Fala Produtor

  • Waldir Sversutti Maringá - PR 21/10/2008 23:00

    Telmo, embora não seja da minha seara, atrevo-me a tentar colocar o pingo nos is na questão da Lei que prorroga as Dívidas Rurais mais uma vez. Tal como agora, na Lei 9138 (securitização) e Resolução 2.471 (Plano Pesa), os bancos também saíram com essa -- de que a Lei era apenas autorizativa e muitos se negaram a cumpri-la. Mas tiveram que se dobrar perante os tribunais. Tanto que o STJ acabou consolidando na Sumula 298 o entendimento daquela Corte, que transcrevo abaixo:

    STJ Súmula nº 298 - 18/10/2004 - DJ 22.11.2004 - Alongamento de Dívida Originada de Crédito Rural - Faculdade da Instituição Financeira - Direito do Devedor: "O alongamento de dívida originada de crédito rural não constitui faculdade da instituição financeira, mas, direito do devedor nos termos da lei"

    Portanto, caro amigo, a presente Lei 11.175 (que resultou da MP 432), está no mesmo contexto: ou seja, se o devedor agrícola se enquadrar nas exigências, não cabe ao banco discutir e sair pela linha de fundos, como vc narrou há pouco. Tem que cumprir o que determina a Lei. O agricultor que tiver negado o pedido, desde que se enquadre nas exigências da Lei, deve recorrer ao judiciário, como aconteceu na Lei 9.138. Com a palavra o Dr Jambinski. Obrigado, Waldir Sversutti.

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  • Luciano Pompilio Brescansin Anaurilandia - MS 21/10/2008 23:00

    João Batista, com relação a esse assunto de que nós, agricultores, deveriamos ter travado o valor da soja e do milho na BM&F quando estavam com preços muito bom, devo dizer que essa era a minha vontade. Mas o custo inicial -- que é de R$ 1800,00 por contrato -- fez com que eu calculasse que se fizesse apenas um contrato isso não me refrecaria nada. E se fizesse 10 ou 15 contratos -- que seria pelo menos meu custo --não teria dinheiro para a margem. Isso porque o tal financiamento da margem, que tanto falaram, não existe. É como estar num mato sem cachorro, ou seja, a gente sabe que precisa fazer a proteção mas não tem como fazer. Eu não deveria ter pago as contas no BB,e feito hedge... mas somos honestos e deu no que deu. Abraços. Luciano Pompilio Brescansin.

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  • Luciano Pompilio Brescansin Anaurilandia - MS 21/10/2008 23:00

    João Batista, a propaganda do governo e do BB que fala aos 4 cantos é que se não prorrogar tem crédito, mas depois de tudo pago ainda assim eles acham uma forma de dizer que seu risco é alto e não vai poder ter novo custeio. É frustante isso.. Me sinto lubridiado por uma propaganda enganosa. Sou agropecuarista da cidade de Anaurilandia MS, e paguei todos os investimentos e prorrogações antigas (anterior a 2006) e o custeio e agora alegam que não podem me dar custeio novo porque meu risco é alto, porque tive dificuldades; dificuldades essas por que fiz um esforço danado para pagar tudo em dia. O Gerente da minha agência está tentando reverter essa situação mas a decisão veio da Superintendencia de BRASÍLIA. Obrigado por esse espaço para mostrar a dificuldades que passamos

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 21/10/2008 23:00

    Prezado João Batista,

    muito interessante em seu Programa de hoje o apelo do Ex Ministro Roberto Rodrigues. Revisão da PGPM e maior orçamento para o MAPA.

    Porque ele não combinou isto com o Lula naquele tempo?

    Entretanto cabe perguntar, porque os agricultores não garantiram os preços de Soja na BM&F entre 25 e 32 dólares para maio de 2009?

    Porque ninguém se garantiu com um Preço de Milho entre 25 e 30 Reais na BM&F?

    Agora querem que a "Viúva" (Governo Federal) faça todo Socorro?

    Assim não dá!!!

    Para mim a melhor oportunidade continua sendo a de redução da oferta para que os preços sejam recuperados até o ano que vem.

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  • Jucelio Pires de Moraes Rio Verde - GO 21/10/2008 23:00

    João Batista, nosso comentário, mais uma vez, é sobre o grande problema que tem sido o endividamento agrícola deste País.

    Nem resolvemos ainda os problemas das dívidas antigas e já iniciamos o plantio de uma nova safra com custos acima do valor de mercado. Agora sim poderemos ver ocorrer uma quebradeira total. A atenção deve ser redobrada, já que o quadro que se pinta é realmente preocupante. Saudações.

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  • Noedir José Karam Marcondes (Diamantino/MT) Diamantino - MT 21/10/2008 23:00

    Sobre o assunto de travamento da soja no mercado futuro na BM&F (levantado hoje pelo João Batista, e comentado pelo Glauber Silveira, da Aprosoja), gostaria de fazer 2 perguntas para a pessoa que disse que nós, agricultores, deviamos ter travado a soja quando estava a U$ 22,00 ou 26,00: 1) queria saber dele com se faz essa magica, uma vez que aqui, até hoje, ninguem está comprando "mercado futuro"; e 2) onde está o dinheiro que o Lula divulga na midia???? Eu planto 11 mil ha. de soja e até agora não consegui recurso de ninguém. Estou plantando toda a minha lavoura sem adubo -- "ZERO DE ADUBO", SEM BANCO, SEM TRAIDE -- e sou altamente viável. Tenho garantia real de 2.400.000 ha em primeiro grau, fora as CPRs. Nesse momento já plantei 4.000 ha, mas agora acabou meu dinheiro. Como faço para terminar minha lavoura? tenho semente paga com recurso proprio, nos quimicos 50% também estão pagos... mas e agora???! Sabe o que eu acho: qdo alguem vem ate à televisão para falar abobrinha, essa pessoa não deve ter conhecimento de causa... digo isso do cara que falou que os produtores não foram até à BM&F travar seu produto. Tá com nada esse fulano. Respeito muito vc, sr. João Batista, mas esse cara...

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 20/10/2008 23:00

    Sobre as renegociações das dívidas: MP 432 (Lei 11775) e as ilusões: Cumpre esclarecer que a Lei AUTORIZOU aos Bancos repassadores de dinheiro do BNDES, "renegociar" no máximo 30% da Carteira no RS e no MT e nas cidades (municipios) que declararam Calamidade PÚblica em 2005/06, e apenas 10% dos Empréstimos Concedidos nas outras regiões do País. Portanto, o problema não está na CNH (como relatou nosso amigo abaixo). Hoje em dia é assim: o "Departamento de Propaganda" informa uma coisa mas o Departamento Operacional tem condições de FAZER bem menos. Acho que o ERRO está em quem acredita na propaganda enganosa... Preste atenção nas NOSSAS informações, modéstia à parte.... Att, Telmo Heinen

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  • Elci Máximo Batista Belo Horizonte - MG 20/10/2008 23:00

    João Batista, a diretoria da Febraban, quando entrevistada pela mídia, sempre fica em cima do muro. Nada de resposta conclusiva, pois não tem interesse nenhum em criar polêmica com o Banco Central. A entrevista do Assessor técnico, Sr.Ademiro Vian, fugiu do referido modêlo e foi bastante contuntende quando alertou ao Banco Central que as medidas que estavam sendo tomadas eram totalmente inócuas. Apenas ele não explicou as razões da redução dos depósitos à vista. Como ex-bancária e atualmente cafeicultora, a minha opinião é que a redução dos depósitos à vista dos sistema financeiro do Brasil aconteceu pela esperteza dos Bancos que, para fugir da aplicação compulsória ao setor agrícola, voltaram com as contas remuneradas em nova roupagem. Enquanto isso o Bacen parece que está "dormindo de touca" ou está fazendo o jogo dos banqueiros. Se não existissem os bobos não existiriam os ativos. Isto é uma grande brincadeira que estão fazendo com os agricultores deste País. Sugiro que você, como um dos poucos que defende agricultura brasileira, remeta às nossas lideranças cópia da entrevista do referido técnico, na expectativa que uma melhor solução possa ser encontrada para os nossos agricultores.

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  • Idemar Henrique Tozatti Erechim - RS 20/10/2008 23:00

    As declarações do ministro da Agricultura, sr. Reinold Stephanes, de que o presidente Lula e o ministro Minc assinaram a Medida 6514 (Meio Ambiente) sem lê-la, é um caso muito sério para o povo brasileiro, os senhores não acham? O que podemos esperar de um bando de loucos destes? O que os agricultores podem fazer? Por favor, meus amigos, vamos dar um basta nisso... Estão quase tirando nossas terras sem ler o documento que vai afetar milhares de agricultores já endividados??!!! Além do que, um deles é um ministro que não sabe a diferença entre um trator e uma vaca (pois para mim, ele pensa que tudo é tração animal, uma vez que o trator é movido por um motor de tantos cavalos de potência...). Vamos cobrar das nossas entidades de classe, pois não estão dizendo porque existem.

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  • Maxsuel Rodrigo Zart Guarapuava - PR 20/10/2008 23:00

    Amigos, e agora?? Preços em queda, custos altíssimos, o que fazer??? Uma das saídas talvez seja a que estamos falando há meses, ou seja, dêem valor ao fluxo de caixa e tenham cautela. Ou, como dizia Fernando Muraro Jr, vamos fazer média, e usar a ferramenta do mercado futuro. Afinal, ninguém tem bola de cristal. Agora talvez sejamos obrigados que pensar como economistas, como já diz Telmo Heinen: vender Ativos para injetar dinheiro no caixa e dele cuidar como se cuida de um filho.

    Falo isso porque, em minha opinião, o Empresário Rural tem que ser Empresário Rural. Ele necessita de pessoas que o auxiliem, pois o agricultor é ótimo fazendo o que ele sabe, ou seja, ser a pessoa responsável em alimentar o mundo. Porém, ele precisa de um agrônomo para lhe auxilie na lavoura, com aplicações de defensivos, plantio, etc.. Como também ele necessita de um contador que lhe oriente e auxilie nos custos de produção, fluxo de caixa, Imposto de Renda, etc. Sem contar que necessita de advogado para estar atento a possíveis situações de auxílio, além de um especialista para desenvolver a estratégia de venda, junto com o contador, analisando sempre o fluxo de caixa. E de um sindicato para brigar por interesses da classe produtora perante o governo. Será que todos os empresários rurais realmente deram atenção e valor as palavras aqui ditas??

    É duro dizer, mas a verdade tem que ser dita: nas feiras agrícolas de todo o Brasil foram registrados recordes e recordes de vendas de máquinas, camionetes, etc. Talvez no ano que vem tenhamos que devolve-las !!! ... se é que as receberam.

    O produtor precisa ter Gestão e Tecnologia, mas sempre com os pés no chão, fazendo a pergunta se realmente precisa e se pode pagar.

    Quem disse que deu lucro a safra 2007/08 de milho para o produtor rural??/, pois bem, quem disse isso mentiu, porque o lucro desta safra pagou mal-e-mal os custos diretos da safra de milho 2008/09 que quase terminamos de plantar. E alguns produtores se iludiram e adquiriram e gastaram sem pensar... Culpa da mídia?? Em minha opinião, não.

    E mais: acreditar no governo e também acreditar nos bancos que dizem que irão liberar o dinheiro da próxima safra quando for pago a dívida da safra anterior, é a mesma coisa que acreditar em papai-noel.

    Empresários Rurais, procurem auxilio de profissionais capacitados, não dêem valor as notícias da rede bobo, tenham os pés no chão, caso contrario, bem vindo “Grito do Ipiranga II”.

    Hoje em dia não conseguimos mais CORRIGIR as informações da Imprensa. As papagaiadas midiáticas são copiadas e coladas e o abobalhamento midiático é constante. Por isto eu passei a dizer que a culpa é de quem acredita nestas bobagens. Porque acreditar quando a mídia fala que vai faltar milho, sem conferir os cálculos?

    Conferir os cálculos é atribuição nossa!

    Maxsuel Rodrigo Zart

    ZK Assessoria Decisorial

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 20/10/2008 23:00

    Olhem só o que me foi dito agora de manhã: o Banco CNH (New Holland) não vai prorrogar nenhuma dívida de sua carteira, mesmo daqueles agricultores que entregaram todos os documentos pedidos mas não tem capacidade de pagamento. Isto é uma mais uma afronta à classe produtiva. O jeito é apelar para a Justiça, e é o que vou fazer. Vou pedir que me informem por escrito desta decisão, e suas razões, e vou contratar um advogado para brigar na Justiça. Vou derrubar este contrato, pois quando me venderam a máquina não foi feito um estudo de viabilidade financeira exigido pelo BNDES. Chega de ser bonzinho. Aconselho aos companheiros a fazerem o mesmo.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 20/10/2008 23:00

    Incongruência informativa: Burocracia emperra crédito (Se LIBERAR geral, eis uma nova "subprime")

    Prezados Jornalistas "catastróficos" - Vamos PENSAR um pouco...

    Se a escassez mundial de alimentos relatada pela imprensa, apregoada por arautos de plantão, politicos e desinformados em geral for verdadeira, porque TEMER a falta de crédito nas nossas exportações, maioria de alimentos?

    Quem tem fome(sic?) como vocês dizem, vem comprar a VISTA se for necessário.

    Como não é necessário vir comprar a VISTA, significa que todas as papagaiadas em torno da escassez mundial de alimentos são falsas.

    Mantenho o meu DESAFIO a quem interessar possa que me PROVE ser capaz de consumir toda a COMIDA que a agricultura mundial lhe coloca à disposição. São cerca de 300 kg anuais de grãos + toda carne bovina obtida a pasto + todo pescado extrativo + todas as frutas do mundo + todas as verduras + toda mandioca e legumes + MEL + todo açúcar + SAL + todo leite, todo extrativismo, sem falar em cobras, lagartos, grilos etc... ao menos durante uma única semana/pessoa. Suinos, frangos e despesca não incluidos pois são meios ou formas para o homem consumir de outra maneira a sua quota anual de grãos.

    Por isso é muito mais correto preocupar-se com o que fazer, depois da "crise" (... desta fase de ajuste). Depois da tempestade vem a bonança ... ou a inundação?

    Há 100 anos, somente nos EUA existiam 3.000 fábricas de veiculos. Hoje existem duas: Ford e GM

    Em 2000 havia 5.000 empresas de internet no Vale do Silicio. mais de 4 mil já se foram...

    É isto que espera os Bancos e as Bolsas. Restarão poucos.... e poucas.

    Fundos de Investimento? Depois será a vez deles.

    Att, Telmo Heinen 58a, Eng. Agr. - Abrasgrãos - Formosa (GO)

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    JORNAL DO BRASIL - RJ

    Assunto: AGRICULTURA - SAFRAS

    Burocracia emperra crédito (Se LIBERAR geral, eis uma nova "subprime")

    Sem regulamentação de medidas do Banco Central, exportadores não obtêm recursos

    Leda Rosa, SÃO PAULO

    Exportar é cada vez mais difícil para os brasileiros. Na contramão dos últimos anos, nos quais o setor se expandiu em ritmo acelerado, a crise abala as vendas do país, especialmente os contratos a partir de janeiro de 2009. A safra de soja, terceira colocada entre as commodities mais vendidas em setembro, será afetada. O principal entrave é a escassez de linhas de crédito, especialmente as de adiantamento de contratos de câmbio (ACC), fonte de 30% do mercado. Os 70% restantes também foram impactadas na conjuntura da turbulência mundial. Mesmo com as reservas brasileiras avaliadas em mais de US$ 200 bi, os produtores seguem sem dólares ou reais, à espera que o Banco Central regulamente as medidas anunciadas.

    - As novas linhas secaram e as que já existiam seguem, mas quando vencem não são renovadas. O comércio exterior está quase parando - diz José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

    O desaparecimento de novos financiamentos para o comércio exterior hoje alcança 80% do mercado e começou em 15 de setembro, com a quebra do Lehman Brothers. E em 2009, o cenário pode piorar:

    - O problema vai começar a aparecer de fato nos embarques do primeiro trimestre de 2009, porque as operações deste ano, teoricamente, já foram contratadas e o exportador terá que cumprir o contrato, mesmo emprestando no mercado interno que hoje cobra custos de 14% a 16% contra os 4% a 5% antes da crise - diz Castro.

    A crise do crédito já afeta setores que trabalham com grande antecedência, como o de calçados, confeção, material de construção, autopeças, autopeças e móveis.

    - Nos bancos privados não há crédito, empréstimos só no Banco do Brasil, mas os recursos disponíveis não são suficientes para financiar a safra - diz Gilman Viana Rodrigues, secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas e presidente da Comissão Nacional de Comércio Exterior da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que congrega dois milhões de empresários rurais no país. No segundo semestre, o governo editou a medida provisória 432, que prevê a renegociação de R$ 75 bilhões em débitos da agricultura. O valor corresponde a apenas 33% da demanda de grãos.

    - A agricultura tem mais necessidade de planejamento. O produtor tem hora para plantar. Em setembro e outubro plantamos soja, um dos principais produtos da cesta de exportações, e milho, estratégico por ser alimento de outras cadeias produtivas, como aves. Estas safras serão afetadas pela falta de crédito - diz Rodrigues, que também reclama da demora. - A burocracia não pode impedir a exportação.

    A urgência do balizamento das linhas de crédito também é cobrada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). - É necessário que o governo avance, coloque o suporte dado pelas reservas para funcionar - diz Júlio Gomes de Almeida, economista da entidade. Segundo ele, as reservas poderiam ser usadas em linhas emergencias através dos bancos nacionais. Ou utilizadas como lastro para empréstimos em bancos estrangeiros. Justamente a medida anunciada pelo BC no início do mês e até agora sem as regras necessárias para sua execução. Consultado, o BC não quis se pronunciar.

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  • Pedro Vidotto Cruzeiro do Sul - PR 20/10/2008 23:00

    João Batista, como pode o governo exigir que o agricultor pague suas dívidas juntos aos agentes financeiros, se não temos renda??? Perdemos renda por culpa dos planos econômicos dos nossos últimos governos, e deste também. Como poderemos pagar??? nem vendendo maconha nós não pagamos esta dividas. Estamos perdendo renda, João, desde o plano Bresser, mas a perda maior é com o governo atual, que se chama Lula. Ele não deixa o agricultor ganhar dinheiro, nem ter renda, muito menos lucro. É lamentável, João... Há pouco tempo tivemos alta dos adubos e insumos e ninguem fez nada. Agora temos problema na economia do americana afetando o Brasil. E dai, o que podemos fazer??? Estamos num beco sem saida.

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  • Romano Rodrigo Markoski Seberi - RS 19/10/2008 23:00

    Olá João, muito obrigado pelo espaço que nos deu!!!! e vamos lá !!!! estou certo que iremos passar dificuldade só se continuarmos reclamando sem ação; vamos, classe desunida, vamos, povo acomodado, vamos fazer alguma coisa.., como, por exemplo, vamos dar o calote nos bancos, vamos fazer como os argentinos, sair nas ruas e soltar foguetes (pois bater panelas é coisa de argentino!!) vamos impor o certo por linhas tortas!!! podem me chamar de maluco mas não adianta... é isso que devemos fazer mesmo!!!! acabar com a corja de vez, nesse país agricola vamos submetê-los ao nosso meio. Isso não é populismo, é pura realidade. De que adianta calejarmos as mãos pra vermos nosso dinheiro ficar nas mãos de bancos... puxa pessoal, chega disso..., vamos criar coragem, mas não fazer como o grito do ipiranga. Lá só gastamos dinheiro à toa!!!! vamos lá, vamos fazer diferente agora!!! de quem é esse País, gente!!!! é do povo!!!, Portanto, chega de propaganda enganosa... e a CNA, que não divulga nota alguma no horário nobre?!!!! e as propagandas enganosas???, A realidade é outra meu povo!!!! falando em CNA, CADE A COBRANÇA, CHEGA DE NEGOCIAR COM VAGABUNDOS!!!!! queremos firmeza!!!! o trigo aqui tá derretendo, tem cerealista que nem faz questão de comprar..., cadê a classe pra cobrar mudanças? a classe, não os deputados parasitas que vivem às nossas custas, que dizem que fazem e não fazem nada !!!!! só negociam!!!! Vamos dar um basta nisso!!!!! eu vou criticar até que algum esperto me ligue, depois outro e assim por diante, porque pra mim chega... eu me recuperei, porque criei coragem... e os outros? vamos colondas, vamo botar pra quebrar... nós temos a faca e o queijo na mão, é só cortar!!!! vamos botar lenha na fogueira !!!! fuiiii, mas volto.. Ah, volto!!!!! Opa, ia me esquecendo do mula!!!! quer moleza?? vai mascar minhoca que não tem osso!!!! seo burro!!!!!

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  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 19/10/2008 23:00

    Sr. Ministro da Agricultura, desculpe-me se este meu comentário lhe ofende, pois não é de cunho pessoal... mas, infelizmente, esta história -- se o preço dos grãos não cobrir o custo, o governo garante -- é uma grande balela!!! se isso fosse possível o Governo já teria tomado esta decisão há muitos anos. Nossas dividas, sr. Ministro, são provenientes de muitas safras que não nos deram renda, e, desta forma, as dívidas contraídas não puderam ser pagas devido ao alto custo para se produzir soja, cafe, milho etc. E como nada foi feito até agora, não vamos cair mais nessa.. Afinal, sr. Ministro, CACHORRO MORDIDO DE COBRA NAO COME LINGUIÇA!!! Outra coisa: uma declaração dessa, à essa altura do plantio, com os produtores sem condições de plantar devido à falta de crédito, me parece desespero do Governo.

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