Fala Produtor

  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 07/03/2008 00:00

    O negócio café virou brincadeira mesmo, daquelas brincadeiras onde o mais fraco sempre sai machucado. Nesta semana a TRISTÃO anunciou que o Brasil pode produzir até 53 milhões de sacas no ano de 2008, indo totalmente contra a previsão do orgão oficial do governo a CONAB.

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    Bem, em um país democratico onde todos dizem o que querem tbm tem que aprender a escutar o que não quer, Srs. cafeicultores chegou a hora de cobrar destes analistas de safras que mostrem a metodologia a qual chegaram a estes números, e ainda por cima provem que estes números são veridicos.

    Pois não e possivem que uma unica noticia destas, dita por uma pessoa irresponsável venha a prejudicar milhões de familias que dependem do café e detrimento do ganho de poucos exportadores interessados nestes números.

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    Chegou a hora de nossas lideranças e governo perderem o medo e criarem vergonha na cara para peitar estes carniceiros que vivem da especulação, ganhando em cima do suor e do sangue das familias que dependem diretamente do café.

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    CAROS AMIGOS DA TRISTÃO NÃO RESPEITO EM MOMENTO ALGUM SUA POSIÇÃO COMO EXPORTADORES DE CAFÉ, VCS NÃO SÃO MERECEDORES DA CONFIANÇA DO CAFEICULTOR E PODEM TER CERTEZA QUE A VERDADE VIRA EM POUCOS MESES, E DEPOIS NÃO CHOREM PELO LEITE DERRAMADO.

    AMIGOS CAFEICULTORES DIGAMOS NÃO A TRISTÃO E TODAS AS OUTRAS EMPRESAS QUE LUTAM CONTRA O NOSSO BEM ESTAR.

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    CHEGA DE MENTIRAS, ACREDITO QUE UMA EMPRESA COMO A TRISTÃO CHEGOU A ONDE ESTA COM MENTIRAS, MAS TENHAM CERTEZA QUE ESTA USANDO DELA (MENTIRA) PARA SE MANTER NESTA POSIÇÃO, SE CUIDEM "AMIGOS" DA TRISTÃO

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 07/03/2008 00:00

    Relatório baixista vem aí !

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    Se o sr. João Batista, repetisse hoje a pergunta que fez para mim no programa Mercado, Arte e Cia. do dia 11 de janeiro passado: a festa vai continuar ? se referindo às altas da soja, eu responderia novamente que sim, apesar das baixas de hoje e ontem, porque entendo que a festa (alta) ficou grande demais... antes mesmo do baile começar !

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    Mas o perigo da interrupção temporária da festa vem aí. O boletim do Sr. Marino Colpo, publicado hoje neste site informa que no dia 31 de Março próximo sai o relatório de intenção de plantio nos EE.UU e, se a intenção for a volta do plantio de soja nas áreas migradas para o milho na safra passada, a tendência será de baixa a partir desse relatório.

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    Espertos como são, os grandes fundos, fundações, bancos e especuladores, certamente se anteciparão ao perigo de baixa antes da publicação desse relatório, realizando lucros desde já. As baixas de 50 pontos ontem e 50 de hoje já sinalizam isso. De quanto seria essa baixa ? Eu digo que talvez em torno de 2,5 a 3,0 dólares por bushel, voltando à casa dos US$ 12,00. Essa divulgação coincidiria com a pressão de oferta maior ao fim da colheita que se desenvolve aqui no Brasil, o que levaria as industrias a não participarem de leilões de preços na compra da soja já que a receberam em depósito e terão muita soja para moer até o fim do ano sem necessitar comprá-la, contribuindo assim com a pressão baixista.

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    A questão que fica é se o baile começar em julho e agosto deste ano, com especulações fortes no mercado de clima ! ( Ano de El Nino ) Se ela ultrapassou os US$ 15,00 por bushel devido aos fatores conhecidos e antes do El Nino se repetir, imaginem se ela não baterá facilmente nos US$ 20,00 por bushel em setembro/outubro, US$ 5,00 acima dos US$ 15,00 que eu havia previsto para agosto/setembro !

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    Parodiando a pergunta do Rei da Espanha ao Chávez: Porque no te callas ? Embora eu havia premeditado parar de falar sobre ele, já que de nada adiantou os meus alertas, respondo que não me calo porque este assunto me intriga muito. Perguntei ao Sr. Marino Colpo, de Chicago, se nos EE.UU eles comentam sobre essa questão do El Niño, na imprensa ou na Bolsa de Chicago, e, para surpresa minha ele respondeu que até agora nunca viu nada sobre esse assunto.

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    Entretanto, eu acredito firmemente que no mundo da soja não existe só o Waldir Sversutti de Maringá, que tenha observado esse fenômeno qüinqüenal se repetindo ao longo dos últimos 35 anos, ocasiões em que rebaixou as colheitas deles em m/m 20%. Isso me parece impossível. Aqueles que sabem disso por lá, sim, eles se “callaram” por conveniências óbvias!!! Não comentam nem com as esposas, que é para a molecada da escola não espalhar ! Para fazerem a festa do come quieto, como sempre fazem. A festa que eu tentei evitar com meus comentários neste site em janeiro, fevereiro, maio e julho de 2007, e não consegui !

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    Então ficamos assim, esperando um relatório baixista em 31 de março próximo... e a continuação da festa, (recuperação dos preços) muito mais animada, após agosto e setembro, como eu vinha prevendo.. Desculpem-me se estou cansando vocês com a história desse menino ! A decisão de vender mais, vender tudo ou guardar aquela soja que não precisa ser vendida agora, para ser vendida só em setembro/outubro é uma decisão difícil, só do produtor. Palpiteiro nesse caso, se arrisca a levar algum puxão de orelha ! Mas eu me arrisco a repetir:- aquele que necessita de recursos para quitar dívidas até junho, seria melhor vender agora, segurando esse passarinho que está na mão e deixar os que estão voando, voarem !

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    Waldir Sversutti

    [email protected]

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  • Alexandre Lopes Kireeff Londrina - PR 07/03/2008 00:00

    Vamos rastrear nossos bois.

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    Quando há alguns anos identificaram o "Mal da Vaca Louca" no Velho Mundo, rapidamente as autoridades européias perceberam a necessidade de se adquirir carnes de fornecedores externos.

    Naquela ocasião, o Brasil, único fornecedor apto a atender rapidamente as necessidades européias, emergiu como a alternativa natural para o abastecimento daquela demanda. Foi sob a influência daquelas importantes questões sanitárias que importadores europeus, exportadores brasileiros e autoridades de ambos os lados criaram um produto que, infelizmente, não existe nas condições e nas quantidades pretendidas: o boi rastreado e certificado.

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    Este boi, com carteira de identidade e brincos, ideal para ser monitorado por todo o caminho percorrido desde o dia em que nasce em alguma fazenda brasileira até a gôndola dos supermercados europeus, foi concebido em salas de reuniões e não no ventre de uma vaca, nas pastagens brasileiras, onde todo bezerro sadio de fato deve originar-se. O que empresários, burocratas e até mesmo representantes de entidades de classe combinaram à época é até muito interessante, mas, sinceramente, antes de iniciarem as ações de venda e compra da carne de nossos bois, deveriam ter combinado como tudo isso funcionaria conosco, pecuaristas brasileiros.

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    No início, o rastreamento de nosso plantel foi definido como obrigatório, transformando uma ferramenta óbvia de agregação de valor em um simples novo componente de nossos custos de produção. Daquela forma, o rastreamento, que deveria propiciar benefícios a toda cadeia da carne bovina, gerou benefícios exclusivamente à indústria frigorífica e é exatamente por isso que em determinado momento precisou ser modificado.

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    Atualmente, a adesão voluntária ao processo cria as condições necessárias para que o rastreamento seja um elemento de agregação de valor. Entretanto, considerando a importância das informações constantes em um banco de dados da pecuária brasileira e também os prejuízos que seu mau gerenciamento possa causar aos pecuaristas, parece-nos adequado que o Sisbov, como é chamado o referido banco de dados, seja gerenciado pelos próprios produtores. O próprio Ministério da Agricultura já manifestou-se neste sentido, até porque associações como a Associação Brasileira de Criadores de Zebuínos (ABCZ), que já gerenciam bancos de dados de bovinos extremamente volumosos e sofisticados, com certeza estariam aptas a assumir tal responsabilidade. A Sociedade Rural do Paraná, através de seu serviço de registro genealógico e sua parceria com a ABCZ está capacitada a gerenciar qualquer banco de dados referente à rastreabilidade bovina paranaense.

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    Ocuparmos nossos espaços na cadeia da carne bovina brasileira, não apenas com discursos e críticas, é fundamental. Mais do que isso, está na hora de assumirmos responsabilidades operacionais que de fato nos cabem e que deveriam nos pertencer por direito, deixando a tutela oficial de lado, correndo riscos, usufruindo de benefícios, gerenciando na íntegra nosso próprio negócio.

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  • Leandro dos Anjos São Paulo - SP 07/03/2008 00:00

    SOU TELESPECTADOR DOS PROGRAMAS DO JOÃO BATISTA NO CANAL RURAL...

    GOSTEI MUITO DO MERCADO, ARTE & CIA...

    E ACOMPANHAVA TODOS OS DIAS DE TARDE A NOITE O MERCADO&CIA...

    FAZEM 2 SEMANAS QUE O JOÃO NÃO APRESENTA MAIS OS PROGRAMAS...

    MANDEI UM EMAIL PRO CANAL RURAL, MAS ATÉ HJ, NÃO RESPONDERAM...

    É VERDADE QUE O JOÃO BATISTA MUDOU DE EMISSORA??

    POR FAVOR,NOS AVISEM ONDE E EM QUE HORÁRIOS...

    MUITO OBRIGADO...

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  • João Fernando Taques Castro - PR 06/03/2008 00:00

    O JOAO OLIVI FOI PARA O CANAL TERRA VIVA,, GOSTARIA DE SABER,, OBRIGADO( QUAL É O HORARIO QUE ELE APRESENTA)

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  • Carlos Mello palmeira das missões - RS 06/03/2008 00:00

    RECOMPOSIÇÃO DE DÍVIDAS AGRÍCOLAS

    Importante : É urgente a recomposição de nossas dívidas de custeios e investimentos (temos que diluir estas parcelas) junto ao Banco do Brasil. Precisamos reestabelecer nossa capacidade de pagamento e também liberar nossas garantias, as quais estão sub-avaliadas pelo sistema bancário.

    Tem agricultores que estão sem custeio e investimento desde o primeiro alongamento da safra 2003/2004. Portanto estão fora do crédito oficial a 4 anos. É impossível continuar assim!!! Nossas propriedades precisam de custeios e investimentos urgente!!!

    Urgente : Temos que achar uma alternativa urgente para substituir o FRA. Pois quem esta com restrições de limite e/ou incapacidade de pagamento junto ao Banco do Brasil é impossível esta operação. Estes produtores precisam de um alongamento maior, juros menores e rebate e com garantias e/ou aval do governo. São justamente estes agricultores que precisam urgentemente de um financiamento para sanar Seus Passivos Fora do Sistema Bancário (junto as coopereativas, firmas agropecuárias ou revenda de máquinas, peças e insumos agrícolas – inclusíve e principalmente óleo diesel – nosso maior insumo). Acredito que a saída seria o Sistema Bancário absorver estes passivos e recompô-los juntamente com os passivos Bancários, dentro da capacidade de pagamento dos agricultores, ou seja: se determinado agricultor precisar de 10 anos de alongamento para reestabelecer sua capacidade de pagamento e/ou habilitá-lo a tomar novos financiamentos, será 10 anos; se precisar de 15 anos, assim será seu alongamento, e assim sucessivamente, 20 ou 30 anos..., de tal maneira que tenhamos novamente custeio e investimento pleno para nossas propriedades.

    Nota : A Nossa Dívida Fora dos Bancos carrega muitos e muitos excessos ilegais, temos que corrigir isso. Temos que reduzir esta dívida para os valores originais mais juros de crédito rural, antes de recompô-la.

    Estes juros são altamente lucrativos para eles (Trades e/ou multinacionais) a cada mês que passa. Teríamos que achar um jeito jurídico ou administratívo para trancar as espoliações e/ou cobranças praticadas por estas empresas.

    Nossos problemas Fora dos Bancos é muito mais grave que neles. Nosso maquinário que já é antigo e escasso está sendo estacionado em postos de combustíveis e firmas de agroinsúmos, e nossas áreas de terra, que também são pequenas, estão sendo concentradas em mãos de médio/grandes e grandes produtores. É lamentável. A concentração de terras e renda que já era insuportável agora aumenta assustadoramente. Isto é extremamente prejudicial para as nossas comunidades.

    Para quem está fora do Crédito Oficial desde o primeiro alongamento da safra 2003/2004 a situação é muito difícil e tornou-se insustentável. Precisamos urgentemente de um financiamento para sanar estes passivos fora dos bancos acumulados até os dias de hoje (safras 2004/2005, 2005/2006, 2006/2007 e agora nesta safra 2007/2008 tem agricultores que já perderam até 100%).

    Temos que entender que tivemos perdas gravíssimas nestas safras, não só por estiagens no verão e geadas no inverno (trigo) mas principalmente pela defasagem cambial e descompasso gravíssimo entre o custo de produção e os preços de venda .

    Obs. : Mais uma vez fizemos uma lavoura a um custo de dólar entre R$ 1,8 à R$ 2,00 (principalmente para os custos de quem está fora do Crédito Rural e vem vivendo de escambo e “favores” com multinacionais), e vamos vender a um dólar em torno de R$ 1,5... à R$ 1.6... Isto é lamentável e desastroso pelo quarto ano consecutivo.

    Atenção : Em nosso estado, o Rio Grande do Sul, a quebra da safra (principalmente soja, mas também milho) pela estiagem nesta safra de verão (2007/2008) vai variar de no mínimo 30% à 100%, dependendo da região e/ou município !!!

    Agradeço a atenção e fico a disposição.

    [email protected]

    Coordenador executivo - Carlos Mello

    [email protected]

    Produtor rural (100 hectares) - Carlos Mello

    Palmeira das Missões – RS

    (55) 3742 4461

    (55) 9964 4645

    04/03/2008

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  • Marcio de Oliveira e Silva Carmo do Paranaíba - MG 04/03/2008 00:00

    Como foi sugerido por um anlista muitos produtores que venderam soja antecipada deveriam defender e comprar soja a futuro e foi justamente o que aconteceu tem muita gente que comprou contratos na bmf e estao ganhando e asiim fazendo media e melhorando a venda.

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  • Flavio Luiz Zorzetto Jaú - SP 04/03/2008 00:00

    Olá João Batista. Ouvi uma dura reclamação do nosso Presidente Lula ao Poder Judiciário. Resumindo disse, “cada poder em seu lugar”. Com muita razão o faz.

    Aqui na região de Jaú-SP, a Justiça Federal proibiu a queimada da cana-de-açúcar com uma canetada, em síntese com alegações sem fundamento e mentalidade infantil, desrespeitando o direito do outro em benefício de uma ideológica, onde dá-se o direito de plantar e da noite para o dia tira o direito de colher.

    Nunca votei no Lula, mas tenho que dizer;

    - Quem tem a coragem de dizer estas verdades.

    Um abraço,

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  • José C Fonseca Umuarama - PR 04/03/2008 00:00

    Parabens pela pesquisa Reserva Legal. Ela importante inclusive para a sobrevivências de todos os seres vivos e deo próprio planeta.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 03/03/2008 00:00

    Governo e produtores rurais discutem viabilidade econômica da Reserva Legal

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    Enquanto "todos" os "imbecís" condenam até o desmatamento LEGAL na região amazônica, no SUL - Paraná, discute-se "a viabilidade econômica" da Reserva Legal, cuja obrigatoriedade está na Lei - ora, utilidade econômica...! e a nossa imprensa nem noticia o fato. Aliás, de onde surgiu este conceito segundo o qual o povo do Sul e do Sudeste não precisa obedecer a Legislação Florestal ?

    Com a palavra os Senhores Jornalistas! Quero registrar de que também apoio a utilidade econômica da Reserva Legal. Mas tem que valer para todos! A Lei não é igual para todos ? Por quê uns haveriamde ser "mais iguais do que os outros ?"

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    (Segue a notícia):

    O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, participou nesta sexta-feira (29) de uma reunião com representantes do setor produtivo agrícola para discutir a viabilidade econômica da Reserva Legal - medida prevista no Código Florestal Brasileiro que obriga todo produtor rural a preservar ou recuperar 20% da área de sua propriedade, promovendo seu manejo sustentável.

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    “A idéia é associar a preservação ambiental ao rendimento econômico, criando benefícios àqueles que antes só viam obstáculos e prejuízos. Afinal, quando o homem está no vermelho, ele não preserva o verde”, afirmou o secretário ao iniciar as discussões. A reunião fez parte das atividades do Grupo de Trabalho responsável pela elaboração de critérios e premissas para exploração econômica de plantios florestais em área de Reserva Legal

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    O uso econômico da Reserva Legal está previsto na legislação, comentou o secretário Rasca. “De acordo com a Lei da Mata Atlântica, as propriedades com até 50 hectares são consideradas de pequeno porte e podem utilizar 40% da área de reserva legal para o plantio de espécies que geram bens, como madeiras valiosas de espécies nativas, além de produtos como mel, frutos e plantas medicinais”, explicou. “Já as propriedades de maior porte, até 2014, podem produzir plantas exóticas, sempre com a autorização do Instituto Ambiental do Paraná (IAP)”, completou.

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    O grupo é coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e, além da secretarias da Agricultura e do Planejamento, conta com a participação da Embrapa Florestas, Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep), Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul do Brasil (Fetraf-sul), Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e Universidade Federal do Paraná (UFPR).

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    OPORTUNIDADE - Para o representante da Faep, Luiz Anselmo Tourinho, a oportunidade propiciada pelo governo do Estado do setor produtivo participar das discussões foi uma excelente iniciativa. “Assim podemos apresentar nossas propostas desde o início do processo e temos a garantia, reforçada hoje pelo secretário Rasca, de que nossas reivindicações serão debatidas e, se aprovadas, incluídas no documento final”, comentou. Ele ainda ressaltou que a Federação, com 370 mil proprietários rurais associados, já está solicitando a seus integrantes sugestões para serem apresentadas ao Grupo.

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    O representante da Ocepar, Gustavo Sbrissia, classificou como inovadora a postura do governo do Estado. “Nos dias atuais a maior dificuldade é encontrar o equilíbrio entre o setor produtivo e a proteção ambiental. Com nossa participação nestas reuniões, certamente sairão normas mais fáceis de serem aplicadas, o que irá contribuir para este equilíbrio tão importante”, disse. Segundo ele, este trabalho conjunto também irá proporcionar maior adesão de seus mais de 100 mil produtores rurais às normas elaboradas.

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    De acordo com o Sistema Estadual de Manutenção, Recuperação e Proteção da Reserva Florestal Legal e Áreas de Preservação Permanente (Sisleg), gerenciado pelo IAP, no Paraná 13,4% dos 20% do reflorestamento necessário para cumprir a legislação referente à reserva legal já estão garantidos.

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  • Flavio Luiz Zorzetto Jaú - SP 03/03/2008 00:00

    João Batista, sou seu telespectador e admirador há muito tempo, e percebo que o sr. aborda os fatos do agronegócio com bastante propriedade.

    Nós, produtores de cana-de-açúcar, estamos passando pela pior fase da história. Quem tem cana-de-açúcar está perdendo terras para as usinas, pois o custo de produção está maior que o de venda há várias safras consecutivas, num desvio social tremendo.

    Mas essa situação está sendo melhor esclarecida (adicione o e-mail “em anexo” que eu enviei para a Assocítrus), onde conto parte do que estou passando. (A Assocítrus, comunicando-se comigo, sensibilizou-se com minha situação, pois, num país fraco de associativismo, pessoas agindo desta forma constrangem as que trabalham).

    É lógico que quando quem deveria me representar se posiciona contra mim, o resultado é um só. E é isso que estamos passando! Por outro lado, não vejo nenhuma mobilização por parte dos membros das Associações, como a Orplana, em realizar reuniões no sentido de abordar a crise, além do próprio Consecana-SP. Embora seja muito estranho, tudo é´muito compreensivo, pois "eles" estão do lado de lá.

    Como estou sozinho nesta empreitada, tenho que procurar ajuda em outros lugares, como um cachorro que caiu da mudança, e não naquele onde por vários anos contribuí.

    Acompanhei sua entrevista no dia 12 passado com o sr. Antônio de Pádua, da Única, um fiel representante dos usineiros, onde ele em síntese disse que as usinas venderam mal seu produto, e que a maior parte da venda do álcool é feita no Spot. Ora, se as usinas vendem mal o seu produto (porém nunca abaixo do custo de produção delas) isso reflete-se em prejuízos aos produtores, que, dentro deste Sistema Consecana-SP, dependem de uma boa comercialização dos produtos para termos renda. Ou seja, entramos na conta do “mix”de produção de cada unidade compradora.

    Eles vendem no Spot, porém não aceitam comprar dessa forma, exigindo do produtor um mínimo 6 anos de contrato leonino.

    Eu só queria relatar a situação que passei e estou passando. Considero muito preocupante uma pessoa que representa o setor ir contra seu representado, posicionando-se à favor de uma Indústria que adora pagar abaixo do custo. Pior é que desta metodologia (Consecana) é a própria indústria compradora quem forma o preço, Po risso, pergunto: quem vai agüentar tamanha desigualdade???

    É bastante complexo o tema, mas este é um pequeno resumo.

    Muito obrigado pela atenção, não vou deixar de te prestigiar.

    Um abraço,

    Flávio.

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  • Ricardo Bergamini Florianópolis - SC 03/03/2008 00:00

    Resultado Fiscal Nominal da União – Fonte MF

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    Base: De Janeiro de 2003 até Dezembro de 2007

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    De janeiro de 2003 até dezembro de 2007 houve aumento das despesas totais (correntes e de capitais) de 1,25% do PIB em relação ao ano de 2002. Aumento real em relação ao PIB de 4,88%. Apesar do aumento global das despesas, devido ao aumento do número de Ministérios, houve redução de algumas despesas importantes, tais como: Saúde (–2,70%); Defesa (-13,41%); Educação (–3,79%).

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    De janeiro de 2003 até dezembro de 2007 houve redução das receitas totais (correntes e de capitais) de 2,52% do PIB em relação ao ano de 2002. Redução real em relação ao PIB de 8,54%.

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    De janeiro de 2003 até dezembro de 2007 a União gerou um déficit fiscal nominal de R$ 421,3 bilhões (3,96% do PIB).

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    A dotação orçamentária das despesas da União do exercício de 2007 foi de R$ 940,7 bilhões. Em 2007 foi empenhado o montante de R$ 849 bilhões e liquidado R$ 849,0 bilhões, ficando resto a pagar de R$ 48,3 bilhões para o ano de 2008, não considerando renegociação de dívidas de R$ 378,7 bilhões em 2007.

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    Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

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  • Tomaz Fernando de Bastos Formosa - GO 29/02/2008 00:00

    opinião do Celso Amorim..

    O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim disse em entrevista durante seminário em Cingapura. "Se a taxa de câmbio continuar a subir, poderá se tornar uma preocupação".

    ai digo eu ???PODERÁ ???? para a equipe economica

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  • Tomaz Fernando de Bastos Formosa - GO 29/02/2008 00:00

    ACORDA BRASIL ,,, CAMBIO FIXO !!

    Vamos deixar os gringos comprarem o Brasil ??. Precisamos defender nossa moeda e nosso setor produtivo do deficit americano. A China faz outros já fizeram, o Brasil precisa fazer URGENTE ,,,, vamos esperar o ano que veem , quando o dolar estiver valendo menos de R$1,40 e o Brasil estiver com mais de U$250 bi de reservas( pra que?? pagar a vida boa dos gringos ??).

    Somos o celeiro do mundo (hoje o mundo começou a ver isto) portanto vamos defender nosso Brasil,,,,,,onde esta a bandeira do PT e tudo o mais que pregavam ???

    Antes o cambio fixo não deu certo porque era outra historia ,,,, o Brasil cresceu se fortaleceu hoje precisamos de um cambio justo para quem produz neste Brasil(agricultura e industrias).

    Seja cambio fixo ou controlado ou banda fixa ou o que for mas por favor acordem,,,,,,,,

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 29/02/2008 00:00

    Acabando o atual efeito pororóca, virá o efeito caranguejo. Após 2.010, mantida éssa politica cambial, voltará o efeito choradeira ! Lembrem-se de José e o Faraó ! Previnam-se, desde já.

    Apesar do primeiro déficit comercial desde maio de 2.003 anunciado esta semana, finalmente indicando que o superávite comercial começa a cair, ainda assim, a cotação do dólar se mantém em quéda. Estou atônito. A farra com os juros altos foi tanta que, o acúmulo de reservas ... ( seriam reservas ??? ) em níveis tão altos, fará que uma possivel recuperação das cotações da moéda americana em nosso cambio flutuante, demore muito tempo, mais tempo do que eu previa, infelizmente.

    Se demorar mais que 14 meses para se recuperar, que é o tempo de sustentação das atuais cotações das commodities na Bolsa de Chicago, aí sim, os produtores perderão novamente oportunidade histórica de se capitalizarem, pois terá inicio mais um período de três anos de baixas nas commodities, mais um período de intensas choradeiras e nova onda de inadimplências a partir de 2.010.

    E as dívidas vão ficando, ficando .. para as tão ansiadas prorrogações.

    Se forem novamente aprovadas, será preciso alternar o valor das prestações a serem pagas, dimensionando pagamentos maiores para aqueles anos de repetição do El Ninõ e por isso, época de altas (safra de 2008 e 2009), (2013 e 2014) e, prestações bem mais baixas nos anos de intervalos, que são 3, pois nesses anos haverá a necessidade de rotações de culturas, o que certamente provocará uma renda insuficiente, ainda mais se mantido esse dólar manipulado nesses níveis ridículos.

    É só imaginar a soja voltando aos US$ 10 a 12,oo dólares nas regiões produtores a partir da colheita de 2.010 e ver se o produtor de soja se mantém em pé com a soja a R$ 18,oo ou 20,00 a saca. Se o barril de petróleo se mantiver nesses níveis de US$ 100,00 dólares, talvez o bio-diesel sustente o preço da soja em niveis um pouco acima dessa previsão.

    De nada valerá previnir os produtores para éssas épocas ou ciclos de altas se não lhes forem garantidos financiamentos dos plantios, com vencimentos adequados nos contratos para setembro, pois se continuarem com os vencimentos atuais forçando as vendas das colheitas no segundo trimestre do ano, os produtores continuarão vendendo a baixos preços, ficando novamente sem renda.

    Se isso não for feito, os prejuizos se repetirão novamente nas safras de 2013/14 e 2018/19, porque além de não acreditarem nos diversos comentários meus neste site a partir de janeiro de 2007, também não acredito que se lembrarão disso naqueles anos.

    E ainda, terão que serem expurgados das dívidas securitizadas e alongadas através do Plano Pesa, todos os índices ilegais aplicados nas suas correções na segunda quinzena de março e todo o mês de abril de 1.990. Até mesmo o excesso da poupança louca dos tempos iniciais de FHC quando, para fazer política monetária asfixiante, adotou uma TR descasada da inflação real, e onerou, não só a casa própria fazendo a infelicidade dos mutuáriaos, como também as dívidas rurais.

    Quem aderiu ao Plano Pesa foi obrigado a aceitar a correção pela poupança, a partir de 1.994, mas a Lei 8.880 do Plano Real previa a correção dos débitos rurais pré existentes, pela mesma variação que corrigisse os preços mínimos, dispositivo vetado pelo então presidente Itamar num verdadeiro ato de passa-moleque com a bancada ruralista. O , Congresso Nacional deu o trôco, derrubando o veto e fazendo aquela Lei valer desde a data de sua promulgação.

    Aí portanto, tem mais uma montanha de dinheiro ilegal jogado nas dívidas dos produtores. Produtores bonzinhos que aceitam serem roubados nas contas, no dólar, nos contratos antecipados através da ausência de financiamento bancário e da desinformação das épocas de oscilações de preços ocorridas sistemáticamente, de 5 em 5 anos, nos últimos 35 anos.

    Waldir Sversutti

    [email protected]

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