Fala Produtor

  • Waldir Sversutti Maringá - PR 29/05/2007 00:00

    Desta vez meu coment&aacute;rio &eacute; sobre o que disse o Sr. Amado de&nbsp;Oliveira Filho da Famato, artigo postado pelo Sr.Renato Ferreira - Dourados/MS: &ldquo;Pelo amor de Deus, n&atilde;o plantem!&rdquo;, em 24/05/2007. <br /><br />Digo o seguinte: Este e o pr&oacute;ximo s&atilde;o anos de se plantar soja at&eacute; em cima do carreador do visinho. Os pre&ccedil;os internacionais ser&atilde;o bons. O confisco da renda do produtor atrav&eacute;s do dolarzinho furado s&atilde;o outros 500 ... coisa de gente mal intencionada em cima do produtor e bem intencionada em favor do consumidor de alimentos ... <br /><br />Nas &uacute;ltimas tr&ecirc;s safras a soja foi plantada com o d&oacute;lar mais alto e nas respectivas comercializa&ccedil;&otilde;es as vendas ocorreram com sua cota&ccedil;&atilde;o, m/m R$ 0,50 mais baixo nas duas primeiras e, R$ 0,20 na &uacute;ltima. Agora que ele est&aacute; no fundo do po&ccedil;o, o perigo que o plantador de soja corre na pr&oacute;xima safra, ser&aacute; vend&ecirc;-la, desta vez, com o d&oacute;lar mais caro ou no m&iacute;nimo, ao n&iacute;vel da cota&ccedil;&atilde;o desta planta. <br /><br />O que me preocupa no Artigo do Sr. Amado &ldquo;Pelo amor de Deus n&atilde;o plantem&rdquo; &eacute; que, justamente, as duas pr&oacute;ximas safras de soja ser&atilde;o as duas melhores de pre&ccedil;os em d&oacute;lares das cinco pr&oacute;ximas, devido &agrave; repeti&ccedil;&atilde;o do El Nino em 2008 nos EE.UU. cujo fen&ocirc;meno rebaixa a produ&ccedil;&atilde;o deles em m/m 20%, nessas ocasi&otilde;es, com reflexos de pre&ccedil;os favor&aacute;veis para n&oacute;s no segundo semestre de 2008 e em cheio na colheita de 2009, mas j&aacute; em processo de baixa. <br /><br />Al&eacute;m disso, espera-se que os produtores americanos migrem novamente para a produ&ccedil;&atilde;o de milho mais 10% da &aacute;rea de soja, como fizeram neste plantio de 2007. Nesse caso, ter&iacute;amos a&iacute; uma redu&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de soja deles, em 2008, de m/m 30%, algo em torno de 25 milh&otilde;es de toneladas de soja, e, na minha opini&atilde;o, a sua cota&ccedil;&atilde;o em Chicago, iria desta vez, a mais de US$ 12,50 o bushel, US$ 459,31 por tonelada, US$ 27,50 por saco no Porto, m/m US$ 20,00 d&oacute;lares nas regi&otilde;es produtoras. <br /><br />Talvez eu esteja cansando os colegas internautas com coment&aacute;rios repetitivos, neste site, mas eu n&atilde;o me cansarei, estarei o tempo todo tentando alertar os produtores de soja sobre este assunto, o &uacute;ltimo na semana passada, para que aproveitem as significativas altas que ocorrem aqui no Brasil, como aconteceu no final do ano de 2003 e in&iacute;cio de 2.004. <br /><br />Apenas 3 vezes nos &uacute;ltimos 33 anos, a soja ultrapassou US$ 10,50 o bushel, = US$ 387,66 d&oacute;lares por tonelada, = US$ 23,25 por saco no Porto, como ocorreu no final de 2003/in&iacute;cio de 2.004, elevando a soja em algumas regi&otilde;es a R$ 52,00 e 54,00 a saca, ainda assim, muitos produtores n&atilde;o aproveitaram o pico dessa alta, achando que ela iria a R$ 60,00 e perderam dinheiro, vendendo depois na baixa. Faltou orienta&ccedil;&atilde;o nessa hora. Em 1973 ela atingiu quase US$ 13,00 o bushel e em 1988, US$ 11,00, verificado hoje, quando o Sr. Telmo, por e-mail mandou-me o gr&aacute;fico da soja de 1972 at&eacute; 2006, que agrade&ccedil;o e pe&ccedil;o a ele publicar neste espa&ccedil;o. <br /><br />Com os estoques mundiais baixos, como vem informando o Sr. Sart&oacute;ri, aumento do consumo na China, &Iacute;ndia e outros paises, biodiesel, h-bio, e perspectiva de repeti&ccedil;&atilde;o do mencionado fen&ocirc;meno em 2008, &eacute; certo que a era dos pre&ccedil;os baixos da soja, em d&oacute;lares, encerraram. Abaixo de US$ 7,00 por bushel, provavelmente, nunca mais. <br /><br />A sustenta&ccedil;&atilde;o dos atuais pre&ccedil;os, US$ 8,13 para julho, com compras dos grandes Fundos e Funda&ccedil;&otilde;es, talvez j&aacute; decorram tamb&eacute;m, da percep&ccedil;&atilde;o do ano/repeteco do El Nino, na planta deles em 2008 e n&atilde;o de poss&iacute;veis secas ainda este ano por l&aacute;, porque n&atilde;o &eacute; de costume. Portanto a previs&atilde;o de algu&eacute;m do mercado de que ela poderia alcan&ccedil;ar US$ 9,00 por bushel ainda este ano, divulgada pelo Sr. Jo&atilde;o Batista no programa de ontem &eacute; muito dif&iacute;cil de acontecer. <br /><br />Ent&atilde;o, Sr. Amado, n&atilde;o acho que &eacute; o caso de conclamar a todos para n&atilde;o plantarem. Como o senhor mesmo disse em sua entrevista, os plantadores do Paran&aacute; e outros estados, com boa log&iacute;stica em rela&ccedil;&atilde;o aos Portos, certamente plantar&atilde;o 100% de suas terras. As regi&otilde;es mais distantes ter&atilde;o que antecipar a entrada na produ&ccedil;&atilde;o do biodiesel. <br /><br />&Eacute; preciso que a Famato, a Funda&ccedil;&atilde;o MT, e outras entidades representativas, fa&ccedil;am um estudo cient&iacute;fico dos custos de produ&ccedil;&atilde;o por regi&otilde;es de sua &aacute;rea/estado, para que, aquelas que n&atilde;o tenham condi&ccedil;&otilde;es de plantarem soja devido &agrave; sua log&iacute;stica desfavor&aacute;vel plantem produtos de consumo interno, tanto alimentar (milho e...) como para agroenergia, (pinh&atilde;o manso e ...) cotados em reais. Diversifiquem ao m&aacute;ximo suas produ&ccedil;&otilde;es, sugiro uma visita no site www.plantebiodiesel.com.br e outros sobre o assunto. <br /><br />Mas, deixar de plantar n&atilde;o &eacute; o caso. Escolher melhor o que plantar, de acordo com cada regi&atilde;o, sim, e com muita aten&ccedil;&atilde;o nos custos. <br />

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  • Álvaro Luiz Caon Porto Alegre - RS 28/05/2007 00:00

    O alerta vem de Allan Greenpan: Desde fevereiro de 2007 (ap&oacute;s ter sa&iacute;do do FED) parece estar trocando seu discurso alertando aos EUA da &quot;EXUBER&Acirc;NCIA IRRACIONAL&quot; para a realidade econ&ocirc;mica dos dias atuais... Os EUA apresentam um d&eacute;ficit or&ccedil;ament&aacute;rio m&eacute;dio da ordem de 1 trilh&atilde;o de d&oacute;lares. Esses d&oacute;lares vem de emiss&atilde;o de d&iacute;vida p&uacute;blica (t&iacute;tulos que pagam juros, os bradies) ou via emiss&atilde;o de Euros, numa gangorra sustentado pelo G-8 ... Ao declarar semana passada que o crescimento chin&ecirc;s n&atilde;o tem sustenta&ccedil;&atilde;o, Greenspan estaria falando contra o sistema capitalista mundial?? ou o que pretende? A China tem reservas em d&oacute;lares da ordem de 1 trilh&atilde;o de d&oacute;lares norte-americanos... O total montante de moeda emitida, da ordem de 15 trilh&otilde;es de d&oacute;lares desde a crise do M&eacute;xico de 1994, se tornou de fato moeda podre, o d&oacute;lar ainda &eacute; aceita nos mercados globais, apesar da significativa aprecia&ccedil;&atilde;o de mais de 70 moedas globais ante o d&oacute;lar e mesmo ante o Euro. S&oacute; mesmo emitindo moeda sem controle algum &eacute; que a coisa parece se sustentar... Resultado: D&oacute;lar desvalorizando (apodrecendo) perante toda as moedas. Ante o real vale, por exemplo, m&iacute;seros R$ 1,93 a R$ 1,95 ... Onde ficam os agentes financeiros mundiais, FMI, por exemplo??? Pois parece que n&atilde;o h&aacute; controle financeiro de emiss&atilde;o de moeda nenhum no mundo, nem mesmo dos organismos financeiros da ONU, o World Bank, e assim por diante... Impressiona o fato de tal emiss&atilde;o de moeda ocorrer sem gera&ccedil;&atilde;o de infla&ccedil;&atilde;o, o que vai sustentando todo os sitema financeiro global, mas at&eacute; quando? Por isso as bolsas sobem sem parar, n&atilde;o h&aacute; controle algum da moeda e valor dos ativos, tudo se desenrola ao laissez-faire financeiro... Sem falar dos subs&iacute;dios agr&iacute;colas globais, financiamentos de guerras sem fim, or&ccedil;amento militar global de 1 trilh&atilde;o de d&oacute;lares, d&eacute;ficits previdenci&aacute;rios, baby boomers, desemprego estrutural, etc...etc... Do jeito que t&aacute; a moeda d&oacute;lar tende a zero, pois se sua emiss&atilde;o &eacute; cont&iacute;nua e sem controle; quanto mais se emite, menos vale, e as bolsas tendem ao infinito, pois se trata de empilhamento de dinheiro sobre dinheiro dia ap&oacute;s dia... E os pre&ccedil;os reais da economia, commodities minerais e agr&iacute;colas, petr&oacute;leo e gr&atilde;os? Estes v&atilde;o sendo levados de forma a manter algum poder de consumo &agrave;s massas empobrecidas; isso ao custo de quem produz de fato... mas at&eacute; quando tudo isso? <br /><br />(Para ler, e refletir. Noticia publicada no dia 26/02/2007 - Greenspan alerta para poss&iacute;vel recess&atilde;o nos EUA, diz o Wall Stret Journal. (Folha Online). &quot;O ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Alan Greenspan, disse que o d&eacute;ficit or&ccedil;ament&aacute;rio dos EUA continua a ser uma &quot;preocupa&ccedil;&atilde;o significativa&quot; e que a economia americana pode entrar em recess&atilde;o no fim deste ano, segundo reportagem desta segunda-feira do di&aacute;rio americano &quot;The Wall Street Journal&quot;. Para Greenspan, a economia americana vem se expandindo desde 2001, mas j&aacute; h&aacute; sinais de que o atual ciclo econ&ocirc;mico est&aacute; chegando ao fim. &quot;Quando nos distanciamos tanto de uma recess&atilde;o, invariavelmente algumas for&ccedil;as come&ccedil;am a se acumular para a pr&oacute;xima recess&atilde;o, e, de fato, estamos come&ccedil;ando a ver sinais&quot;, disse. &quot;Por exemplo, nos EUA, as margens de lucro (...) come&ccedil;aram a se estabilizar, o que &eacute; um sinal precoce de que estamos nos est&aacute;gios finais de um ciclo [de expans&atilde;o]&quot;, afirmou Greenspan. &quot;Embora, sim, seja poss&iacute;vel que tenhamos uma recess&atilde;o nos &uacute;ltimos meses de 2007, a maioria dos analistas n&atilde;o pensa assim e fazem proje&ccedil;&otilde;es para 2008 (...) de alguma desacelera&ccedil;&atilde;o.&quot; Para o ex-presidente do Fed, embora fazer previs&otilde;es para um futuro muito distante pode ser &quot;bastante falho&quot;, ele disse que n&atilde;o se pode descartar a possibilidade de uma recess&atilde;o no fim deste ano. Greenspan destacou, no entanto, que n&atilde;o houve efeitos significativos do desaquecimento do mercado imobili&aacute;rio residencial dos EUA sobre a economia do pa&iacute;s. &quot;Estamos agora bem no per&iacute;odo de contra&ccedil;&atilde;o [do mercado imobili&aacute;rio] e at&eacute; agora n&atilde;o vimos nenhum sinal significativo de efeitos sobre a economia americana.&quot; D&eacute;ficit Sobre o d&eacute;ficit or&ccedil;ament&aacute;rio americano, ele disse que continua a ser &quot;uma preocupa&ccedil;&atilde;o bastante significativa para n&oacute;s que tentamos avaliar tanto o futuro imediato da economia americana como o da economia do resto do mundo&quot;. Segundo comunicado elaborado pela bancada democrata do Comit&ecirc; Or&ccedil;ament&aacute;rio do Senado dos EUA, divulgado no fim de janeiro, o d&eacute;ficit federal bruto do pa&iacute;s cresceu de US$ 5,8 trilh&otilde;es em 2001 para um resultado projetado de US$ 9 trilh&otilde;es no fim de 2007. Segundo o comunicado, a situa&ccedil;&atilde;o de curto prazo &quot;n&atilde;o apaga o dano causado pelas pol&iacute;ticas fiscais do governo Bush nos &uacute;ltimos seis anos&quot;. &quot;Colocar a casa em ordem em termos fiscais ir&aacute; requerer escolhas duras, um esfor&ccedil;o dos dois partidos e uma verdadeira lideran&ccedil;a do presidente.&quot; A preocupa&ccedil;&atilde;o com a situa&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria nos EUA vem de longe. Em mar&ccedil;o do ano passado, o presidente do Fed, Ben Bernanke (que substituiu Greenspan) afirmou que o Or&ccedil;amento &quot;deve sofrer muita press&atilde;o &agrave; medida em que as mudan&ccedil;as demogr&aacute;ficas impulsionarem mudan&ccedil;as r&aacute;pidas nos gastos com benef&iacute;cios&quot;. &quot;Ao manter baixo o crescimento da poupan&ccedil;a nacional e a acumula&ccedil;&atilde;o real de capital, o crescimento do d&eacute;ficit do or&ccedil;amento ir&aacute; p&ocirc;r em risco os padr&otilde;es de vida no nosso pa&iacute;s.&quot; No m&ecirc;s passado, Bernanke disse que o d&eacute;ficit or&ccedil;ament&aacute;rio pode ficar est&aacute;vel ou moderado nos pr&oacute;ximos anos, mas, &quot;infelizmente, o que estamos experimentando provavelmente &eacute; a calma que precede a tempestade&quot;. No primeiro trimestre do ano fiscal de 2007 --per&iacute;odo de outubro a dezembro de 2006--, o d&eacute;ficit or&ccedil;ament&aacute;rio dos EUA caiu para US$ 80,4 bilh&otilde;es, 32,6% abaixo do registrado no mesmo per&iacute;odo de 2005 (US$ 119,4 bilh&otilde;es). Para o atual ano fiscal, no entanto, a previs&atilde;o &eacute; de que o d&eacute;ficit ir&aacute; superar o registrado no ano fiscal de 2006 (outubro de 2005 a setembro de 2006), US$ 248 bilh&otilde;es. A previs&atilde;o do Escrit&oacute;rio do Congresso &eacute; de um d&eacute;ficit de US$ 286 bilh&otilde;es. <br />

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  • Wagner Marchesi Britânia - GO 28/05/2007 00:00

    Prezado Jo&atilde;o Batista. Sou presidente do Sindicato de Brit&acirc;nia e Aruan&atilde; - Goias, pequenos munic&iacute;pios do oeste goiano, no Vale do Araguaia, onde a economia &eacute; baseada na pecu&aacute;ria de corte. Estamos trabalhando para mobilizar a categoria mais desorganizada e dispersa do agroneg&oacute;cio, os pecuaristas. Seria de grande valia para n&oacute;s, o vosso apoio e divulga&ccedil;&atilde;o no sentido de unir a categoria e tornar conhecida a &uacute;nica lei que poder&aacute; salvar a pecu&aacute;ria, a &quot;lei da Oferta e Procura&quot;. Hoje sofremos porque produzimos demais, e produzir excedentes em um Pa&iacute;s sem pol&iacute;tica agropecu&aacute;ria, infra-estrutura, seguro, garantia de renda e cambio desfavor&aacute;vel. &quot;&Eacute; SU&Iacute;CIDIO&quot;. Desde j&aacute;, agrade&ccedil;o!

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  • Juliano Cunha Uberlândia - MG 28/05/2007 00:00

    Caro Jo&atilde;o Batista, Estou formando este semestre em Gest&atilde;o de Agroneg&oacute;cios, e outro dia um professor que ministra a mat&eacute;ria Mercado de Capitais, informou que o Pa&iacute;s est&aacute; entre um dos melhores paises para se investir em virtude do Risco Pa&iacute;s estar baixando a cada dia (por volta de 139 pontos) e tamb&eacute;m por ter, como voc&ecirc; sempre diz, as maiores taxas de juros do planeta, o que atrai o investidor especulativo. De certo modo, para o pa&iacute;s como um todo, isso pode ser ben&eacute;fico. No entanto, para o agroneg&oacute;cio &eacute; o fim do mundo. E muito pior para os exportadores. Se a situa&ccedil;&atilde;o continuar desta forma o setor ir&aacute; quebrar. Para piorar ainda mais o governo n&atilde;o pode baixar as taxas de juros, pois a infla&ccedil;&atilde;o ir&aacute; se elevar -- o que poder&aacute; vir a causar desempregos a m&eacute;dio prazo. Estamos em uma situa&ccedil;&atilde;o delicada, uma &quot;sinuca de bico&quot;, pois o governo n&atilde;o consegue segurar o d&oacute;lar, as taxas de juros n&atilde;o podem ser baixadas bruscamente e, pra piorar, &eacute; pouco o investimento produtivo que ocorre no Pa&iacute;s em virtude desta taxa de juros elevada, alem de toda a burocracia, tributa&ccedil;&otilde;es e falta de infra-estrutura log&iacute;stica. Tendo este cen&aacute;rio em mente o que poderia ser feito para reverter tal situa&ccedil;&atilde;o? Esta situa&ccedil;&atilde;o pode ser resolvida s&oacute; pelo governo? O que nos podemos fazer para reverter o quadro sem depend&ecirc;ncia do governo? Abra&ccedil;os Juliano Cunha, Gestor em Agroneg&oacute;cios.

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 27/05/2007 00:00

    Sr. Jo&atilde;o Batista, eu n&atilde;o concordo com um novo tratora&ccedil;o em Brasilia, para resolver os problemas do endividamento, pois isso s&oacute; ir&aacute; beneficiar os latifundiarios novamente. O alvo deve ser Cuiab&aacute; (MT), mais precisamente o governador Blairo Maggi, que disse, durante a campanha politica, que o Lula resolveu todos os problemas do setor de forma rapida, e que agora est&aacute; tudo bem... Portanto, devemos cobrar dele -- pois foi ele que vendeu a falsa id&eacute;ia que est&aacute; tudo bem para sociedade. E aquele R$ 1bilh&atilde;o, quem n&atilde;o se lembra? <br />Sem mais, Giovani Giotti, Luis Eduardo Magalh&atilde;es (Bahia)

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  • Samuel Henrique Fornari São José do Rio Pardo - SP 27/05/2007 00:00

    Porque pararam as entrevistas com as cooperativas de caf&eacute;???Cooxup&eacute;, coopara&iacute;so, cocatrel, entre outras, essas principais n&atilde;o foram entrevistadas!!!! Porque???<br /> O formato das entrevistas vinha sendo excelente, passando por expectativa de safra em rela&ccedil;&atilde;o a passada, pre&ccedil;o, custo de produ&ccedil;&atilde;o e principalmente estoques nas m&atilde;os das cooperativas!!!<br /> Espero que o site noticiasagricolas de continua&ccedil;&atilde;o a este excelente trabalho que vinha sendo realizado!!!

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 25/05/2007 00:00

    J&aacute; que este valioso site permite, felizmente, a interatividade entre os internautas, quero mais uma vez escrever sobre o que disse o Sr. Fabio Barbante de Barros de Londrina, Pr. sobre o cambio, a soja e o clima.<br /> <br /> &ldquo;&rdquo; No momento em que se realiza uma opera&ccedil;&atilde;o financeira de &ldquo;trava&rdquo;, entre um insumo e a produ&ccedil;&atilde;o, elimina-se todo o risco de varia&ccedil;&atilde;o, seja de ordem cambial ou mesmo de pre&ccedil;o.&rdquo;<br /> <br /> Mas &eacute; justamente a&iacute; que a coisa pega. Neste momento n&atilde;o conv&eacute;m eliminar o risco da varia&ccedil;&atilde;o, nem do d&oacute;lar, nem do pre&ccedil;o da soja, porque ela ser&aacute; para melhor, se ocorrer. Travar o d&oacute;lar com ele t&atilde;o baixo &eacute; perda na certa, pq essa hist&oacute;ria q ele vai cair a R$ 1,85 &eacute; balela, ele tem &eacute; que subir, pois ele est&aacute; muito abaixo do sensato, do razo&aacute;vel, do n&iacute;vel m&iacute;nimo que se poderia imaginar, j&aacute; provocando um tremendo desemprego. &Eacute; muito arriscado pq ele pode voltar, mesmo que n&atilde;o ao n&iacute;vel que gostar&iacute;amos, mas pode. Ent&atilde;o, empr&eacute;stimos em d&oacute;lar, nem pensar, mesmo &ldquo; com o lastro em soja &ldquo;.<br /> <br /> Quanto a soja, fixar hoje o pre&ccedil;o da saca para o ano que vem a US$ 11,10, em Rondon&oacute;polis, como j&aacute; estou sabendo de oferta das multinacionais, &eacute; perder de novo, como j&aacute; ocorreu em 2006/2007, quando, para se financiarem, fecharam a saca a US$ 9,00 e 9,50 e ela foi a US$ 12,50/13,00. Para se aproveitar a alta que vir&aacute; em 2008 n&atilde;o se pode fixar agora. Na safra 2008/2009, a&iacute; sim, fixar antes de plantar ou colher, pq a planta deles de 2009 voltar&aacute; ao normal e ela cair&aacute; aqui na &eacute;poca da safra como aconteceu em 2004.<br /> <br /> &ldquo; n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel prever o clima, quanto menos o desempenho dos mercados.<br /> Fundamentos muito mais s&oacute;lidos que previs&otilde;es clim&aacute;ticas, j&aacute; foram utilizadas para prever altas, mas n&atilde;o se concretizaram&rdquo;<br /> <br /> Quanto a isso, realmente o Sr. tem raz&atilde;o. J&aacute; aconteceram muitas previs&otilde;es furadas. Mas na quest&atilde;o da repeti&ccedil;&atilde;o do fen&ocirc;meno El Ni&ntilde;o, nos EE.UU em 2008, gostaria que algu&eacute;m do mercado ou dos sites ligados &agrave; soja, fizessem um trabalho de verifica&ccedil;&atilde;o de gr&aacute;ficos das altas ocorridas nos segundos semestres dos anos de 1973, 1978, 1983, 1988, 1993, 1998 e 2003, anos que ocorreram o El Nino. N&atilde;o fiquem s&oacute; na minha observa&ccedil;&atilde;o, pq, agora q estou divulgando essa ocorr&ecirc;ncia repetitiva do El Nin&otilde;, posso vir at&eacute; a cair do cavalo, e ela n&atilde;o ocorrer, mas a minha inten&ccedil;&atilde;o &eacute; apenas ajudar os produtores a capitalizar essa altas, que at&eacute; aqui vem ficando para o &ldquo;mercado&rdquo; deixando para o produtor s&oacute; as prorroga&ccedil;&otilde;es de d&iacute;vidas e frustra&ccedil;&otilde;es. <br /> <br /> Estou querendo compartilhar essa observa&ccedil;&atilde;o minha, que n&atilde;o vi publicada em lugar nenhum da imprensa ligada ao agroneg&oacute;cio da soja, pois a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;os, para mais nessas ocasi&otilde;es, &eacute; muito grande e pode representar o lucro de duas ou tr&ecirc;s safras normais para o produtor Quero que essa percep&ccedil;&atilde;o que tive j&aacute; em 1993 perdendo grandes somas de dinheiro por vender a safra antes das altas que ocorreram quando se repetia o El Ni&ntilde;o, seja checada, com a verifica&ccedil;&atilde;o dos gr&aacute;ficos desses anos e contestada se for o caso. Verifiquem isso nos EE.UU. <br /> <br /> Quanto a mim tenho certeza de que a repeti&ccedil;&atilde;o ocorrer&aacute; e vou aguardar o &ldquo;El Nino, menino na l&iacute;ngua portuguesa&rdquo; passar pelo EE.UU em 2008, infelizmente, duas veses, pq perdem os produtores de l&aacute; e os de c&aacute;, que vendem antes e deixam os enormes lucros para as empresas multinacionais compradoras.<br /> <br /> Anotem e me digam depois se tenho ou n&atilde;o raz&atilde;o. <br /> <br /> [email protected]<br />

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  • Renato Ferreira Dourados - MS 25/05/2007 00:00

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    Artigo: Pelo amor de Deus, não plantem! <br />

    24 de maio de 2007 - 08:50h <br />

    Autor: Amado de Oliveira Filho <br />

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    Não é uma profecia do caos. Porém, nunca a agricultura mato-grossense teve todos os ingredientes para o insucesso de uma safra como a que se visualiza para a de 2007/2008. Sem nenhuma explicação que convença o mais ingênuo mortal, temos os preços dos insumos aumentando em até 40%, o dólar caindo para patamares inimagináveis e a já conhecida falta de infra-estrutura de transporte elevando os preços dos fretes.<br />

    <br />

    Por outro lado, em que pese os esforços de parlamentares e lideranças ruralistas em discutir a questão das dívidas rurais, como resolver também este problema se a solução do mesmo passa única e exclusivamente pela recuperação da renda agrícola? Claro que sabemos que não existe a mínima recuperação de renda para a agricultura de Mato Grosso se não se implantar em sua totalidade as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).<br />

    <br />

    Então, por que plantar? Apenas para sustentarmos os recordes de exportações que faz a alegria da equipe econômica do governo federal? Ou ainda para que com o crescente volume de exportações agrícolas reduzirmos ainda mais o valor do dólar diante do real e aumentar ainda mais as dívidas rurais? Isto é algo sem sentido.<br />

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    A situação é tão grave que me faz lembrar aquela ONG canadense que tentou nos convencer a implantar o ano sabático na agricultura brasileira, ou seja, aquele ano que não plantaríamos. A reação de todos foi não aceitar em qualquer hipótese a proposta. Falou mais alto nosso sentimento verde e amarelo. E agora? Teremos de realizar um ano sabático de qualquer forma, com ou sem a ONG canadense.<br />

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    Certamente que muito dos produtores rurais já pensaram em pelo menos reduzir a produção, porém, imaginam que se diminuírem a área plantada passarão ao mercado a imagem que estão quebrando. Puro equívoco, o mercado sabe que a cada safra, se algo de extraordinário não vier a acontecer, a possibilidade da quebradeira geral é iminente.<br />

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    Que saudade da ONG canadense! Mas voltando à situação e possibilidade de uma quebradeira geral, além do mercado ter consciência da real situação dos agricultores, o próprio governo federal atesta isto. A página da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na Internet, informa o custo de produção de uma saca de soja no município de Primavera do Leste, nesta safra, em torno de R$ 26,00, porém, quando informa os preços praticados pelo mercado durante a safra, indica que em Mato Grosso os preços giraram em torno de R$ 25,00 e o preço mínimo de R$ 14,00. E àqueles produtores que tiveram seus custos maiores que os levantados pelo governo?<br />

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    Pelo amor de Deus, não plantem! Esta é a orientação que os técnicos, que têm o mínimo de responsabilidade, devem passar a seus clientes. Exagero? Para alguns pode até parecer que sim, mas a situação é tão crítica que rentabilidade na sojicultura somente pode ser garantida para aqueles que plantam grandes áreas e que estão capitalizados ou possuem facilidades de captar recursos internacionais. Quem são estes produtores? Não mais que meia dúzia!<br />

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    Para não plantar a próxima safra a primeira decisão a ser tomada é não comprar os insumos. Tenham coragem, façam isto!<br />

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    *Amado de Oliveira Filho é economista e consultor da Federação de Agrcultura e Pecuária do Estado de Mato Gosso (Famato). E-mail: [email protected]<br />

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  • Renata Claudine Roque SP - SP 24/05/2007 00:00

    Boa tarde Srs!<br />Por gentileza gostaria de receber not&iacute;cias atualizadas sobre o mercado de lisina no Brasil, as empresas que trabalham com este amino&aacute;cido e tudo que tiver relacionado.<br />No aguardo<br /><br />Grata<br />Renata

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  • Dário José Magnani Pranchita - PR 23/05/2007 00:00

    Tem que divulgar para os agricultores que tinham dinheiro na poupan&ccedil;a em junho e julho de 1987, janeiro e fevereiro de 1989, mar&ccedil;o abril maio de 1990 e fevereiro de 1991 que existe um dinheiro graudo para receber do governo e tem que ser logo porque em 30 de maio de 2007 agora vai prscrever isso tem que divulgar

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  • Patricia Cristina Ceccato Barili Bom Jesus - PI 23/05/2007 00:00

    <font size="2"><span style="font-family: Verdana;">Constou na opini&atilde;o do internauta, enviada pelo Sr. Ricardo Tomczyk de Rondon&oacute;polis-MT, a informa&ccedil;&atilde;o de que o Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde obteve a concess&atilde;o de liminar em A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica.</span><br style="font-family: Verdana;" /><span style="font-family: Verdana;">Gostaria de ter acesso a essas decis&otilde;es, tendo em vista que o site n&atilde;o conseguiu &quot;baixar&quot; a &iacute;ntegra das liminares, somente a primeira p&aacute;gina.</span><br style="font-family: Verdana;" /><span style="font-family: Verdana;">Obrigada. Patricia Barili.</span><br style="font-family: Verdana;" /></font>

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  • Adalberto Alves Xavier Guarapuava - PR 23/05/2007 00:00

    Esta mensagem &eacute; de um prestador de servi&ccedil;os de mercado fisico de gr&atilde;os, SOJA - MILHO - TRIGO - AVEIA E TRITICALE - A BETOAGRO LTDA _ Guarapuava-PR.&nbsp;&Eacute; s&oacute; uma vis&atilde;o minha, &eacute; bom vcs produtores fazerem contratos de milho ou soja mercado futuro com alguma corretora de sua preferencia que trabalhe com&nbsp;a BM&amp;F e vamos torcer que a previs&atilde;o de GEADAS dos pr&oacute;ximos dias 24/25 e 26/05 n&atilde;o sejam muito certas para que n&atilde;o afetem a cultura do milho safrinha no&nbsp;PR e nos estados que produzam safrinha de milho.

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  • Fabiano Dall Agnol Barra do Garças - MT 22/05/2007 00:00

    Jo&atilde;o Batista. Quando o governo divulga taxas de infla&ccedil;&otilde;es ao redor de 3% ao ano, pagar juros de 8,75% para custeio significa 191,66% acima da infla&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de alimentos. Para investimento, pagar juros de 10,75% ou 12,75% equivale a 258,33% ou 325% acima da infla&ccedil;&atilde;o. Como que a atividade rural suportar&aacute; tamanha carga. A atividade rural n&atilde;o consegue repassar custos iguais aos outros setores da economia, pois quem dita os pre&ccedil;os da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola &eacute; quem compra e n&atilde;o quem vende. Isto posto, na renegocia&ccedil;&atilde;o das dividas rurais, se houver, n&atilde;o basta discutir apenas prazo. Al&eacute;m do prazo, deve ser readequado os encargos financeiros, que a princ&iacute;pio n&atilde;o devem ser acima da infla&ccedil;&atilde;o, condi&ccedil;&atilde;o fundamental para viabilizar o pagamento. Os produtores rurais j&aacute; pagaram e est&atilde;o pagando juros altos e as vezes antecipados ao longo dos anos, bancando o custo baixo dos alimentos ao consumidor, com custo alto de produ&ccedil;&atilde;o. Est&atilde;o fazendo caridade com o chap&eacute;u alheio. Para uma atividade essencial para o Pa&iacute;s, que faz a diferen&ccedil;a na balan&ccedil;a comercial, sujeito a toda sorte de risco (pragas, doen&ccedil;as, sol, chuvas, produ&ccedil;&atilde;o mundial, mercado, varia&ccedil;&atilde;o cambial, custo Brasil, etc), a renegocia&ccedil;&atilde;o dos prazos e dos encargos financeiros devem ser revistos com a m&aacute;xima urg&ecirc;ncia. S&oacute; iremos saldar nossas d&iacute;vidas se conseguirmos produzir com dignidade, tranquilidade e principalmente, renda. A classe agradece. atenciosamente, Francisco Horvatich e Fabiano Dall Agnol.

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  • Anderson de Souza dos Santos Presidente Prudente - SP 22/05/2007 00:00

    Ol&aacute; Jo&atilde;o Batista. Sou de Uruguaiana (RS), moro em Presidente Prudente (SP) e sou pecuarista. Gostaria de passar uma mensagem de protesto e de apoio aos produtores rurais: Cada grama de carne ou de gr&atilde;o consquitada por um produtor vale muito mais do que milh&otilde;es de palavras ditas por politicos que n&atilde;o respeitam quem leva o desenvolvimento do pa&iacute;s nas costas. Um abra&ccedil;o e muito obrigado por sua aten&ccedil;&atilde;o.

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  • Fábio Barros Londrina - PR 22/05/2007 00:00

    Caro Sr. Waldir Sversutti,<br />Em resposta ao seu coment&aacute;rio, quando cita o perigo de se &ldquo;travar em d&oacute;lar&rdquo; uma opera&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, nota-se um equ&iacute;voco seu a respeito do assunto.<br />No momento em que se realiza uma opera&ccedil;&atilde;o financeira de &ldquo;trava&rdquo;, entre um insumo e a produ&ccedil;&atilde;o, elimina-se todo o risco de varia&ccedil;&atilde;o, seja de ordem cambial ou mesmo de pre&ccedil;o. Agora, no caso de adquirir empr&eacute;stimos em outra moeda, d&oacute;lar (US$), pode at&eacute; parecer arrojado, mas a pr&oacute;pria commoditie cotada em d&oacute;lar (US$), (exemplo soja) lastrearia a opera&ccedil;&atilde;o. <br />Sobre os pre&ccedil;os, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel prever o clima, quanto menos o desempenho dos mercados.<br />Fundamentos muito mais s&oacute;lidos que previs&otilde;es clim&aacute;ticas, j&aacute; foram utilizadas para prever altas, mas n&atilde;o se concretizaram. <br />Sobre o d&oacute;lar, como pode prever que o el&aacute;stico deste movimento de desvaloriza&ccedil;&atilde;o j&aacute; chegou ao fim? Apenas pela &oacute;tica da redu&ccedil;&atilde;o dos juros? Sem levar em considera&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&oacute;pria desvaloriza&ccedil;&atilde;o da moeda em quest&atilde;o perante as outras economias. Ou mesmo, pelo momento de excessiva liquidez que se encontra o mercado financeiro mundial. S&atilde;o in&uacute;meros os fundamentos macroecon&ocirc;micos que aqui poderiam ser descritos, mas opini&otilde;es divergentes s&atilde;o de fundamental import&acirc;ncia para aperfei&ccedil;oarmos nosso censo anal&iacute;tico. <br /><br />F&aacute;bio Barbante de Barros - Londrina-PR

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