Fala Produtor

  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 04/12/2018 22:47

    A guerra comercial entre as duas maiores economias mundiais, nos mostram um dado cujo valor é monetário. São bilhões de dólares pra cá, ou pra lá. Mas essa "troca" de riquezas acontece com todos os países do mundo e, não se vê tantas "guerras comerciais".

    Porque as duas potencias chegaram ao impasse?

    Nas entrelinhas do artigo, existe um parágrafo que mostra a verdadeira causa do impasse: ... "Os EUA também esperam que a China tome ação imediata para tratar de roubo de propriedade intelectual e das transferências forçadas de tecnologia, afirmaram autoridades dos EUA".

    Veja que a propriedade intelectual e, transferências "forçadas" de tecnologia, não são práticas comuns no mercado mundial de bens e serviços entre os países.

    Os chineses exigem, que qualquer empresa estrangeira que vá se instalar em seu território, que firme uma sociedade com uma empresa da China, seja privada ou estatal. Aí, está a prática de "roubo de propriedade intelectual e transferências forçadas de tecnologia".

    O mercado asiático tem um crescimento robusto, desde o tempo dos "tigres asiáticos" e, o procedimento da China está elevando-a ao grupo dos países de renda alta e, se ela produzir com sua "tecnologia própria", adeus royalties pagos aos países de primeiro mundo.

    Acredito que os EUA acordou tarde e, o espaço (tecnológico) que a China conquistou ao longo dos anos, coloca-a entre os grandes.

    QUEM VIVER, VERÁ !

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  • geraldo emanuel prizon Coromandel - MG 04/12/2018 15:11

    Não estou falando... O mercado não está dando a mínima para a ferrugem... e dá-lhe super safra.

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  • Marluce Pereira Campos Perrottet BOUAFLE - MG 04/12/2018 13:38

    Estou precisando conhecer a cotação do litro de leite para o ano de 2017. Mês a mês, em MG. Poderiam me enviar, por favor?

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Você vai em série de preços se quiser saber o histórico - https://www.cepea.esalq.usp.br/br/indicador/leite.aspx

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  • Jose Naudo Araujo Recife - PE 04/12/2018 11:29

    Senhores, vai fazer dois anos que comprei uma goiabeira gigante, ela colocou duas goiabas e deu o mofo, coloquei veneno para matar o mofo e podei. pronto até agora não mais produziu, fazer o que para que ela volte a produzir

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      https://www.bing.com/videos/search?q=poda+em+goiabeira&view=detail&mid=892E82F51A35DA0A00CC892E82F51A35DA0A00CC&FORM=VIRE

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  • eriveuton mauri São Gabriel da Palha - ES 04/12/2018 10:34

    O STF nao tem outra coisa pra fazer nao? Só fica atras de libertar esse lula!

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  • João Carlos remedio São José dos Campos - SP 04/12/2018 06:23

    Uma sinalização de que os ventos não são bons para a cafeicultura: 3,89 milhões de sacas de café exportadas em novembro de 2018, um novo recorde, com os preços mais baixos dos últimos 13 anos na bolsa ICE. O prognóstico é péssimo; café à vontade, a preços "vulgares"... É a "prostituição" total da atividade!

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  • Felipe Francelino Crato - CE 03/12/2018 23:11

    Não só o Ministério de Agricultura está fazendo o controle e monitoramento, como também a ADAGRI - Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará, que é quem mais está a campo e no combate frontal!

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  • carlo meloni sao paulo - SP 03/12/2018 20:37

    TOMARA QUE A FUNAI PASSE PARA O MINISTERIO DA AGRICULTURA

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  • Alexandre Frossard Belo Horizonte - MG 03/12/2018 15:54

    Minha visão: A agricultura é uma atividade de grande importância social e riscos elevados. Subsidiar seus juros em um ambiente de taxas esquizofrênicas como as brasileiras pode ser estratégico, pois diferente do comércio ou indústria onde o empresário mexe em suas margens para adequar aquele custo financeiro, o produtor vende seu produto pelo preço do terminal de bolsa ou por aquilo que o mercado paga, e não simplesmente pelo custo de produção + margem de lucro... Normalmente quando os preços estão altos a produção é escassa e vice-versa... Outro ponto é que o setor se acostumou a exigir do governo posicionamento a seu favor por que o governo, no passado, sempre interveio com taxas, instituições controladoras, exigências ou benesses, às vezes por questões conjunturais, outras através de conquistas de lobbies ou setores bem relacionados. Intervenções também se tornaram esperadas ou exigidas devido ao período de altos índices inflacionários e planos econômicos que fizeram taxas de correção se transformarem em taxas de juros altíssimas, impagáveis, onde uma ação governamental era a única forma do Banco do Brasil não se tornar o maior dono de terras do mundo. Por essas e por outras certos setores, pessoas ou entidades carregam ainda essa ligação ultrapassada de um governo paternalista e garantidor de longevidade de um negócio. Tenho comigo que subsídios em forma de juros baixos e baixa tributação são formas de garantir competitividade para o setor se assegurar presente nos mercados internacionais e abastecer a bons preços o mercado interno, garantindo segurança alimentar ao país e uma balança comercial positiva. Isso deve ser feito como política setorial, não como intervenção no negócio. Fora isso, os setores devem buscar junto ao governo sua participação em melhorias de escoamento, logística, segurança, ou até projetos para busca de novos mercados. Cabe aos produtores se organizarem e através de associações ou cooperativas criarem os canais de comunicação com o governo para exporem reivindicações conquistando condições de crescimento independente. Mas devido aos números do agro brasileiro e sua importância na situação macro-econômica, acredito que temos um time ganhador garantindo bons resultados à nação, e time que está ganhando não se mexe...Paulo Guedes com certeza pensará nisso.

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      "Agricultor compra tudo no varejo e vende tudo no atacado. E paga o frete nos dois lados". Dizem que foi o Presidente Kennedy o dono desta frase. Mas é verdadeira, não importa o autor.

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    • Tiago Byczkowski Teixeira Soares - PR

      Ainda tratando-se de problemas no setor do agronegócio brasileiro, lembremos também da competitividade entre os próprios produtores, onde a cada dia mais pequenos produtores são engolidos por grandes fazendeiros, onde a lavagem de dinheiro entra de uma forma covarde dificultando em muito a vida das famílias produtoras..., cito, como exemplo, o setor leiteiro onde muito dinheiro suspeito é lavado. Não sendo o bastante essa competição desumana, sustentamos a sede do governo e ainda a competição desregrada das importações.

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  • Joacir A. Stedile Passo Fundo - RS 03/12/2018 13:54

    Porque um site voltado ao Agronegócio ainda publica uma notícia em que um ladrão, bandido e presidiário tem uma determinada "popularidade"? Já passou da hora das noticias deste sujeito ocuparem somente as paginas policiais! Expurgo total à esta praga!

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  • Néia Araguaína - TO 03/12/2018 11:00

    Não entendo porque ficam dando tanta ênfase a um presidiário, citando em pesquisas, parem de ser bobos, assim vcs ficam sendo grandes apoiadores a este condenado. Cadê a virada, esquecem esse cara, lembre ele é um presidiário.

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  • jakson scherer Unai - MG 03/12/2018 07:00

    De que adianta feijão agora ir a R$ 200 ou R$ 300??!!..., a maioria dos produtores não tem mais, já venderam..., agora que não tem tanto feijão assim, querem pagar mais..., hehehehe... acho engraçado né , no Brasil é sempre assim alguns sempre ganham com a desorganização com a bagunça..., ué, mas não tinha muito feijão não tinha mais feijão que a oferta, até alguns dias atrás na hora de vender feijão todos falavam que feijão estava sobrando , pisaram na garganta do produtor até a última né , agora que quase não tem feijão mais querem valorizar , um produto que todos sabem que o consumo e grande no mercado interno , as vezes falta e boa fé e ética no setor , mas estamos no Brasil né , alguns lucram mais na bagunça que na organização do setor , sonho com o dia que o produtor de feijão vai ser agraciado com alguma organização do setor , deixando de plantar áreas excedentes e organizado a plantar somente o que vamos consumir para não sobrar , mas como sempre falo no Brasil que lucra mais com a bagunça do que com a organização , um exemplo são essas empresas , de nota fria , e ainda querem colocar a culpa no produtor mais uma vez dizer que ele faz parte da bagunça , meu amigo eu como produtor de feijão posso falar , eu não tenho a capacidade ou o poder de fiscalizar se a empresa A ou B é de nota fria , já que tenho que plantar , rezar pra chover na hora certa, fazer os tratos e aplicações necessárias e rezar para não chover na colheita e assim ainda depender de fiscalizar se a empresa A ou B que se encontra funcionando e autorizada pelo estado a funcionar, o produtor que não leva vantagem alguma de fazer parte de um esquema desse , mas a mídia vai cair matando em cima dele né , já que no Brasil é assim , só tiram de quem produz , já ouviu aquele ditado , só toma pedrada árvore que dá frutos , pois é , o produtor é essa árvore aí , que o estado brasileiro todos os dias ve formas de multar , colocar ele em organizações criminosas , parabéns ao estado que desse jeito vai cada vez mais desestimulando o plantio , quero ver quando não tiver feijão de novo que ele for para 400, 500 reais o saco , aí mais uma vez vão querer colocar a culpa no produtor ... ainda tem o cabimento de falar que o produtor é muito mercenário, que ele poderia vender mais barato !!!!! Mas vamos esperar pois o Brasil vai mudar. Bolsonaro vai ajudar a tirar os aproveitadores , os enganadores , quem sabe assim um dia poderíamos plantar feijão e vender como a soja que se faz contrato antes mesmo de plantar , já pensou , um setor organizado que plantaria aquilo que consome e não teria excedente , sobra de oferta , um mercado organizado em todas as cadeias , vamos sonhar né , nesse tempo que nos sobra ainda podemos sonhar , mas fiscalizar empresa pra vender feijão, a isso não cabe ao produtor e sim ao estado que com tanta burocracia não consegue fiscalizar, imagina o produtor que precisa vender para quem pagar e cobrir os custos de produção, muitas vezes ele até vende para uma empresa dessa abaixo do custo de produção , não ganha nada com isso , e ainda querem colocar a conta no produtor , se o estado não tem estrutura para fiscalizar essas empresas ,e muitas estão autorizadas pelo estado a estarem abertas , como o produtor rural vai ter ??? Fica essa pergunta !!!!!

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    • Marcelo E Luders Curitiba - PR

      Olá Jakson, concordo com você, é necessário trazer mais segurança para os produtores que arriscam com plantio. Para isso precisamos unir cada vez mais "cabeças" com a sua que percebem o que podemos e precisamos fazer.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 03/12/2018 04:03

    Olhando de uma forma lúdica, vejo os três poderes da república, executivo, legislativo e judiciário, sendo os dois primeiros representativos ao pântano, onde toda sujeira está ali contida. Agora o "terceiro", esse é um "verdadeiro" jardim de flor de lótus, cuja beleza indica a pureza que habita essa área.

    Será?

    Nesta data a jurista Eliana Calmon, ex-Ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), presta uma ajuda ao país, quando cita na sua entrevista ao jornal El País: "A Operação Lava Jato precisa chegar ao Judiciário".

    Num outro trecho da entrevista diz: "O que eu acho é o seguinte: a Odebrecht passou mais de 30 anos ganhando praticamente todas as licitações que disputou. Enfrentou diversas empresas concorrentes, muitas com uma expertise semelhante, e derrotou todas. Será que no Judiciário ninguém viu nada? Nenhuma licitação equivocada, um contrato mal feito, que ludibriasse e lesasse a nação? Ninguém viu nada? Por isso eu digo que algo está faltando chegar até este poder. Refiro-me ao Judiciário como um todo, nas três instâncias. Na minha terra, na Bahia, todo mundo sabia que ninguém ganhava nenhuma causa contra a Odebrecht nos tribunais. O que eu questiono é que em todas estas décadas em que a empreiteira atuou como organização criminosa nenhum juiz ou desembargador parece ter visto nada... E até agora nenhum delator mencionou magistrados".

    Vamos cobrar essa transparência do futuro governo.

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 02/12/2018 09:02

    Senhores...ao meu ver a briga comercial pode gerar especulação de alta ou de baixa..especulação esta que em pouco tempo se dissipa e não se sustenta nem pra cima e nem pra baixo..então passada especulação o mercado vai seguir os fundamentos de oferta e demanda...temos tido boas safras e demanda acompanha e consome esta oferta motivado pelos baixos precos em dólar...portanto salvo fato novo o preço em Chicago vai de lado e para baixo...com alguns picos especulativos de Chicago e dólar..por isto produtor deve ficar atento e ir vendendo de forma paulatina...sobre a guerra comercial e sua interferência no preço de forma sustentada é Balela...pois oferta e demanda são as memas ..o que ha e mudança de comprador e vendedor..

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