Ministro ouve reivindicações do setor da citricultura em São Paulo

Publicado em 04/09/2012 09:47 625 exibições
O ministro Mendes Ribeiro Filho manteve na tarde desta segunda-feira, 3 de setembro, na capital paulista, encontro com o presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), Fábio Meirelles, e representantes da cadeia produtiva da laranja.

O ministro ouviu as necessidades dos produtores paulistas e garantiu que o Governo Federal está usando todos os instrumentos legais para apoiar os setores do agronegócio em dificuldade. Ele lembrou as medidas de apoio já adotadas para setores como suínos, aves, produtores de maçã e de arroz, além das ações para os citricultores.

Durante a reunião, Meirelles entregou um documento ao ministro relatando os problemas da cadeia produtiva em São Paulo, tanto da citricultura quanto cana-de-açúcar e pecuária.Na oportunidade, Mendes Ribeiro Filho ainda apresentou um relato sobre o que está sendo feito para solucionar o problema da citricultura. Para dar suporte ao setor, o Ministério da Agricultura prorrogou as dívidas em até cinco anos; anunciou o preço mínimo, de R$ 10,10 a caixa e, breve deve anunciar leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (PEPRO). 

Em 2011, o Ministério criou uma Linha Especial de Crédito (LEC) para atender aos produtores. Agora, tem a questão deste ano. O governo recebeu o pleito da indústria, de prorrogar a LEC do ano passado. O pedido já foi encaminhado ao Conselho Monetário Nacional. Em contrapartida, a indústria se propõe a comprar a preço de mercado, pelo menos 40 milhões de caixas de laranja.


Mercado
Nos últimos anos, os produtores de laranja registraram um constante crescimento dos pomares, mas o mercado comprador se manteve no mesmo nível. Além disso, o consumo interno do produto caiu nos últimos dez anos. No último dia 28 de agosto, foi publicada no Diário Oficial da União a Instrução Normativa nº 21 aumentando a exigência mínima de suco de laranja no néctar de 30% para 50%. Apesar de o mercado nacional absorver apenas 10% da produção total de suco, a medida já pode beneficiar o setor mudando a formulação do produto vendido no Brasil.
A Conab e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) estão em diálogo com a indústria para discutir a possibilidade de direcionar o suco para a merenda escolar, movimentos sociais e públicos, e até para o pequeno varejo.
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Fonte:
Ministério da Agricultura

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