Ações da China e de Hong Kong sobem lideradas por setor imobiliário
![]()
XANGAI (Reuters) - As ações da China e de Hong Kong subiram nesta segunda-feira lideradas pelo setor imobiliário, em meio a especulações de que mais medidas de estímulo provavelmente serão divulgadas nesta semana com o objetivo de limpar os estoques, impulsionar as vendas e suspender as restrições à compra de casas.
As incorporadoras imobiliárias chinesas negociadas na China e em Hong Kong saltaram 7,3% e 3,8%, respectivamente, depois que algumas cidades relaxaram as restrições à compra de casas no fim de semana.
Entretanto, os lucros industriais da China caíram em março, segundo dados oficiais divulgados no sábado, levantando dúvidas sobre a força da recuperação da segunda maior economia do mundo.
No fechamento, o índice de Xangai subiu 0,79%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com alta de 1,11%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, avançou 0,54%.
No CSI300, os setores financeiro, de bens de consumo básicos, imobiliário e de saúde subiram entre 0,02% e 2,56%.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei permaneceu fechado.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,54%, a 17.746 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,79%, a 3.113 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,11%, a 3.623 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,17%, a 2.687 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,86%, a 20.495 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,06%, a 3.282 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,81%, a 7.637 pontos.
0 comentário
Wall Street encerra em baixa por crescentes preocupações com inflação
Dólar sobe aos R$5,0664 puxado pelo cenário político no Brasil e pelo exterior
Ibovespa fecha em queda com ruído político local
Governo revisa regra que exigia publicação das margens de distribuidoras de combustíveis
Wall St cai na abertura com salto de rendimentos por preocupações com a inflação
Dólar supera R$5,05 pressionado por exterior e política local