Fala Produtor

  • Telmo Heinen Formosa - GO 28/09/2009 00:00

    Números são sempre uma "Má Temática" - veja a troca de BILHÃO por MILHÃO, justamento no MILHO... "Desde janeiro, o Ministério da Agricultura apoiou mais de 7,8 milhões de toneladas para a comercialização do milho, quando mais de R$ 1,0 milhão foram destinados a essas operações... Eu espero que isto tudo faça com que haja uma diminuição da próxima colheita, visando recuperar os preços. Gente, não "se endivide" muito para plantar uma coisa que pode lhe dar prejuizo.

    Comentário referente a notícia: [b]Sobra milho para pouco armazém[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55228

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  • José Manfio Jr. Assis - SP 28/09/2009 00:00

    Nunca tinha visto fila para entregar a safra de aveia... é a primeira vez aqui em nossa região, não tem nem onde por toda esta produção! Sinal que esta diminuindo o plantio de milho safrinha aqui na região de Assis (SP)..

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 28/09/2009 00:00

    Na noticia abaixo, o Jornal comete vários equivocos, á semelhança da midia em geral que não compreende perfeitamente os Programas Oficiais da PGPM:

    1) COMPRA: Compra de milho, de fato só ocorre via AGF - seja diretamente, ou indiretamente via Contratos de Opção. Portanto a manchete está errada. Parte do texto também.

    2) Diz também que 4,591 mmt renderam R$ 584,748 mil mas que devem ser 584,748 milhões mas que divididos pela quantidade daria um preço de apenas R$ 7,64 por saco... isto despertaria o erro no[a] jornalista.

    3) No 2° parágrafo está escrito este impropério: "A maior quantidade de milho vendida por Mato Grosso à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) foi via PEP"... PEP é um prêmio concedido através de leilões (Veja o próximo edital 322, anexo) ao adquirente do milho para que este "cumpra" o pagamento do preço minimo, no caso do MT R$ 13,20/sc ao agricultor. Entretanto, o adquirente não pode ser de qualquer lugar e nem o destino do produto... Leia o edital e veja como é confuso e veja se as reclamações não procedem...

    O texto a seguir "O segundo mais utilizado pelos produtores foi o Contrato de Opção, cujos números apontam para o montante de R$ 363,992 mil para 1,421 milhão de toneladas contatadas" está quase correto. O "quase" é em função do "primeiro" (PEP) estar errado.

    4) Recomendo consultar a noticia e os comentários em

    http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55158

    e

    http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55203 para desfazer o pensamento equivocado do Ricardo Tomczick.

    5) Estou às ordens para esclarecimentos: (61)3632-1675 ou (61)9989-6005 e também eletronicamente por e-mail ou pelo link: http://www.noticiasagricolas.com.br/consultores.php?c=4

    6) Resumindo: PEP e PEPRO não são Programas de Venda ao Governo.

    7) Segundo o Sr. Rogério Colombini a CONAB estaria estudando a volta dos Contratos de PROP (Deu entrevista ao Canal rural).

    Compra de milho do Estado pelo governo atinge 4,5 mi/t

    Da Redação

    Mato Grosso já vendeu 4,591 milhões de toneladas de milho ao governo federal, cujo volume rendeu o montante de R$ 584,748 mil. Os dados são referentes a operações realizadas desde janeiro deste ano com a finalidade de apoiar a comercialização do grão. Com estes números, o Estado passa a ser, além de maior produtor do milho safrinha, o que mais recebeu com ações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com a venda do grão.

    Balanço divulgado pelo ministério, incluindo Contratos de Opção, Prêmio para o Escoamento da Produção (PEP), Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) e Aquisição do Governo Federal (AGF). A maior quantidade de milho vendida por Mato Grosso à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) foi via PEP. Ao todo foram 2,199 milhões de toneladas que renderam R$ 148,349 mil. O segundo mais utilizado pelos produtores foi o Contrato de Opção, cujos números apontam para o montante de R$ 363,992 mil para 1,421 milhão de toneladas contatadas.

    Para o vice-presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis, Ricardo Tomczyk, neste momento o PEP é o mais importante, pois estimula a participação das indústrias.

    Novo leilão - A Conab fará novo leilão no dia 1º de outubro, quando serão ofertadas 590 mil toneladas. A comercialização será via Prêmio para o Escoamento da Produção (PEP). Esta semana, o presidente da Aprosoja, Glauber Silveira da Silva esteve em Brasília e a apresentou a diretores do Mapa dados que comprovam a necessidade de mais leilões de milho para o Estado.(FR)

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  • guilherme gotelip junior Araxá - MG 28/09/2009 00:00

    João Batista, é muito bom saber de seu retorno. A midia nacional novamente tem um defensor da classe rural deste pais. Sua preocupação com nossos problemas fazem com que sejamos seus ouvites assiduos, principalmente nós, cafeicultores. Continue a nos defender e mostrar a punjança do agronegocio nacional.

    Parabens pelo retorno. Um abraço, Guilherme, Associação dos Cafeicultores de Araxá-MG.

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com João Batista Olivi[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55217

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  • Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 28/09/2009 00:00

    Telmo, contrato de opção custa R$ 1.00 por saca, e não tem garantia... pois tem que entregar em armazens credenciados. Mesmo milho colocado em armazens credenciado a Conab não reconhece, pois precisa emitir a TVN, termo de vistoria e notificação para o produto relmente existir.., não tendo esse documento o produto não existe. Nesse caso para AGF, alegando não ter verbas (pois depende do Tesouro), a Conab é uma empresa que não tem vida propria..., quem fica à deriva é o produtor, e tem caso de produtor que transportou duas vezes o milho... foi para um armazem, esse não estava credenciado, transportou mais 50 km, e o milho esta lá, só que sem vistoria..., portanto, não existe. -

    Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Recursos do PEP chegam apenas aos grandes produtores em MT[/b] - Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55203

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  • guilherme gotelip junior Araxá - MG 28/09/2009 00:00

    Amigo Matielli,fico realmente lisonjeado e feliz por ver no meio da cafeicultura companheiro tão preocupado com nosso futuro. Sou acompanhante incondicional do trabalho que vem realizando em prol da solução de nossos graves probelmas.

    Entretanto, peermita-me discordar do amigo. Não pagar aos Bancos não é um bom conselho. Somos cafeicultores, briosos de nosso passado e futuro, e temos que presevar nossa postura sempre correta.

    Sugiro que a orintação seja no sentido de negociar, mesmo porque estamos tentando tambem negociar nossas dívidas. Calote, me perdoe, não concordo. Vc hoje é um lider, e suas opiniões são respeitadas. Cuidado. um abraço , Guilherme. -

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Armando Matielli[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=53931

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  • Carlos Augusto Alves Ferreira Ribeirão Preto - SP 27/09/2009 00:00

    Caro colega Claudio Medeiros,cseu comentario relativo às cooperativas é exatamente o que ocorre no sistema..., as pessoas bem intencionadas se afastam, dai os espertalhões se aproveitam da situação..., para tirar este pessoal da cadeira é quase impossivel. Conheço cooperativa que seus dirigentes estão há mais de 20 anos mamando às custas de seus cooperados. Acho que uma diretoria não poderia se eleger mais que duas vezes. O favorecimento de amigos é muito grande entre os dirigentes, eles fazem graça com chapeu dos outros, fazendo suas proprias leis. Por estes motivos que acho que tem que ter uma "limpa" nas cooperativas, tanto de produto quanto de credito.

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  • Carlos Roberto da Silva Corrêa Porto Alegre - RS 27/09/2009 00:00

    Prezado João Batista e Aleksander. Gostaria de enviar a ambos minha confiança de que, ao permanecer o espaço do "Fala Produtor" que voces criaram, seu programa terá o mesmo sucesso com certeza, pois é "único e imprescindível" na mídia brasileira com a formatação do "ponto" e do "contraponto".

    Creio que os gráficos explicativos de cotações são uma novidade interessante, pois agregam como fonte de dados mesmo que os valores nem sempre cheguem da porteira para dentro. Pelo menos no meu ponto de vista...

    Tchê João, que sua compreensível ansiedade se transforme em satisfação e alegria ao perceber que seu trabalho continua contribuindo "de forma decisiva" para que os "produtores de alimentos" tenham seu valor reconhecido pelos habitantes das cidades.

    Conte sempre com minha audiência; pois aprendi, aprendo e sempre aprenderei ao assistir seu programa e, dentro do possível, darei minha colaboração, ok?

    Grande e forte abraço,

    Carlos Roberto.

    P.S.: [email protected] - 51 9907-7538.

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com João Batista Olivi[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55217

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  • Wanderley do Nascimento Costa Sorriso/MT - MT 26/09/2009 00:00

    O que deveria ter acontecido, na minha modesta opinião, era um entendimento entre a CONAB/MAPA e as empresas Compradoras/Exportadoras de MILHO, antes do lançamento dos Leilões, formando um consenso de preço justo que viabilizasse a melhor utilização do programa de PEP, de forma que todos tivessem acesso.

    O que ocorre é que fica a imposição de um preço mínimo de R$ 13,20 para o MT, que mesmo com o prêmio cheio, não viabiliza exportação e muito menos mercado interno para as regiões que podem comprar Milho do PEP.

    Neste caso, vemos de um lado a CONAB/MAPA achando que está fazendo sua parte como interventora no mercado para ajudar os produtores, do outro as grandes empresas compradoras fazendo sua função de comerciante e ditando as regras que lhes convém e por último a fatia dos produtores que não conseguiram vender nada de MILHO, nem mesmo com preços abaixo do mínimo, vendo as operações realizar-se e sem saber quem está efetivamente sendo beneficiado com os benditos leilões.

    Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Recursos do PEP chegam apenas aos grandes produtores em MT[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55203

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 26/09/2009 00:00

    Caro e destemido Hilário Casonatto: com relação a este fato, a CONAB só quer o CNPJ de quem faz isto. A denúncia pode ser anônima. O que ela vai fazer? Mandar seus fiscais fazer uma "visitinha" para examinar outros atributos... Quanto ao PEP como Programa, tal qual como está sendo aplicado é inócuo ou então somente muda o problema de lugar. Envia o(s) CNPJ para mim...

    Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Governo leiloa 800 mil toneladas de milho[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55158

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  • CLAUDIO MEDEIROS GRISOLIA Dourados - MS 26/09/2009 00:00

    Cooperativas : os verdadeiros culpados.

    Ao me deparar com o tema cooperativismo e a iminência da instalação de uma CPI para investigação do setor, uma pergunta me vem à cabeça: Na possibilidade de ocorrerem problemas no sistema cooperativista brasileiro, quem seriam os responsáveis? Quais são as razões que tem levado o produtor brasileiro a buscar o sistema? Verificamos que, na maioria das situações, o produtor busca a cooperativa para se proteger de uma economia de mercado cada vez mais inóspita e que, diante dessa situação, o associativismo possa ser o caminho para superar dificuldades e aproximar das oportunidades.

    No entanto, alguns produtores têm usado o sistema para se blindarem diante das dificuldades de mercado e os mais espertos acabam participando das “diretorias”, na tentativa de perpetuar suas vantagens diante dos demais e para tanto usam e abusam do poder. Alguns funcionários acabam se alinhando com os interesses corporativos dessa minoria colaborando para contaminar o sistema. Mas, em última análise quem são os culpados disso? Nós, cooperados, em tempos de melhor condição econômica fomos de certa forma omissos e complacentes, deixando de se interessar pela gestão da cooperativa e, inclusive, de participar da maioria das Assembléias as quais, diante de tão escasso quorum, poderiam ser facilmente manipuladas pelos mesmos espertos que facilmente poderiam anular qualquer tentativa de manifestação contrária, relegando o “subversor” ao ridículo. Por isso tantos bons cooperados se resignaram e se afastaram da Cooperativa.

    O cooperativismo possui belos exemplos no mundo e também alguns no Brasil..., no entanto, a falta da nossa participação, o uso oportunista e individualista do sistema, e a falta de conhecimento cooperativista nos fez perder as rédeas das nossas cooperativas. A CPI deveria dar lugar à mudança de atitude dos cooperados, exigindo a renovação das diretorias através dos instrumentos amparados na legislação cooperativista e nos estatutos das mesmas.

    A falta da nossa participação e o desvio diante das nossas responsabilidades foi determinante no fracasso de várias cooperativas brasileiras. Julgo ser a mudança de atitude muito mais eficaz para o aprimoramento do setor do que uma CPI que já deu inúmeras provas de não levar a nada.

    Claudio Medeiros Grisolia

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  • Carlos Augusto Alves Ferreira Ribeirão Preto - SP 25/09/2009 00:00

    Caros amigos cafeicultores, concordo plenamente com o comentario do Silvio Nisizaki em relação às cooperativas de produção. Acho que tem que ter uma CPI geral tanto na de produção quanto na de credito..., tudo o que foi dito pelo amigo Silvio é a pura realidade que vem acontecendo nos balcões das cooperativas. Ao meu ver estas cooperativas perderam a finalidade de cooperativismo..., elas hoje são simplesmente maquinas de gerar lucros, só que não sei pra quem, pois nós que a mantemos estamos quebrados e os dirigentes sorrindo, batendo recordes e mais recordes. Alguma coisa esta errada e precisa ser apurada.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 25/09/2009 00:00

    Nos lugares civilizados do mundo já descobriram faz tempo. Ou você dá o subsidio ao Produtor ou ao Consumidor final e nunca para o pessoal do "meio" (intermediários) que são muito ágeis para se organizar... para o bem ou não. Seria o caso de PEPRO que, no entanto, teve problemas. A razão é simples: milho em excesso tem que ser enxugado pelo mercado. Faltaram contratos de Opção e por ultimo o Governo fez propaganda de que aumentou o AGF para 600 t por CPF, mas não tem verba. A propaganda ele faturou... mas a ignóbil imprensa nao sabe devolver o ônus daquela noticia. PEP exclusivo de exportação também podemos admitir. -

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Neri Geller[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55203

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  • Leonardo Fernandes Cuiabá - MT 25/09/2009 00:00

    Acho que ajudaria, se o aviso permitisse Exportação indireta..., ai teria mais empresa no mercado comprando, e mais comprador seguinifica melhores preços ao vendedor -

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Neri Geller[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55203

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  • Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 25/09/2009 00:00

    Meu amigo Neri, muito boa a entrevista..., sei que você é uma pessoa verdadeira, mas PEP é porcaria criada para trading faturar, resolver os problemas deles. O Governo, ao contrario do que voce diz, não está fazendo o dever de casa, não tem verba para AGF, segundo eles... Outra coisa, por que as trading não credenciam armazens, somente as cadastram??? O Governo limitou no MT a 10.000 sacas por CPF e, assim mesmo, diz não ter verba para aquisição atraves de AGF. Tem produto depositado em armazem credenciado que ainda não foi reconhecido, pois o produto só existe depois de emitido a TVN pela Conab, e ela não vai fazer a vistoria alegando não ter verba... -

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Neri Geller[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=55203

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