Fala Produtor
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Elton Szweryda Santos Paulinia - SP 01/08/2013 00:00
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Jurandir Alexandre Lamb Cascavel - PR 01/08/2013 00:00
Exportação de milho cresce 130% em julho e chega a 733 mil toneladas -- Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou nesta quinta, dia 1º, dados da balança comercial brasileira referentes ao último mês -- Na comparação com julho de 2012, volume de milho negociado é 58,8% inferior --
O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou nesta quinta, dia 1º, os dados da balança comercial brasileira de julho. As exportações de milho foram destaque, com crescimento de 130,8% sobre junho, embora o número ainda seja inferior ao volume embarcado em julho de 2012. No mês passado, as exportações do cereal alcançaram 733,3 mil toneladas, ante 276,3 mil toneladas em junho.
Na comparação com julho de 2012, o volume negociado é 58,8% inferior. A confirmação da quebra da safra norte-americana fez crescer a procura pelo milho brasileiro e o país embarcou 1,703 milhão de toneladas para o exterior em julho do ano passado.
Em receita, as exportações do cereal do último mês alcançaram US$ 186,6 milhões, 125,1% acima do montante registrado no mês passado, quando o valor das vendas somou US$ 72,1 milhões. Na comparação com igual período de 2012, quando a receita somou US$ 419,3 milhões, a receita se retraiu 57,4%. Os preços, no entanto, ficaram 3,4% acima do patamar registrado em julho do ano passado, em média US$ 254,5 por tonelada.
Complexo soja
Segundo as estatísticas oficiais, a exportação do complexo soja atingiu 4,769 milhões de toneladas e a receita somou US$ 3,059 milhões no mês de julho. O balanço mostra que o volume exportado em julho recuou 0,8% em relação ao desempenho do mês anterior e caiu 18% ante julho do ano passado. Já a receita apresenta queda de 6,35% em relação a junho deste ano e aumento de 25,8% ante julho do ano passado.
As exportações do complexo no acumulado de janeiro a julho deste ano atingiram 39,897 milhões de toneladas e geraram receita de US$ 23,2 bilhões. Em relação ao desempenho de igual período de 2012 houve crescimento de 7,2% no volume exportado e de 10,8% no faturamento.
O bom desempenho da balança comercial do complexo foi impulsionado pela demanda firme e pelos bons patamares de preços da soja no mercado internacional, sustentados pela forte quebra da safra norte-americana no ano passado.
Soja em grão
Em julho, os embarques de soja em grão atingiram 5,658 milhões de toneladas e a receita, US$ 3,059 bilhões, registrando queda de 12,9% em volume e de 10,9% em valor em relação ao desempenho de junho. Na comparação com julho de 2012, o comércio do grão cresceu 37% em volume e 36% em valor.
No ano, as exportações somaram 31,8 milhões de toneladas e geraram uma receita de R$ 16,9 bilhões, com crescimento de 15,7% em volume e de 19,2% em valor na comparação aos primeiros sete meses do ano passado.
Farelo de soja
As exportações de farelo em julho atingiram 1,601 milhão de toneladas, o maior volume desde maio do ano passado, o que permitiu recuperar em parte o fraco desempenho dos embarques registrado no primeiro semestre deste ano. O volume cresceu 26,4% em relação ao mês anterior e 4% ante julho do ano passado. Já a receita atingiu o valor recorde mensal de US$ 769,8 milhões, valor 24,5% superior ao de junho e 9,3% acima de julho do ano passado.
No acumulado do ano, as vendas recuaram 13,7% em volume (para 7,442 milhões de toneladas), mas subiram 4,1% em valor, para US$ 3,66 bilhões, a maior receita para o período da série histórica do MIDC.
Óleo de soja
Os embarques de óleo de soja em julho somaram 109,9 mil toneladas, volume 4,8% acima do mês anterior e 27,8% abaixo de julho de 2012. Já a receita mensal atingiu US$ 108,2 milhões e foi 1% superior à do mês anterior e 39,2% menor que no mesmo mês de 2012.
De janeiro a julho, as vendas do produto somaram 623,3 mil toneladas, volume 42,6% inferior ao registrado em igual período do ano passado. No acumulado do ano, a receita recuou 47,9%, para US$ 658 milhões.
Açúcar
As exportações de açúcar em julho alcançaram 2,29 milhões de toneladas. O volume supera em 4,19% as 2,20 milhões de toneladas de junho, mas é 7,74% menor na comparação com as 2,49 milhões de toneladas de julho de 2012. Do total exportado no mês passado, 1,85 milhão de toneladas foram de açúcar demerara e 444,2 mil toneladas, de refinado.
A receita gerada foi de US$ 964,3 milhões em julho, o que representa um crescimento de 0,63% ante os US$ 958,2 milhões registrados em junho, mas queda de 26,28% na comparação com os US$ 1,30 bilhão obtidos em julho de 2012.
Etanol
Em julho, o Brasil exportou em julho 350,5 milhões de litros de etanol, crescimento de 25,40% na comparação com os 279,5 milhões de litros embarcados em junho, mas queda de 15,41% ante os 414,4 milhões de litros apurados em julho de 2012.
A receita com a venda do combustível somou US$ 223,5 milhões em julho, uma alta de 18,56% ante os US$ 188,5 milhões registrados em junho. Em relação a igual período do ano passado, quando os embarques geraram US$ 304,8 milhões, houve recuo de 26,67%.
Suco de laranja
A exportação brasileira de suco de laranja movimentou US$ 155,5 milhões em julho deste ano, queda de 27,23% em comparação com US$ 213,7 milhões faturados no mesmo mês do ano passado. No entanto, houve leve aumento de 0,78% ante os US$ 154,3 milhões de junho.
O volume exportado de suco de laranja no mês passado alcançou 149,6 mil toneladas, queda de 25,98% sobre as 202,1 mil toneladas de julho de 2012 e alta de 8,48% ante as 137,9 mil toneladas de junho passado.
O preço médio da tonelada exportada de suco em julho, de US$ 1.039,70, foi 1,67% menor que os US$ 1.057,40 a tonelada de julho do ano passado e 7,09% inferior aos US$ 1.119,00 a tonelada de junho passado.
Café
A exportação brasileira de café em julho passado (23 dias úteis) alcançou 1,923 milhão de sacas de 60 quilos, o que corresponde uma elevação de 5,52% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram comercializadas 1,822 milhões de sacas. Em termos de receita cambial, houve queda de 21,72% no período, para US$ 294,5 milhões em comparação com US$ 376,2 milhões em julho de 2012.
Quando comparada com o mês anterior, a exportação de café em julho apresenta queda de 7,72% em termos de volume, pois em junho passado o país embarcou 2,084 milhão de sacas. A receita cambial foi 13,13% menor, considerando faturamento de US$ 339 milhões em junho.
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Jose Roberto Marzola Novo Itacolomi - PR 01/08/2013 00:00
Caro companheiro Oscar, de Treze Tilias/SC -- esta manifestação que você está fazendo eu já fiz meses atras, mas o companheiro Glauber, da Aprosoja-BR, não se manifestou... estes dias ele estava nos EUA (com o dinheiro, eu acho que é das multinacionais.. até que ele prove o contrário). O cara não tem coragem de defender nem os compatriotas deles e nós nos preocupando com o MT... Eu tive a oportunidade de ir esses dias a Sinop (MT), e a estas rodovias estão uma vergonha -- e estas associações, Aprosoja, etc. etc., não fazem nada...., vamos ter que levar os manifestantes de São Paulo para o Mato Grosso!
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Fernando Souza Barros São Paulo - SP 01/08/2013 00:00
ENQUANTO O PRODUTOR NÃO ENTENDER O QUE PASSOU E QUE DE PROMESSAS NÃO SE TEM LUCRO, O NEGÖCIO FICARÄ CADA VEZ MAIS DIFICIL. COMO HOUVE MUITAS VENDAS DE CAFÉ AO EXTERIOR, FOI SÖ ESPERAREM PARA COMPRAR POIS, SEM RECURSOS, A SAFRA JÄ FOI ENTREGUE A PREÇOS ABAIXO DO CUSTO DE PRODUÇÃO. AGORA, COMO HOUVE MUITA VENDA ABAIXO DO PREÇO DE GARANTIA, É SÓ COBRAR A UNIÃO PELA DIFERENÇA E ENQUANTO NÃO ACERTAR TAMBEM NÃO SE PAGA NADA!
Comentário referente a notícia: [b]Contratos de opção de venda e programa de estocagem prorrogável estão entre medidas importantes para sustentação do café[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=126401
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Edgard Angelo Baratieri Capinzal - SC 01/08/2013 00:00
Blairo Maggi, CNA, Katia Abreu, voces são uma uma vergonha para AGRICULTURA BRASILEIRA!!!... e que DEUS ABENÇOE O JOÃO BATISTA OLIVI, e uns poucos politicos da bancada ruralista (que são poucos)...
Comentário referente a notícia: [b]Questões Indígenas: CNA denuncia tentativa de desestabilização do Estado de Direito[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=126172
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Ronaldo Zanon Canarana - MT 01/08/2013 00:00
sr. RUBENS DENARDI (SORRISO - MT), gostaria de um esclarecimento: E quem não plantar soja intacta, então não teria como receber o valor cobrado indevidamente pela Monsanto??
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Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 01/08/2013 00:00
Não existirá uma "SUPERSAFRA AMERICANA"..., embora apenas uma boa safra já estabilizaria os preços..., agora, uma nova supersafra brasileira de soja já está sendo desenhada, com a migração de milhões de hectares da safra de milho de verão..., é o efeito" MILHO SAFRINHA PLANTE O QUE PUDER"... Esta expectativa já está no mercado e pode estar influenciando os preços .
Comentário referente a notícia: [b]Grãos voltam a registrar forte baixa com clima favorável nos EUA[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=126379
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José Manfio Jr. Assis - SP 01/08/2013 00:00
Quando começar a nova safra de soja dos americanos, os navios sairão do pior porto -- o mais burocratico, lento, caro, grevista e arcaico do planeta -- para ir pegar soja lá... e o preço, que já estará no fim do poço, entrará na lama do poço..., vamos ficar na torcida por uma geada, senão o ano que vem será de época de vacas magras...
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Terence Groot Cassilândia - MS 01/08/2013 00:00
Sinceramente, acho que o mercado de boi (friboi), não é mercado... e, nesse caso, as oscilações são muito pontuais e, assim, fica dificil aos analistas "analisarem"..., afinal de contas, estamos há quantos anos prevendo o mesmo preço? Quem sabe esse sistema se auto-destruirá como as empresas de Eike Batista??!!, afinal de contas, os esquemas com o BNDES devem ser os mesmos, pontuais, de curto prazo, e eleitoreiros... que tem pernas curtas... e chegará a hora em que a repressão à produção irá abalar as estruturas do real mercado e afetar desta vez o grande, que, se Deus quiser, virará "pó"...
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Analista da FCStone[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=126377
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leandro carlos amaral Itambé - PR 01/08/2013 00:00
NAO GOSTAM DE TRIGO IMPORTADO??? ENTÃO PAGEM O PREÇO JUSTO..., NAO FIQUEM FAZENDO CHANTAGEM COM O GOVERNO.
Comentário referente a notícia: [b]Setor de trigo quer 2 mi de ton liberadas para o NE[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=126373
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salvador reis neto Santa Tereza do Oeste - PR 01/08/2013 00:00
Com certeza a produção de etanol de milho seria uma alternativa para a safrinha -- que virou safrona..., agora nós, produtores, temos de tomar cuidado com variedades de milho que estão sendo jogadas no mercado sem nenhuma qualidade -- que depois se tornam um pesadelo ao agricultor..., por aqui houve muitos situações de lavoura de milho que simplesmente apodreceram no pé, ao ponto de ninguém, de nenhuma empresa, querer receber o grão... e o produtor ficar com prejuízo..., uma verdadeira fraude.
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ari jose nedeff Barueri - SP 01/08/2013 00:00
A questão do excesso no milho/safrinha: ou nós plantamos metade do volume costumeiro, ou temos sempre que torcer para uma seca nos EUA.... MAS COM ESSE PREÇO DA SEMENTE E INSUMOS, FICA DIFICIL FECHAR A CONTA...
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JOSE A. BENETTI SANTO ANGELO - RS 01/08/2013 00:00
LIONES SEVERO: TENHO FÉ NA TUA FALA. Continua assim......OBRIGADO.
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OSCAR AUGUSTO WESCHENFELDER TREZE TILIAS - SC 01/08/2013 00:00
Nossos produtores do MT e o Governo, deveriam, ao invés de gastar milhões em armazenamento, buscar alternativas de uso do milho mais perto da produção, evitando com isso todo esse gasto com frete...
Quem sabe fazer como os USA, montar uma USINA DE ETANOL, ou várias.., e consumí-lo ao invés do álcool e a gasolina... Teríamos lucro aos produtores de milho daquela região e melhores preços para os produtores do SUL com a menor oferta de milho no mercado interno.
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Virgilio Andrade Moreira La Paloma 01/08/2013 00:00
Sr. Salvador Reis Neto, todos estamos passando por estes problemas com o milho..., acho que cada um de nós, agricultores, deveriamos racionalizar um pouco as coisas e produzir no máximo a metade da área com milho safrinha, e a outra metade poderia ser utilizada com trigo, canola, aveia ou coisa assim, para diminuir um pouco a oferta de milho e equilibrar as coisas até que os portos melhorem, a ferrovia vá ou chegue até Foz do Iguaçú e Guaira (( Quando será ??? )) e ou o milho seja utilizado também para fazer etanol.
Meus caros companheiros de luta, sugiro que retardem ao máximo a compra de insumos para a próxima safra 13/14; sementes, adubo, defensivos, etc..., precisamos fazer baixar o custo ao máximo, e não podemos descartar plantar só para pagar as contas e sobreviver a próxima safra..., precisamos equilibrar o jogo, e assumir o controle desse jogo, pois infelizmente os "fundos" controlam os preços através de papeis (contratos) sem plantarem um pé de nada..., então vamos tentar inverter as coisas, menos oferta, maiores os preços dos produtos... Pensem bem e se soubermos ofertar menos, sobreviremos a mais um tsunami, sem arriscarmos perder o que conseguimos com décadas de lutas e sofrimento.