a encontrar no site do Cepea, informações sobre estoques de café no Brasil. Qualquer um que leia os informativos dessa instituição, perceberá que são todos baixistas. Quem são os responsáveis pela elaboração e divulgação desses relatórios? São técnicos ou agentes politicos? Vejam bem, dá para ganhar uma fortuna com a posse dessas informações. E de novo, por que digo isso?, por que não há transparência na divulgação, e com frequência contradizem o senso comum. O que quero dizer é que os produtores não podem estar errados, 100% das vezes, todo o tempo. É possivel, com as informações corretas, limpar até os especuladores. Através da confecção de relatorios baixistas por um longo periodo de tempo, fazendo os agentes de mercado acreditarem que está tudo normal com o café. Quando os estoques estiverem quase no fim, lança um relatório dizendo que acabou o café. Sobe que nem foguete, em dois ou tres dias. Somente quem abrir posições anteriores á essa subida é que aproveitará a alta, deixando os vendidos na poeira. Exemplificarei e escreverei mais sobre isso se houver interesse, entretanto, de toda forma, digo que além de contestar idéias contrárias ao bom desenvolvimento da agropecuária nacional, é preciso saber quem são os controladores das informações, que são distribuidas por instituições públicas, entidades representativas e organizações em geral. O problema não são as organizações, instituições e entidades, nem os especuladores, o problema pode ser as pessoas que controlam o conteúdo e divulgação das informações. Entre elas, as principais divulgadoras, temos: CNA, Aprosoja, Famato, Sindicatos, órgãos de pesquisa, Embrapa, Ministério do meio ambiente, Cepea, IBGE, Conab, e muitas outras... Quem tem o controle sobre as informações?

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    • Bertholdo Fernando Ullmann Patos de Minas - MG

      Rodrigo, as informações sobre estoques e produção de café do Brasil, feitas pelas entidades brasileiras, são de um amadorismo inacreditável. Ninguém mais leva a sério essas estimativas. Eu sempre acreditava que o USDA maquiava os números de café do Brasil mas fazendo uma analise dos últimos 10 anos entre o que ele mostrou e o que as entidades brasileiras mostraram, o USDA está bem mais perto da realidade. Sou produtor de café e gostaria muito que os dados divulgados no Brasil fosse verdadeiros. Se esses dados fossem reais, o preço do café estaria em 2,00 a 2,50 lb/cts pelo menos. Eu concordo quando você cita que a culpa não são dos especuladores. Graças a eles, o mercado tem tanta liquidez. O Brasil precisa de forma urgente, estruturar o mercado de opções das suas principais atividades agrícolas, precipitando todos seus contratos em moeda corrente nacional para ter mais facilidade nos negócios.

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    • Bertholdo Fernando Ullmann Patos de Minas - MG

      precipitando = precificando

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    • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS

      Excelente comentário. Endosso totalmente o que está expressado. Quem culpa os especuladores são os mesmos que culpam o Governo, a Chuva ou a falta dela, a falta de sorte, etc. A produção agrícola é uma atividade profissional, de alto risco e é no risco que se obtém lucros ou prejuízos. O lucro é sagrado e pertence a quem o gerou, assim como o prejuízo deve ser suportado por quem o originou. Muitas instituições que deveriam ter um padrão técnico rígido com relação a informação, acabam cedendo a "pressões" seja do Governo ou dos membros de associações produtoras. Tal prática distorce a realidade de custos de produção e no longo prazo significa um tiro no pé. No RS temos o exemplo do setor arrozeiro que há muitos anos reclama por preços mínimos, alegando que os custos de produção estão maiores e causando prejuízos, quando em contrapartida se verifica um crescimento sustentado da área plantada ano após ano. É certo que o brasileiro tem a memória muito curta, mas existem alguns que estão antenados nesse processo e que sabem como atuar de acordo. Esse é uma das características dos chamados "especuladores".

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Bertholdo..isto que voce coloca fica claro quando vemos liderança dos cafeicultores..presidentes de cooperativa de café....ve-se claramente que a qualidade de executivo competente eles não póssuem...aí esperar o que!!!!!exemplo claro é aquela presidente da Petrobras...claro que beleza nada ter a ver com competencia do executivo....mas a da Petrobras a sua desenvoltura gerencial não serve para um produtor de leite de 100 matrizes...assim os executivos do setor e por isto o produtor de café sempre paga o pato...

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 01/12/2015 06:02

    Diante dessa realidade que nos apavora, segue uma receita de um prócere. O título é bem sugestivo: "Receita de Reconstrução Nacional". O artigo pode ser visto no link: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,receita-de-reconstrucao-nacional,10000003467

    Só para antecipar, segue alguns ingredientes:

    O "recall", primeiro instrumento dessa "virada", foi importado da democracia suíça, que o adotara meio século antes, e garante a todo e qualquer eleitor o poder de iniciar, mediante coleta de assinaturas, um processo de cassação do mandato do representante do seu distrito e a convocação de nova eleição a qualquer momento e por qualquer motivo, sem perturbar o resto do país. Com essa arma na mão, todo cidadão passa a ter a prerrogativa de desafiar qualquer aspecto do modelo institucional ou da ação governamental e obter obrigatoriamente uma resposta do seu representante, sob pena de demissão. E isso altera radicalmente a ordem das prioridades na pauta política da nação.

    Com um século de exercício dessa prerrogativa ? que sem nunca ter passado do âmbito estadual bastou para desinfetar todo o sistema ? os americanos, enquanto iam filtrando o joio do trigo, foram-se equipando, de reforma em reforma, de um ferramental cada vez mais amplo de intervenção direta no processo político que hoje lhes permite decidir no voto, sem pedir licença a ninguém, tudo o que nós vivemos rezando para os nossos políticos fazerem ou deixarem de fazer por inspiração do Bom Jesus da Lapa.

    Que impostos concordam em pagar; que quantidade de dívida cada governo pode emitir; quais o salário e as obrigações dos servidores; quem continua ou não empregado do Estado; qual a pena para cada crime no Código Penal; leis de iniciativa popular que o legislador não pode modificar; poder de veto a leis aprovadas pelo Legislativo; confirmação ou não do juiz de cada circunscrição a cada quatro anos; revisões periódicas obrigatórias de constituições estaduais; escolha de diretores, currículos e professores das escolas públicas; tudo isso e muito mais é decidido diretamente no voto e entra ou sai da lista de questões incluídas nas cédulas de cada eleição por iniciativa de quem vota, e não de quem é votado.

    Democracia é isso. O resto é tapeação.

    Vejam que o inicio está no seu município !!!

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 30/11/2015 19:18

    Mais triste do que o fogo é ver que ninguem esta fazendo nada pra extingui-lo...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Vilson...voce olhou bem a foto...parece soja palntada em Xavantina(sc)ou Palmitinho (RS)..pirambeira!!!!outra coisa a soja verde como parece sem inço não queima..só queima se passaram herbicida a pouco e o capin seco queima e aí a soja faz igual a uma etapa da erva mate..passa pelo sapeco...

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 30/11/2015 14:57

    Mais um exemplo de quem desbravou as coisas novas no Brasil...assim foi com soja..milho..e agora em SP com tomate...bem depois os cara da embrapa falam que foram eles que desenvolveram o Brasil...embora as vezes meio fanfarão mas este mérito é dos BOMBACHUDO...parabéns Joao Batista pela entrevista...mas ja que voce tem contato com canal rural podia sugerir ao jornalista investigativo e INVESTIGAR a operação entre o BNDES e o JBS..onde o prejuizo do BNDES foi muito grande...quem sabe o canal rural investiga este assunto!!!!!!

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    • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS

      Excelente entrevista João!!! Importante mostrar o trabalho de produtores nas mais diversas culturas. Oxalá que o exemplo do Nelson Mallmann inspire e contagie a muitos outros. Estamos precisando de Líderes.

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  • Luiz Antonio Piovesan Bauru - SP 30/11/2015 10:07

    Não sei porquê os cafeicultores deveriam estar comemorando, pois todas as vezes em que o dólar sobe, a bolsa cai ... e os precos do cafe ficam na mesma.. já os custos, estes sim, sobem como resultado de tudo isso ...

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 30/11/2015 06:56

    A corrupção financeira é fruto da corrupção moral..., já o maior problema do Brasil é os brasileiros acharem que a solução de seus problemas, particulares ou comuns a todos, depende de alguma "liderança".... Temos líderes em excesso, que querem invariavelmente, tornar o mundo semelhante às suas cabeças mediocres... Querem um exemplo? A Famato e Aprosoja, em associação com a Abiove, e vejam vocês, essas entidades, Aprosoja e famato, não apoiaram a Abiove na eliminação do ICMS da soja, para equiparar com a exportação! Agora juntas, e apoiando o ministério do meio ambiente, comandado por uma petista radical, vão até a Europa, garantir que o bioma Amazônia não será desmatado. Disseram lá, que tem o apoio da sociedade civil, mas não ouviram a voz dos produtores, principalmente os que moram nessas regiões. Digo que se dependesse dos produtores, esse código florestal, o novo, não existiria, a lei continuaria a ser o Estatuto da terra, não haveria CAR, isso tudo foi imposto em cima do produtor, pela bancada ruralista e pelas entidades representativas, sempre manisfestando solidariedade por qualquer governo que seja, ávida pelas benesses que podem advir com tal atitude. Inclusive desmatar onde outros não podem. Antes da corrupção e do roubo, o principal problema do País é o uso do Estado, de forma legalizada, para atender interesses de grupos de pressão, impondo sobre toda a sociedade o peso e o custo de suas decisões e vontades equivocadas.

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 30/11/2015 06:49

    A compra conjunta e em grandes volumes é um sistema importante na redução de custos dos produtores... PARABÉNS AOS SUINOCULTORES DE SP... esta iniciativa cairia muito bem aos produtores de soja e milho de todo o Brasil... juntar por região e fazer a compra, minimizar o transporte, etc... tenho certeza absoluta em uma redução de no mínimo de 10%... ESTE É UM CAMINHO A SER SEGUIDO....

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