Fala Produtor

  • Paulo de Tarso Pereira Gomes Brazópolis - MG 27/03/2012 00:00

    A falta de vergonha na cara é que move estas pessoas que vivem do dinheiro publico e de ONGs do 1.o mundo..., a verdadeira esquerda foi dignamente representada pelo Deputado Aldo Rebelo..., essa perseguição em cima dos produtores rurais são claramente orquestradas por pessoas ligadas ao nazismo, portanto mais a direita do que a esquerda, nós agricultores temos um consolo, depois de toda essa palhaçada do governo e Ongs, virá com toda forca a união dos produtores desse pais e ai a porca vai torcer o rabo.

    Comentário referente a notícia: [b]No site ambientalista "Ambiente Sustentável", a ameaça: Governo pode manter Código Florestal atual[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103497

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  • Alberto Maria Bento Dourados - MS 27/03/2012 00:00

    Boa tarde Osvaldo, muito pertinente seu artigo..., o desaparecimento de riachos que tanto existiam no nosso Brasil é uma das maiores ofensas ao meio ambiente, e póde apostar, amigo, que muitos foram extintos ou mudaram seu leito pela ignorancia do ser humano..., e o piór é que lembramos dos lugares do nosso passado e quando vamos matar as saudades nada mais é igual, nem as estradas, os riachos, as propriedades, as arvores... enfim a melhor imagem do nosso "reino encantado" é a que guardamos em nossas mentes..., abração Osvaldo e continue nos brindando com seus maravilhosos artigos.

    Comentário referente a notícia: [b]Banho de Rio, por Osvaldo Piccinin[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103535

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  • Marcelo Soares Rocha pedras altas - RS 27/03/2012 00:00

    Obrigado João Batista (alguém já havia de dito isso hoje?), e parabéns pela excelente entrevista realizada com o nobre Deputado Ronaldo Caiado. Avaliação transparente e esclarecedora para todos os produtores rurais. Bela participação! Abç.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 27/03/2012 00:00

    Pensando bem, a respeito do codigo proibitivo florestal, quem deveria estar aqui esbravejando seriam os consumidores..., afinal serão eles que pagarão a conta.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 27/03/2012 00:00

    O jogo está quente..., vou pagar pra ver, estou zero vendido...

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  • Angélica Fartura - SP 27/03/2012 00:00

    Sr. João Batista! Sobre deixar para os estados decidirem sobre áreas e larguras de APPs, me parece arriscado... Pode ser que corramos o risco de cada Estado ter uma postura discrepante em relação ao outro. Temos como exemplo, o governador de Santa Catarina, quando decidiu atender seu povo, consolidando suas áreas de APPS ou diminuindo a metragem, foi muito criticado por alguns outros governadores. Isso nos deixa inseguros, pois não sabemos se nosso governador atenderá seu estado ou prefere deixar como está, considerando que na questão ambiental, alguns estados estão mais envolvidos que outros. Também, em matéria de negociatas ambientais, os olhares se voltam para onde corre mais dinheiro e aí vem novos cargos criados... novas funções... novos algozes... Será que estou falando besteira?

    Comentário referente a notícia: [b]Decisão sobre APPs em margem de rio caberá também aos Estados, diz relator do Código Florestal[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103544

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  • SINCAL Guapé - MG 27/03/2012 00:00

    Custos da Cafeicultura no país do Bolsa-Família --

    A cafeicultura hoje passa por problemas bem distintos. Propriedades rurais que dependem praticamente de trabalho manual, com o mínimo de mecanização, sofrem os efeitos da falta de mão de obra, principalmente por conta do Bolsa-Família. Quando conseguem contratar, produtores de regiões montanhosas, tem seus custos de produção aumentados violentamente em decorrência dos altos custos de mão de obra.

    Aproximadamente, 72% do segmento utiliza trabalhadores tanto para colheita quanto serviços gerais. Calculamos a R$15,00/medida de 60 litros, que foi um valor praticamente corrente na colheita da última safra. Valor esse, que eleva tremendamente os custos da produção de café.

    Vivemos um enorme contra-senso: O Programa Bolsa Família, para 11.000.000 de pessoas, impende o registro de trabalhador. A consequência é que, infelizmente, muitos beneficiados preferem não trabalhar e continuar no Programa.

    Apagão de mão de obra não especializada

    Conforme a lei do Bolsa Família, a partir do momento que o beneficiado for registrado, cessa-se imediatamente o vínculo com o projeto. Por outro lado, o empregador prefere registrar os funcionários porque é exigência legal, além de ser mais seguro para ambos os lados. Como resolver esse impasse? Há hoje um reposicionamento na pirâmide social do país. Representantes das classes C,D e E estão conquistando novas oportunidades de trabalho. No lugar dessas pessoas, trabalhadores de rendas mais baixas ocupam naturalmente esse espaço. Essa é a dinâmica de mercado. A evolução ocorre para todos. Entretanto, para estas famílias que recebem o benefício, o correto seria uma outra sistemática visando continuar com o apoio do programa, mas possibilitando o trabalho remunerado. Não é o que ocorre. Fica um abismo entre essas duas classes impactando muitos empregadores, em especial produtores rurais, que utilizam trabalhadores não especializados.

    Qual a consequência do apagão da mão de obra? A invasão de estrangeiros vindos de países onde as leis trabalhistas são amadoras, quando não nulas. Haitianos, paraguaios, bolivianos e outros trabalhadores vindos voluntariamente, ou não, para preencher esse vácuo. Enquanto isso o Brasil cria um contingente de “bolsistas”, dos quais muitos perfeitamente aptos ao trabalho, porque a conjuntura econômica permite sua inclusão profissional.

    As 11 milhões de bolsas- família, correspondem aproximadamente a 40 milhões de brasileiros vivendo na ociosidade. E para o empregador falta mão de obra. É urgente rever os critérios do Programa. Corremos o risco de termos no futuro um sem número de estrangeiros se profissionalizando no país, enquanto os brasileiros permanecem estagnados. Réplica do que vive a Europa hoje.

    A falta de mão de obra mata a cafeicultura e outras atividades. E isso é oposto ao desenvolvimento. O programa Bolsa-Família deve continuar, mas com regras alinhadas ao crescimento não só de consumo, e sim de empregos. Uma ideia viável é suspender a proibição do registro e/ou do benefício em épocas de safra. O empregado tem um aumento da remuneração em 6 meses, e depois, não tendo a intenção de continuar trabalhando, tem seu benefício de volta assim que rescindido o contrato.

    Salário Máximo, Lucro Mínimo

    A crescente valorização da mão de obra na cafeicultura, impacta em até 60% no custo de produção. A economia brasileira em franco crescimento, alavanca esses valores, inviabilizando diversos segmentos, entre os quais, o café. A cafeicultura é importante geradora de divisas e agente uma social. O país responde por cerca de 50% do mercado de café arábica mundial. É, o mundo não fica sem o nosso café.

    Portanto, traders e torrefadores internacionais precisam enxergar a nova economia nacional. O café brasileiro vale mais, porque tem qualidade e segue leis rígidas trabalhistas e ambientais. Nossos custos aumentaram e precisamos do retorno desse investimento. O preço da matéria prima é irrisório em comparação com o preço do produto preparado e industrializado.

    Postamos uma tabela em nosso site, que apresenta o cálculo de uma produtividade de 22 sacas/ha que é aproximadamente o que produzimos. Se produzíssemos 40 a 50 sacas/ha, como alguns veículos divulgam, teríamos uma produção de 100.000.000 de sacas em média, o que não reflete a realidade. Acesse essa análise no link abaixo:

    http://sincal.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=2020:estudo-exclusivo-custos-da-cafeicultura-no-pais-do-bolsa-familia&catid=25:noticias-sincal&Itemid=32

    Possíveis Soluções

    É crítico que toda a cadeia cafeeira, como comerciantes, cooperativas, exportadores e importadores , além do Ministério da Agricultura, enquanto gestor, precisam repensar essas práticas de mercado. Com um custo da saca de café apresentado acima de R$ 442, isso inviabiliza a cafeicultura nacional nos atuais patamares de preço. O produtor vendeu o café em mais de dez anos na faixa de R$ 250/saca. O discreto aumento para R$ 400 ou R$ 500/saca, não cobre as perdas desse período, sequer investimentos futuros. Para “afundar” ainda mais o setor, o produtor não familiarizado com cálculos, aceita esse preço que está muito aquém do necessário para manter uma propriedade. O empregado precisa de uma política que estimule o trabalho, não a ociosidade. O empregador, estratégias de crescimento sólidas, não frágeis. O país, um planejamento de longo prazo sério e comprometido. Estamos dispostos ao diálogo. E vocês?

    Armando Matielli - Presidente Executivo da SINCAL e Cafeicultor em Guapé - MG

    Eng. Agrônomo com MBA em Marketing na FGV.

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  • joão leite machado Capitólio - MG 27/03/2012 00:00

    Muito bem! A presidente percebeu que o buraco é mais embaixo e resolveu abrir negociações com a Câmara dos deputados. Agora nós, produtores, temos de ficar atentos, porque se for preciso fazer alguma manifestação, a gente faz... Teve um produtor que sugeriu que ao invés de irmos a Brasilia, fazermos manifestação nos Estados de origem, bloqueando algumas rodovias federais com màquinas agrìcolas por algumas horas.

    sem mais para o momento,desde ja agradeço.

    joão leite machado.

    capitolio-mg.

    Comentário referente a notícia: [b]Governo recua e reabre negociações sobre texto de reforma do Código Florestal[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103561

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  • José Roberto de Menezes Londrina - PR 26/03/2012 00:00

    Luto, com bandeiras e fitas pretas durante 2012. Este deve ser o recado dos agricultores, consumidores, enfim, todos os seguimentos prejudicados pelas atrocidades do novo código florestal brasileiro. As bandeiras poderiam ser hasteadas nos sindicatos, cooperativas, agroindústrias, feiras de hortifrutigranjeiros e exposições agropecuárias. As fitas seriam usadas por nossos representantes nas reuniões e eventos oficiais. A exposição agropecuária de Londrina seria um bom começo. Exigir reserva legal e áreas de preservação permanente em áreas consolidadas, sem a indenização e/ou autorização dos proprietários deveria ser crime e seus defensores considerados criminosos.

    Comentário referente a notícia: [b]DA REDAÇÃO: Líderes partidários buscam novamente acordo para votação do Código Florestal[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103533

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  • carlo meloni sao paulo - SP 26/03/2012 00:00

    Sou obrigado a dizer uma coisa desagradavel: SÓ TEMOS IDIOTAS... se o recuo é hoje de 15 a 100 metros fixado pela Uniao, e deixa os estados fixar parametros, os recuos nao poderao ser menores... entao na melhor hipotese ficaremos na mesma, mas desse jeito sera' criada a possibilidade de alguns Estados ficarem piores.. -

    Comentário referente a notícia: [b]DA REDAÇÃO: Líderes partidários buscam novamente acordo para votação do Código Florestal[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103533

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS 26/03/2012 00:00

    Para boa ordem é bom frisar que minha recomendação "é uma sugestão". De qualquer forma, o mercado de preços seguirá bem sustentado até o ultimo dia deste mês. Observação apenas que haverá um relatório no dia 30 de março, o que praticamente compromete o desempenho deste ultimo dia do mes. Obrigado.

    Comentário referente a notícia: [b]Atenção sojicultores: Liones Severo recomenda: ..."agora é hora de realizar!!!"[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103545

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  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 26/03/2012 00:00

    Luis, belo e verdadeiro comentário... Este enquadramento de "esquerda" é típico dos que nos exploram... Há pouco tempo entregaram uma reserva para os índios quase do tamanho de Portugal e dizem que já estão "vendendo" as propriedades que foram doadas pelo Supremo Tribunal Federal... Os estrangeiros chegam naquela reserva como Pedro Alvares Cabral chegou há quinhentos anos atrás, são recebidos com festas sem saber que o destino deles é o mesmo que estava reservado a eles naquela época... Quer dizer, o Supremo teve a suprema gentileza de doar nossas terras para gente de fora...

    E hoje este Código também cria uma imensa e ociosa reserva..., aquí mesmo no nosso "quintal", tendo a gente como expectadores desta "partida" inútil, cujo perdedor todos nós já sabemos de cór quem é...

    Comentário referente a notícia: [b]No site ambientalista "Ambiente Sustentável", a ameaça: Governo pode manter Código Florestal atual[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103497

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  • Luis Fernando Marasca Fucks Giruá - RS 26/03/2012 00:00

    Acredito que "nunca antes na história deste país" se viu tamanha contradição no rumo que este governo está pretendendo ao Brasil. Não somente este, como o do Lula e do Fernando Henrique Cardoso, sendo este último aquele que encerrou a era do "antes".

    A situação que vivemos é irônica, marcada pela subserviência governamental à ingerência dos mesmos países que outrora, em passado recente, eram demonizados pelo seu poder imperialista. O imperialismo ainda existe e é capitaneado através de ong's internacionais, patrocinada por países e também por corporações industriais.

    Algum leitor desatento poderia confundir meu posicionamento com algum manifesto esquerdista, mas creia, estou bem mais a direita disto tudo. A contradição em que vivem nossos governantes consiste na sua vontade de estabelecer um estado democrático de direito de bem estar (social democracia) sem prover fundos para sustentá-lo.

    O engessamento do setor agropecuário pelo draconiano código florestal somente agravará o processo de endividamento da nação que, como "nunca antes na história deste país" chegou a 2,4 trilhões de reais, sempre em ritmo crescente.

    O Brasil é um país exportador e continuará sendo, se nossos governantes queiserem, pois temos condições naturais de clima e áreas cultivaveis para isso. O futuro social democrata está sob perigo caso não haja impostos, cada vez maiores, para sustentá-lo.

    Só há distribuição de renda se "houver renda a ser distribuída". O cidadão que hoje, enebriado pelo falso aumento do seu poder de compra, baseado na sua capacidade de endividamento, sequer tem a mínima noção de que os ciclos de gastança são seguidos de períodos de recessão.

    O crescimento econômico sadio é baseado na poupança e na produção. Estamos gastando à semelhança da falida Europa, nos endividando e comprometendo a geração de divísas no futuro. É a melhor aplicação daquele ditado: matar a galinha dos ovos de ouro. E então: existe contradição maior?

    Comentário referente a notícia: [b]No site ambientalista "Ambiente Sustentável", a ameaça: Governo pode manter Código Florestal atual[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103497

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  • Valter Antoniassi Fátima do Sul - MS 26/03/2012 00:00

    João Batista, por favor peça para a Desireé falar da região de Dourados (MS), pois não tenho telefone a cabo e com o celular não é possível ligar 0800. Ok obrigado.

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  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 26/03/2012 00:00

    Acho uma medida correta entregar para os Governadores as parte polêmicas do novo Código Florestal..., isso devido, como já afirmei em comentários, as peculiaridades de cada Estado.... Sem esta, portanto, de "derrota do Governo", afinal de contas as normas não devem ser buchas a serem engolidas cá e acolá... Cada Estado sabe muito bem onde o "sapato" está lhe apertando no pé.... Uma norma para o Rio Grande do Sul não pode ser a mesma para Minas Gerais...

    Comentário referente a notícia: [b]No site ambientalista "Ambiente Sustentável", a ameaça: Governo pode manter Código Florestal atual[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=103497

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