Fala Produtor

  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 08/11/2015 12:46

    Sr. João Batista, esse Kennedy Alencar do SBT é um "capacho" do lulopetismo... Vejam o que saiu na mídia: "Edinho Silva, tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff em 2014, repassou mais de R$ 16 milhões a uma gráfica fantasma de Beckembauer Rivelino de Alencar e Muller de Alencar, irmãos do jornalista governista Kennedy Alencar". Ou seja: SÃO TODOS LADRÕES !!!

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  • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR 08/11/2015 10:45

    Antes de começar qualquer discussão sobre pagamentos de taxas pelas sementes, quer sejam RR1 ou RR2, a Monsanto tem que devolver o que cobrou a mais dos agricultores pela soja RR1. Querer cobrar alguma taxa sem resolver esta pendência, é má fé. Devolva meu dinheiro, Monsanto. Vocês são ricos. Que coisa feia!!!...

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    • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO

      É nesta hora não tem aprosoja ou ninguém para nos defender!!!

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      Sr . Valdomiro. O sr é associado contribuinte da Aprosoja Mg. Se é que foi criada.Se nao é ou nao foi. Daça um movimento ai no seu estado e alien- se a nós associados. Somos fracos politicamente precisamos de todos.

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    • luis fernando marasca fucks Giruá - RS

      Caro Marcelo Luiz e demais produtores. Há dúvidas sobre a existência ou não de patente de cobertura sobre a tecnologia intacta. A Monsanto atribui a um evento tres benefícios: tolerancia ao glifosato, supressão a lagarta e aumento de produtividade. A questão da tolerancia ao glifosato já é patente vencida desde 2007. A questão do aumento de produtividade é ago inato das cultivares, uma vez que a monsanto selecionou as variedades mais produtivas para inserção da "tecnologia" de cada empresa, e cobrou por isso. A lei de patentes não permite o patentiamento deste processo. Talvez o único evenot novo seja a supressão de lagartas, porém ainda não está claro qual a patente. Dessa maneira, a monsanto se arbitra o direito de cobrança de royalties e também de uma "multa abusiva", sem precedente em qualquer legislação sobre sementes e mudas. O que acontece no Brasil é um caso surreal.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Que nada deixem que a aprosoja vai resolver....não esquentem... a entidade da classe resolve tudo....inclusive podemos ver que os problemas acabaram...os gaúchos estão recebendo o SEGURO RENDA do trigo...acabaram-se os problemas com indigenas..o crédito está abundante e barato...e tem mais as ferrovias e os transbordos estão concluidos....as hidrovias também...uma maravilha.....mas o tche guri anima a tigrada da roça...e as palestrinhas do tadashi...

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      JA' ESCREVI VARIAS VEZES, E' PRECISO CONTESTAR O PERCENTUAL DO ROYALTI NA JUSTIÇA TENDO EM VISTA QUE A MONSANTO SEMPRE INVENTA

      UMA JUSTIFICATIVA PARA COBRAR -----ENTAO SE ESTA' MUITO DIFICIL NAO PAGAR VAMOS PELO MENOS PAGAR SO' UM POQUINHO-

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  • Celio Porto Fernandes Filho Espírito Santo do Pinhal - SP 08/11/2015 08:41

    CAFÉ: Por muitos anos diziam que só era viavel produzir cafe porque o salario (pago ao apanhador) era de 40 dolares (e ainda encontravamos alguem disposto a faze-lo).. Ou seja, com uma saca praticamente pagava-se um empregado, valor esse sem os encargos... Vendia-se um bezerro nelore PO, desmamado, sem registro (mas com controle genealogico pelo RAISER), pelo valor equivalente a uma saca de cafe... Colhiamos o cafe, depositava-se na Cooperativa, e, aos poucos, iamos vendendo para pagar o custeio, etc. Hoje alugo colhedeira a R$ 250,00 a hora, e, se a lavoura não estiver muito carregada, a renda do cafe não paga o gasto da colheita, mais o repasse... Dessa forma, a lavoura vem acumulando quebras -- ou devido à seca, ou mesmo pelo uso inadequado da maquina.... Mão-de-obra não existe mais... Um imovel, que nos anos 80 comprava-se com 600 sacas, hoje necessitamos pelo menos 1.500 sacas... Um bezerro sai por R$ 1.500, o salario, sem os encargos, R$ 1.000, e o preço do cafe ficou nos R$ 450,00, media, isso se for bom... Hoje em muitos talhões é melhor nem colher... (Mudando o assunto: eu, Celio, como o Lula e a Dona Dilma, tambem não tinhamos noção da roubalheira instalada no governo ??!!)...

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  • José Roberto de Menezes Londrina - PR 07/11/2015 21:40

    O manejo da ferrugem da soja no Brasil necessita de mais verdades que novidades. A eficiência e deficiência dos fungicidas são semelhantes desde 2001/2002. Em condições de alta favorabilidade, o controle químico apresenta limitações. Na safra 2001/02 a maior parte das lavouras, incluindo-se as monitoradas pelos técnicos das empresas de defensivos, não apresentaram controle satisfatório da doença. Vamos para de responsabilizar o agricultor por erros de manejo e reconhecer as limitações da tecnologia de controle disponível. Continuo afirmando que os benefícios da safrinha de soja, no Oeste do Paraná, superam os riscos.

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  • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR 07/11/2015 16:33

    Vai aqui uma sugestão de entrevista: Perguntem para alguém da ANVISA, ou MAPA ou quem quer que seja responsável pelo registro de inseticidas, porquê no Brasil é negado a aprovação do ingrediente ativo Benzoato de Emamectina, se o mesmo é registrado nos EUA, sob o nome de Proclaim e na Europa, sob o nome de Affirm, para hortaliças como tomate, cebola, pimentão, pepino, brássicas entre outras e para frutas, como maçã, pêssego.... Para estas culturas, o período de carência é de 03 dias... Seria de extrema importância saber por que razão o Brasil proíbe um inseticida usado em países desenvolvidos e civilizados. Será que nossos órgãos sabem de algum segredo sobre este produto? Será que temos alguma tecnologia avançada que mostrou os perigos deste produto? Temos que avisar nossos semelhantes nestes países, pois eles podem estar ingerindo agrotóxicos nocivos á saúde. Aqui no Brasil temos o maior cuidado com resíduos de pesticidas. Amostras são coletadas diariamente nos CEASAS da vida. Deixando as ironias de lado, esta seria uma entrevista muito importante. O registro deste produto, considerado seguro para se aplicar em alface na Europa e Estados Unidos, poderia encurtar muito a discussão sobre o pagamento de royalties nas sementes, e mais do que certamente traria uma imensa economia para os agricultores. De troco, os consumidores consumiriam alimentos bem mais seguros. Se soubessem o que está sendo aplicado nas hortaliças...

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    • Luiz Alfredo Viganó Marmeleiro - PR

      A saída é optar por "importadores independentes" que trazem o produto dum país vizinho, heheheh....

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Viganó...toma cuidado que hoje ainda dão uma batida aí na sua propriedade para fiscalizar...lembra de um gaúcho que falou isto ao João Batista..no dia seguinte estavam la na propriedade para verificar e multar..ou seja pra ajudar nunca aparecem mas para meter no rabo do produtor eles são rápidos e ativos...

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      DALZIR JA' QUE VOCE SUGERIU QUE ESTE PESSOAL LÊ OS NOSSOS COMENTARIOS ENTAO NAO VAMOS DEIXAR DE APROVEITAR A OPORTUNIDADE PARA DIZER QUE ESSE PESSOAL E' UM BANDO DE FILHOS DA PUTA QUE SO' FAZEM O JOGO DOS LABORATORIOS QUE PAGAM MELHOR INVENTAM TEORIAS PARA BANIR ATIVOS BARATOS E NAO TEM A MENOR PREOCUPAÇAO COM OS PAIS DE FAMILIA QUE MORREM AO MANUSEAR OS VENENOS---PARA ELES TOXICIDADE E' SO' UM DADO SEM IMPORTANCIA--- SAO FILHOS DA PUTA DELINQUENTES,

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      NENHUM INSETICIDA COM TOXICIDADE ABAIXO DE 300 DEVERIA SER APROVADO--O LABORATORIO QUE SE VIRE PARA ENCONTRAR PRODUTOS MENOS TOXICOS AOS MAMIFEROS.---

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  • Luiz Antonio Lorenzoni Campo Novo do Parecis - MT 07/11/2015 08:55

    PAGAMENTO DE ROYALTIES NA SOJA: Acompanho esta situação participando das reuniões da comissão de defesa vegetal da Aprosoja / MT. Não há como fugir do pagamento dos royalties... e os 7,5% na moega é para quem não preencher o anexo 33 e recolher os royalties sobre a semente salva. Neste caso remunera-se apenas a biotecnologia, e a maioria dos produtores aqui do MT entende que devemos remunerar também o germoplasma. Deixarmos a situação como está é um tiro no pé, pois somos obrigados a pagar diretamente para a detentora o valor que ela quer, independente de resultados. Entendo que o recolhimento de um valor para um fundo PRIVADO administrado paritariamente pelos detentores da biotecnologia, germoplasma, ciência e produtores seria o mais correto. Este valor seria negociado e levar-se-ia em conta a real eficácia não a expectativa de eficácia como é hoje. Esta discussão tem que ser urgente, pois já na colheita desta safra, sentiremos no bolso a nossa omissão.

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    • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR

      É muito simples resolver este problema. Basta registrar o benzoato de emamectina para controle de lagartas. O Brasil tem mania de achar que é melhor que todos os outros países em todos os aspectos. Verdadeiramente somos uma porcaria. Na Europa, o benzoato é registrado para alface, tomate, pimentão, uva, com carência de 03 dias. Isso mesmo , 03 dias. Agora respondam, o que é que funciona melhor aqui: os testes da ANVISA e do MAPA ou o lobbie da detentora da tecnologia? Liberando o benzoato, resolve-se o problema das sementes e suas taxas.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Marcelo..aqui o que funciona e a VITAMINA que se paga para liberar e o que o concorrente paga para não liberar..quando fizerem um trabalho profissional resolveria...mas até acabar com as tais vitaminas,,,vai longe..na petrobras criaram uma moeda . x baruscos...quem sabe criamos as x japoneis..

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    • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO

      Concordo plenamente com Você Marcelo, se não tivesse os pixulecos , as exigências deles as coisas seriam mais rápidas , e com muito mais seriedade.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      O artista da aprosoja que está do lado do João Batista na foto acima é um vasilina de marca maior..ele nunca se expõe..não se compromete e pelo que ouvi vive em Brasilia....estes são as lideranças da aprosoja!!!!! este serva para dar palestrinha no interior daquelas bem fajutas....passear com a caravana...enrolar...ah assistir aos shous da caravana...e RESOLVER!!!! OS PROBLEMAS DA CLASSE!!!!! quem sabe ele resolveu algum e resolve se posicionar...ficaria feliz lendo abaixo o que ele resolveu...fala...se posiciona!!!!!!se os produtos não prestam como fala a andef...porque que seus associados produzem!!!!!quem sabe o doutor Guerra se manifesta sobre o não funiconamento ja que no MT é toridade máxima!!!! o Tadashi mestre em FERRUGEM quem sabe escreve aqui embaixo quais que é água com sabão e corante...com as marcas comerciais!!!! afinal ispicialista sabe ...mas tem que falar...não só as bobagens que estouram no lombo do produtor rural....nos bagrinho é facil....e nos tubarão....fala tadashi..fala doutor guerra...

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  • leandro carlos amaral Itambé - PR 06/11/2015 20:23

    Sobre rotação de culturas: se plantarmos aveia, trigo ou brachiara no inverno e colhermos de 10 a 15 sacas de soja a mais no verão, façam a conta de quantas sacas de milho precisaremos colher no inverno para livrar essas sacas de soja.... hoje o milho se colhe pouco, e nesses preços não dá nem pra faze a dessecação para o plantio de soja ... mas tem gente que diz fazer milagre...

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  • Renato Santos Ipuã - SP 06/11/2015 18:34

    Discordo plenamente do ponto de vista da matéria sobre o a tecnologia VTPRO2.

    Primeiro ponto: se formos analisarmos o custo de 2 ou até 3 aplicações de herbicida seletivo (haloxifope-metilico; clethodim) é muito mais viável do que você ter que aplicar até 7x de diamida intercalado com espinosade para "tentar" garantir o controle da lagarta no milho sem tecnologia (há relatos de se fazer também este numero de aplicações em materiais com tecnologias, porém que já se perderam).

    Segundo ponto: você tem escolha/opções de compra de material, com tecnologia: ou você compra convencional e aumenta seu custo no controle de ervas daninhas + lagartas. Ou você compra apenas com tecnologia RR e conforme o primeiro ponto você "tentar" garantir o controle das pragas , sabendo que o encarecimento relacionado ao numero de aplicações já se mostra que nesta determinada região você se deve plantar milho com tecnologia BT. Ou você compra o material com as 2 tecnologias inseridas e saiba usar a "excelente ferramenta" que você tem em suas mãos. O problema do ponto verde citado na matéria nao está na tecnologia BT, e sim no como utilizar o material. A ferramenta nsuper interessante porém os agricultores não estao sabendo utiliza-las, para milho BT é NECESSÁRIO QUE SE PLANTE NO MINIMO 20% DE REFUGIO, que eu coloco minha mão no fogo se todos estão se conscientizando e respeitando o que a legislação da tecnologia pede. Ninguém quer fazer refugio! Essa é a verdade. Então o problema está relacionado mais a este ponto do que a questão da tecnologia estar "proliferando" pragas resistentes.

    Terceiro ponto: não falem besteira pelo amor de deus, assim vocês estão assassinando a agricultura, agronomicamente e tecnicamente. Gente um grão de pólen ele não anda distância quilométricas não, não aprendam a falar isso não.

    Estudos e pratica nos mostram que um isolamento para que não aconteça a contaminação (no caso de milho semente) ou o cruzamento (fecundação) de um grão de pólen no estilo estigma seja de 400 metros, sendo bem conservador. Sem contar que um grão de pólen para formar o tubo polínico e ter condições favoráveis para a fecundação no ovulo tem a grande influencia de temperaturas , e, o tempo hábil para que ele esteja fértil em condições de fecundação. O processo não é fácil assim não, que milho sai cruzando com qualquer planta de milho independente do lugar e distância.

    Acho que devemos sermos mais realistas, conscientes e comprometidos a fazer com que a tecnologia em prática seja aplicada conforme a legislacao nos cobra, ou seja, todos nós sabemos e temos o dever de se plantar REFUGIO, pois se realmente não tomarmos esta atitude, não temos tecnologia no mundo que consiga vencer a resistência destas pragas, e, ai sim voces poderam dizer que a tecnologia nao tem mais controle adequado das pragas. Lembre-se milho BT não controla lagarta, ele sim dá "supressão" a praga. Pensem agricultores, pois nem as multinacionais que investem em pesquisas de ogm, de tecnologias aqui no Brasil não estão querendo mais investir aqui devido a falta de colaboração no campo que cada um de nós estamos fazendo e mostrando no dia-dia pensando apenas em rentabilidade e esquecendo das conservações ambientais.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      MERECE SER LIDA

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  • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR 06/11/2015 17:52

    O entrevistado (representante da Andef) detonou a falácia dos que afirmam que os fungicidas não funcionam mais para controle de ferrugem. Ele diz que, desde que seja feita a rotação dos princípios ativos , os produtos funcionam sim. Diz ainda que é contra a proibição total. O agricultor deveria fazer um plano de controle de ferrugem e poderia plantar safrinha para salvar sementes.

    Fica aqui novamente o desafio para que se divulguem os dados dos experimentos feitos para testar a eficácia dos fungicidas. Não somente as médias, mas os resultados individuais dos testes. Afinal, isto terá que ser mostrado para o juiz que estiver julgando o caso, pois certamente este assunto chegará ao judiciário. Não iremos engolir isso sem lutar. Quem acusa tem que provar.

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    • Luiz Antonio Lorenzoni Campo Novo do Parecis - MT

      Com relação ao MT o entrevistado está equivocado. Na Normativa do apagar das luzes do Governo passado, o cultivo para produção de semente própria era permitido. Já na Normativa deste governo, está proibido qualquer cultivo comercial a partir de 30/12. Portanto não podemos plantar soja segunda safra. Aqui no MT, em seis meses tivemos três Normativas o que demonstra que de técnica não tem nada, mas, sim de pressão de lobbies. Também é interessante observar que as empresas, embora possuam centros de pesquisas independentes, coincidentemente lançam produtos de mesmo grupo químico ou modo de ação. Foi assim com os benzimidazois, triazois, Estrobilurinas e agora com as carboxamidas. Se estes produtos que a Embrapa diz que perderam a eficiência fosse cancelado o registro, proibindo sua comercialização ou então facilitando as ações de reparação de danos pela não eficácia dos mesmos, com certeza, as empresas agiriam com mais rapidez no lançamento de novas moléculas. Do jeito que está, é altamente viável para as empresas, pois elas só aumentam o faturamento e o prejuízo é do produtor.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Cm PALAVRA O DOUTOR GUERRA NO MT..AQUELE QUE NÃO CONSEGUE UM TANQUE DE COMBUSTIVEL NO MAPA PARA PODER fazer seu trabalho..aquele que não consegue sentar com o DNITe fazefr com que o órgão acabe com soja guaxa nas rodovias federais mas é o TODOPODEROSO a criar normas e leis que causam prejuízo ao produtor rura.como falam os japonseses..bom este cara nom.....

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Para os Tadashi da vida para não dar ferrugem a recomendação do artista é não plantar...si nom prantá nom dá feruge nom!!!!!e ai eu pergunto!!!! esta é a recomendação do ispicialista!!!!! ora qualquer pangó sabe disto...especialista é aquele que SABE RESOLVER plantando...mas reslver sem plantar o cara é ispicialista em que....em novela..poesia...sobrevivemos..trabalhamos para ter lucro...resultado..renda...quem sabe o Tadashi trabalha de graça....bem pelas suas recomendaçoes de não plantar não merece remuneração...

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 06/11/2015 14:52

    Leitura obrigatória a todos, estava conversando com o amigo Rodrigo Tonet agora há pouco sobre isso e ele lembrou do livro:

    "Pare de Acreditar no Governo. Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado"

    por Bruno Garschagen

    http://www.amazon.com.br/Acreditar-Governo-Brasileiros-Confiam-Pol%C3%ADticos/dp/8501103624/ref=sr_1_1/184-8594787-3078801?ie=UTF8&qid=1446832213&sr=8-1&keywords=bruno+garschagen

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  • Rodrigo Tonet Campo Mourão - PR 06/11/2015 14:51

    Precisamos acabar com essa mentalidade estatista do setor brasileiro. O que nós devemos buscar é a liberdade econômica. Criar um fundo para "administrar" os royalties e encaminhar parte para pesquisa é algo esdrúxulo e impensável para quem se diz produtor de alguma coisa. Antes disso devemos pensar duas coisas " quem vai gerir este Fundo" e "para onde estes recursos serão direcionados". Pensar em embrapa para produção de genética para soja é como pensar na ressurreição de um morto. A Embrapa soja foi desmantelada e há muito não produz uma variedade de soja competitiva e, certamente, os melhores melhoristas já estão na iniciativa privada recebendo (e produzindo) muito mais do que quando eram funcionários públicos.

    A mentalidade estatista é um câncer que deve ser extirpado do Brasil, se não o "Brasil que dá certo" nunca será uma realidade. A agricultura brasileira cresceu muito mais por conta da coragem e dos riscos assumidos por empreendedores do que por estímulos governamentais, embora a embrapa tenha tido um papel importante nos primeiros passos da agricultura brasileira moderna. Mas hoje o que temos, pelo menos na minha região, é um predomínio de genética argentina nas cultivares de soja, que eu saiba de empresas privadas. O que eu quero dizer é que como a produção de soja no Brasil se desenvolveu com genética/tecnologia desenvolvida pela embrapa criou-se a mentalidade de que desenvolvimento tecnológico é função do estado e não da iniciativa privada. E isso precisa ser revisto imediatamente. E não só na pesquisa, mas em todo âmbito de negócios que envolvem a agricultura.

    Podemos extrapolar essa mentalidade para o Brasil em geral, e na contra mão disso, é oportuno a leitura do livro " PARE DE ACREDITAR NO GOVERNO - Por quê os brasileiros não confiam nos politicos e amam o estado" de Bruno Garschagen (ed. Record)

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 06/11/2015 14:16

    Alguém pode me dizer pra quem pagamos quatro vezes o preço do grao por um kg de sementes, se nao é também pra quem pesquisa?

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Vilson..parabéns pela sua pergunta...mas além da pesquisa está embutido os pixulecos dos ispicialistas...órgãos públicos e tem liderança da aprosaja pedindo mais para a pesquisa nacional desenvolver o que os outros tem pronto....pelo visto a aprosoja anda na voltagem do MT...adoram os pixulecos....e não estão vendo o que acontece na petrobras...o petroleo é nosso a petrobras também...ohem o exemplo da avicultura....nada foi inventado no país...o setor é um dos mais desenvolvidos do mundo....e não gastam recusros com pesquisa e desenvolvimento e sim com melhorias naquilo que compraram pronto...pra que reinventar a roda...só se for para circular os pixulecos...

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 06/11/2015 14:09

    Isso é eternizar a miseria. Imaginem que isso é tido como incentivos à pequena propriedade de um Estado. Esta quantia não dá pra viabilizar uma propriedade...

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 06/11/2015 13:23

    Fundo estatal para promover "pesquisa" nacional ??!!... isso me soa novamente a receita PTista nacional-socialista... o velho discurso de Vargas que nos trouxe ao longo dos anos para o buraco em que estamos!

    Modelo Frances?? a França não serve de modelo para nada, há não ser modelo a não ser seguido... um estado socialista viciado, que educou os piores tiranos do mundo, direto de Sorbonne.

    Como já disse o Rodrigo, vai meter o estado na equação, a chance de dar certo é mínima, vão criar mais um imposto para alimentar o tal fundo, que já vai contra as leis de oferta e demanda, manter a produção de algo que tem baixa demanda via Estatal... soa familiar para mais alguém? é isso que o Brasil tem feito, deu no que deu!

    Vamos aumentar mais a dose da droga para ver se resolve o problema?? Mais Estado e menos oferta e demanda, menos mercado?

    Esse problema de financiamento da pesquisa de soja convencional tem que ser resolvido através do mercado, afinal a soja só é lucrativa pois é uma dos poucos produtos no Brasil imunes ao estatismo até agora.

    Toda estatal no Brasil e em países congêneres é dominada por sindicatos esquerdistas, esse fundo vai alimentar ainda mais a CUT, o MST e afins... Vão contratar mais pesquisadores Marxistas.

    Rodrigo, as sementes convencionais nunca serão descartadas completamentes se depender das leis de mercado, a oferta e demanda, vai criar interessados em pesquisar e desenvolver o produto de acordo com a demanda... agora pondo na mão do estado é provável que acaba com tudo, como fizeram com o Trigo no Brasil que é uma cultura moribunda pela constante interferencia e controle estatal.

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