Fala Produtor
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Milton da Silva Terra Roxa - PR 23/06/2008 00:00
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Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 23/06/2008 00:00
Caso Kátia Abreu -
Amigos. Penso que por traz desta briga - que só prejudica os produtores rurais - estão os descontentes com a perda da CPMF e os interesses de alguns - apoiados por grandes empresas - e que querem se manter no poder e não permitirem que alguem lute, realmente, pelos produtores.
A Senadora é uma mulher honrada, de fibra e que muito ainda vai contribuir para melhorar a condição do produtor rural brasileiro, o elo mais fraco da cadeia.
Demorou para alguém tentar prejudicá-la.
Prof. Clímaco Cézar de Souza
Brasília (DF)
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Carlos Mello palmeira das missões - RS 23/06/2008 00:00
Emendas para MP 432
Medida Provisória do Endividamento Agrícola
Para Pequenos Agricultores que Estão Fora do Pronaf
(Acima de 4 módulos e até 8 módulos fiscais)
Acima de 4 módulos fiscais, precisamos urgentemente de normativas diferenciadas não só de políticas agrícolas mas principalmente agora nesta Medida Provisória 432 que é um Verdadeiro Caos para nós desta pequena escala de produção. Pois nos levará à inadimplência de imediato, por que não temos capacidade de pagar parcela de passivos este ano. Além do que, isto pode nos impedir de participar desta Recomposição. Pois a nossa grande maioria está fora do crédito oficial nos últimos anos e teve perdas gravíssimas agora nesta safra 2007/2008. Portanto precisamos de carência nestas parcelas antigas e/ou acumuladas, e que pelo fato de serem pouco diluídas, vão continuar não dando capacidade para buscarmos custeios e investimentos plenos para estas propriedades, o que há muito não têm.
É humanamente inaceitável que sente-se numa mesa de negociação para reestruturar dívidas de um produtor com 10.000 ha e, use-se esta mesma normativa de reestruturação para um produtor de 100 ha, por exemplo.
É muito contrastante a nossa pobreza rural com a expansão do agronegócio da alta escala.
É fundamental e urgente que nos dêem condições para produzirmos e/ou mantermos no campo, ou pelo menos não nos tirar condições. E isto passa necessariamente e urgentemente por uma reestruturação de nossos passivos tanto dentro como fora do sistema bancário (temos que achar uma alternativa urgente para substituir o FRA). Precisamos de apoio e sustentabilidade para podermos continuar a trabalhar no campo sem sermos tratados como um agronegócio de alta escala e sim como um agronegócio que corresponda ao tamanho de nossa escala de produção ou propriedades !!! Temos que saber também que todas as nossas perdas fizeram parte de projetos e planos de governo !!!
No Brasil ou fala-se em agricultura familiar que está razoavelmente assistida, ou em agricultura empresarial. Temos um agronegócio rico e uma porcentagem enorme de um agronegócio pobre. Esquece-se desta pequena escala de produção que aqui me refiro. Pequenos agricultores que escapam do enquadramento no Pronaf - 4 módulos até 8 módulos fiscais, por exemplo. Precisamos de normativas diferenciadas para podermos ter novamente 100% de custeios e investimentos para nossas propriedades.
Estas propriedades precisam de custeios e investimentos urgentes !!!
Coordenador executivo - Carlos Mello
Produtor rural (100 hectares) - Carlos Mello
Palmeira das Missões – RS
(55) 3742 4461
(55) 9964 4645
23/06/2008
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 23/06/2008 00:00
Caro João Batista,
Apesar das palavras do deputado Heinze, a renegociação não vai acontecer como precisamos.
O Banco do Brasil até aceita prorrogar, mas já avisa que o limite de crédito do mutuário vai ser revisto e REDUZIDO drasticamente.
Os outros bancos, cooperativas e bancos de montadoras negam até hoje que tenham recebido as instruções para prorrogar os investimentos. Imagine então se irão efetuar algum alongamento, sendo que podem usar "o caso a caso" na análise do processo. Este "caso a caso" acaba conosco.
Entendo que alguns podem pagar, então que se dê desconto para quem quer pagar, mas tire este "caso a caso". E, por favor, que o Banco do Brasil não revise o limite de crédito de quem quer ou precisa alongar as dívidas.
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Matheus Lelis Nogueira Guaira - SP 23/06/2008 00:00
João Batista e toda equipe do Notícias Agrícolas, muito obrigado pelas informações sobre o mercado de feijão, onde eu mandei um email para vocês e no mesmo dia vocês me responderam, acho que o nosso pais esta precisando é de pessoas desse nível não deixa para o outro dia.
Mas aproveitando a ocasião gostaria de saber do mercado de milho no curto prazo, qual a tendência do mercado, vai recuar como nos vimos hoje? Ou é mercado de alta, por causa dos transtornos no USA e geada no Paraná?
Porque vou começar a colher milho de campo e tenho que comercializar dentro de 30 dias, por isso estou pedindo uma opinião para vocês.
Obrigado e abraços a todos da equipe.
Matheus Lelis Nogueira
Guaira -SP
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Cristiano Zavaschi Cristalina - GO 23/06/2008 00:00
Agora estamos descobrindo aonde vão os recursos desta Contribuição Sindical Compulsória, se tem malandragem até no nome do imposto imaginem na utilização. Será que existem medidas governamentais para punir a má utilizaçao deste tributo? Acho que não. Mas para acionar judicialmente os agricultores, lhes cobrando juros, encargos e honorários advocatícios, isso sempre existirá. Que pena que o agricultor brasileiro, ao contrário do americano, só pense em aumentar sua produtividade, esquecendo do aspecto político, dando margem para a farra de toda a sorte de sanguesugas.
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 22/06/2008 00:00
Apareceu o que muitos de nós já suspeitávamos. A CNA pagou R$650.000,00 em despesas de campanha para a Senadora Kátia Abreu. Será que este foi o único desvio? Será que se investigar as federações estaduais também não acha ninho de rato.
Sempre desconfiei destes diretores de sindicatos, federações, confederações, COOPERATIVAS, que estão no cargo á décadas (alguns desde 1970, como é o caso de muitas cooperativas aqui do Paraná), dizem que ganham pouco, mas não largam o osso de jeito nenhum. Mudam o estatuto para facilitar sua reeleição e impedir qualquer bate-chapa. Por que será ? Stalin iria parecer amador perto deles.
Ah! Eles devem ter um grande amor pelos agricultores e só querem ajudar!!!
E ainda somos OBRIGADOS a pagar a contribuição confederativa.
Quanta sacanagem. Chega! Basta!
A obrigatoriedade deste pagamento deveria cair imediatamente. Não quero ser obrigado a ser roubado.
Mas pensando bem, como é que alguns senadores e deputado da bancada ruralista iriam se eleger.
Um recado para os jornalistas. Deêm uma olhada na bancada cooperativista também.
Vocês vão achar coisas muito interessantes.
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GIAN CARLOS DE MOURA SERTANÓPOLIS - PR 21/06/2008 00:00
Prezados senhores, também desejo receber cópia da Planilha Excel de estimativa de Produção de Soja, Milho, Trigo, etc. Também tenho interesse em Planilhas que demonstrem o consumo de Óleo Diesel por hectáre para as culturas acima, para fins de montagem de processos de recuperações de crédito de ICMS de combustível. Desde já, agradeço-lhes pela atenção. Grande abraço e ótimos negócios.
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Altemar Kroling Diamantino - MT 20/06/2008 00:00
Olá João Batista, a família Kroling está comemorando este mês 50 anos de sua chegada em Mato Grosso. Portanto, acompanhando a saga desta familia corajosa -- que em 1958 saiu do norte do Paraná, pra plantar café aqui em Diamantino (MT) -- podemos comparar a luta de todos os brasileiros que teimam em plantar, apesar de todas as dificuldades.
No caso dos Krolings, o café não trouxe êxito na cultura, pois a terra na região de Diamantino é muito fraca para a cafeicultura. Por isso, nos anos 60 foram para os seringais nativos na floresta, trabalhar na extração da borracha, pois ainda era época do ciclo da barracha, que valía ouro..., a borracha, na época foi a salvação economica da familia. Nos anos 70 começava a agricultura mecanizada, e começava o ciclo do arroz de sequeiro, que foi até 1982. Aí veio a 1a. crise. Até a chegada do soja em 84, sempre atravesamos crises. Em 24 anos como sojicultor, acho que agora vamos ter que tomar outro rumo... Apesar de todo este tempo termos contribuimos com divisas do país, agora querem nos embargar, impedindo de continuarmos plantando e mantendo a terra
viva. João Batista, será que vamos ter que voltar para a floresta extrair borracha de novo? Mas isso não vai dar tambem, pois, com este dólar, a borracha não vale nada... Ou será que vamos nos cadastrar pra receber assistencialismo do governo??? Isso para nós seria humilhante, depois de 50 anos de trabalho, ver tudo acabar assim... E ste governo insensível está acabando com o sonho da nova geração da família, que não quer
nem ver falar em agricultura. Não é triste isso? abraços e obrigado pelo
espaço.
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 20/06/2008 00:00
Semana que vem teremos o protesto dos caminhoneiros. Nós, agricultores deveríamos ir também para as rodovias para reclamar também. O ministro Mantega, de tão bocó que é, acha que é só liberar mais dinheiro para a agricultura que a inflação vai baixar. O problema é que o agricultor está tão endividado que não tem mais crédito. Quem prorrogar as dívidas terá seu limite de crédito reduzido em 90%. Palavra de gerente de banco.
O ministro bocó deveria se informar melhor.
Seria muito fácil aumentar a oferta de alimentos, sem abrir novas áreas. Dê uma olhada na média de produtividade das culturas no país. Com um simples programa de melhoria da fertilidade do solo, poderíamos melhorar e muito nossa média. Mas não este programa Prosolo. Um programa com juros subsidiados e prazos maiores.
Também ajudaria uma política de preços mínimos condizente com os custos de produção. Agricultor é humilde e simples, mas não é inimigo do bolso. Vai plantar o que dá lucro para sustentar a família.
Cala a boca Mantega.
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Sandro Aurélio Bordignon São Pedro do Iguaçu - PR 19/06/2008 00:00
João Batista, que renegociação de divida á essa? Nós que temos só 150 hectares, não fomos beneficiados com nada, nosso problema são os investimentos que compramos. Ficamos empolgados com a soja em alta e de repente a soja não valia mais nada, depois frustração de safra e depois o dólar e agora a geada que acaba com tudo. O que o governo faz? Nada. Só joga para o outro ano. Onde estão os nossos deputados dizem que estão renegociando as dividas? É tudo papo furado, são tudo farinha do mesmo saco, essa emenda provisória 432 é uma palhaçada e esses deputados têm coragem de falar que essa emenda é boa. Só se for para o bolso deles.
Meu nom é Sandro Aurélio Bordignon, sou de São Pedro do Iguaçu, Paraná. Estou indignado acabo de perder toda minha lavoura de milho e trigo com a geada e o governo diz que esta incentivando nós brasileiros de plantar, onde está o seguro e o Proagro que quem contrata pela 1 vez só cobre 70%?
Um abraço de mais um agricultor frustrado e desanimado, mas não vou desistir vou continuar plantando porque é só o que sei fazer.
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 19/06/2008 00:00
Um amigo meu é cerealista e ontem ele recebeu oferta para compra de milho a R$26,50/saca. Ele está pagando para quem entregar milho esta semana R$23,50/saca.
O desespero por milho já começou. Somente a Coopacol deu ordem para comprar de imediato 30.000 toneladas. Segundo os agronômos da região e relatos de técnicos, as perdas foram de mais de 50% no oeste e centr-oeste do Paraná.
Campo Mourão foi muito atingida. Quanto mais para oeste, pior o cenário.
Já tem contrato de soja, para entrega em março de 2009 a R$50,00 por saca, direto da lavoura.
Tem que subir mesmo, só assim para termos algum lucro devido ao preço alto dos insumos.
Infelizmente a inflação vai voltar forte e todos iremos sofrer.
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Fábio Zanuto de Almeida Juranda - PR 19/06/2008 00:00
Olá João batista Olivi, não posso deixar de falar das perdas com as geadas na nossa região, foram dois dias de muita tristeza, pois não é fácil ver toda sua lavoura ser levada da noite pro dia, mas fazer o que? Só não podemos desistir, pois a única coisa que sabemos fazer e isso. Obrigado pela atenção e parabéns pelo programa.
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Venicio Pereira Três Corações - MG 19/06/2008 00:00
É UM ABSURDO o brasil importar 80% de fertilizante; e só agora o Lula quer incentivar a produção no país dos nitrogenados.
Por isso os custos estão altos e a crise na agricultura vai piorar e junto virá a inflação.
Isso é falta de planejamento, estamos sem comando no setor, é uma vergonha, um absurdo.
O governo só age tapando buraco...
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Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 18/06/2008 00:00
Amigos do Notícias Agrícolas.
Ontem o BB lançou na FEICORTE o seu programa de Opções em Bolsas e que pode contribuir para solucionar cerca de 70% dos problemas históricos do agronegócio brasileiro (seqüentes quedas da renda agrícola e ampliação do endividamento). Há 1 ano – quando eu ainda era funcionário da Diretoria de Agronegócios – tive a honra de contribuir para tal fato e quando iniciavam os testes para proteção dos preços futuros do boi (lançado ontem), da soja, do milho e do café. Na verdade, trata-se de um “ponto de honra” para o BB e que mais uma vez muito contribuirá para modernizar e desenvolver o segmento rural.
CONCEITOS SIMPLES DAS OPERAÇÕES:
Chama-se de “hedge” as proteções contra as oscilações de preços das mercadorias agrícolas nas Bolsas e uma boa proteção permite o que é desejo de todos “vender para plantar” e não o que vem acontecendo “plantar para vender”, pois quando os preços caem os produtores perdem renda. As operações são muito comuns e praticadas há muitos anos nos EUA e U.E., sendo que na famosa Bolsa de Chicago os negócios são tantos que giram anualmente 9 vezes a safra mundial de soja e 12 vezes a de milho. Também, as operações na Bolsa de Nova Iorque são em volumes elevados e crescentes. Assim, lá, o agronegócio trabalha totalmente protegido contra as oscilações de preços e isto faz muito tempo. Na Argentina, a maior parte dos produtores rurais também se protege, comprando “Opções” principalmente na Bolsa de Rosário.
Há duas formas usuais de “hedge” nas Bolsas: as operações em Mercados Futuros e as operações em Mercados de Opções. Como os produtores rurais têm riscos de os preços futuros caírem, para se protegerem, vendem contratos futuros na BM&F (operações em Mercados Futuros). Já as agroindústrias, cooperativas e tradings – que têm riscos de os preços subirem – compram contratos futuros. No caso das operações com Opções, as operações são bem mais modernas, fáceis e efetivas (e por isto são as que mais ampliam), mas a diferença é que tanto os produtores como as agroindústrias compram do BB seus direitos de proteções (Opções), pagando para isto - de uma só vez ou de forma parcelada - um Prêmio, com valor combinado (em geral, entre 2% e 7% do valor a proteger, segundo o período e o valor de interesse) e cuja operação se assemelha à compra de um seguro para um carro e em que também se paga um Prêmio. Para se proteger contra as quedas dos preços futuros, em geral, os produtores compram do BB uma Opção de Venda, também chamada de “put” (um direito de proteção contra quedas) e, para se proteger contra as quedas dos preços futuros, em geral, as agroindústrias e tradings compram do BB uma Opção de Compra, também chamada de “call” (um direito de proteção contra altas).
POR QUE AS OPÇÕES PODEM REVOLUCIONAR A RENDA AGRÍCOLA E O SUCESSO DOS AGRONEGÓCIOS ?
Por 3 principais razões, a saber:
a) ao possibilitar a proteção total e segura contra as quedas dos preços, sobretudo protegendo os recursos financiados com Crédito Rural, de custeios e mesmo de investimentos. Ao tomar o seu financiamento de custeio em agosto ou setembro, por exemplo, o produtor rural comprará um ou diversos contratos de “put” para proteger-se contra as quedas dos preços até março a julho do ano seguinte, sendo o prêmio também financiável e até contando com um sobre-limite de crédito (como já ocorre nas operações de proteções das produções com seguro agrícola);
b) ao criar um ótimo “seguro de receita”, ao tempo que ampliará muito os recursos disponíveis para financiamento do agronegócio. Na prática funcionará assim: 1) os produtores venderão o máximo possível de grãos, ou de outros produtos rurais, de forma antecipada para as trading, cooperativas ou farão trocas por insumos etc.. e desde março do ano anterior (neste caso, o crédito rural do “item b” ficaria para as operações de preparo do solo e colheita e por juros mais baratos); 2) em todas as operações de venda antecipada e/ou de troca seria obrigatória a compra de uma “call” pelos produtores (numa situação inversa, vez que ao fazerem a compra antecipada as trading, cooperativas e agroindústrias precisaram inverter a sua proteção – colocando-se no lugar do produtor - e compraram uma “put”). Como a “call” protegerá o produtor contra as altas futuras (o que mais tem acontecido nos últimos anos), criou-se um “seguro de receita”, pois se o preço baixar o produtor já recebeu bem antes o seu valor adiantadamente ou na forma de insumos e se, ao contrário, o preço subir, ele exercerá o seu direito da “call”, recebendo toda a diferença da elevação dos preços do BB. Neste caso, minha sugestão é que, inicialmente, o valor do prêmio da “call”, além de poder ser financiado junto com tais custeios, possa ser dividido entre as principais partes interessadas, sendo 1/3 do prêmio a ser pago pelas trading, cooperativas ou empresas de insumos mais 1/3 pelos governos na forma de ajudas e subsídios e 1/3 pelos próprios produtores rurais.
c) ao incrementar-se a cultura e as proteções contra variações de preços pelos produtores rurais e trading, cooperativas e agroindústrias, logo teremos muitos mais negócios (maior liquidez na BM&F) e totais condições de acoplarmos as proteções de preços em Bolsas (Mercados Futuros ou Mercado de Opções) com as já conhecidas e utilizadas proteções contra variações das produções (Seguros Agrícolas), criando então o famoso e ambicionado “Seguro de Renda”, aliás, muito mais barato e efetivo do que as proteções isoladas de preços e de produções. Na Espanha e Canadá, ele já é tão eficiente e efetivo que é adotado por quase 100% dos cultivos e em 100% dos locais e serve, inclusive, como fundo privado de amparo a aposentadoria rural e até como Plano de Saúde Rural (obs: tenho ante projeto de seguro de renda há 4 anos).
Prof. Clímaco Cezar de Souza
INAESP- Brasília - e-mail: [email protected]
Bom dia João Batista, tudo bem, preciso que vc me ajude, sou produtor rural aqui em TERRA ROXA-PR e CAIAPONIA-GO, estou com muita dificuldade para renegociar minhas dividas com o banco do brasil. Tenho 2 contratos de finame contratado em 2004 esta na R R EM CASCAVEL e outra em RIO VERDE GO fui a cascavel tentar negociar mas o banco disse que este financiamento não se enquadra na medida provisoria, gostaria de saber se finame contratado em 2004 que estão na u r r enquadra ou não
MILTON DA SIVA TERRA ROXA PR 23 6 2008