Fala Produtor

  • Raylyn Pliopa São Paulo - SP 29/05/2008 00:00

    Ola,

    estou em Miami e gostaria de saber se eh possivel me fornecer alguns nomes de usinas exportadoras de açucar.

    muito obrigada

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  • Dário José Magnani Pranchita - PR 29/05/2008 00:00

    Vendo os canais de televisão fazendo reportagem sobre o endividamento agrícola, vejo só produtor endividado reclamando dos preços, e isso só prejudica os agricultores organizados que nem eu. Planto 100 ha de trigo e soja, tenho uma filha estudando no 4º ano de medicina em faculdade particular (gasto 6.000,00) por mês com ela, tenho uma filha de 8 anos, também estudando em escola particular. Construí secador armazém pré limpeza na minha propriedade sem financiamento não tenho divida prorrogada, perdi a safra de 2005, colhi 15 sacos de soja por ha, isso se chama gestão administrativa e eu que sou organizado pago por agricultor que não tem gestão, porque vocês não vem em minha propriedade fazer uma reportagem sobre um agricultor organizado, para servir de exemplo para outro (modéstia parte). Um abraço.

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  • Carlos Mello palmeira das missões - RS 29/05/2008 00:00

    MEDIDA PROVISÓRIA DO ENDIVIDAMENTO AGRÍCOLA

    PEQUENOS AGRICULTORES QUE ESTÃO FORA DO PRONAF

    Precisamos urgentemente de uma atitude política de governo.

    Por favor, levem ao Presidente Lula (ele precisa interagir com estas urgentíssimas demandas).

    Isto é muito importante para o país, estes agricultores e para nossas comunidades e/ou municípios de nosso interior.

    Precisamos da sua intervenção para solucionar as catástrofes relatadas no conteúdo deste documento em anexo (Pequenos Agricultores que Estão Fora do Pronaf – até 120 ha, por exemplo).

    Politicamente, tecnicamente e principalmente socialmente, o Ministério da Agricultura e da Fazenda estão errando, e o Ministério do Desenvolvimento Agrário não se envolve em nada que não esteja no Pronaf. E, a bancada do PT segue a mesma omissão.

    A Bancada Ruralista está sendo, na sua grande maioria, política-eleitoreira. Por isso não chega a resultados práticos para quem realmente precisa. Pois negocia quase sempre interesses próprios e para alta escala de produção.

    A Secretaria de Política Agrícola é totalmente omissa ao que tange a real necessidade e importância em negociar a dívida de maneira que contemple a real necessidade destes pequenos agricultores que escapam do enquadramento no Pronaf.

    Não tenho dúvida que minha colaboração e/ou sugestões, além de serem incontestes, são de extrema valia para todos nós.

    Precisamos de Resoluções Que Nos Ajudem Urgentemente !!!!!!!!

    OBS. : Há mais de dois anos venho alertando e pedindo ajuda sobre estes problemas. Inclusive, acredito já ter enviado no mínimo 6 ou 7 Sedex ao Presidente Lula (acredito que a blindagem impede de chegar até ele).

    ~

    PEQUENOS AGRICULTORES QUE ESTÃO FORA DO PRONAF

    (ATÉ 120 HA POR EXEMPLO)

    Sr. Presidente do Brasil;

    Sr. Ministro da Agricultura;

    Sr. Ministro da Fazenda;

    Sr. Ministro do Planejamento;

    Srs. do Banco do Brasil;

    Srs. da Bancada Ruralista ( Senadores e Deputados );

    Srs. Representantes da Classe Produtora Rural de Nosso País ( CNA e OCB );

    Sra. Ministra da Casa Civil - Dilma Rousseff;

    Sr. Ministro das Relações Institucionais - José Múcio;

    Srs. da Política Agrícola;

    Sr. Ministro do Núcleo de Assuntos Estratégicos – Mangabeira Unger

    PARA QUEM OS SENHORES ESTÃO NEGOCIANDO O ENDIVIDAMENTO AGRÍCOLA ?!?!?!?!

    É lamentável !!!!!!

    Por exemplo :

    Pesa, Securitização e Recoop são grandes valores, e portanto, principalmente de uma alta escala de produção e/ou investimento. É uma dívida podre que o sistema financeiro tem pleno interesse em renovar e o Governo como é o garantidor destes papéis, tem e está tento todo o interesse nisto também !!!! Não que não deveria ter.

    No entanto tem pequenos produtores rurais e que estão fora do Pronaf por este Brasil a fora (e não são poucos) e principalmente aqui no meu estado, o Rio Grande do Sul, que estão fora do Crédito Rural desde 2003/2004. Quando do primeiro alongamento autorizado pelo Presidente da República.

    Nota : Na minha região 64 ha é o máximo para enquadramento no programa da agricultura familiar – Pronaf. Portanto : 65 ha já está na mesma escala de negociação “dos deputados” e de “nossas entidades de classe” CNA e OCB. Os (as) quais representam, com raríssimas exceções, a grande escala: 300, 500, 1000, 5000, 10000, 20000 ha.....................

    No meu ver na maioria das vezes são negociações político-eleitoreiras. Por isso não chegamos à eficiência prática para quem realmente precisa !!!!!

    Não temos e nunca tivemos ninguém que nos representasse nessas “mesas de negociações” sobre o problema das dívidas rurais !!!

    Ora vejam : Estes produtores estão fora do crédito oficial até os dias de hoje, devendo portanto em cooperativas e firmas de agroinsúmos e óleo diesel em postos de combustível.

    Vejam só : Se em 2003/2004 um alongamento em cinco (5) parcelas de um custeio de soja levou-nos a não ter mais capacidade de pagamento e/ou impossibilitou-nos de tomar novos custeios e investimentos porque trabalhamos em uma pequena escala de produção. Quantos anos serão possíveis agora? Além dos cinco (5) anteriormente pactuados, para nós voltarmos a ter créditos de custeios e investimentos, após praticamente dobrar e até triplicar os custos de produção para os dias de hoje (4 anos depois). É lógico que nove–dez anos (9-10) não vão dar capacidade para nós desta pequena escala.

    Estes pequenos agricultores é que realmente precisam no mínimo de dezessete (17) anos de alongamento e dois (2) de carência para poderem ter novamente 100% de custeio e investimentos para suas propriedades.

    O valor das parcelas da dívida não pode impactar na capacidade de tomar novos custeios e investimentos. Precisamos de bônus de adimplência linkado a cada parcela para diminuirmos nosso passivo e assim melhor buscarmos nossa capacidade de pagamento.

    No entanto : Nove-dez (9-10) anos de alongamento para custeios e investimentos é mais um presente para a média/alta escala de produção. A qual tendo maior área de terra e/ou maiores garantias, e portanto maior capacidade de pagamento, vem nestes últimos quatro (4) anos sendo contemplada e/ou beneficiada por alongamentos, bônus e juros de crédito rural para seus custeios e investimentos. Pois na sua grande maioria são beneficiárias de custeios e investimentos oficiais até os dias de hoje.

    Nossos problemas fora dos Bancos são muito mais graves que neles. Para quem está fora do crédito oficial desde o primeiro alongamento da safra 2003/2004, a situação é muito difícil e tornou-se insustentável. Precisamos urgentemente de um financiamento para sanar estes passivos fora dos Bancos acumulados até os dias de hoje (safras 2004/2005, 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008). Pois agora nesta safra 2007/2008 tem agricultores que já perderam até 100% - estiagem, granizo e geada precoce – 15/04 (que desimou as lavouras com soja de variedades mais tardias), e, como estão fora dos custeios oficiais, estão sem Proagro !!!

    Atenção : Em nosso estado, o Rio Grande do Sul, a quebra da safra (principalmente soja, mas também milho) pela estiagem nesta safra de verão (2007/2008) vai variar de no mínimo 30% à 100%, com algumas exceções, dependendo da região e/ou município !!!

    OBS. : Nosso maquinário que já é antigo e escasso está sendo estacionado em postos de combustíveis e firmas de agroinsúmos, e nossas áreas de terras, que também são pequenas, estão sendo concentradas em mãos de médios/grandes e grandes produtores. É lamentável. A concentração de terras e renda que já era insuportável agora aumenta assustadoramente. Isto é extremamente prejudicial para as nossas comunidades.

    Não esqueçam que esta escala de produção que neste documento me refiro é a que realmente dá sustentabilidade às nossas comunidades e/ou municípios de nosso interior.

    Temos que entender que tivemos perdas gravíssimas nestas safras, não só por estiagens no verão e geadas no inverno (trigo), mas principalmente pela defasagem cambial e descompasso gravíssimo entre o custo de produção e os preços de venda .

    Nota : Nossa Dívida Fora dos Bancos carrega muitos e muitos excessos ilegais, temos que corrigir isto. Temos que reduzir esta dívida para os valores originais mais juros de crédito rural antes de recompô-la.

    Temos que trazer esta dívida para o patamar da lei do crédito rural.

    Isto é urgente : Temos que abrir dois (2) anos de carência dentro da recomposição bancária. Principalmente para quem está sem capacidade de pagamento no sistema. Isto é o mínimo para termos novamente 100% de custeios e investimentos para nossas propriedades.

    Temos que definir parcelas que não impactem em nossa capacidade de buscar novos créditos !!!

    Importante : Temos que diminuir urgentemente a concentração de renda e terra no campo. Penso que o grande mérito estrutural e social de toda esta negociação e que daria riqueza a esta recomposição de dívidas rurais, seria : Trazer o produtor para dentro do Crédito Rural novamente, principalmente o produtor adimplente no sistema bancário, porém sem capacidade de pagamento devido sua pequena escala de produção, ou seja : Pequenos agricultores que estão fora do Pronaf. Temos também que recuperar o pequeno produtor inadimplente.

    - O BANCO DO BRASIL, como Banco de Estado e repassador de recursos oficiais do crédito rural, deveria no mínimo levar ao Executivo e/ou fomentar resoluções para a real e calamitosa situação desta pequena escala de produção no que tange aos limites de crédito tanto para custeio como para investimento, os quais vêm se esvaindo desde 2003/2004 em suas Carteiras Agrícolas.

    ~

    DÍVIDA FORA DOS BANCOS : ISTO NÃO PODE FICAR FORA DAS NEGOCIAÇÕES – POIS A GRANDE MAIORIA DOS PRODUTORES ESTÃO A MAIS DE 4 ANOS FORA DOS CRÉDITOS OFICIAIS.

    (Principalmente esta pequena escala que escapa do enquadramento no Pronaf )

    PORTANTO:

    Temos que achar uma alternativa urgente para substituir o FRA (vai atender principalmente os agricultores que realmente perderam renda). Pois quem esta com restrições de limite e/ou incapacidade de pagamento junto ao Banco do Brasil é impossível esta operação. O Fundo de Recebíveis do Agronegócio, além de referir-se somente as safras 2004/2005 e 2005/2006, os juros são caríssimos, e os passivos estão concentrados em poucas parcelas (quatro) – temos que ter parcelas que não impactem na capacidade de tomarmos novos Créditos Oficiais. E, as firmas de agroinsúmos não querem abrir mão de 20% para o fundo. Estes produtores precisam de um alongamento maior, juros menores e rebate e com garantias e/ou aval do governo. São justamente estes agricultores que precisam urgentemente de um financiamento para sanar Seus Passivos Fora do Sistema Bancário (junto as cooperativas, firmas agropecuárias ou revenda de máquinas, peças e insumos agrícolas – inclusive e principalmente óleo diesel – nosso maior insumo ).

    Acredito que a saída seria O Governo e/ou O Banco do Brasil absorver e/ou comprar estes passivos e recompô-los juntamente com os passivos Bancários, dentro da capacidade de pagamento dos agricultores, ou seja: se determinado agricultor precisar de 10 anos de alongamento para restabelecer sua capacidade de pagamento e/ou habilitá-lo a tomar novos financiamentos, será 10 anos; se precisar de 15 anos, assim será seu alongamento, e assim sucessivamente, 20 ou 30 anos..., de tal maneira que tenhamos novamente custeio e investimento pleno para nossas propriedades.

    OBS. : Não tem pauta de negociação nenhuma para o pessoal que está com Dívidas Fora dos Bancos e com total incapacidade de pagamento !!!!!! Esta pauta tem que ser até os dias de hoje. Ou seja: safras 2004/2005, 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008.

    ~

    PORTANTO:

    MEDIDA PROVISÓRIA DO ENDIVIDAMENTO AGRÍCOLA

    É extremamente urgente e imprescindível que todas estas demandas estejam incluídas nesta medida provisória sobre dívidas de agricultores. Caso não estejam em suas totalidades como aqui relatadas ou demandadas neste documento, temos que, sem dúvida nenhuma, incluí-las através de emendas.

    Nota : É o quarto ano consecutivo que alerto através de documentos (esta já é a página 33) ao Executivo e ao Legislativo que, para nós desta pequena escala de produção, não adianta discutir ou existir Plano Safra e Medidas Estruturantes, caso não tivermos acesso ao Crédito Rural Oficial em sua plenitude, e, mais urgente ainda, é que nos socorram para solucionar nossos passivos Fora do Sistema Bancário, contraídos nestes anos que nos deixaram fora do Crédito Rural Oficial – nas safras 2004/2005, 2005/2006, 2006/2007 e 2007/2008 !!!!!

    ATENÇÃO

    Se a plenitude destas demandas não for possível estar contemplada nesta Medida Provisória do endividamento agrícola, sugiro de imediato e urgentemente uma outra Medida Provisória para estes casos e/ou demandas, ou até mesmo um Projeto de Lei para contemplar as necessidades urgentes destes pequenos produtores rurais

    [email protected]

    Coordenador executivo - Carlos Mello

    [email protected]

    Produtor rural (100 hectares) - Carlos Mello

    Palmeira das Missões – RS

    (55) 3742 4461

    (55) 9964 4645

    25/05/2008

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  • Alberto Eduardo Rings Maringá - PR 28/05/2008 00:00

    Enfim, mais uma "enrolação provisória". Este governo, como todos os outros, conseguiu "alongar" o destino do produtor brasileiro que é o cemitério. Quem sabe, a solução seria importarmos alguns agricultores argentinos com sangue espanhol nas veias. Infelizmente, nosso sangue é "tupiniquin".

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  • Ricardo Alfonsin Porto Alegre - RS 28/05/2008 00:00

    O QUE ESTAVA RUIM PIOROU UM POUCO

    Depois de nove meses de gestação, finalmente foi editada, com grande alarde, a Medida Provisória nº 432, com o intuito de dar solução ao endividamento agrícola.

    Em primeiro lugar, temos que reconhecer que, diante da falta de medidas adequadas ao longo do tempo, fica mais difícil encontrar um solução que atinja a todos os níveis de produtores e de culturas em todas as regiões do país, já que os problemas são generalizados.

    Mas o que fica claro no texto da MP é que o Governo Federal não conhece o problema, não quer conhecer e não tem vontade de resolvê-lo, até porque a produção continua batendo recordes, embalada, em muito, justamente pelo endividamento, que obriga o agricultor a continuar plantando com o objetivo de obter recursos para cumprir com a dívida, mais ou menos como um cachorro querendo morder o rabo.

    Para as dívidas novas, os prazos concedidos a custeios e investimentos são curtos e os custos altos, acumulando compromissos da safra atual com as do passado, o que determina falta de capacidade de pagamento.

    Quanto as dívidas velhas, a solução dada pela MP agride ao princípios da eqüidade e da isonomia, pois, àqueles que por sorte a burocracia não lançou em dívida ativa, dá um tratamento e até uma solução adequada, e aos sem sorte para os quais a burocracia foi mais eficiente, lançando-os, rapidamente, na dívida ativa, o destino foi o fogo do inferno, pois com todos os rebates a conta não terá condições de ser paga, prosseguindo então as execuções fiscais com o leilão de seus bens.

    Certamente, a tarefa dos deputados e senadores não será fácil, para criar um projeto de conversão que seja aceito pelo Governo, e esta tarefa será ainda mais difícil em tempos de barganha pelo desejo de ressuscitar a CPMF.

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 28/05/2008 00:00

    A máscara está caindo !!!

    Confirmado. O caminho que a vaca vai, é mesmo o do brejo !!! Como todos vocês, tenho certeza, já imaginavam. De janeiro a abril, a balança comercial acumulou um déficit de mais de US$ 14 bilhões de dólares, notícia divulgada por toda a imprensa.

    Se projetarmos esses números e, mantida a cotação maliciosa e injusta do dólar, dentro de pouco tempo a vaca atola no brejo; passaremos a ter déficits na balança comercial. Ainda bem que a vinda de capitais para investimentos estão cobrindo a barbeiragem cometida na dosagem da gangorra juros reais x cambio.

    Exageraram na dose, agora estão com medo de cortar o excesso do remédio, até aqui ministrado. Medidas tímidas de incentivos às exportações não vão resolver a questão. É preciso recuperar urgente a cotação do dólar, devolvendo a ele, mesmo que, gradualmente, a diferença da inflação do Plano Real, que foi mais de 320%, para os 67% apenas, capitalizados pelo dólar, a partir de 1 de julho de 1994. Uma unidade de produto que custava, nessa data, R$ 1,00, com a inflação interna, seu preço hoje é de mais de R$ 3,20. Se exportada, recebe-se R$ 1,67 ... isso é milagre ou ... massagem ???

    Arte é isso. Fazer os exportadores de todo o Brasil, entre os quais os produtores rurais, operarem no vermelho durante todo esse tempo, confiscando-lhes os resultados. Só pode ter sido aquela massagem, que começa na nuca, vai descendo pela espinha e .... Assim não dá !!!

    Enquanto as cotações internacionais das commodities estiverem nas alturas, coisa aí de mais um ou dois anos, o produtor rural ainda suportará essa massagem e puxará o carro de boi. Depois que os mercados, naturalmente, ajustarem os preços aos níveis históricos, quero ver !!! Aí seremos chamados para ajudar a tirar a vaca do atoleiro.

    [email protected]

    waldirsversutti.blogspot.com

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  • Ivan Netto Rio de Janeiro - RJ 27/05/2008 00:00

    Com a saída de João Batista Olivi do Canal Rural, onde costumava vê-lo, senti-me uma tanto órfão. Reencontrá-lo agora no Notícias Agrícolas, via internet, é uma grande satsfação. Continua o mesmo apreesentador: contundente, crítico e positivo.

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  • Alexandre Antonio Menin Clevelândia - PR 27/05/2008 00:00

    João Batista: O nosso Presidente reclama do protecionismo dos países ricos. É uma vergonha !! Quando que este homem vai acordar que é Presidente de uma Grande Potencia Mundial??? Se tivesse mais ousadia na condução do País já teria feito da agricultura brasileira uma verdadeira potencia (Como de fato se apoio nenhum já o Somos) mas por favor passe em rede nacional um recado ao Sr Presidente e ao Ministro da Agricultura: Parem de criticar os outros e façam a lição de casa. Investimento já em produção agrícola no País !! faça como o nosso saudoso João Figueiredo - PLANTE QUE O JOÃO GARANTE !!! Façam o mesmo !!! Apóiem a agricultura brasileira com recursos subsidiados, com menos juros para que os produtores consigam sobreviver, e poder dar um melhor meio de vida para seus filhos !! Abraços João Batista de um Técnico agropecuário com 25 anos de sofrimento na área Rural.

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  • Alexandre Antonio Menin Clevelândia - PR 27/05/2008 00:00

    Caro Entusiasta do Meio Rural João Batista. Assisto seu programa todos os dias, parabéns por estar no Terraviva, venho neste dia conclamar a Você e aos políticos do meio rural, para estudarem a viabilização de criação da BOLSA DO BRASIL. Por que temos que ficar à mercê da Bolsa de Chicago??? Temos os melhores produtos mundiais: Soja, Milho, Café, carnes, e o governo não dá a mínima em nos ajudar a manter este positivismo na agropecuária, estamos passando por uma época complicada, mas temos saída se quisermos ser O Grande Celeiro Mundial de Alimentos, mexa caro amigo com seus contatos para que esta viabilização seja ouvida pelos congressistas. O momento é agora não podemos mais esperar. Abraços !

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 26/05/2008 00:00

    Abobalhamento midiático e de políticos também ignóbeis

    Faça você mesmo a conta. Dividir a produção agrícola existente no mundo pela quantidade diária que você JORNALISTA consome!

    A comida produzida dá para 12 (doze) bilhões de pessoas... e somos menos de 7,0 bilhões... (Muitos tem o “azar” de não ter acesso a esta enorme quantidade)

    É a mídia abobalhante, especialmente a Rede Bôbo e uma tropa de poetas ignóbeis que são portavozes de ONU, FAO etc... que pregam estas falácias.

    Não existe falta de alimentos no mundo!

    Onde é que eles (Representantes da ONU, da FAO, José Graziano & Cia...) estavam em 2005, em 2006 e em 2007 quando lá no sul do país o pessoal moia trigo para dar aos porcos porque era mais barato do que o milho, também barato ?

    Onde é que estavam estes sabichões, e os jornalistas também, onde é que vocês estavam por ocasião do último Tratoraço – cujos prejuízos remanescentes de não mais do que dois anos atrás, toda culpa era dos preços aviltados por causa do excesso de oferta ?

    O que os idiotas críticos do ethanol de milho tem para responder aos americanos, que, se não fizerem ethanol, quem consumirá todo milho deles destinado para aquela finalidade ?

    E, se realmente estiver faltando comida no mundo, basta ter paciência como diz a turma do Casseta & Planeta. Espera-se “MORRER” uma parte da população e a comida volta a ser suficiente para todos...

    Alimentos escassos (Cartas dos Leitores)

    Por EMMANUEL ALEXANDER BALTZ (por e-mail, 22/5)

    Não é verdade que faltam alimentos no mundo. Viajei por mais de 25 países de América, África, Europa, Ásia e Oceania. Bangladesh sofre a falta deles desde o início de sua existência, mas só agora a mídia fala no assunto.

    Haiti, Moçambique, Zaire e Angola, também. O Brasil não sofre desse problema, e os empresários podem esquecer, isso não é desculpa para gerar inflação, o povo não vai permitir! No Brasil há má distribuição de tudo, mas falta de alimento é uma piada! CASSIANO MEDEIROS (por e-mail, 22/5), Rio

    A melhor forma de calar a boca dos críticos mundiais quanto à produção de alimentos é sair da retórica e partir para ações efetivas no combate à fome no planeta. Temos 70 milhões de hectares cultivados e 90 milhões disponíveis para o plantio sem que seja necessário depredar a Amazônia. Basta resolver algumas questões agrárias. Inteligente a decisão do governo de turbinar o agronegócio. Demonstra que o programa brasileiro de biocombustíveis é uma alternativa viável para a escassez mundial de energia não-renovável. Não contribui em nada para o aumento da fome e ainda reforça a nossa preocupação quanto à preservação da Amazônia. Depende apenas da terra e do sol e mais nada. Ponto para o Brasil!

    Nem todo mundo precisa comer que nem os americanos...

    Eles vão morrer de obesidade...

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  • Paulo Mano Juara - MT 23/05/2008 00:00

    O banco do Brasil de Júara já não aceita proposta para liberação de “FCO” ou outros financiamentos agrícolas. Há muito tempo o BB daqui já se adiantou, e exige a LAU das propriedades, mesmo antes de 1/7/2008. Como sempre, a total desinformação dessa gente, que deveria viabilizar a produção sustentável da região, deixa a desejar, o produtor quer financiamento para trabalhar, e não para derrubar florestas, isso já ficou no passado, e qualquer produtor daqui sabe que é inviável economicamente abrir novas áreas.

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  • Paulo Mano Juara - MT 23/05/2008 00:00

    João Batista, hoje você está fazendo entrevista com o presidente da (Aprosoja), não sei se isto está acontecendo em outras regiões, mas aqui em Júara muitos produtores que fizeram o recadastramento, estão com o “CCIR” bloqueados. Isso mesmo, ou por desorganização do INCRA ou por preenchimento incorreto dos funcionários do INCRA na hora de entregar os documentos exigidos. Levando-se em consideração que nem 20% dos produtores fizeram o recadastramento nos 19 municípios, e agora mais essa. Quem fez, ainda paga pela bagunça e desorganização do INCRA.

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  • Luciano Mokfa porto nacional - TO 23/05/2008 00:00

    João Batista a única solução é o GRITO DO IPIRANGA 2. Vamos novamente parar o País. Aí vamos ver se os nossos governantes achem uma solução definitiva para a crise da agricultura.

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  • João Carlos Pivato Porto dos Gaúchos - MT 21/05/2008 00:00

    A COISA VAI DE MAL A PIOR

    João Batista. Assisti a entrevista com o deputado Federal Neri Geller apresentada ontem 20/05 e fique muito mais preocupado do que já estava em relação à nossa região. Cada dia que passa vemos mais e mais entraves para podermos produzir alimentos que o mundo tanto necessita. Temos um povo com imensa vontade e capacidade de trabalhar. Um clima favorável, uma topografia que favorece o plantio mecanizado e uma legião de produtores querendo honrar seus compromissos feitos com entidades públicas ou particulares. Em contrapartida, temos três ou quatro pessoas que exercem cargos de confiança no governo Federal que não possuem o mínimo de conhecimento do nosso Estado, prejudicando nossos produtores, que formam uma classe sofrida que há muitos anos é pisada por muitos, im pedindo que produzam e exerçam sua profissão com dignidade e respeito. Se o que o Deputado Neri falou vier acontecer de fato, vai ser com certeza o maior absurdo da História. Vai ser caso de policia mesmo. Pois Mato Grosso também é Brasil e como tal a Constituiçao dá direitos a todos os produtores adiquirirem recursos para realizar sua safra.

    Fico contente em saber que tanto os governantes estadual como os representantes Federais de nosso estado estão empenhado na busca de soluçôes. E espero que esses desavisados que tentam entravar o nosso deselvolvimento venha visitar Mato Grosso e ver de perto que a realidade é outra. E não o que eles pensam...

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  • Maxsuel Rodrigo Zart Guarapuava - PR 21/05/2008 00:00

    Extraí do site: www.classecontabil.com.br, escrito por José Carlos Fortes. Achei interessante, mesmo um pouco mais direcionado aos profissionais de Contabilidade se encaixa em outras atividades, inclusive para algumas ...... (prefiro não comentar).

    A Ética tem por base uma filosofia de valores compatíveis com a natureza e o fim de todo ser humano, por isso, “o agir” da pessoa humana está condicionado a duas premissas consideradas básicas pela Ética: “o que é” o homem e “para que vive”, logo toda capacitação científica ou técnica precisa estar em conexão com os princípios essenciais da Ética. (MOTTA, 1984, p. 69)

    O comportamento ético deve prevalecer independente da conduta ser no campo pessoal, na família, ou em qualquer outra situação. No aspecto profissional não pode ser diferente. Nesta visão quando falamos de ética profissional, deve ser entendido de forma ampla, passando por todas as atividades de atuação, nas empresas, nas entidades sem fins lucrativos ou quaisquer outros organismos que envolvam o trabalho ou outras ocupações.

    A conduta de minorias poderosas, na busca voraz de lucros e o excesso de egoísmo de poucos, sobretudo na concentração da renda, podem causar um mal de grandes proporções, atingindo muita gente, chegando até mesmo a interferir no destino dos povos.

    Embora o ser humano, como regra, tenha uma parcela de ­egoísmo na busca dos seus interesses, seja de forma individual ou coletiva, através de uma classe profissional ou de toda uma sociedade, entretan­to, é preciso que sejam consideradas as normas de condutas, observados os princípios da virtude e da solidariedade. E o comportamento ético, sem dúvida, é o melhor caminho para se conseguir a justiça social e o benefício de todos.

    Nenhum trabalho pode ser visto somente sob o ângulo puramente financeiro ou como gerador de renda para quem o executa. Se um profissional desempenha sua atividade e o faz exclusivamente com o intuído de auferir renda para si, seu valor é considerado restrito e limitado, pois satisfaz somente ao individualismo de quem o realizou, limitando-se às questões puramente vinculadas a sobrevivência física.

    Diferente ocorre, quando o trabalho é realizado com dedicação e amor “ao fazer”, sem perder de vistas o alcance social, visando além do seu interesse pessoal, o benefício de terceiros.

    Nestas condições, o profissional experimenta o sentimento prazeroso do dever cumprido, pois além do resultado positivo e do lucro, agrega à sua mente a paz de espírito, recebendo como prêmio maior o reconhecimento da sociedade.

    O estudo da ética é hoje uma das preocupações mais presentes na sociedade, notadamente no segmento de prestação de serviços, que pela sua própria natureza, está vinculado diretamente às pessoas, mesmo porque, normalmente o prestador de serviços não fornece a mercadoria ou o bem como produto final e sim vende seus atos e procedimentos praticados na prestação do serviço.

    O Homem, no convívio com seus semelhantes, está sujeito a atitudes que dependendo das circunstâncias do tempo e do lugar, poderão ser consideradas moral ou imoral, sempre carregando um aspecto do bem ou do mal. Seus atos, ao serem avaliados pela sociedade ou pelos seus colegas de profissão, certamente serão considerados éticos ou antiéticos.

    Agir com ética é um dever elementar que jamais deverá ser esquecido, notadamente para os profissionais que militam na contabilidade, pois além do caráter moral, seus atos têm implicações direta sobre o patrimônio de terceiros.

    A ética profissional deve ser sempre praticada pelo prestador de serviço, quando do desempenho das suas atividades, cujos atos poderão ser enquadrados no código de ética da respectiva profissão.

    Em todas as atividades devem ser seguidas as normas de conduta que deverão ser postas em prática no exercício de qualquer profissão. Estas normas representam a formalização das ações reguladoras do comportamento ético, de modo que no desempenho das atividades por parte dos profissionais, sejam assegurados o cumprimento das obrigações e o respeito mútuo entre todos membros da corporação. Normalmente nas profissões legalmente regulamentadas, os padrões éticos são acompanhados através de normas de conduta, estatutos, códigos ou outras normas específicas.

    No âmbito profissional, lamentavelmente, é comum a constatação da presença do individualismo das pessoas. Como regra nos parece até natural que o ser humano tenha a tendência de defender, em primeiro lugar, seus interesses próprios. O que deve ser evitado é o excesso de individualismo que permeia a mente de muita gente.

    O exercício profissional não pode deixar de contemplar o aspecto social, devendo observar e seu valor no campo ético, que normalmente varia em função da vinculação dos seus resultados na comunidade.

    O Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá (2004:116) ensina sobre a conduta do ser humano em sua comunidade e em sua classe que, cada conjunto de profissionais deve seguir uma ordem que permita a evolução harmônica do trabalho de todos, a partir da conduta de cada um, através de uma tutela no trabalho que conduza a regulação do individualismo perante o coletivo.

    Assim como nas demais profissões, os contabilistas devem preservar o bom relacionamento com seus colegas de profissão, com seus clientes ou empregadores e com os demais que participam do processo de convivência profissional, buscando sempre sua evolução como cidadão e profissional de modo a alcançar não somente o seu bem-estar mas a construção de uma sociedade em que todos possam viver mais felizes.

    Os contabilistas, como classe profissional, caracterizam-se pela natureza e homogeneidade do trabalho executado, pelo tipo e características do conhecimento, habilidades técnicas e habilitação legal exigidos para o seu exercício da atividade contábil. Portanto, os profissionais da contabilidade representam um grupo específico com especialização no conhecimento da sua área, sendo uma força viva na sociedade, vinculada a uma grande responsabilidade econômica e social, sobretudo na mensuração, controle e gestão do patrimônio das pessoas e entidades.

    Autor: José Carlos Fortes

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