Nasdaq atinge mínima em duas semanas com ações de tecnologia e chips
![]()
Por Lisa Pauline Mattackal e Ankika Biswas
(Reuters) - O Nasdaq caía cerca de 2% nesta quarta-feira, atingindo a mínima em duas semanas, uma vez que as ações de tecnologia e de chips eram pressionadas pela perspectiva de restrições comerciais mais rígidas dos Estados Unidos a empresas que dão à China acesso a tecnologia avançada de semicondutores.
Uma notícia de que o governo Biden estava considerando restrições comerciais severas como parte de uma repressão contra a China envolvendo chips pesava sobre as ações de semicondutores, fazendo com que o índice Philadelphia SE Semiconductor caísse 3,5%, atingindo a mínima de duas semanas.
A Nvidia tinha queda de 4,3%, enquanto a ASML despencava 9,2%.
As ações listadas nos EUA da Taiwan Semiconductor Manufacturing perdia 6,4% depois que o candidato presidencial republicano Donald Trump disse que Taiwan deveria pagar aos EUA por sua defesa.
Marvell Technology, Broadcom, Qualcomm, Micron Technology, Advanced Micro Devices e Arm Holdings também caíam mais de 5% cada.
Apple, Microsoft Meta e Tesla tinham perdas entre 1,2% e 2,7%.
O índice de tecnologia do S&P 500 liderava as perdas setoriais com uma queda de 2,7%, enquanto o setor de energia tinha alta de 1,3%.
O índice Russell 2000 de small-caps também caía 0,2% depois de subir quase 12% nas últimas cinco sessões.
O Dow Jones subia 0,07%, a 40.982,68 pontos. O S&P 500 tinha queda de 0,96%, a 5.612,87 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuava 1,83%, a 18.170,39 pontos.
0 comentário
Ministra das Finanças do Japão diz que está em alerta máximo para volatilidade cambial
Índice de Xangai cai brevemente abaixo de 4.000 com escalada do conflito no Oriente Médio
Powell confirma que Trump está amarrado a ele até que investigação esteja verdadeiramente concluída
BC corta Selic em 0,25 ponto, a 14,75%, e defende cautela na calibração dos juros à frente
Dólar sobe no Brasil após decisão do Fed e antes do anúncio do Copom sobre juros
Taxas curtas de DIs fecham em baixa com mercado à espera do Copom, longas sobem