Milho começa a quinta-feira subindo na B3 com alta do dólar

Publicado em 14/05/2020 09:25 e atualizado em 14/05/2020 12:01 284 exibições
Chicago segue caindo com avanço do plantio americano

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A quinta-feira (14) começa com leves ganhos para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,53% e 0,99% por volta das 09h07 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 era cotado à R$ 50,80 com valorização de 0,99%, o julho/20 valia R$ 47,45 com alta de 0,53%, o setembro/20 era negociado por R$ 46,20 com elevação de 0,87% e o novembro/20 tinha valor de R$ 48,40 com estabilidade.

Na última quarta-feira o dólar voltou a subir e fechou acima dos R$ 5,90 pela primeira vez na história e próximo do patamar dos R$ 6,00. Na manhã desta quinta-feira a moeda americana segue seu caminho de alta e operava em R$ 5,91 com 0,49% de ganho por volta das 09h16 (horário de Brasília).

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) abre a quinta-feira com leves perdas para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,50 e 1,00 pontos por volta das 08h58 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,17 com baixa de 0,50 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,22 com queda de 0,50 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,31 com desvalorização de 1 ponto e o março/20 tinha valor de US$ 3,44 com perda de 0,75 pontos.

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros do milho caíram, estendendo as perdas para uma segunda sessão consecutiva.

As previsões meteorológicas no cinturão das culturas do Meio-Oeste eram geralmente favoráveis ​​à semeadura. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) disse que a safra americana de milho estava 67% semeada até o último domingo, à frente de sua médias dos últimos cinco anos.

Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:

>> Milho fecha a quarta-feira em alta na B3 e no mercado físico brasileiro

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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