Fala Produtor
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Danilo Cristiano Bergamaschi Bariri - SP 22/12/2009 23:00
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Romão Miranda Vidal Piraquara - PR 22/12/2009 23:00
O "Caso Arantes". Mais uma vez sofre a classe dos pecuaristas, que ao sabor das aventuras financeiras dos grandes complexos frigoríficos, amargam a incerteza de receber o resultado financeiro, de tanto suor, honestidade e trabalho. O que tirar de uma lição ou experiência destas? Organizar-se em forma de cooperativa, arrendar os serviços de abate inspecionados pelo SIF e contratar uma empresa para gerir a comercialização. Quanto ao frigorífico, resta o que sempre se destinou: PRESTAR SERVIÇOS DE ABATE.
Uma cooperativa, ou um consórcio de produtores de gado de corte, solucionaria de uma vez por todas estas incertezas. Por certo que é muito mais fácil obter capital de giro com o dinheiro dos outros. No caso proposto, pelo menos haverá a segurança da gestão do capital e a recompensa pelo trabalho honesto e dedicado dos pecuarista. - Médico Veterinário Romão Miranda Vidal.
Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Pecuaristas esperam decisão dos bancos e temem pedido de falência para não se prejudicarem ainda mais[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59624
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Romão Miranda Vidal Piraquara - PR 21/12/2009 23:00
Srs., Gostaria de saber se um profissional formado em Medicina Veterinária poderia certificar um campo de produção de sementes básicas ou ser responsável por uma UBS?
Caso a resposta seja negativa, um profissional não-graduado em Medicina Veterinária também não tem competência para atuar como Agente Certificador, inclusive a outra classe, que não tem a menor competência acadêmica para tal. Atenciosamente, Médico Veterinário Romão Miranda Vidal. -
Comentário referente a notícia: [b]Aberta consulta pública do Sisbov pelo prazo de 30 dias[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59544
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Ivanor Miotto Várzea Grande - MT 21/12/2009 23:00
Oração; Senhor, fazei com que eu me lembre de quando eu entrar em minha casa de que ali já existiu uma floresta e ela foi destruída para eu construir a casa...
Senhor, fazei que eu me lembre que os tijolos usados na construção foarmi retirados do barro de uma várzea, destruindo aquele local, e na sua fabricação foi queimado lenha, causando poluição .
Senhor, fazei com que eu me lembre do cimento usado ali que foi retirado de uma mina no qual certamente era uma montanha e ela foi dinamitada pra virar cimento.
Senhor, fazei com que eu me lembre de que a areia usada ali foi retirada de um rio interferindo na vida dos peixes .
Senhor, fazei com que eu me lembre de que na casa tem ferro esse ferro velho de uma mina.. essa mina era uma montanha e foi dinamitada, esfarelada e derretida pra virar ferro.
Senhor, fazei com que eu me lembre que quando colocar comida no prato, eu me lembre de que ela não nasce na prateleira do supermercado (dentro de um pacote de plástico).
Senhor, fazei com que eu me lembre quando vestir uma roupa se ela for de algodão, foi que para plantar o algodão tive que desmatar uma área de mata.. se ela for sintética, pior ainda, pois é derivada de petróleo maior poluente .
Senhor, fazei com que eu me lembre de quando eu ligar o meu carro quanto mal estou fazendo ao poluir o ar...
Senhor, fazei com que eu me lembre quando a chuva cair no telhado da minha cassa não tem um só centímetro quadrado que ela possa se infeltrar pois está tudo vedado por cimento, asfalto, e ela escorrer por longos trecho.. e quando chega ao córrego não suporta o volume e transborda invadindo as casas ate com as minhas fezes... Senhor, tende piedade de mim.
Senhor, fazei com que eu me lembre quando ligar uma luz, e quando andar na rua e ela estiver iluminada, é que uma usina hidrelétrica foi construída, desalojando varias famílias, e o reservatório é causador de dispersão de gás metano .
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Eliane de Andrade Cyrino Nogueira São Sebastião da Grama - SP 21/12/2009 23:00
Quero, antes de mais nada, agradecer ao Armando Matielli pela sua luta pela cafeicultura..., não é fácil enfrentar tanta resistencia e tanto descaso por parte do governo e de algumas pessoas que lá estão para defender nossos interesses e nada fazem. Volto a pedir a todos os cafeicultores que se unam em torno do SINCAL, para sermos mais fortes e dar amparo as suas propostas. Não fiquem aí em suas propriedades esperando as coisas cairem do céu, façam a sua parte, reclamem, falem, exija o que é seu direito, senão daqui algum tempo, além de não lucrar com a atividade, nem patrimonio terá mais. Isto não é brincadeira, é uma batalha que nós vamos ganhar, tenho certeza. Força Armando Matielli, força SINCAL, vamos junto nessa, fazer uma cafeicultura forte. Abraços...
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Armando Matielli[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59558
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Telmo Heinen Formosa - GO 21/12/2009 23:00
Obrigado. Feliz Natal e Próspero Ano novo a todos os integrantes do site Noticias Agricolas e especialmente a você João Batista, idolo dos agricultores e pecuaristas do Brasil!!!
Oxalá, o Papai "LULEL" tenha razão quando diz que teremos um ano estupendo em 2010...
Comentário referente a notícia: [b]MENSAGEM DE NATAL E ANO NOVO[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59631
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Sérgio Édison Sorriso - MT 21/12/2009 23:00
Pendenga ambiental preocupa o agronegócio em Mato Grosso -
Acusados de serem os algozes da floresta amazônica, os produtores rurais de Mato Grosso não escondem a preocupação com dados nada confiáveis que o governo federal utiliza para promover a sua defesa do meio ambiente e a busca pela exploração sustentável da floresta. Uma mostra disso é a confusão sobre o Código Florestal, cujas propostas são desastrosas para a maioria dos agricultores.
“Ao invés de encontrar soluções, o governo cria novos problemas, acirrando a briga entre ambientalistas e ruralistas”, critica Paulo Freitas, o Paulo Agroverde, empresário em Sorriso e que faz investimentos no agronegócio. “Os ambientalistas utilizam dados fantasiosamente exagerados sobre a realidade ambiental no Brasil e acusam a bancada do agronegócio no Congresso de promover uma farsa no apoio ao fim dos desmatamentos, e o governo federal, erroneamente, acredita nesses números exagerados e fora da realidade”, lamenta.
Para o empresário, os ambientalistas patrocinados por ongs estrangeiras exercem uma pressão enorme sobre a agricultura e a pecuária do Brasil, setores que colocam Mato Grosso na liderança nacional. O objetivo dessas organizações, segundo Paulo Agroverde, é atender o interesse de algumas nações em brecar o desenvolvimento econômico do Brasil. “E um dos caminhos é justamente inibir a expansão do agronegócio na Amazônia, como acontece agora”, pondera.
Para os ambientalistas, o setor rural faz campanha nacional para abolir a atual legislação ambiental utilizando o expediente de tentativa de desmoralizar quem se manifesta na defesa do meio ambiente. “Isso tudo é uma farsa. A agricultura brasileira destina-se a alimentar as famílias do País”, destaca Paulo.
“Mal-informados, os ambientalistas de plantão afirmam que produção primária é escravista, traz postura submissa, e qeu o Brasil exporta grandes quantidades de grãos, especialmente de soja, que pouco serve de alimentação direta a humanos, e sim para a produção de ração animal em outros países. Isso é uma mentira de quem desconhece a realidade”, rebate.
Técnicas evitam danos ambientais
O agricultor, segundo o empresário de Sorriso, não é o agente da destruição ambiental. “Nessa questão do aquecimento global, a agricultura é aliada na redução dos gases efeito estufa e investe em pesquisas e técnicas para reduzir danos ambientais”, destaca Paulo Agroverde, lembrando que pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), estados e universidades brasileiras buscam soluções contra o aquecimento global e, ao mesmo tempo, garantir fortalecimento da produção agropecuária.
“Há técnicas e atividades limpas e sustentáveis que somente a agricultura brasileira consegue fazer, e basta que os agricultores usem o que já existe. Esse é o grande diferencial”, explica Paulo. Ele cita que outros setores da economia nacional também provocam danos à atmosfera. “A indústria mal planejada polui. Um carro mal regulado polui. Então, logo é injusto que apenas o produtor rural seja acusado pelo efeito estufa e penalizado por leis arbitrárias e com acusações insanas através da mídia”, destaca.
Paulo Agroverde enfatiza que o setor rural já utiliza técnicas de boas práticas agrícolas que contribuem para mitigação dos gases. “O plantio direto, por exemplo, é uma prática que promove o cultivo sobre a palha deixada pela cultura anterior, sem a necessidade de remoção e que sequestra carbono da atmosfera”.
Outra técnica bastante usada por produtores rurais de Sorriso e região é Integração lavoura-pecuária, que aproveita as áreas aptas para o cultivo, com rotação de pastagem com lavoura. “Um bom manejo de pasto permite ao agricultor recuperar áreas consideradas ruins e emissoras de gases, melhorar as condições do solo e produzir grãos de boa qualidade”, garante o empresário, lembrando ainda que muitos produtores já investem no reflorestamento em suas propriedades.
Agricultura eficaz
O Brasil virou uma potência agropecuária e assumiu na última década forte liderança agrícola mundial. “No passado, o nosso País dominava o mercado de açúcar, café e tabaco. Agora, graças aos modernos sistemas de produção, passou a dominar na produção de carne bovina, nas aves, na soja, no suco de laranja”, comenta Paulo Agroverde. “Os estrangeiros ficam entusiasmados quando conhecem a integração da lavoura com a pecuária, o plantio direto, as safras sucessivas no mesmo terreno, a fruticultura deslanchando, o etanol se impondo”.
O empresário concorda que ainda há muitos produtores rurais que ainda não têm consciência sobre a importância da preservação ambiental. No entanto, segundo ele, a maioria defende a preservação das florestas e que o governo federal não pode permitir com que o setor rural continue sendo massacrado pela opinião pública e que o agricultor seja injustiçado como se fosse criminoso.
“Junto com as leis ambientais é preciso estudar meios eficazes para compensar o produtor pela reserva legal em sua propriedade. Não estou sugerindo que se perdoe quem insiste na destruição das florestas, mas que se ofereçam estímulos econômicos para a recuperação ambiental”, finaliza.
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Thomas Renatus Fendel Rio Negro - PR 21/12/2009 23:00
Que bom que a cop15 foi um "fracaçço"...
Já pensou se conhaquenhague fosse um "suceçço"??!! Se esses bebuns multam os cachorrinhos de estimação, que, por cálculos esotéricos dos idiotas que frequentaram o pardieiro, emitem mais "pegada" carbônica do que os beberrões jipões...
Isso é que dá fazer reunião técnica com salafrários, turistas etanolisados... só do Brasil foram 700, a maior delegação pelega e incompetente "deççepraneta" ainda redondo (??!!)...
E por fim (ou por começo...), acima de toda baboseira, estamos em era de resfriamento global... as temperaturas globais estão caindo desde 1998...
ou seja... ainda bem que o tiro do combate ao aquecimento saiu pela culatra... e espero que exploda toda a espingarda no rabo "deçça" corja... bando de anarfas, embustores, ladrões, assassinos...
www.fendel.com.br
Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Ação solar fará a Terra passar por novo ciclo de esfriamento e não de aquecimento, afirma físico brasileiro[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59469
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Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 21/12/2009 23:00
A EXPLICAÇÃO É ATÉ RELATIVAMENTE SIMPLES: Embora os ambientalistas e a Rede Bobo e seus artistas não concordem, muitos cientistas sérios já comprovam, sob diversas formas, que o Planeta, na média, está esfriando e não aquecendo, só que neste processo há oscilações maiores. Assim, teremos meses bem mais quentes do que o normal (mais incêndios, chuvas torrenciais, inundações, tsunamis, maior derretimento de geleiras) e outros bem mais frios (nevascas gigantes, maiores geleiras etc.). Falando nisto, parabéns Reinaldo,Azevedo pela coragem e determinação em falar a verdade, o que não acontece com a maioria dos jornalistas que, mesmo não concordando com as inverdades cientificas - por medo das perseguições dos ongueiros, autoridades, demais jornalistas e pressões dos anunciantes sobre as finanças dos jornais -, não têm coragem de expor um bom jornalismo investigativo, sabendo que a verdade triunfará. (Aliás, vide meu estudo neste mesmo site Meio-Ambiente: Mentiras, verdades e/ou medo de Dizê-las).
Comentário referente a notícia: [b]Nevascas históricas em meio ao debate do aquecimento; E AÍ? OS ESCATOLÓGICOS TÊM ALGUMA EXPLICAÇÃO?[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59620
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Ivanor Miotto Várzea Grande - MT 21/12/2009 23:00
Parabens deputado Valdir Colatto pelas suas sábias colocações..., temos que ter uma legislação que seja tanto para a cidade como para as propriedades rurais... esse é o caminho.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Valdir Colatto[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59576
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Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 21/12/2009 23:00
Estou preocupado com essa nova e estupida lei ou resolução, como queiram!
Trata se da resolução numero: 281/2008 do Conselho Nacional de Trânsito, que estabelece critério para o registro em emplacamento de maquinas agricolas e demais de construção e pavimentação.
Como vamos emplacar todos esse ferros velhos?
Qual a finalidade desta estupidez, além de criar mais despesas e industrias de multas para quem já está no fundo do poço!
Onde estão nossos representantes?
Por favor senhores, tem muito mais coisas importantes a fazer e fiscalizar, que virem encher nossos sacos de leis e mais leis que só resultam em arrecadação para serem disperdiçadas com suas incompetentes gestões. Punam quem deve ser punido, ja estamos crucificados! Deixem de chutar cachorro morto. E os bandidos continuam soltos, tem uns que são até candidatos a presidencia... que país é este?
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Klaus Gunner Schünemann Panambi - RS 20/12/2009 23:00
CARTA DA GRANJA PARA A CIDADE - (Todos os fatos e situações de multas e exigências mencionados no texto abaixo são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar sobre como a questão da preservação ambiental está sendo desigual e discricionária entre o meio rural e o meio urbano - "Na prática, a teoria é outra") -
Carta do Zé da granja para o Luis da cidade.
Remetente: Zé da granja.
Destinatário: Luis da cidade.
Luis, quanto tempo!
Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo! Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.
Se não lembrou ainda eu te ajudo! Lembra do Zé Cochilo?... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite.
De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né Luis?
Pois é. Estou pensando em mudar para a cidade que nem vocês Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos aí da cidade.
To vendo todo mundo falar que nós da agricultura estamos destruindo o meio ambiente. Veja só! O sítio do pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança. Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade, né Luis?
Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né ...) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família.. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?
Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.
Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.
Depois que o Juca saiu eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia,isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.
Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal
de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pran fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai
quando vocês sujam o rio também pagam multa grande né?
Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem ir até o rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou as vacas não podem ir até o rio. Mas eu acho que alguma coisa tá errada! Quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.
Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora! Tinha uma árvore grande ao lado da minha casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes que viesse um temporal e ela caísse em cima da casa.
Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do Promotor porque virei criminoso
reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.
Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia.. Vou para a cidade, aí tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é para todos.
Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, primeiro vou usar o dinheiro da venda do sítio pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.
Até mais Luis.
Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta em papel reciclado pois não existe por aqui, mas aguarde até eu vender o sítio.
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Celio Porto Fernandes Filho Espírito Santo do Pinhal - SP 20/12/2009 23:00
Com relação à politica agricola para o cafe: Temos produtores e consumidor final no mercado.Talvez um imposto diriamos de 50% sobre o valor da xicara redirecionado à produção seria uma medida curta e grossa para colocar a cadeia produtiva no seu devido lugar. Chega de espertezas..., acabou nesse País a pessoa que se contentava em receber menos de 50 dolares por mes para produzir com qualidade um produto tão valorizado fora de sua porteirinha de arame. Vamos nos rebelar por nossos direitos.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Armando Matielli[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59558
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Telmo Heinen Formosa - GO 20/12/2009 23:00
A credibilidade desta noticia ficou bem baixa depois que situaram Porto Franco que é no Maranhão, para o TO (Tocantins). O resto da noticia é puro enchimento de linguiça para completar o abobalhamento midiatico visado com o plantio desta noticia.
Comentário referente a notícia: [b]Vale transportará grãos por ferrovias no Norte e Nordeste[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59547
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Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 20/12/2009 23:00
CADE A GRANA PARA PAGAR OS AGF DO MILHO DO MATO GROSSO...R$13.20 VIRTUAL...PREÇO MINIMO
Comentário referente a notícia: [b]Governo aplicará R$ 769 milhões na aquisição de produtos[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59571
EU NÃO SEI AONDE ESSE GOVERNO QUER CHEGAR..., OU ELE PÁRA COM ESSA PALHAÇADA OU ELE ACABA DE MATAR O PRODUTOR RURAL..., ESSA DE EMPLACAMENTO FOI A GOTA!!!, DAQUI A POUCO O QUE ELES VÃO QUERER MAIS???, QUEREM QUE A GENTE VÁ MORAR DEBAIXO DA PONTE???, ESSE GOVERNO TEM QUE OLHAR PARA QUEM PRODUZ, POIS É A AGRICULTURA QUE MOVIMENTA O PAIS. NOS, PRODUTORES, NÃO TEMOS MAIS SAIDA..., GOSTARIA QUE ALGUEM DO PLANALTO FIZESSE UM CUSTO VERDADEIRO AO LADO DE UM PRODUTOR PRA VER SE ELE TEM COMO SOBREVIVER DA AGRICULTURA..., ISSO VEM TRAZENDO CONSEQUENCIAS DESDE O ANO DE 2002 ATÉ HOJE..., COMO CULTIVAR MILHO SE CUSTA MAIS CARO PLANTAR DO QUE COMPRAR PRONTO E SEM RISCOS. O AGRICULTOR DEVERIA, DE MODO GERAL, GUARDAR TODOS OS MAQUINARIOS NOS RANCHOS E DEIXAR DE PLANTAR UMA NOVA SAFRA PRA VER SE ASSIM CHAMARIA A ATENÇÃO DO GOVERNO... E ISSO É UMA DAS TANTAS CONSEQUENCIAS QUE GOVERNO TROUXE PARA O PRODUTOR.
Comentário referente a notícia: [b]Plantio de algodão adensado avança no Centro-Oeste do país[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59669