Fala Produtor

  • Telmo Heinen Formosa - GO 14/07/2009 00:00

    Sobre o PEP - Premio de Escoamento do Produto: Desde que este Premio foi instituido, nunca despontou esta nova questão: Escoar para onde?

    Atualmente os produtores de milho da região apelidada de "MAPITOBA" (Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia (oeste) estão em pé de guerra com goianos e matogrossenses porquanto julgam-se "donos" do mercado nordestino, uma vez que investiram na produção de milho naquela região. Nada mais justo..., todavia a generosidade do Preço Minimo lá (R$ 19,00/sc) contra os demais - especialmente MT (R$ 13,20/sc) e R$ 16,50 no Centro-Sul -, provocarão conflitos cuja administração causará disputas politicas.

    Mais uma vez conclui-se que o mais racional seria permitir aos concedentes de crédito rural a exigência de apresentação de um contrato de comercialização futura, seja hedge, opção ou a termo.

    A antiga PGPM (Programa de Preços Mínimos) já era, mas muitos saudosistas conservadores ainda não se convenceram disto. -

    Comentário referente a notícia: [b]Primeiro Leilão do PEP de milho de Mato Grosso é de 320 mil t[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=51106

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  • Arnaldo Luiz Corrêa São Paulo - SP 14/07/2009 00:00

    O SAPATEIRO, O TORNEIRO MECÂNICO E OS DERIVATIVOS

    Apeles era um pintor grego, nascido 400 anos antes de Cristo, considerado por vários autores como o mais importante pintor da Antiguidade tendo influenciado muitos artistas que lhe seguiram, uma vez que se atribui a ele um Tratado de Arte. Botticelli foi um desses seguidores. Diz a lenda que Apeles tinha o hábito de expor seus quadros ao público e se escondia para ouvir os comentários que faziam sobre sua obra. Certo dia expôs um quadro de uma bela figura feminina. A modista da aldeia que passava parou para observar o quadro e comentou sobre o vestido, sobre eventuais retoques que ela faria na roupa colocando um detalhe aqui outro acolá. Em seguida, veio o cabeleireiro, que observava que o cabelo deveria ficar um pouco mais assim ou assado. Por último veio o sapateiro que ficou estupefato com a beleza da pintura, mas comentou que colocaria uma fivela no sapato e aí sim, a pintura ficaria perfeita. Apeles, que anotava tudo atentamente, s aiu de seu esconderijo, embrulhou o quadro e o levou para casa para fazer os retoques sugeridos pelos anônimos transeuntes. No dia seguinte, voltou a expor o quadro. A modista e o cabeleireiro ao verem a pintura retocada ficaram maravilhados e observaram que ela estava perfeita. Quando o sapateiro chegou, ao olhar o quadro comentou: "Os sapatos ficaram ótimos, mas o vestido....." Ao ouvir o comentário, Apeles saiu do esconderijo enfurecido e interrompendo o sapateiro, gritou: "Não vás além dos sapatos", que originou a máxima latina "Ne sutor ultra crepidam judicaret" (Não deve o sapateiro julgar além da sandália), que nos alerta sobre a necessidade da consciência que devemos ter sobre os nossos limites. Em outras palavras, que ninguém deve colocar o nariz naquilo que não conhece ou lhe diz respeito.

    No Brasil de hoje, temos a falta de um Apeles para dizer ao Presidente da República algo semelhante. Lula arvora-se em dar palpites sobre coisas que não tem o mínimo conhecime nto técnico ou acadêmico e o faz, muitas vezes, menosprezando as pessoas que trabalham a vida inteira se dedicando a determinado campo. Dá um péssimo exemplo quando diz que tem ojeriza a leitura, mas se acha acima do bem e do mal em opinar sobre tudo sem pudores nem humildade. Dá palpites inconseqüentes sobre tudo, jogando frases de efeito para a torcida de ignaros que o seguem com o beneplácito de uma parte da imprensa oficial. Faz brincadeiras com outros povos, imiscui-se na cultura alheia com piadinhas de duvidoso gosto como procedeu recentemente com o povo turco. Enfim, uma sucessão de descalabros que envergonha a camada pensante da população brasileira.

    Agora, uma vez mais inflado pela infinita necessidade de holofotes, teve o despautério de chamar de trambiqueiros aqueles empresários e executivos que usaram o mercado de derivativos para se proteger contra variações negativas de preços ou moedas, que podiam afetar o resultado das empresas. Trambiqueiro, segundo o Houaiss, é o sujeito que dá trambiques (negócio ilegal, fraudulento), golpista, vigarista. Portanto, sua Excelência Excelentíssima diz com todas as letras que os empresários "deste país" que utilizam os mercados futuros e de opções, que o ex-torneiro mecânico não sabe que também são derivativos, são vigaristas e golpistas. Certamente não deve ser essa a opinião que ele tem, por exemplo, dos deputados e senadores que os apóia, que com tantos "bons exemplos" de retidão, bom uso do dinheiro público e honestidade têm presenteado o Brasil.

    O que Lula desconhece é que muitos produtores operam com opções (um derivativo) fornecidas por bancos oficiais para se proteger contra variações de preços que podem comprometer a rentabilidade de sua safra de soja, café, etc. Serão esses produtores trambiqueiros? Muitas instituições financeiras fornecem empréstimos de longo prazo usando os derivativos como colateral para evitar que a eventual baixa rentabilidade do produto agrícola usa do como colateral coloque em xeque a saúde da empresa financiada. São todos esses trambiqueiros?

    O que dizer dos importadores e exportadores que precisam travar a margem de suas operações agrícolas e usam o mercado futuro de câmbio para se proteger contra um espasmo do dólar? A imensa maioria das empresas que operam nos mercados de derivativos não o faz com o intuito de trambicagem, como sugere o ex-torneiro mecânico, exímio conhecedor de finanças, matemática financeira, um homem letrado e experiente na vida corporativa, mas com o objetivo de garantir rentabilidade ao acionista, de manter a empresa competitiva apesar de suportar a maior carga tributária do planeta.

    Não sou jurista, mas até onde vai minha memória não me lembro de ter lido na Constituição Federal promulgada em 1988 que são atribuições do Presidente da República achincalhar cidadãos contribuintes que pagam seus impostos, ou dar palpite nas estratégias comerciais das empresas brasileiras ou estrangeira s aqui estabelecidas.

    É lamentável que o presidente não conte com assessores que o orientem a não cometer tamanho equívoco contra a imensa maioria de empresários sérios que buscam abrandar os riscos inerentes de suas atividades utilizando, para esse fim, o moderno e eficiente mercado financeiro brasileiro e todos os instrumentos nele disponíveis para a mitigação de seus riscos. O presidente deveria falar apenas do que conhece.

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  • Marcelo Azambuja Campo Grande - MS 14/07/2009 00:00

    O plano de recuperação judicial do Independência demonstra o descaso para com a classe produtora. Não existe qualquer plano concreto de pagamento das dívidas com os fornecedores. Ficamos aguardando um possível novo empréstimo para o recebimento escalonado de nossos créditos. É a hora de imperdirmos a reabertura deste frigorífico e ainda convencermos os pecuaristas da região de Janaúba-MG e Rolim de Moura-RO para que suspendam o fornecimento de bois. A nossa única força está restrita ao fornecimento de matéria-prima..., sem o boi não existe nem recuparação judicial. Este é o momento de unirmos forças e impedir o funcionamento destas plantas frigoríficas que lesam nosso bolso.

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  • Leandro Fabiani Rondonópolis - MT 14/07/2009 00:00

    O Grupo André Maggi tem uma caracteristica interessante. Vejo que o foco está na sustentabilidade dos negócios e não no sucesso absoluto por tempo determinado. Muitos outros grupos entram e saem do agronegócio conforme a conveniência financeira.

    Como grandes produtores, exportadores e esmagadores de grãos, vejo que novamente o Brasil poderá ter um belo representante no mercado internacional. Ganham os produtores, ganham os municípios, ganha o Estado e também nós, cidadãos brasileiros. - Leandro Fabiani -

    Comentário referente a notícia: [b]Amaggi vai esmagar soja na Europa[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=51079

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  • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 14/07/2009 00:00

    Me perdoem os simpatizantes e defensores da tal safrinha, mas, como eu sempre disse, plantar milho safrinha é atirar contra o nosso próprio pé! Já estamos sofrendo para manter o equilibrio em um só, porque o outro ja está enterrado nas dividas renegociadas e coisas do tipo. Então por que encher o mercado com tanto milho? Tudo que é muito acaba por sobrar! E quando isso acontece, o que mais sobra é dor de cabeça e dividas. O governo não pode ser totalmente responsabilizado pelos nossos atos impensados de inundar o mercado de grãos, causando queda nos preços..., ele não compra e muito menos garante o preço. O que nos falta é estratégia, visão de mercado e acima de tudo planejamento, sem paixões ou ilusões! Se não dá, não plante! Graças a Deus faz 15 anos que não planto mais safrinha, plantei duas vezes e tive que implorar para que comprassem meu milho..., e implorar é humilhante, não nos faz merecedor de respeito, ao contrário, nos diminui ainda mais. O pouco que sei, aprendi apanhando, basta!

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Neri Geller[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=50820

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  • Carlos Augusto Alves Ferreira Ribeirão Preto - SP 14/07/2009 00:00

    Primeiramente parabens à Sincal pela coragem e determinação que esta tratando do assunto da cafeicultura, que a todos nós, cafeicultores, diz respeito.Temos que acabar com estes parasitas do setor, que nos drena há 13 anos, nos levando a ruina e total falencia, nos colocando à beira da loucura, nos precionando contra o setor financeiro de onde colocaram uma cadeira cativa para cada cafeicultor. Parabens tambem para os dirigentes da Sincal que vem informado os acontecimentos do nosso meio. Meu muito obrigado.

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  • Daniel Aiello Sartor Vilhena - RO 14/07/2009 00:00

    SUGESTAO DE NOTICIAS - O estado de Rondônia foi condenado a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais ao dono de uma fazenda invadida por cerca de 100 integrantes do Movimento Sem Terra (MST) por meio do chamado "abril vermelho", no município de Vilhena. (FONTE SITE DA JUSTIÇA DE RONDONIA EM NOTICIAS, LA TEM A SENTEÇA COMPLETA - http://www.tj.ro.gov.br/

    http://www.rondoniagora.com)

    O Estado ainda terá que pagar parte da devastação feita pelos invasores, além de 221 cabeças de gados. A invasão ocorreu em maio de 2004. A decisão é da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Velho e cabe recurso.

    Segundo o proprietário da fazenda, Maércio Domingos Polo Sartor, os invasores não atenderam a ordem judicial e atacaram o veículo onde ele, um oficial de justiça e policiais militares estavam. Armados com pedaços de pau, ferros e facões, os invasores os mantiveram em cárcere privado por muitas horas, além de submete-los a todo tipo de humilhações e ameaças.

    O juiz Alexandre Miguel, titular da Vara, afirmou que o autor passou por situações constrangedoras ao assistir sua propriedade ser destruída por invasores. Ele explicou que o estado foi omisso e não ofereceu policiamento adequado para proteger a fazenda.

    O dano moral foi reconhecido "pela situação aflitiva por que passou o autor na busca incessante na defesa de sua propriedade e na pouca - ou nenhuma resposta - obtida do ente estatal, bem como o de ver seu patrimônio sendo dilapidado por ação de invasores, sem que tenha sido eficientemente defendido pelo policiamento estatal".

    AUTOR: EXTRA DE RONDÔNIA

    Fonte: RONDONIAGORA VARIOS JORNAIS DE RONDONIA

    + fONTE

    http://www.ejornais.com.br/jornal_impacto_rondonia.html

    http://www.rondoniagora.com

    http://www.tj.ro.gov.br/noticia/faces/jsp/noticiasTodas.jsp

    http://nortenordeste.argohost.net/

    http://nortenordeste.argohost.net/rondonia/estado_de_rond_nia_ter_que_indenizar_fazendeiro_por_invas_o_de_-.html

    http://www.rondoniajuridico.com.br/

    http://www.rondoniajuridico.com.br/ler_noticia.asp?cod=4070

    FOTO: ILUSTRATIVO

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 13/07/2009 00:00

    Contar com ovo na galinha é o que o USDA sempre faz em suas prévias..., depois as coisas vão se sucedendo e eles vão atualizando. Nós, que estamos precisando de preços muuuitos bons para sair do prego, vamos pagar pra ver como num bom jogo de pocker..., isso porque somente o lucro contabil da safra não resolve, e tambem temos que contar com a probabilidade de que num ano de El Nino a coisa do clima complica em boa parte do Globo..., e como diz aquela lei: se existe a probabilidade de não dar certo para todos então não dará, e olhem que para que não falte soja em 2010, mesmo com El Nino ativo, tudo tem que dar certinho. -

    Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Perspectivas de grande safra mundial pressionam preços da soja[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=51051

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  • Ernani Pedretti Campinas - SP 13/07/2009 00:00

    Pergunto e desde já agradeço se for possível a resposta:

    Qual o custo que terei para plantação de soja em uma área de 250h.?

    Faço a pergunta pelo fato que tenho arrendado essa área pela quantidade de 2.000sacas.

    Abraços

    Ernani

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  • Paulo Mano Júara - MT 13/07/2009 00:00

    João Batista, vamos usar esse espaço para, novamente, convidar a todos os pecuaristas que tem dívidas a receber do frigorífico Quatro Marcos, para pressionarem o FRIBOI, que está entrando no mercado de MT, a quitar com os credores do Quatro Marcos.. Se todas as cidades e sindicatos rurais onde existam plantas do Quatro Marcos pressionarem de laguma forma, como proibiçao de entrada de gado no frigorifico (Friboi) com certeza teremos um resultado positivo..., porque ai o FRIBOI iria pressionar e condicionar algum acordo favoravel a nós, com o proprietario do Quatro Marcos (Sr. Douglas). Não temos escolha, perdemos dinheiro, mas nao vamos perder nossa dignidade... precisamos do apoio de todas lideranças no momento. Paulo [email protected]

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  • Antonio de Pádua Coutinho Ferreira Monte Carmelo - MG 13/07/2009 00:00

    Parabéns SINCAL pelo excelente artigo. Todos os cafeicultores brasileiros deveriam tomar conhecimento das políticas e conluios que tanto prejudicam a classe produtora do agronegócio café. Alguém dever estar ganhando à custa do empobrecimento dos cafeicultores. Lamentamos muito, porém é preciso continuar a luta e não esquecer de eleger representantes realmente voltados para a defesa da atividade. -

    Comentário referente a notícia: [b]CAFEICULTORES, SOMOS CREDORES!!![/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=51036

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  • Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 13/07/2009 00:00

    É MUITO SIMPLES: É SÓ PAGAR O PREÇO MINIMO... -

    Comentário referente a notícia: [b]Fórmula de cálculo do prêmio para o milho frustra expectativas de produtores[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=51054

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/07/2009 00:00

    Obs. No comentário da introdução, onde se lê "Pará", Piauí, Tocantins, Bahia leia-se: MAPITOBA que é a junção das siglas do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia.

    Atenção também para diferença de Preço Minimo Entre o Nordeste (R$ 19,00) e o MT (R$ 13,20).

    Estamos ansiosos para ver a publicação do Aviso do próximo Edital de leilão desta nova série. --

    Comentário referente a notícia: [b]Fórmula de cálculo do prêmio para o milho frustra expectativas de produtores[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=51054

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  • Sind. dos Produtores Rurais de Boa Esperança e Campo do Meio Boa Esperança - MG 13/07/2009 00:00

    CAFEICULTORES, SOMOS CREDORES.

    Senhores cafeicultores, somos credores!!!! devedores são os outros elos da cadeia do Agronegócio Café e o Governo. Como? Explicaremos. Nos últimos 13 anos, de 1996 a 2009, exportamos 336.000.000 de sacas de café assim segmentados:

    * 280.000.000 de sacas de café arábica;

    * 35.000.000 de sacas de café como solúvel;

    * 21.000.000 de sacas de café robusta.

    Dentro desse contexto, nos detemos no café arábica, pela sua maior representatividade dentro do nosso AGRIBUSINESS Café. Levantamos também o preço médio praticado pelo Brasil nesses 13 anos e, chegamos à triste conclusão que exportamos os nossos excelentes cafés em média US$ 40,/saca mais barato que a média dos nossos principais concorrentes, e, vendemos cafés mais baratos do mundo,arábicas das mais diversas qualidades e cafés finíssimos e, não podemos concordar que nossos cafés são inferiores e, esses argumentos são velhos jargões do nossos protagonizadores dos setores de exportação e dos nossos próprios falsos representantes sejam governamentais ou privados. Senhores, quando detectamos esses números ficamos tristes e revoltados em saber da incompetência, o conluio, o anacronismo e falta de patriotismo desses protagonizadores que são homens que não tem o mínimo de princípio deixando a mercê do mercado internacional os nossos 320.000 cafeicultores e os propalados 8.000.000 de empregos gerados pela cafeicultura.Portanto, podemos afirmar que deixamos levar pelo ralo da incompetência e pelo conluio praticamente R$100,/saca, dentro da composição de uma paridade real/dólar e dos encargos financeiros desse valor na média desses 13 anos. Com isso chegamos a “bagatela” de uma ordem de grandeza R$28.000.000.000. Donde saiu essa enxurrada de dinheiro ? -- DO BOLSO DO PRODUTOR. É justo? Chega de conluio, onde nossos setores governamentais comandados por hipócritas eleitos pelos próprios cafeicultores e que agora como esse senhor que anda peregrinando pelo Sul de Minas amparado por falsas cooperativas, como a nossa EXPORTADORA COOXUPÉ, que tem o descalabro de apoiar e montar um verdadeiro teatro no intuito de conseguir apoio dos desavisados em detrimento aos nossos milhares de cafeicultores. Além disso, esse senhor que esteve até dias atrás no MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, vem ditar regras do que deverá ser realizado. Porque não o fez quando teve a caneta e o poder na mão?

    Agora vem contestar números da CONAB, da ABIC sobre o volume do consumo interno de café, colocando as instituições que até pouco as representou ou mesmo conviveu e não foi capaz ou, sabemos lá o que, de corrigir as distorções. Chega de hipocrisia Sr SILAS BRASILEIRO. A cafeicultura não está tão ignorante e manipulada como o senhor pensa. GRAÇAS À DEUS, dentro dos mais simples e desavisados nesse universo de 320.000 cafeicultores temos muitos cafeicultores e, agora instituições, pensantes com cultura de escola e de vida muito superior à aquelas que o senhor e algumas falsas instituições julgam. Silas Brasileiro sua pala está marcada como SILAS 261, o responsável por ajustar o preço mínimo em R$ 261,00/saca com grande possibilidade e proteger a aqueles que lhe montam teatros para explorar ainda mais os cafeicultores e, que hoje sabemos que não defendem seus cooperados nem na luta por melhores preços e que também praticam exportações abaixo do custo de produção e muito abaixo do preço preconizado pela bolsa de NOVA YORK. Entendemos que essa política praticada pela EXPORTADORA COOXUPÉ, que há anos deixou de ser uma cooperativa e passou ser uma exportadora beneficiando-se do PIS, FINSOCIAL e dinheiro do FUNCAFÉ, sendo defensora ferrenha da não utilização do FUNCAFÉ para a composição da solução do endividamento dos cafeicultores que ela mesma foi uma das grandes causadoras. Usando verbas do FUNCAFÉ para forçar os cafeicultores a armazenar os cafés em seus depósitos usando o expediente ministerial de vencimentos das operações de pré-comercilização em benefício à ancoragem de preço e logística totalmente favorável aos setores de comércio interno e exportações. Não podemos entender como uma cooperativa (?), como a EXPORTADORA COOXUPÉ pode estar tão arraigadas a esses princípios, será que possui problemas de estoques? Sugerimos uma auditoria dos estoques públicos e privados para todo o segmento já que temos tantos indícios e, ainda reforçado pelo próprio presidente da CONAB, Sr Wagner Rossi, que colocou a dúvida de que os exportadores estão aumentando os estoques para inibir o aumento dos preços. Nós da SINCAL solicitamos urgentemente essa auditoria para colocar os verdadeiros eixos nesse conluio. Queremos a verdade acima de tudo, pois os produtores estão cansados se serem conduzidos nesse conluio e anacronismo.

    Acabamos de presenciar o absurdo das OPÇÕES PÚBLICAS regulamentas com preços abaixo do custo de produção e com vencimentos em dezembro de 2009, fevereiro e março de 2010, lógico na entre-safra, mais uma vez protegendo a exportação numa época de entre-safra facilitando a vida do exportador e a ancoragem de preço. Ainda por cima erraram na emissão da portaria das opções. Parece brincadeira e aí, proposital ou não demoraram quase um mês para corrigir esse erro e, uma verdadeira afronta a inteligência dos cafeicultores e, com isso os preços caíram de R$270,/saca para R$235,/saca e, ainda argumentam que as opções poderão ter vencimentos lá pra frente, pois, temos verbas do FUNCAFÉ, de R$450.000.000, para a colheita, mais um afronto aos cafeicultores, pois, sabemos que precisamos de 3 a 4 bilhões de REAIS para colher os 39.000.000 de sacas. Isso mesmo, as opções serviram para derrubar os preços, mais uma vez parabéns ao Sr Bertoni, ajudando os outros setores do nosso agronegócio em detrimento aos cafeicultores. Já pedimos sua renúncia, mas, existem tantos fatores e pressões à sua permanência por conveniência de conluio, mais uma vez em detrimento à classe produtora. Senhores cafeicultores, tivemos a agradável surpresa de assistir a prorrogação das pré-comercialzações para vencimentos também na entre- safra. Ótimo. Mas, mais uma vez a política foi conduzida para ancoragem de preço e disponibilidade na entre-safra fazendo uma belíssima ponte para a safra de 2010, mantendo permanentemente os preços baixos. ESQUEÇAM QUE O CAFÉ NÃO SUBIRÁ ENQUANTO TIVER REINANDO ESSE CONLUIO DE GENTE INCOMPETENTE E DE MÁ FÉ. Cafeicultores é dentro desse sistema de conluio, que vem sendo conduzidas essas políticas cafeeiras, apoiadas pelos nossos amigos SILAS BRASILEIRO e o Sr. BERTONI, totalmente amparados por falsa cooperativa como a EXPORTADORA COOXUPÉ, que pela sua belíssima eficiência como exportador foi homenageada pela CECAFÉ (Conselho dos Exportadores de Café). Além disso, no ano passado, assistimos uma bela reportagem na FOLHA DE SÃO PAULO, mostrando o desvio das verbas do PREMIO DO PRODUTOR. Tudo esquecido e a nossa EXPORTADORA COOXUPÉ utilizou desse recurso em detrimento aos cafeicultores. O Dr. ISAAC FERREIRA LEITE, deve estar se remexendo no túmulo de tanta vergonha de seus sucessores. Além disso, o Sr. BERTONI, não conseguiu apresentar até hoje o relatório do endividamento da cafeicultura. Claro que não apresentou, pois isso irá estancar as vendas de café para pagar as dividas e, aí o preço subiria e isso é totalmente contra os preceitos do conluio amparado por esses senhores. Se apresentar algum relatório com certeza aparecerá normal a inadimplência, pois não levantará o endividamento nas carteiras dos agentes financeiros que emprestaram dinheiro aos pobres cafeicultores a juros escorchantes e, existem comentários que esse endividamento chega de 7 a 8 bilhões de reais à juros de 2 a 3% ao mês dando um total aproximado de 150 a 200 milhões de reais em juros ao mês e poderá levar até 10 milhões de sacas/ano de café para o pagamento desses juros. Portanto, a cafeicultura está parcialmente quebrada por falta de gestão pública e privada, e, SÃO OS GESTORES PÚBLICOS OS RESPONSÁVEIS por chegarmos nessa situação e com isso nossas propriedades estão hipotecadas para os importadores e torrefadores internacionais que ganham dezenas e dezenas de BILHÕES DE DOLARES. Como diz o nosso companheiro da SINCAL, Sr. JOÃO ABRÃO FILHO: “ESTAMOS EXPORTANDO SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS”. Hoje, estamos vendo nos jornais e revistas do país o nepotismo do Sarney e, sabemos que instituições ao nosso lado como a FAESP, dirigida por um determinado senhor que usa e abusa do nepotismo ao invés de apoiar as reivindicações dos cafeicultores. Lamentável, precisamos de uma auditoria nessa casa para eliminar o coronelismo estilo Sarney que não combina num estado tão promissor como o Estado de São Paulo.

    ATENÇÃO: SOMENTE E TÃO SOMENTE OS CAFEICULTORES PERDERAM R$ 28.000.000.000,00 (VINTE E OITO BILHÕES DE REAIS) e os demais elos do agronegócio não perderam nada e, só ganharam inclusive o governo e seus funcionários que ganharam muitos e muitos reais, como???? PERGUNTE-OS. Portanto, perdemos APROXIMADAMENTE R$100,/saca ou R$28.000.000.000,00. Como devemos por volta de R$10 a 12.000.000.000,00 QUE PODERÁ SER SALDADO POR UMA MORATÓRIA e, ainda temos um CRÉDITO POR VOLTA DE R$ 18.000.000.000,00 EM BÔNUS DO TESOURO NACIONAL E OU COBRADOS DOS DEMAIS ELOS DA CADEIA, INCLUSIVE DAS FALSAS COOPERATIVAS COMO A EXPORTADORA COOXUPÉ. Basta calcular quantas sacas foram entregues nesses 13 anos e multiplicar por R$ 100,00/saca que achará o seu crédito. PORTANTO, SOMOS CREDORES E NÃO DEVEDORES E, nada mais justos a aplicação desse exposto, pois além de suportar esse verdadeiro inferno nos últimos anos fomos, provavelmente, os maiores empregadores e sustentadores do lado social numa única atividade. O nosso governo central que vive numa constante retórica de apoio social tem como responsabilidade socorrer os cafeicultores dentro do NOSSO PROPOSTO DE MORATÓRIA E BONUS. NADA MAIS JUSTO.

    SINCAL

    Associação Nacional dos Sindicatos dos Produtores de Café e Leite

    35 3856-1382

    ARMANDO MATIELLI - ENG. AGRONOMO -FGV

    PRESIDENTE EXECUTIVO DA SINCAL

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  • Rodolfo Errerias Maciel Bebedouro - SP 13/07/2009 00:00

    Este artigo tem que ser publicado nos principais jornais dos estados produtores de café do País, para

    que não só os cafeicultores, mas todos que estejam envolvidos direta ou indiretamente na cadeia produtiva do CAFÉ tomem pé da situação para esclarecimento da opinião publica... -

    Comentário referente a notícia: [b]CAFEICULTORES, SOMOS CREDORES!!![/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=51036

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