Fala Produtor
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Carlos Mello palmeira das missões - RS 30/04/2011 00:00
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Francisco Ricardo Schiochet Jaragua do Sul - SC 30/04/2011 00:00
A soja não transgenica tem diferencial em relaçao a transgenica no mercado. Temos uma operação de farinha de soja ativa e nosso produto é Não OGM. E me parece que o mercado/compradores não estão fazendo essa diferenciação. Agradeço pela atençao e retorno.
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Nandara Ceolin Capão do Cipó - RS 30/04/2011 00:00
Caros leitores e agricultores! Hoje, com quinze anos, venho dar minha opinião na área da agricultura.
Me sinto lisonjeada de ser gaúcha e ter uma família formada por agricultores, portanto sou testemunha das dificuldades rotineiras dos mesmos e, que mesmo assim, são persistentes em seu ofício.
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Everson Edilson Casagrande Sertanópolis - PR 30/04/2011 00:00
Parabéns ANA CRISTINA, nós que temos essa ligação com o meio rural-urbana, devemos sempre expressar nossa visão, pois muitos urbanos, fazem um retrato por muitas vezes maldosos, seguindo seus interesses, eles não sabem mas muitos jovens estão deixando o campo..., sou filho de produtor rural, ECONOMISTA e hoje faço CURSO DE DIREITO. Hoje produtor com menos de 100 alquires tem que ser muito pão duro para sobreviver, e ter algumas safras guardadas para aguentar os períodos de frustrações e preços baixos.
UM GRANDE ABRAÇO.
Comentário referente a notícia: [b]O estereótipo das pessoas do meio rural nas novelas brasileiras[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=87615
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Valter Antoniassi Fátima do Sul - MS 30/04/2011 00:00
O Sr. LUIZ PRADO está certo, isto é o óbvio..., pena que nossos representantes agem de acordo com os interesses economicos, o deles é claro e a população que se dane...Como diz o Sr. TELMO HEINEM, estamos ficando sem opção de votar, ou será os 96% de tolos estão certos? E vamos em frente...
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Vinicius Oliveira Magalhães luis eduardo magalhaes - BA 30/04/2011 00:00
Trabalho com a agricultura desde pequeno e depois de varios anos infiltrado na área técnica e comercial sei o que é querer e não poder. Enquanto nossos porta vozes, politicos, orgãos afins e etc não se derem conta do nosso auto-potencial, e deixarem nossa agricultura/pecuaria ao "Deus dará", NUNCA seremos o potencial que podemos! Deveriam ver que o agronegócio brasileiro como um todo só é travado por intervenção política desfavorável. Poderíamos mudar o slogan de "Brasil, um país de todos" para; Brasil, um país de tolos".
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Luiz Prado Rio de Janeiro - RJ 30/04/2011 00:00
Essa é mais uma bobagem sem fim! Se falta etanol, não há por que faltar gasolina!!! Bastaria reduzir os teores de álcoll na gasolina! A idéia da estocagem é uma idéia otária, porque a estocagem também tem um custo. Se este fosse um país sério, retiraria qualquer mistura de etanol à gasolina e deixaria o preço do etanol flutuar livremente no mercado. Assim, o etanol pararia de passear até os pontos de mistura, o que é um custo adicional.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Duarte Nogueira - Dep. Federal-SP[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=87949
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Gerd Hans Schurt Cidade Gaúcha - PR 30/04/2011 00:00
Parabens Sra Vasti Antunes, de Umuarama, pelo seu comentário muito esclarecedor sobre a reserva legal que querem impor ao produtor rural tirando-lhe o direito de propriedade.O resultado dessa reserva legal com certeza vai aparecer na economia e no desenvolvimento do País. Os nossos concorrentes vão se deliciar e bater palmas da nossa burrice.
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Gerd Hans Schurt Cidade Gaúcha - PR 29/04/2011 00:00
Ha!! João Bastista, não aguento mais tanta hipocrisia em querer enganar a opinião publica com a divisão do produtor de alimentos. Não dá para entender porque querem castigar o produtor maior e beneficiar o menor se o meio ambiente é o mesmo. Assisti a sua entrevista com o Sr. Alberto Ercilio Broch, Presidente da Contag onde esse Senhor demonstrou claramente que existe um ranço. Falando bem claro para todos entenderem, esse senhor que não tem, tem raiva de quem tem, ou seja, ele que é pequeno é contra quem é grande. Para o meio ambiente não existe grande ou pequeno.
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Telmo Heinen Formosa - GO 29/04/2011 00:00
É justo, muito justo que as regras sejam aplicadas em "cascata" se não o proprietário de 4 módulos + 1,0 ha verá tolhida uma parte considerável da sua área em relação àquele de exatos 4 módulos. O Dirigente em questão é bem "esquerdista" - em vez de lutar para obter vantagens para sua própria classe, luta para rebaixar as vantagerns dos outros. Bom, pelo menos já reconhece as mazelas do atual arremedo de legislação que temos aí... A RESERVA Legal na região amazônica pode até justificar-se, mas no resto do país não uma vez que menos de 21% das terras brasileiras são agriculturáveis. Para o cultivo de grãos hoje em dia exploramos 37 milhões de hectares dos mais de 850 milhões de hectares do Brasil, apenas 4,35%. Com a cana, a fruticultura, hortaliças e reflorestamentos, utilizamos quase outros de 23 milhões de hectares, totalizando 60 milhões ou seja 7,0% do território. Onde é que tem área para cada um triplicar a sua lavoura? Me diga?:
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Alberto Ercílio Broch - Pres. Contag[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=87953
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evandro de oliveira Caseiros - RS 29/04/2011 00:00
É um absurdo o que querem fazer com nossos produtores rurais com este novo código florestal..., mas se a bancada ruralista não conseguir reverter isso no Congresso então não tem mais sentido VOTAR pois é uma das horas que mais precisamos de nossos representantes. Tudo bem, mas se a lei nao for modificada haverá uma crescente onda de fome no mundo, pois vão reduzir a area plantada, os produtores vão migrar de forma exagerada para a cidade, o KILO DO ALIMENTO obrigatoriamente vai triplicar de valor, o salário não vai ser suficiente para honrar os compromissos da população e aí sim sofreremos uma catástrofe. Quero ver os mesmos manifestantes que HOJE são favoráveis a este codigo, reinvindicando comida AMANHÃ...
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SERGIO AUGUSTO CLETO SANTOS ITARARE - SP 29/04/2011 00:00
Falta eles sairem de seus habitats urbano e virem conhecer os nossos produtores e seus familiares, para conhecer uma infra-estrutura de alta tecnologia empregada na produção agricola, desde sementes, defensivos e maquinas computadorizadas e tambem conhecer nossos pequenos produtores que, para eles assistirem essas bobageiras de novelas, escrevo com certeza que a maioria deles ja possuem antena parabolica, e que, quando chegamos em sua propriedade, a qualquer horario do dia, eles ja estão informados sobre o mercado agricola mundial.
Comentário referente a notícia: [b]O estereótipo das pessoas do meio rural nas novelas brasileiras[/b]
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SERGIO AUGUSTO CLETO SANTOS ITARARE - SP 29/04/2011 00:00
Acredito que a pessoa desse comentário nunca pisou e nunca sentiu o cheiro de uma terra produtiva, onde hà 20 anos nossas produtividades não passavam de 2500 kgs/hectare de Milho e hoje em nossa região temos produtores com 16000 kgs/hectare e não vou fazer comentarios sobre soja, leite, carnes e etc, onde somos uns dos primeiros no ranking de produção e exportação a nivel mundial.
Comentário referente a notícia: [b]Em nome da produção brasileira![/b]
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sebastião maria moraes rodrigues Pato Branco - PR 29/04/2011 00:00
No dia que se priorizarem a agricultura nacional, seremos o celeiro do mundo. Há quem queira matar a nossa galinha dos ovos de ouro com leis que apenas trazem um verniz ecológico,mas que não favorece a agricultura nacional. É preciso preservar sim, mas 'viver também é preciso'.
Excelente a matéria.
Comentário referente a notícia: [b]Em nome da produção brasileira![/b]
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Liones Severo Porto Alegre - RS 29/04/2011 00:00
Para Ezio Antonio Seabra - São movimentos dos fundos no final de cada mês, quando publicam balancetes para os investidores. Quase todos os mercados em que atuam tem esse desempenho. Tem um capitulo no livro ´Como Lucrar Negociando Soja` que faz referencia a este tipo de episódio. Abraços - Liones Severo
NOVO CÓDIGO FLORESTAL - É pulsante, urgente e imperiosa a necessidade de que se conscientize todos os nossos Deputados, Senadores e Ministros da República, e principalmente o Sr. deputado Aldo Rebelo (relator das proposições) de que em todo o território nacional, os nossos pequenos riachos e filetes d’água, córregos e arroios são os que mais necessitam de cuidado e proteção de no mínimo 30 metros de vegetação nativa em seu entorno. Eles estão sendo assoreados e/ou aterrados pelas erosões causadas pelo manejo de seus entornos e o não respeito a suas tão necessárias margens de proteção. Seria um absurdo ambiental e de uma imensa irresponsabilidade social caso diminuíssemos essa metragem como estão propondo.
Estes frágeis mananciais, juntamente com seus banhados e/ou olhos d’água de cabeceiras, portanto suas nascentes, estão a caminho da extinção aqui no Rio Grande do Sul. Principalmente pelo uso de suas áreas de proteção para plantações de soja e/ou para a agropecuária de uma maneira geral. Portanto, a matriz produtiva de commodities agrícolas drenou e/ou confinou essas cabeceiras e estão não só destruindo nossas águas como envenenando-as. Pois a quantidade de veneno que usam nessas lavouras é algo totalmente insustentável caso não protegermos no mínimo nossos locais de produção de água. Portanto, impõem-se mudanças de atitudes a todos. Pois o grau de destruição de nossas Áreas de Preservação Permanentes deve no mínimo nos causar preocupação.
Temos que evitar a destruição de nossos pequenos filetes d’água ou pequenos riachos, tão fundamentais para formarmos mananciais hídricos maiores e mais resistentes, estes sim poderíamos até diminuir um pouco as suas Áreas de Preservação Permanentes-APPs, dependendo do uso de seu entorno, mas nunca diminuir APPs de filetes d’água ou pequenos córregos e riachos com menos de 10 metros de tamanho e/ou largura.
Temos sim é que ser criativos e inovadores para fazermos compensação financeira juntamente com um Crédito Rural facilitado, pleno e eficaz, e medidas estruturantes no sentido de termos uma matriz produtiva realmente sustentável, social, financeira e ambientalmente saudável para a agricultura familiar e/ou pequena-média propriedade, mas jamais abrirmos mão de nossas Áreas de Preservação Permanentes. Estas áreas são fundamentais pra produzirmos água, tanto superficiais como subterrâneas, produzirmos biodiversidade e também mantermos uma saudável umidade relativa do ar que respiramos, entre outros fatores de extrema qualidade ambiental. Temos que protegê-las e conservá-las.
Portanto: É Desastroso considerarmos como áreas consolidadas para uso da agropecuária nossos mosaicos de olhos d’água e/ou banhados de cabeceiras e suas Áreas de Preservação Permanente (50 metros), ou as Áreas de Preservação Permanentes de pequenos cursos d’água (30 metros) e também de nossos reservatórios hídricos (50 a 100 metros). Temos que recuperá-las urgentemente.