Milho abre a quarta-feira subindo em Chicago impulsionado por dólar, exportações e Trump
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A quarta-feira (28) começa com os preços internacionais do milho futuro operando no campo positivo da Bolsa de Chicago (CBOT), registrando avanços por volta das 10h11 (horário de Brasília).
O vencimento março/26 era cotado a US$ 4,30 com valorização de 3,50 pontos, o maio/26 valia US$ 4,37 com alta de 2,75 pontos, o julho/26 era negociado por US$ 4,43 com ganho de 2,75 pontos e o setembro/26 tinha valor de US$ 4,42 com elevação de 2,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos futuros de grãos subiram durante a madrugada, com o valor do dólar americano oscilando em torno de sua mínima em quatro anos.
“O dólar caiu 3,8% nos últimos seis meses em meio às guerras tarifárias em curso com vários países e outras turbulências geopolíticas. A desvalorização do dólar, por sua vez, tornou os produtos agrícolas americanos e outras exportações denominadas em dólares mais baratos para os compradores estrangeiros”, explica Tony Dreibus, analista da Successful Farming.
Além disso, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou ontem que países não identificados compraram 110 mil toneladas de milho e 306 mil toneladas de sorgo, todas com entregas previstas para o ano comercial de 2025/26 que termina de 31 de agosto.
“Os contratos futuros de milho receberam um impulso depois que o presidente Donald Trump afirmou, em um discurso em Iowa, que gostaria de ver misturas de etanol E15 disponíveis o ano todo”, acrescenta Dreibus.
Mercado Interno
Já os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3), abriram as atividades dessa quarta-feira com movimentações negativas. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 67,20 e R$ 68,35 por volta das 10h28 (horário de Brasília).
O vencimento março/26 era cotado a R$ 68,35 com perda de 0,84%, o maio/26 valia R$ 67,87 com desvalorização de 0,89%, o julho/26 era negociado por R$ 67,20 com queda de 0,37% e o setembro/26 tinha valor de R$ 67,55 com baixa de 0,30%.
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