Trump pode acionar tarifas emergenciais contra “dirty 15”; mercado em alerta
Por Marta Guimarães
Rumores divulgados pela agência Dow Jones neste fim de semana apontam que a administração Trump prepara uma reviravolta em sua estratégia tarifária, com foco em países que acumulam altos déficits comerciais com os EUA. A medida, ainda não confirmada oficialmente, pode ser ativada já em 2 de abril, com o uso de poderes de emergência econômica.
O que se sabe até agora:
Foco nos “dirty 15” – A nova abordagem deixaria de lado tarifas setoriais, como as previstas para automóveis, farmacêuticos e semicondutores, priorizando tarifas recíprocas contra países como China, União Europeia, Canadá e México — considerados pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, como os “dirty 15”.
Sem período de transição – Segundo as informações, o governo estuda implementar as tarifas imediatamente no início de abril, sem fase de adaptação. A rapidez da medida pegou analistas e CEOs de surpresa, que esperavam uma aplicação mais gradual.
Resistência a concessões – Apesar da pressão de setores como aço, petróleo e automóveis, Trump sinalizou que não pretende flexibilizar as tarifas, evitando exceções que possam “abrir precedentes” em futuras negociações.
Impactos:
Se confirmada, a ofensiva tarifária pode elevar o tom das disputas comerciais com os principais parceiros dos EUA. A medida ampliaria o risco de retaliações bilaterais, com impactos diretos em setores como exportação agrícola e indústria pesada, além de pressionar o mercado financeiro e cambial nas próximas semanas.
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