Fala Produtor
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Sérgio Balestro Caxias do Sul - RS 13/09/2007 00:00
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Joanir Borchartt Amambai - MS 13/09/2007 00:00
<p>Olá João Batista, estou acompanhando as notícias de Brasília, e vendo a falta de interesse de políticos que não honram o seu mandato em condenarem o senador Renan Calheiros. Vejo também o desinteresse com a medida provisória sobre as dívidas agrícolas, que precisam ser prorrogadas mais uma vez. João Batista, estou com sérios problemas de endividamento, e acho que não vou conseguir plantar este ano. Minhas dívidas no BB estão na URR, ou seja indo pro jurídico. Falam em prorrogação, mas não estou conseguindo... Tenho dívidas no Sicredi pela taxa Selic! O que fazer?? Me ajude!</p>
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Eduardo R Pereira Cachoeira do Sul - RS 13/09/2007 00:00
Saudações João.<br />
É triste mas, só reforça uma convicção minha, nossa resposta tem que ser no VOTO, temos que rapar todos sem distinção. Afinal temos lá 40 coniventes, 6 covardes e infelizmente 35 fracos. De quebra um governante que nunca sabe de nada, mas articula muito bem no poder, não é mesmo?<br />
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CPMF:<br />
A bancada ruralista tem que deixar de ser ingênua, acordo para aprovar a CPMF em troca da renegociação das dívidas, vamos lembrar um pouco, quando este governo cumpriu algum acordo depois que conseguiu o que queria da nossa bancada? Nem preto no branco quanto mais de boca.<br />
Ou estou enganado e primeiro resolveremos TODAS as Prorrogações para aí sim aprovar a CPMF?<br />
Um abraço a todos.
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Marcelo Lara Uberaba - MG 13/09/2007 00:00
Aqui já adotaram uma trilha sonora para Renan - " Nois tropica mas não cai.." Que beleza de pizza -- que nos deixa com cara de palhaços quando o tomate enrosca no nosso nariz e não podemos fazer nada. Quem quizer agradecer ai vai a lista dos e-mails dos nossos queridos e bravos Senadores. <br /><br />[email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]
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Adilson R. Davi Matupá - MT 12/09/2007 00:00
A classe produtora é sempre muito cobrada, muito criticada, sempre caracterizada por muitos meios de comunicação/e sociedade, como vilões e caloteiros da nação. Só que o produtor rural, como um todo, é responsável pelo superávit da balança comercial... E pelo FOMENTO de toda a nação!! Inclusive os que nos criticam, e nos chamam de caloteiros, adoram um bom arroz e feijão, e uma boa carne como mistura! Minha história: Meu pai constituiu financiamentos (como custeio de arroz/soja, para safra 99/00, Finame, e FCO - único renegociado e em dia) no ano de 97. Mas em 2001 sofremos varias derrotas... Sofremos frustração de safra por causa de excesso de chuva, quando não foi possível colher nada. Como conseqüência meu pai sofreu dois AVCs (acidente cardiovascular) onde não pôde mais tomar de conta de seus negócios. Eu e minha família, sem conhecimento de causa, fomos à agencia do Banco do Brasil (onde meu pai havia adquirido os empréstimos por várias vezes, isso antes dos vencimentos), mas não protocolamos nada, nenhum pedido de renegociação, pois estávamos falando com o Sr. gerente da agência, e não sabíamos que não podíamos confiar na posição desse gerente, nem desconfiamos que poderíamos ter contatado a central, de Diamantino-MT, e conseguir um parecer a tempo de não haver vencimento das parcelas, e fazer a próxima safra. Não tivemos resposta do banco, e depois de vencida as parcelas de 2001, venceram o restante antecipado das parcelas que viriam nos próximos anos, com todas aquelas taxas (“LEGAIS e Justas”)... Resumindo, não tivemos crédito para plantar a próxima safra, nem o aceite do Banco em renegociar e permanecermos como parceiros adimplentes!! As dívidas foram ajuizadas e até hoje correm em juízo. A PERGUNTA: Nesta renegociação que está sendo proposta na câmara dos deputados as dívidas vencidas no ano de 2001 entrarão em renegociação??? Ou estarão fora também como o programa do pesa/pesinha 2001?? Não protocolamos pois não tivemos acesso às notícias e ao nosso Direito, (depois ficamos sabendo que tínhamos de pronunciar o nosso interesse de fazer uma renegociação!!) Será que alguém não teria interesse de renegociar e honrar com suas dívidas e quitá-las se tivesse a capacidade de pagamento e juros dentro dos parâmetros pagáveis ???
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José Alves Farinha Colorado - PR 12/09/2007 00:00
João Batista, o programa deste governo é todo eleitoreiro, e nós, que produzimos alimentos, estamos sendo excluídos... Mas ali na frente a ficha vai cair, e talvez seja muito tarde. Nós achamos que o governo precisa dar valor àquele que está produzindo para sustentar os pobres deste País. Nós achamos que é preciso que o governo dê anzol para pescar e não somente dar o peixe para comer, porque ninguém vai aprender a pescar. E nossas dividas agrícola foram causada pelo governo. Por isso, anistia já!!!
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Binho Vila Nova Coaraci - BA 12/09/2007 00:00
Prezados amigos. Não entendo como as empresas formulam os aumentos nos segmentos de ADUBOS. Quando aumenta diz ser o DÓLAR. Quando o DÓLAR CAI não caem os preços. Gostaria de saber o quanto subiu os insumos de 2002 até o presente momento? E a inflação? E como eles chegam a esses preços???
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Vanderlei G. Gomes Poliseli Arapongas - PR 11/09/2007 00:00
Prezado Amigo Joao Batista<br />
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Gostaria muito de poder assistir ao VIVO o seu Programa Mercado & Companhia, através do site Noticias Agricolas, como podemos assistir as importantes entrevistas que ali estão disponiveis.<br />
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Um Abraço, <br />
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E continui na luta com os "PRODUTORES"
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Amauri Moraes Cabo Frio - RJ 11/09/2007 00:00
Ola João Batista, Tudo bem? Foi muito boa a pergunta feita pela Ana Amélia na coletiva com o presidente lula. E lula como sempre estava desinformado tanto que perguntou. “Quem disse isso?” E Ana respondeu: a CNT. Agora vamos lembrar que já foi avisado pela Ana Amélia que vai haver apagão logístico, ou seja, já existe. E a respeito do que o Lula fala, podemos dizer que será tudo ao contrário. Veja o que o Lula já falou. O mensalão não existe. Existiu. O país vai crescer. Não cresce. O SUS está chegando a perfeição. Não esta, e está cada vez pior. A crise aérea tem hora e dia para acabar. Já passou 09 meses que falou isso e não acabou a crise. E por ai vai. Então se ele fala: “Vou entregar o meu mandato em janeiro de 2011 a outro presidente”. Das duas uma ou ele sai antes ou vai armar o retorno. E mais esta lula fala: “Eu não vou concorre a presidência em 2010”. Então ele vai. E agora???? Um abraço. Amauri.
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Delman Ferreira Brasília - DF 11/09/2007 00:00
Senhores Diretores do Bradesco, <br /><br />Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia. <br /><br />Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, <br />pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não <br />garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. Existente <br />apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que <br />serviria para manter um serviço de alta qualidade. Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de <br />combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, <br />dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal? <br /><br />Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores <br />concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de <br />honestidade. Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço. Além disso, me impõe taxas. Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma "taxa deabertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro. Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que <br />ocorreu comigo em seu Banco. Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho. Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri. <br /><br />Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar. <br /><br />Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao <br />financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta". Como só é possível fazer negócios com os <br />senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria. <br /><br />Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns gerentes <br />inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente <br />embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".Tirei um extrato de minha conta - um único <br />extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00. <br />Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 "para a <br />manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua". A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite <br />especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho". <br /><br />Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me <br />atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me <br />cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer. <br />Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto <br />estive nas instalações de seu Banco. Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma? Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os <br />senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central. Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que <br />protegem seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos <br />senhores, talvez sejam muito mais <br />elevados. Sei que são legais, mas também sei que são imorais . <br /><br />Por mais que estejam garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade.
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Fábio Marchetto Nova Xavantina - MT 11/09/2007 00:00
Olá João Batista! Meu nome é Fábio Marchetto, sou de Engenheiro Coelho - SP, mas há 5 cinco anos moro em Nova Xavantina - MT atuando como pecuarista. No entanto, em todo esse tempo trabalhando com a pecuária só tive os inúmeros problemas, decorrentes de preços baixos, que todos os pecuaristas também tiveram e que é de vosso conhecimento. O intuito desse meu e-mail é que você transmita aos nossos governantes que eles vejam que nós também tivemos e temos problemas e não será agora que o preço da arroba melhorou que as dívidas irão sumir, que também necessitamos de prorrogações. E também que os amigos pecuaristas se unam em prol da causa bem como fizeram os agricultores, pois, até não tomarmos uma atitude ou mostrarmos nossa força e nossa realidade ao país continuaremos nessa situação lamentável. Infelizmente, temos um presidente e um poder público em geral que ignora esse quadro, mas esperamos que um dia estes também sintam as dificuldades que sentimos até agora... Um grande abraço.
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Luiz Antonio Itaí - SP 10/09/2007 00:00
Olá, João. Aqui as coisas não andam muito bem, apesar da reação dos preços agrícolas em geral. Estou com um serio problema. Venho fazendo sucessivos custeios agrícolas para matar outro. Ocorre que este ano os meus custeios já venceram e não consegui fazer um novo. Resumindo, fiquei inadimplente com o banco, e pior, como a safra 2006/2007 ficou de fora das negociações que o governo está propondo, estou a ver navios. Como vai ficar minha situação? Um grande abraço, e parabéns pelo seu programa, e forca na sua luta em prol de nossa classe. Nós, os agricultores precisamos de pessoas como você.
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Murilo Nicolli Tangará da Serra - MT 10/09/2007 00:00
João Batista, parabéns por ser uma pessoa iluminada por Deus, e que tem a sensibilidade de perceber o quanto é importante a agricultura para a humanidade. Não pare nunca de levar informações a este Brasil tão rico de pessoas que lutam por um mundo melhor. Peço desculpas por algum erro de português, mas também meu pai e minha santa mãe não tem culpa nenhuma disso, pois eles sempre pediram para eu estudar...eu é que não quis e decidi ir para a fazenda trabalhar aos 15 anos. Bom já se passaram 12 anos, mas jamais desistirei do meu sonho. Obrigado e fique com a força do campo. Um abraço.
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Anderson Gonçalves de Souza Posse - GO 06/09/2007 00:00
Caro João Batista,<br /> <br /> Não é cômico ver o ex ministro Paloci como relator da continuidade da CPMF? Bom! se não é, pelo menos me veio um grande sentimento de revolta ao saber que depois de tantas falcatruas, este retorna, e ainda serve de consultor para o atual ministro da fazenda, é mesmo piada a justiça para alguns.<br /> <br />
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Miguel Dorneles Pereira Ponta Porã - MS 06/09/2007 00:00
João Batista,gostaria de pedir e ver sua opinião sobre o assunto. Fazer uma enquete de todos os devedores do Pesa, securitizacào que estão sendo enviados para união e dos bancos particulares.Isso na minha opinião nos traria mais força para lutarmos juntos, assim não ficariamos gritando sozinho e uma forma de nos unir e falarmos a mesma lingua pq nos estamos que nem boi no frigorifico sendo abatido um de cada ves e ficamos aguardando nossa ves escutando o berro pelo lado de fora, assim e fácil para o governo. Assim não assustamos o Governo. Isso é tudo que eles querem caso a caso essa novela e velha e não vale a pena ver de novo.OBRIGADO João Batista.
João Batista, diante de tanta incompetência dos nossos governos, se déssemos tudo que temos a eles, garanto que no mês seguinte viriam pedir para que assinássemos uma nota promissória!!! Até porque eles não têm competência para conservar uma praça pública!!! Imaginem saúde, educação, segurança e o mais. No poder não há sol nem chuva, muito menos calor ou frio, vento jamais. Agora, os produtores conhecem estas agruras muito bem. Abraços.