Fala Produtor

  • José Joaquim Francisco de Sousa Guarai - TO 25/07/2008 00:00

    João Batista, estou decepcionado com os nossos representantes do setor agropecuario. Passamos quase dois anos ouvindo eles, como também a equipe do governo federal, dizerem que estavam trabalhando para a reestruturação do endividamento do campo. O pior é que conseguiram até deixar nós, produtores, esperançosos com tantas promessas. No entanto, depois de tanto tempo, fazem um barulho tremendo para lançar esta medida provisoria que infelizmente foi mais uma embromação, não resolvendo em nada o nosso problema. João Batista, que Deus te dê muita saude e força para continuar lutando por nós, produtores rurais.

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  • Renato Ferreira Dourados - MS 25/07/2008 00:00

    Indignado Colega: Luis Carlos Pasquim Sobrinho!! Rio Verde Goiás.

    O seu comentário veio à calhar. Essas Empresas denominada cooperativas, tem realmente ludibriado o cliente, mais conhecido como cooperado. Sem intuito comercial financeiro e "total apoio" ao cooperado, forçam a venda pertinente de insumos e intenção de compra de cereais, é quase uma perseguição.

    A questão é: viabilizar o desenvolvimento do cooperado, e da região, ou, se tornar um atacadão de insumos e recebimento de grãos?

    Sou cooperado de uma grande cooperativa aqui na Região de Caarapó MS e desde a minha associação, os preços da soja dísponível é bem maior do que a do balcão da cooperativa. Por que?

    Eles vêem com conversa de sobras e bla bla... mas o que importa é o que vai para o meu bolso.

    Os insumos são mais caros, os grãos mais baratos.

    Afinal eu sou cooperado dela ou ela é cooperada do meu bolso?

    Negócio claro é o das três multinacinais conhecida como A. B. C. que são carrascas, mas não vestem com a pele de cordeiro para não mostrar a verdadeira identide de lobo que são.

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  • Edno Apparecido Moretti Junior Araçatuba - SP 25/07/2008 00:00

    João Batista, me ajude a entender uma situação, como pode o fornecedor de cana-de-açucar estar comendo o pão que o diabo amassou e grupo nacionais comprando ou adiquirindo mais usinas? Minha família produz cana a 15 anos e nunca passamos uma crise dessas, vendendo 1 ton de cana a R$ 12,00 livre da colheita.

    Grande abraço e continue nos deixando os agricultores mais bem informados do nosso Brasil.

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  • Ed Carlos Moreira Coelho Riacho Fundo - DF 25/07/2008 00:00

    Estive no Pará e ouvi de um fazendeiro da região do Iriri que o gado que o Ibama confiscou estava morrendo porque estava fechado em uma área muito restrita. Ele queria inclusive contactar a TV para cobrir o assunto. O governo mostra o lado politiqueiro da coisa mas não mostra a verdade.

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  • ricardo vilela toledo Uberaba - MG 25/07/2008 00:00

    João Batista, fico indignado quando um individuo do governo diz que faltando materia-prima para adubos, e que o problema só será resolvido em 5, 6 anos. Será que eles já ouviram dizer em planejamento? Temos jazidas mas não as exploramos. E se o governo quiser produzir o dobro do que já produz e financiar a produção, é preciso resolver aas dificuldades da burocracia. Quando o produtor vai em um banco querendo produzir alguma coisa, a burocracia é tão grande que ele sai correndo do banco.

    obrigado

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  • Luiz Carlos Pasquim Sobrinho Acreuna - GO 25/07/2008 00:00

    Caro amigo João Batista, verifiquei que alguns comentários são a respeito de cooperativas, pois bem, peço que você junto com sua equipe faça uma pesquisa junto a cooperados sobre o grau de satisfação dos mesmos com sua cooperativa. Ao ver o resultado, espero que o João Batista esteja sentado.

    De há muito que elas deixaram de ser formento ao produtor rural, para se transformar em empresa capitalista, favorecendo um grupo de administradores e sócios, que na sua maioria estão lá há mais de 20 anos no poder.

    Aqui na minha região (Rio Verde-GO), a cada dia inaugura uma nova revenda de insumos agricolas. Motivo? A cooperativa é uma das mais caras revendedoras da região.

    O Brasil mudou e o mundo mudou, temos que evoluir em termos de administração.

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  • Elmer de Oliveira Gonçalves Goiânia - GO 24/07/2008 00:00

    AUDIO, NÃO ESTA SAINDO O AUDIO DOS VIDEOS DO SITE.

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 24/07/2008 00:00

    Amigo J.B., a história do boi pirata do Ministro do Meio Ambiente, classificado pelo Senador Mozarildo Cavalcante como "intelectual da praia", realmente demonstra do despreparo da equipe do Presidente Lula, a midia esta cometendo um erro em não permitir a defesa daqueles produtores, apesar de não ter nada a ver com a história estou solidário para com os colegas e gostaria de ouvir a versão deles sobre o fato.

    E para que este problema seja resolvido convide os Senadores daquele Estado para se pronunciarem já que o Ministro demonstrou incompetencia é necessário que estes tomem providencias cobrando do Governo Federal uma atitude, pois isto é apenas o começo, temos que cortar o mal pela raiz.

    Conto com vocês.

    giovani Giotti

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  • Hércules Oliveira Riccioppo Belo Horizonte - MG 24/07/2008 00:00

    Na verdade estou usando esse espaço para fazer um desabafo de pecuarista do estado do Pará.

    É sobre a notícia do dia 22 de julho de 2008 da Folha de São Paulo: Indústria reforça crítica a exportação de boi em pé. Vocês do Notícias Agrícolas podem confirmar através de suas atualizações que o preço do boi naquele estado varia de 10 a 20 reais a menor que o preço do boi no estado de São Paulo, e sabem bem que as indústrias matam o nosso boi lá, desossam e mandam a carne de lá para ser comercializada no sudeste, se não exportada.

    Graças a essa comercialização do boi em pé, nós pecuaristas do estado do Pará podemos contar hoje com o valor de 73,00 a @ nos frigoríficos do estado, além de podermos também ter segurança do rendimento de nossos animais, porque nas indústrias da região, o pecuarista nunca tem idéia do valor do rendimento da carcaça de seus animais, pois estas costumam melhorar o preço pago pelos a animais através deste rendimento.

    Vários pecuaristas da região preferem vender seus animais para indústrias do estado do Tocantins que pagam menos pelos animais, além de descontar a alíquota, porque só assim têem a certeza do valor que receberão pelos seus animais.

    Espero que os representantes de nossa classe possam nos defender de mais esta grande jogada que os frigoríficos andam armando contra os pecuaristas.

    Gostaria de aproveitar mais essa oportunidade para falar desse tal boi pirata e perguntar se já sabem quem pagará por esse crime ambiental cometido pelos orgãos de fiscalização de nosso país a mando de nossos governantes, pois pelo que sei deixar animais morrer de fome é crime e geralmente muito divulgado por toda a imprensa, e até agora não vi além do Terra Viva, nenhum órgão de imprensa falar sobre o assunto e até divulgar as fotos lastimáveis dos animais mortos.

    Talvez solicitando uma entrevista ao ministro do meio ambiente ele possa nos explicar melhor o que se passou, pois afinal trata-se de um crime ambiental, e ninguém melhor que ele para falar do assunto.

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 23/07/2008 00:00

    Tenho observado que muitos leitores do site estão indignados com o tratamento que os produtores rurais recebem do atual Governo (e dos anteriores também): Falta de crédito, alta desenfreada dos insumos, dólar artificialmente barato, palhaçada das prorrogações, etc...

    Agora vem o ministro do Meio Ambiente, Carlos (**##!!) Minc, e o presidente (**##!!) Lula, e assinam um decreto que obriga a todos os agricultores a averbar uma reserva legal em 120 dias. (!!!) Acho que nós, agricultores, deveríamos nos adiantar. Se eles querem ter um País totalmente ecológico, vamos ajudar!! Proponho não plantarmos a reserva legal. Isso mesmo! NO lugar, vamos fazer adubação verde nesta área. Qual seria o impacto nos preços dos alimentos? Podem ter certeza, os produtos seria reajustados em mais de 20%. O que deixaríamos de ganhar nestas áreas sem plantio seria compensado, e muito, pelo aumento dos preços recebidos por nossos produtos.

    Tenho absoluta convicção que colocaríamos o governo de joelhos, ao invés de nós, que estamos de quatro agora. O grande impecilho para nossa causa se chama Sistema CNA. Esta corja de (**##!!) não faz nada além de nos cobrar. Somos obrigados a pagar para que nos representem. É chagada a hora de darmos um basta. Sejamos valentes como os argentinos e não (**##!!) como fomos até agora.

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  • Ernesto Seyfert Lapa - PR 23/07/2008 00:00

    Mais uma vez e outra vez o produtor amarga com a queda do dolar e alto custo dos insumos principalmente dos fertilizantes e os preços das comodites agricolas estao em livre queda, milho sobrando no mercado interno que ficara inviavel exportar a esse dolar, é preciso alertar os produtores com o plantio desse ano façam bem as contas para nao se arrependerem mais uma vez como todo ano; eu pergunto ate quando amigos????

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  • Idemar Henrique Tozatti Erechim - RS 22/07/2008 00:00

    O governo tem interesse que o agricultor não tenha solução para as suas dívidas, porque quanto mais individado ele for mais ele produz, sempre foi assim, ou será que a história não nos mostra isto?

    Tudo é a lei da oferta e procura: se não quer que os fertilizantes suba, não compre; se não quer que as máquinas e implementos suba; não compre, ou será que não podemos chegar a uma conclusão única e incontestável: somente a união de todos os que estão diretamente atingidos é que trará alguma solução para os produtores do Brasil.

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  • SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE VILHENA-RO(DIRETORIA) VILHENA - RO 22/07/2008 00:00

    Marcha Rumo a Roraima

    Integrantes da Associação dos Produtores de Juína (Apraju) estão organizando a "Marcha a Roraima", prevista para acontecer no dia 11 de agosto. Segundo o presidente da Apraju, Aderval Bento, o objetivo da marcha é manifestar a indignação dos produtores rurais, contra o processo de demarcação em área contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, localizada no noroeste de Roraima, que deve ser votada pelo Supremo Tribunal Federal (S TF) nos próximos meses.

    De acordo com Aderval, a caravana também servirá de protesto contra a presença e interferência de Ongs internacionais na política brasileira para os povos indígenas. "Queremos ir para a região para deixar claro que a Amazônia pertence aos brasileiros e que a presença dessas ongs internacionais só servem para tornar ainda mais difícil a vida dos produtores rurais brasileiros", enfatizou. Devem aderir ao movimento diversas regiões do Estado, principalmente Sindicatos Rurais do norte de Mato Grosso.

    As caravanas saíram de suas cidades no dia 11 de agosto com destino a Vilhena que seguirão para Porto Velho. A previsão de chegada em Manaus está marcada para o dia 14, no dia seguinte seguem para Boa Vista e de lá para Ipacaraima onde concentrará a marcha. Ipacaraima é um dos municípios existente dentro da área de reserva indígena que poderá desaparecer caso o STF mantenha a demarcação. Estão ameaçados também, cerca de 17 propriedades rurais de cultivo de arroz irrigado que produz aproximadamente 100 mil toneladas de arroz por ano. Isso representará desemprego e queda na arrecadação do Estado.

    O diretor-secretário da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Valdir Correa, esteve na região juntamente com presidentes de federações de outros estados e sobrevoaram a região e também mantiveram contatos com os produtores locais. "Eu fiquei indignado e revoltado com a situação. Não dá para entender o que o governo pretende com as ações adotadas contra os produtores da região da Raposa Serra do Sol e contra o estado de Roraima como um todo, um estado que tem um potencial extraordinário na agricultura e na pecuária e que está sendo penalizado pela miopia do governo federal", desabafou Correa.

    Fonte : Ascom Famato

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  • Marcela Andreoze Palmital - SP 22/07/2008 00:00

    Olá João Batista tudo bem? As coisas aqui no interio de São Paulo não andão nada bem. As cooperativas que dizem que querem ajudar o a produtores, querem é afundar ainda mais nos. As trocas que elas propõem são absurdas, sem noção. Para se plantar soja qurem 47 sacas por alqueire da produção, e do milho ainda não sei dizer quanto é. Apenas sei te dizer que desta manedira que está indo não teremos condições de plantar. E se plantar vai trabalhar pras cooperativas. Não endendo porque nosso presidente, não vê como estão as coisas realmente, e não faz nada pra ajudar. E pra completar, os bancos estão dizendo que vão executar os produtores. Não sabemos o que fazer. Estamos totalmente desprevinidos e desenformados com toda esta situação. E como vão ficar os custos desta safra? será que ficaremos a ver navios outra vez? Iremos trabalhar para o governo e para os donos das terras se formos arrendatários? As coisa aqui estão indo de mal a pior. Não chegamos a nenhum lugar desta maneira. Não consigo imaginar como o Lula não estas coisas. Acho que ele precisa é de óculos e uma boa dose de vergonha na cara e semancol. Atenciosamente,

    Marcela Andreoze filha e neta de produtores rurais

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  • Renato Ferreira Dourados - MS 22/07/2008 00:00

    João Batista!!! Somos marionetes diante da alta e baixa dos preços, sendo que os fornecedores de insumos, não participam desta oscilação.

    O produtor tem várias explicações sobre a prostituição dos preços dos insumos, troca de governo, guerra no Iraque, alta do barril, alta e baixa do dólar, risco Brasil, aftosa, seca e chuva, enfim inúmeros argumentos que somente justificam e andam em direção oposta preços de insumos versos preço do que o produtor produz.

    É difícil entender, em hora que o estoque de grãos esta baixo, produtividade americana comprometida, aumento do consumo mundial de alimentos, geada na safrinha, menor investimento na próxima safra em virtude da alta do custo de plantio; os preços além de não se manter, caem!!!

    É difícil!

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