Fala Produtor

  • Daniel Afonso Fornari Balsas - MA 11/08/2009 00:00

    Qual o problema de se fazer apenas uma safra no ano? ou Safrinha dá lucro?

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  • Renato Santi Locatelli Alvorada do Sul - PR 11/08/2009 00:00

    Incrivel... este ano as lavouras estão tendo um ataque muito grande de brusone no estado do Paraná (está afetando os trigais com perdas acima de 50%). Verifiquei esta situação em todo centro-norte do Paraná e sul do Estado de São Paulo, e ainda falam em super-produção??? Sem preço minimo, aliás com preço minimo mas que o governo não garante, ano que vem adeus produção de trigo... ninguem deverá plantar.

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  • Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 10/08/2009 00:00

    Do jeito que vai indo, vamos dar pão e bolo para nossos suinos... pois milho não passa de R$ 8,20 hoje no medio norte do MT... parece piada, mas não é. -

    Comentário referente a notícia: [b]Trigo e cevada para suínos[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52617

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  • marcio aldir graf Manoel Ribas - PR 10/08/2009 00:00

    É muito facil o governo querer que o produtor faça a sua parte e aumente a produçao; o unico problema é que nem o preço minimo é respeitado..., a agricultura brasileira já nao vai bem das pernas, o triticultor entao nem se fala, se depender de preço de trigo estaremos falidos.

    Comentário referente a notícia: [b]Governo brasileiro quer produzir 70% do trigo consumido no País[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52451

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  • Roque Luiz Rhoden Sinop - MT 10/08/2009 00:00

    Prof. Climaco, ótima explanaçao e parabens. Gostaria que enviassem essa materia a Globo, dona da WWF (ong) e socia nao sei de qtas ONGs, para que a comentarista Miria Leitao pudesse ter um conhecimento REAL da Amazonia e ter um conhecimento mais CIENTIFICO (nao só emocional que ela tem).

    Assisti recentemente ao video sobre essa matéria (não estou mais achando/encontrando esse video).

    Parabens Prof. pela sua audácia e estudo sobre o meio ambiente. Continue assim.

    Comentário referente a notícia: [b]Impedir o avanço da cana pode ser a maior burrada ambiental das ONGs e ambientalistas.[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52140

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 10/08/2009 00:00

    É uma grande balela admitir relação direta dos preços da soja com o petróleo, por causa do biodiesel. Afinal, se alguém estiver especificamente "moendo soja" para a finalidade de retirar o óleo e destiná-lo ao fabrico de biodiesel, o que este alguém fará com o farelo...? Ninguém é tão otário assim. Ademais, faz um enorme bem para a saúde humana um menor consumo de rãs. O coração agradece!

    Comentário referente a notícia: [b]DIRETO DOS EUA: Preços de milho e trigo sobem com quebra nas safras na Rússia e na Ucrânia[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52556

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 10/08/2009 00:00

    Sou fã do Senador Gilberto Goellner, um eng. agr. e agricultor muito bem sucedido, mas não acredito no sucesso deste Fundo. Já diz um antigo ditado "é do couro que sai a correia..." Pela nossa experiência, tudo que é proposto para "facilitar" o menor custo direto do crédito, tem sempre um ENORME custo de oportunidade. Desta vez não será diferente...

    Comentário referente a notícia: [b]DEBATE SOBRE FUNDO GARANTIDOR: Confira a palestra do Senador Gilberto Goellner[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52551

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  • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 10/08/2009 00:00

    Este cenário ja era previsivel..., enquanto houver produção em excesso e inexistencia de garantias reais, o que veremos é uma agricultura caminhando como um bebado, cambaleando de um lado ao outro de uma estrada que beira a um abismo. Politicas sérias, e não protecionistas, mas que norteem o agricultor, garantam preços que remunerem a sua produção e assim, por consequencia, mantenha o mercado abastecido, porém sem sobras, mas apenas o necessário. Só assim há saida! Cabe aos orgãos ligados ao setor impor regras e limites. Não é possivel que se deixe inundar o mercado desse ou daquele produto, sabendo-se que isso vai gerar prejuiso ao agricultor e também a todo o pais, que terá que socorre-los, renegociar dividas, empurrando uma vez mais a bola de neve montanha acima, e quando esta se volta, agigantada esmaga e destroi todos a sua frente, principalmente o agricultor. Este é o desafio; ou planejamos e nos adequamos a realidade, ou estaremos sempre implorando cremênçia! É isso ou nada!

    Comentário referente a notícia: [b]Preços do trigo e do milho seguem em queda no RS[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52518

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  • Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 10/08/2009 00:00

    Amigos, Sobre QUEIMADAS NA AMAZONIA E EMISSOES GLOBAIS DE Co2 -

    Vide a seguir que as mentiras e chutes bem/mau intencionados do IPCC/ONU e dos anjinhos das ONGs, ambientalistas, jornalistas mau informados ou contribuintes "trouxas" começam a ser desmentidas e por órgãos como o INPE no Brasil.

    Por isto, e tambem graças ao trabalho incessante do MAPA, SAE e alguns congressistas, o PLANALTO e O PRESIDENTE estão vendo que temos razão nesta peleja ambiental, em que, vergonhamente, só rola mentiras, barreiras ao nosso desenvolvimento e inclusão social dos mais pobres e "mucha grana". Para eles tratam-se de árvores, mas com "folhas verdinhas de US$" e tronco "vermelho de sangue" dos pobres - como na Índia - e a ser sugado gratuitamente nesta guerra ambiental de expertos.

    Clímaco Cezar

    [email protected].

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    Desmate da Amazônia gera 2,5% das emissões globais de carbono

    Cálculo preliminar feito por cientistas do Inpe reduz a contribuição da devastação para o aquecimento global

    Herton Escobar, BONN (ALEMANHA)

    O desmatamento da Amazônia brasileira contribui com aproximadamente 2,5% das emissões globais de gases do efeito estufa (GEEs), responsáveis pelo aquecimento global, segundo um cálculo preliminar feito por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

    O volume de carbono emitido é enorme. Porém, proporcionalmente menor do que se imaginava, segundo o diretor do Inpe, Gilberto Câmara. A estimativa inicial, diz ele, era de que o desmatamento na Amazônia brasileira respondia por 5% das emissões globais de GEEs (principalmente dióxido de carbono, ou CO2). O novo cálculo foi feito numa reunião com cientistas do instituto na sexta-feira, após uma consulta feita pela reportagem do Estado.

    Câmara enfatiza que é uma estimativa preliminar, que ainda precisa ser refinada - mas que não deve desviar muito dessa ordem de grandeza. A conta foi feita com base na taxa de desmatamento de 2008, que foi de aproximadamente 13 mil km².

    O diretor do Inpe aproveita para questionar outra estimativa que vem sendo citada amplamente nos debates internacionais, de que o desmatamento acumulado no mundo produz 20% das emissões globais de GEEs. Esse número, segundo ele, é baseado em dados superestimados da Fundação das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que adota como média para o Brasil um desmatamento anual de 30 mil km² - muito acima do real.

    Nos últimos 20 anos, segundo os dados do próprio Inpe, a média anual de desmate na Amazônia brasileira foi de aproximadamente 18 mil km².

    "Não há base científica confiável para esses 20%", disse Câmara ao Estado. Ele acredita que uma estimativa mais realista seja em torno de 10%, conforme um trabalho publicado pelo World Resources Institute.

    O cálculo dos 20% é citado nos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e tem servido de base para as negociações internacionais a respeito da contribuição do desmatamento (e dos países em desenvolvimento) para o aquecimento global.

    "O IPCC chancelou esse dado porque ninguém dos países em desenvolvimento se deu ao trabalho de ir atrás do número real", afirma Câmara - acrescentando que o Inpe está empenhado em fazer esse cálculo. "Foi um dado que ninguém se interessou em contestar."

    Os novos números, segundo Câmara, não diminuem em nada a necessidade de estancar o desmatamento. Mas diminuem, sim, o efeito que essa redução pode ter sobre as mudanças climáticas na escala global.

    As implicações são grandes para a negociação do novo acordo climático que deverá ser fechado em dezembro, em Copenhague, na próxima Conferência das Partes (COP) da Convenção do Clima das Nações Unidas. "É muito conveniente para os países desenvolvidos que as emissões por desmatamento nos países em desenvolvimento sejam altas", avalia Câmara. "Quanto maior a nossa contribuição (para o aquecimento global), menor a deles."

    Três reuniões preparatórias ainda serão realizadas antes de Copenhague. A primeira começa hoje em Bonn, na Alemanha.

    DESMATAMENTO EVITADO

    Os novos cálculos apresentados por Câmara alteram também o cenário das discussões sobre Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal (REDD), que é um dos temas críticos na agenda do Brasil para Copenhague. O REDD é um mecanismo proposto que permitiria aos países desenvolvidos receber créditos de carbono pelo financiamento de projetos de conservação que reduzam o desmatamento nos países em desenvolvimento.

    O governo brasileiro aceita negociar o REDD como um mecanismo auxiliar de financiamento, mas não como um mecanismo compensatório. Ou seja: os países desenvolvidos poderiam financiar projetos de conservação e até obter créditos de carbono, mas não usar esses créditos para compensar suas próprias emissões.

    Na visão do Itamaraty e de representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia que participam das negociações, isso daria uma saída fácil para os países desenvolvidos cumprirem suas metas sem precisar reduzir substancialmente suas emissões por queima de combustíveis fósseis - que é o maior problema global.

    "Não adianta querer salvar o clima com florestas; não adianta mesmo", diz a diretora de Relações Internacionais do Inpe, Thelma Krug, uma das principais representantes do Brasil na Convenção do Clima.

    "A floresta preserva estoques de carbono, mas não reduz emissões", diz o diplomata André Odenbreit, do Itamaraty. "Se dermos créditos de carbono para conservação aqui, alguém vai emitira mais em outro lugar. A conta simplesmente não fecha." Além disso, diz ele, se o Brasil exigir compensações para não desmatar suas florestas, outros países poderão exigir o mesmo para não explorar suas reservas de petróleo.

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  • Hélio José Alves de Figueiredo S. S. do Paraíso - MG 10/08/2009 00:00

    Um politico quando deixa de atender as suas bases, deixa espaço para que outro ocupe o seu lugar.

    Cuidado Aécio Neves. Hélio Costa vem aí.

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  • Carlos Mello palmeira das missões - RS 09/08/2009 00:00

    Dívida Rurais Fora dos Bancos – URGENTE !!!

    Uma alternativa para substituir o FRA – Fundo de Recebíveis do Agronegócio

    (Limitada a produtores com até 8 módulos fiscais)

    I - O Governo e/ou o Sistema de Crédito Oficial cometeu uma ilegalidade perante a lei agrícola brasileira e/ou o manual de crédito rural, tendo em vista que estes agricultores que aderiram ao alongamento foram ao longo destes últimos anos deixados fora dos financiamentos oficiais. Portanto, a geração de renda suficiente ao pagamento da responsabilidade foi nos tirada (e isto é ilegal), e assim além de ineficaz o programa de alongamento, nos levou a um novo endividamento, que é com o setor privado. Portanto, em tese e também apoiado na nossa legislação, o mínimo que o governo tem que fazer para redimir-se da ilegalidade é trazer estes passivos que encontram-se fora do crédito oficial para as normativas do crédito rural e recompô-los para dentro da capacidade de pagamento destes agricultores.

    A união já confessou-se ciente do problema e/ou da ilegalidade cometida. Tanto que legalizou-se o FRA para tal fim, só que mostrou-se um programa totalmente ineficaz. Portanto temos que buscar uma alternativa que viabilize o saneamento destes passivos, levando em consideração a capacidade de pagamento destes pequenos agricultores.

    II - O governo e/ou o Banco do Brasil deve comprar estes passivos e recompô-los juntamente com os passivos bancários ( trazê-los para as normativas do crédito rural ). Sendo ele, governo, o garantidor e subsidiário destes papéis. Isto aqui é solucionável com a criação de um fundo garantidor para estas operações.

    Tais passivos devem ser os acumulados até os dias de hoje. Ou seja: safras 2003/2004, 2004/2005, 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008, 2008/2009 – Junto às cooperativas, multinacionais, firmas agropecuárias, peças e insumos agrícolas – inclusive e principalmente óleo diesel – nosso maior insumo.

    Estas propriedades precisam de custeios e investimentos urgente !!!!!

    É humanamente inaceitável que sente-se numa mesa de negociação para reestruturar dívidas de um produtor com 10.000 ha e, use-se esta mesma normativa de reestruturação para um produtor de 100 ha, por exemplo.

    É muito contrastante a nossa pobreza rural com a expansão do agronegócio da alta escala.

    Nossos problemas fora dos Bancos são muito mais graves que neles. Para quem está fora do crédito oficial desde o primeiro alongamento da safra 2003/2004, a situação é muito difícil e tornou-se insustentável. Precisamos urgentemente de um financiamento para sanar estes passivos fora dos Bancos acumulados até os dias de hoje. Pois na safra 2007/2008 tem agricultores que perderam até 100% - estiagem, granizo e geada precoce (15/04), que desimou as lavouras com soja de variedades mais tardias aqui em nosso estado, o Rio Grande do Sul, e como estavam fora dos custeios oficiais, não tiveram Proagro !!!

    Para completar todas estas dificuldades e catástrofes relatadas e/ou demandadas neste documento, temos agora, e pontualmente na safra 2008/2009, Estado de Emergência na maioria das regiões produtoras gaúchas (mais de duzentas cidades), além, é claro, de uma crise global e/ou de crédito na qual estes agricultores estão totalmente inseridos e incrivelmente desamparados.

    OBS. : Não tem pauta de negociação nenhuma para este pessoal que está com Dívidas Fora dos Bancos e com total incapacidade de pagamento!!!! Pois são justamente estes agricultores que precisam urgentemente de um financiamento ou uma ajuda para sanar seus passivos fora do sistema bancário (firmas de agroinsúmos, multinacionais, cooperativas e postos de combustíveis – óleo diesel).

    É fundamental e urgente que nos dêem condições para produzirmos e/ou mantermos no campo, ou pelo menos não nos tirar condições. E isto passa necessariamente e urgentemente por uma reestruturação de nossos passivos tanto dentro como fora do sistema bancário. Precisamos de apoio e sustentabilidade para podermos continuar a trabalhar no campo sem sermos tratados como um agronegócio de alta escala e sim como um agronegócio que corresponda ao tamanho de nossa escala de produção ou propriedades !!! Temos que saber também que todas as nossas perdas fizeram parte de projetos e planos de governo !!!

    Temos que achar uma alternativa urgente para substituir o FRA (vai atender principalmente os agricultores que realmente perderam renda). Pois para quem estava ou está com restrições de limite e/ou incapacidade de pagamento junto ao Banco do Brasil tornou-se impossível esta ou qualquer operação de crédito. O Fundo de Recebíveis do Agronegócio, além de referir-se somente às safras 2004/2005 e 2005/2006, seus juros eram caríssimos, e os passivos concentrados em poucas parcelas (quatro) – temos que ter parcelas que não impactem na capacidade de tomarmos novos Créditos Oficiais.

    Fico à disposição. Qualquer dúvida ou explanação, não deixem de me contactar.

    Carlos Mello

    Pequeno Agricultor

    Palmeira das Missões

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  • Carlos Mello palmeira das missões - RS 09/08/2009 00:00

    Emergência no Rio Grande do Sul

    (Estiagens, Dívidas Rurais e Crédito Agrícola)

    A renegociação de dívidas agrícolas recentes (MP 432 – Lei 11.775) mais tirou o agricultor do crédito rural brasileiro do que beneficiou-o. A essência e/ou o mérito desta renegociação seria trazer o produtor rural para o crédito novamente.

    Obs: A estiagem é uma calamidade quase que perene em nosso estado. No entanto, muito pior que ela é não termos mais acesso ao crédito rural.

    Portanto: Temos que diluir nossas parcelas junto ao Banco do Brasil e termos no mínimo dois anos de carência e rebate na adimplência das parcelas. Só assim teremos capacidade e/ou possibilidade de pagamento e, assim termos acesso ao crédito novamente.

    Dívida Fora dos Bancos - Nossos problemas fora dos Bancos são muito mais graves que neles. Para quem está fora do crédito oficial desde o primeiro alongamento da safra 2003/2004, a situação é muito difícil e tornou-se insustentável. Precisamos urgentemente de um financiamento para sanar estes passivos fora dos Bancos acumulados até os dias de hoje.

    Temos também que flexibilizar as garantias a nós exigidas junto ao Banco do Brasil. Temos que criar metodologias para destravar e/ou facilitar nossa tomada de crédito plena, tanto para investimento como para custeio de nossas propriedades rurais.

    OBS: De nada adianta falarmos em Flexibilização do Crédito Rural, Fundo Garantidor, etc., etc., etc..., caso não mudarmos a metodologia para o crédito rural adotada pelo Conselho Monetário Nacional, Federação dos Bancos, e principalmente Banco do Brasil.

    Isto é urgentíssimo !!!!!

    [email protected]

    Carlos Mello

    Pequeno Agricultor

    Palmeira das Missões – RS

    (55) 3742 4461

    (55) 8429 9997

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  • Carlos Roberto da Silva Corrêa Porto Alegre - RS 09/08/2009 00:00

    Sou da opinião que somente com o equilíbrio entre "produção e demanda" (vide Sr. Telmo Heinen) a nível nacional (e com o Gerenciamento Profissional dos Riscos da Atividade Agrícola) poderemos vislumbrar uma certeza de renda para todos os produtores rurais do Rio Grande do Sul e do Brasil, não acham?

    Grande abraço e obrigado.

    Carlos Roberto "[email protected] - 51 9907-7538. (3)

    Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Fundo de Repartição de Perdas (FRP) deve vigorar no ano que vem[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52496

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  • Carlos Roberto da Silva Corrêa Porto Alegre - RS 09/08/2009 00:00

    Na verdade sou cético em acreditar que o NC oferecido ao estado aumente com o FRP, mas me parece que torna viável o aumento da Capacidade (disposição para aceitação do risco de produção pelo Mercado Segurador). Por isto, desde a EXPODIRETO 2009 defendo a posição que devemos implementar medidas complementares baseados em um %u201Cfator local%u201D para atingir a meta de garantir toda a produção agrícola do estado.

    A sugestão que fizemos para se criar a Câmara Técnica do Seguro Rural aguarda avaliação pelo conselho presidido pela SEAPPA. Foi planejada para centralizar todas as demandas sobre este assunto no estado e terá como objetivo Dispersar, Diluir, Atenuar, Eliminar e Transferir os 11 riscos da atividade agrícola que identificamos desde que iniciamos o estudo do Seguro Agrícola. (2)

    Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Fundo de Repartição de Perdas (FRP) deve vigorar no ano que vem[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52496

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  • Carlos Roberto da Silva Corrêa Porto Alegre - RS 09/08/2009 00:00

    João Batista e Aleksander, parabenizo o Dep. Michelletto por ter enfrentado o desafio de criar o Fundo de Repartição de Perdas (Fundo de Catástrofe) e ter tido sucesso..., porém gostaria de registrar que os valores mencionados deixam dúvidas se realmente ocorrerá a eliminação do risco de produção da agricultura brasileira como todos desejamos. Em 2007 no Rio Grande do Sul foram plantados 8 milhões de ha que renderam R$ 15 bilhões (IBGE). O fundo não terá no máximo R$ 5 bilhões?

    Acredito que o entusiasmo contagiante do deputado fez com que se tornasse pouco claro os conceitos que mencionou, pois o NC (Nível de Cobertura %u2013 100 sacos) é garantido pelo mercado segurador que cobra um Prêmio (taxa) para assumir este risco (aceitação). Este é seu negócio, mas por regulamentação (SUSEP e CNSP) é necessário que garanta a IS (Importância Segurada) ou seja reserve dinheiro (Provisão) para honrar os sinistros que por ventura venham a ocorrer nesta lavoura de feijão, certo? (1)

    Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Fundo de Repartição de Perdas (FRP) deve vigorar no ano que vem[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=52496

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