Fala Produtor
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alexandre maroti nova resende - MG 06/11/2015 10:01
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Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 06/11/2015 07:31
Se nao conseguirem enquadra-lo como o "chefe", ele vai longe. Cara de pau...
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 06/11/2015 07:16
https://www.facebook.com/ordemdouradadobrasil/videos/1625163157748588/?fref=nf
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 06/11/2015 05:57
É possivel entender o argumento da Aprosoja, só isso já é um grande progresso. Não no sentido do titulo da matéria, a quebra do monopólio. É preciso reconhecer, em biotecnologia o Brasil está muito atrasada. Vejam vocês, por acaso, agora a pouco, discuti com um grupo de esquerdistas do facebook. O assunto era reforma agrária, agricultura familiar e agronegócio. Uma coisa inacreditável, eles não acreditam que a turma do MST tem mais terras que o agronegócio. Foi dificil achar informações nos órgãos do governo, por fim achei, um trabalho da UNISC e outro da Embrapa. Mas na procura dos dados, acabei me dando conta do viés esquerdista dos trabalhos da Embrapa, que em muitos pontos repete a ideologia dos chamados "movimentos sociais", coisas como, exploração, dominio através da terra, controle dos meios de produção, e outras baboseiras do tipo. Não admira que a Embrapa seja um atraso. No lugar de pesquisa, faz politica. Bem,... voltando ao ponto, a idéia de cobrança para ajudar empresas que desenvolvem tecnologia convencional, aparentemente é boa. Só que fico com uma pulga atrás da orelha, pois sei que, se depender de lei para isso, a emenda vai sair pior que o soneto. Para isso é preciso entender alguns principios economicos. Um pouco de teoria e um exemplo. Existe uma teoria que pode ser chamada destruição criativa, que é a destruição de formas de produzir, ou mesmo de setores inteiros da economia, como foram as máquinas de escrever, máquinas fotográficas que usavam filmes, pelo uso de novas tecnologias que tornaram essas últimas obsoletas... Claro que o exemplo não se aplica perfeitamente ao caso, pois as sementes convencionais não podem ser descartadas totalmente. Mas que vão ter que suportar o baque, ah isso sem duvida, vai haver uma diminuição ainda maior na produção de sementes convencionais, devido à biotecnologia. O mercado vai encolher, e é evidente que a Aprosoja tem razão, quando diz que a pesquisa e lançamento de novos materiais vai diminuir muito, não acredito que não lancem mais nada, pois alguma empresa vai querer explorar esse, hoje podermos chamar assim, nicho economico.O que é extremamente dificil de avaliar, são os efeitos de um aumento de renda dos pesquisadores, pago pelos produtores, pois sob o meu ponto de vista, trata-se de vantagens relativas. Quero lembrar ainda que, nos EUA, o usda vai liberar em breve o plantio de transgênicos que detonam as pragas de solo, no milho. Fica-se com a impressão de uma condenação do Brasil ao atraso, no desenvolvimento de tecnologias. A tendência é, então, colocar os genes nas convencionais mais produtivas, mas não tenho certeza de que isso vai aniquilar o desenvolvimento de novas cultivares convencionais. Se for para retirar 0,3% das multi, não aceitarão nunca, se for para criar nova taxa, serão ao invés de 2%, 2,3%. Sobre criação de fundos, lembro do FCO, em que os financiamentos foram direcionados, para grupos de produtores que retiraram muito mais dinheiro do que as próprias regras permitiam. A maioria nunca pagou, e por cima, manobraram para pegar ainda mais dinheiro. Fazem isso até hoje. Ou seja, quando ocorre isso, a criação de fundos, surgem logo empresas especializadas em captar esse dinheiro, mas isso não é garantia de desenvolvimento de tecnologia.
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Vilson Ambrozi
Chapadinha - MA
Guardem esta informação. Em coisa de tres anos dificilmente teremos na mao variedades hoje utilizadas com somente um evento ou convencionais. Elas nao estao sofrendo o trabalho de depuração genetica que é necessario fazer p voltar ter a pureza necessaria.
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Marcelo Luiz
Campina da Lagoa - PR
Se depender o agricultor Vilson, vamos multiplicar a semente indefinidamente. Os mais espertos já perceberam que o que interessa é o quanto sobra , e não o quanto se produz.
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diogo patua
barreiras - BA
Por analogia, já pensou se essa moda pega na pecuária! A vaca é sua mas a genética é nossa! O touro é seu mas a genética é nossa! Você vai ter que pagar royalties para a melhoria do rebanho!!! Tudo isso é pra melhorar a sua produtividade! Um absurdo!
Conheço vária empresas de biotecnologia de pequeno porte que sobrevivem apenas da venda de sementes. Para se produzir variedades diferentes não é necessário tanto dinheiro como muitos pensam e fazem os outros acreditarem. O próprio Rosa disse que 65% das sementes usadas são certificadas, ou seja, querem abocanhar os outros 35% na força da lei. Será que na ânsia se ganhar e ganhar o mercado de sementeiros não estaria saturado! Será que não tem mais cacique do que índio nessa tribo.
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Vilson Ambrozi
Chapadinha - MA
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 06/11/2015 00:29
Gostaria de fazer um pedido ao departamento técnico do NA: No espaço de "comente essa mensagem", quando você escreve diretamente no espaço reservado ao comentário, a "janela" só deixa disponível duas ou três linhas e, nós, especialistas em escrevinhar, temos mais dificuldades em visualizar o texto, por conseguinte, ERRAMOS MAIS VEZES !!!
Será que ao acessarmos o espaço para escrever, não seria possível abrir uma "janela" maior para a gente ter uma visão geral do texto que estamos escrevendo.
Sei que o espaço não é para contar estórias, mas sempre tem uns "mentirosos" que gostam de gastar umas tintas, entre os quais me incluo, e sou o mais assíduo.
DESDE JÁ AGRADEÇO A PACIÊNCIA A MIM DISPENSADA !!!
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Rensi..o espaço dizem ser democrático...coisa que as vezes é mentira..deixe as pessoas se manifestarem ....tem coisas rápidas e rasteiras...mas temo coisas mais abrangentes...mas continuo perguntando a APROSOJA...fora as palestrinhas de inoculação de sementes e shous com os 3 xirus que mais voces tem feito!!!!e continuo perguntando aos analistas de mercado de soja..onde estão os 12 o Buschel.....falem gente ou voces tem medo de se manifestar...falem.>>MOSTREM...estou no aguardo..
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
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Marcos Renato Galo Campo Mourão - PR 05/11/2015 22:44
Qual o custo de produção médio por hectare em RR? Como exemplo, negócios travados de 35 a 45 Sc por hectare ??? Com diesel, mão de obra, etc????
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ANTONIO CARLOS CASTELLON VILAR Cascavel - PR 05/11/2015 18:56
Analisem: a grande massa trabalhadora recebe seus salários no quinto dia útil, que este mês pode ser até dia 09, mas creio que ocorrerá até dia 06, portanto este final de semana que vai haver busca por carne maior do que na semana passada..., creio que vai surpreender... Estes boizinhos oferecidos agora que iriam ficar atolados nos confinamentos não vai dar conta da oferta até final deste mês. No Paraná regiões inteiras já converteram pastagens em lavoura, no MS idem...., só existe gado no pantanal e em região de terras ruins na divisa com Paraguai..., até no MT a região de gado está virando lavoura..., não existe mais expansão de fronteira agrícola tão grande (que, na realidade, iniciava com pecuária e reflorestamentos). Boi nem a R$ 200,00 por arroba rende mais que estas atividades.
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ANTONIO CARLOS CASTELLON VILAR Cascavel - PR 05/11/2015 18:43
BOI GORDO - A demanda por carne bovina pode começar agora (após os dias 06 ou até 09 de novembro), porque algumas empresas podem protelar pagamento de massa salarial até 05 dias úteis e até de cogitar que seja dia 09..., eu creio que aquisição de carnes vai ocorrer é neste final de semana, não no final de semana passado. Vai surpreender....
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Antonio Carlos..o canal rural tem como dono o zé da esquina...o dono deste site é funcionario do zé da esquina..embora seja sério..sua equipe pactua com zé da esquina...logo..tudo quem manda é o zé da esquina..
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
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CESAR AUGUSTO SCHMITT Maringá - PR 05/11/2015 18:33
Nessa região aí de Itambé, Floresta, Ivatuba e todo o vale do Ivaí (Paraná) temos um problema mais complexo: Alta infestação de capim amargoso (Digitaria insularis). Temos de fazer um controle rigoroso nas áreas onde a soja é plantada em sucessão com milho safrinha. Oras, para controlar o amargoso o milho vai de "carona", portanto não vejo problema nenhum nisso... Agora a falta de rotação ocasiona tudo isso. Quem, no vale do Ivaí, vai ter coragem de plantar milho no verão e aveia e/ou trigo no inverno? Os poucos que tentam acabam colhendo trigo abaixo de chuvas ou não tendo onde entregar o milho verão. Existem outras soluções??????
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VALDIR EDEMAR FRIES
Londrina - PR
Caro amigo Cesar Schmitt, acredito que não tenha prestado a devida atenção, mas entre os 4 a 5 minutos da entrevista, fiz um breve comentário em relação ao controle de ervas daninhas resistentes, e voltei a esclarecer entre os 9 a 10 minutos do decorrer da entrevista... Quanto as ervas daninhas resistentes ao glifosato, tenho o costume, e até por recomendação técnica, de fazer o controle em períodos de entre safra, ou seja, no pós colheita do milho safrinha e o pré plantio da soja, tanto o controle da buva com também do capim amargoso, as quais o amigo se refere. Cada qual tem o direito de escolher a tecnologia a usar, todos os produtores rurais estão livres para tomar a decisão que lhe couber. A tecnologia VTPRO2 esta liberada legalmente, dando o direito de cada um plantar ou deixar de plantar. Até então, vimos resteva de milho VTPRO2 apenas em meio as lavouras, NÃO vimos ainda plantas de milho VTPRO2 ás margens das estradas conforme ocorre com plantas de buva e de amargoso se proliferando, mas já vimos até mesmo de soja se proliferando e servindo de ponte verde para pragas e doenças... A minha preocupação maior é em defesa da tecnologia bt e subsequentes com proteína que controla as pragas, em especial a lagarta do cartucho que tanto trabalho e tantos custos já tivemos no passado para combater tal praga. Não tenho PHD... Porém posso afirmar que esta tecnologia esta em risco, e podemos comprometer o resultado de controle, se nem uma atitude for tomada por parte das Instituições de pesquisa e pelos responsáveis pela defesa sanitária vegetal.
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leandro carlos amaral
Itambé - PR
Se falando em rotação de culturas,se plantar aveia,trigo ou brachiara no inverno e colher de 10 a 15 sacas de soja a mais,ja fizeram a conta de quantas sacas de milho precisa colher para livrar essas sacas de soja.....hoje o milho se colhe pouco nesses preços não da nem pra faze a dessecação para o plantio de soja ....mais tem gente que faz milagre...
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Senhores..conforme o Tadashi o problema no Paraná é a ferrugem..não entendo mais nada..ou está tudo enferrujando..tadashi nelas..
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VALDIR EDEMAR FRIES
Londrina - PR
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alexandre maroti nova resende - MG 05/11/2015 17:58
Este atual cenário de preços do cafe não é compativel com a realidade, pois as chuvas vieram (tarde) e muito já foi perdido..., as lavouras estão desfolhadas e por todos os lugares onde a gente anda não tem boa folhagem... isto prejudica e muito no pegamento dos chumbinhos... estimo que para a nossa região haverá quebra na produção (considerando os efeitos até agora)..., portanto, não vai dar produzir o que produziu no ano passado..., e se tivermos mais contratempos climáticos aí complicará em muito mais a produção.
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Adalton Luís de Siqueira Candelária - RS 05/11/2015 16:24
E mais uma para o governo: PARE de gastar milhões com propaganda institucional em horário nobre, com atores globais, da Bolsa Família, Minha casa minha vida, para jovens de 16 anos fazerem título de eleitor, etc.. Parem de Patrocinar times de Volei, futebol, etc... Usem esse dinheiro para obras de infraestrutura, saúde, etc... Não venham com esse papinho de CPMF..., CHEGA!!!. O nome disso já diz tudo: IMPOSTO. Portanto, não sou contribuinte. Sou OBRIGADO a pagar impostos.
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Marcelo Luiz
Campina da Lagoa - PR
Uma medida simples que pode acabar com o rabo preso das emissoras de rádio, televisão e jornais. Sabemos que o governo gasta bilhões todos os anos com propaganda. Os meios de comunicação ficam com medo de criticar a porcaria da Dilma e perder as verbas da propaganda oficial. Pois bem, já que isso tudo de mídia é concessão, peço a um ilustre deputado ou senador que ainda tenha vergonha na cara, de propor um projeto de lei que reserve 01 ou 02 minutos em cada hora de Tv ou rádio para propaganda oficial. Acaba o rabo preso e vamos economizar uma fábula.
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Incluso aí este site,,,canal rural..e etc...estão todos com rabo preso pelo plin..plin...abram o olho..tá cheio de raposa travestido de cordeiro...
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Marcelo Luiz
Campina da Lagoa - PR
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Adalton Luís de Siqueira Candelária - RS 05/11/2015 16:18
Quanto a Brasilia, a cidade do faz de conta: Voltar a realidade. Extinguir CCs, remanejar funcionários públicos e não fazer mais concursos, com salários exorbitantes´. Respeitar o teto constitucional. Aposentadoria igual ao teto do INSS. Querem mais, previdência privada existe para isso. O pagador de IMPOSTOS(não sou contribuinte, sou pagador de impostos) não aguenta mais tanto inchaço na máquina pública. E isso vale também para estados e municípios.
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Adalton Luís de Siqueira Candelária - RS 05/11/2015 16:12
A verdadeira reforma política sería diminuir de 500 e tantos Dep. Federais para no máximo 200, extinguir o senado ou reduzir de 3 para 1 ou 2 senadores por estado. Terem salário fixo sem gorduras que triplicam seus vencimentos. E com um vencimento fixo demonstrariam serem ou não administradores. Ah, lógico, voto facultativo, sem reeleição. Políticos com ficha suja, fora de mandatos por 30 anos, etc...
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Adailton..nota 10 as suas colocações...mas estamos no Brasil...e isto vai acontecer sabe quando..dia de são nunca...
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
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Luiz Alfredo Viganó Marmeleiro - PR 05/11/2015 15:36
A Monsanto enfia goela abaixo do produtor os eventos de resistência à lagarta (VTpro) e a tolerância ao glifosato, nos seus materiais VTpro2, sem direito de escolha. Ou seja, se o agricultor quiser ter a tecnologia VTpro, talvez a mais eficiente das BTs hoje, ele tem de plantar material com o gen RR no milho. Isso, além de elevar o valor das sementes, impede o manejo adequado de herbicidas que a rotação de culturas preconiza, levando a aplicações seguidas de glifosato, sem falar nas plantas guaxas e no problema da "ponte verde" citado na matéria. A associação VTpro+RR milho tira o direito de escolha do produtor, aumenta o custo do plantio e prejudica o manejo de quem quer fazer uma agricultura mais racional e sustentável (vou usar uma palavra da moda dos ecologistas, hehehe), beneficiando somente a lucratividade da multinacional.
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MARIO SOLIGO
Pato Branco - PR
Muito válida vossa indignação Luiz Alfredo, por sorte temos boas opções em outras marcas, que entregam uma genética muito melhor e sem esse problema.
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Cácio Ribeiro de Paula
Bela Vista de Goiás - GO
Concordo com o Sr. MÁRIO SOLIGO. Em se evitando o plantio desses materiais(da Monsanto), em pouco tempo ela(Monsanto) vai disponibilizar materiais PRO sem a tecnologia RR. O mercado vai se ajustando, pois têm interesse em continuar vendendo...
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MARIO SOLIGO
Pato Branco - PR
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Rodolpho Luiz Botelho guarapuava - PR 05/11/2015 15:18
Caro Gaudencio,
Parece que nas areas onde se planta continuamente cevada e trigo a incidencia é maior.
A realidade é isto que o senhor Manoel disse, problemas com clima, quebra na proxima safra, custos elevados..., deixando o cafeicultor travado, sem perspectivas de investimentos...