Líder de produtores no MS teme pelo risco de um "massacre iminente"

Publicado em 05/06/2013 10:47 e atualizado em 05/06/2013 16:35 2292 exibições
'Estamos falando de um massacre iminente', diz presidente da Acrissul.

A tensão entre índios e produtores rurais em Mato Grosso do Sul, que já resultou em um indígena morto e outro ferido, pode ficar ainda pior, segundo um representante dos fazendeiros.

"Estamos falando de um massacre iminente. Temos produtores que se recusam [a sair de suas propriedades] e estão armados", disse à Folha na terça-feira (4) Francisco Maia, presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) e da Fenapec (Frente Nacional da Pecuária). "Vai morrer mais gente", afirmou Maia. "Vai ter mais sangue".

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e integrantes da Força Nacional de Segurança chegaram a Campo Grande (MS) na manhã desta quarta-feira (5) para acompanhar a execução da ordem de reintegração de posse da fazenda Buriti, em Sidrolândia (72 km da capital), invadida por índios terena.

Leia a notícia na íntegra no site da Folha de S. Paulo.

Proprietários tiram gado de fazendas ocupadas por índios em MS

Os proprietários das fazendas ocupadas por índios da etnia terena, em Sidrolândia, a 70 km de Campo Grande, estão transportando o gado para outras áreas na manhã desta quarta-feira (5).

O tráfego de caminhões boiadeiros é intenso no local nesta manhã. Os animais estão sendo levados para o curral da fazenda Retiro Cortado, que não está ocupada pelos índios, e que fica localizada no início da estrada que dá acesso à fazenda Buriti.

Desde a última segunda-feira (3), cerca de 1 mil cabeças de gado já foram retiradas das áreas. Parte dos animais também está sendo transportado para a sede do Clube do Laço, em Sidrolândia.

Um helicóptero com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que chegou em Mato Grosso do Sul na  manhã desta quarta-feira (5), sobrevoou a região invadida pelos terena. Segundo a assessoria de imprensa, ele deve conceder entrevista na governadoria do Estado, em Campo Grande.

Leia a notícia na íntegra no site do G1 MS

‘Se alguém abusou do poder, será punido’, diz ministro sobre morte de índio em MS

Durante visita em Mato Grosso do Sul, o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, falou que a atuação da Polícia Federal (PF) durante reintegração de posse na fazenda Buriti e que resultou na morte de Oziel Gabriel, de 35 anos, ainda está sendo investigada.

“Nós abrimos um inquérito policial. Se alguém extrapolou, se alguém abusou do seu poder, isso será apurado. Os responsáveis serão punidos”, explicou o ministro.

Dizer quem errou no dia da morte do índio Terena em Sidrolândia é pré maturo, afirma o representante do Governo Federal. "Eu não posso fazer nenhum pré julgamento. O que eu posso dizer é que as forças policias estão fazendo o trabalho dela”, comentou.

Leia a notícia na íntegra no site do MS Record

Terenas se pintam para guerra e prometem resistir à Força Nacional na fazenda Buriti

Indígenas da região de Sidrolândia estão, neste momento, se deslocando para Campo Grande para encontrar com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para informar que não aceitam a intervenção da Força Nacional. Cerca de 110 militares começaram a chegar ao Estado para conter novos conflitos pela terra.

Pintados com carvão, usando cocares, 25 lideranças indígenas que estão a caminho da Capital afirmam que estão prontos para a guerra.

“Vai ter morte novamente, pode vir quem for, já tem índio morto e agora estamos revoltados”, disse um indígena, que não quis se identificar por temer represálias de fazendeiros.

Veja a notícia na íntegra no site Midiamaxnews

Não podemos ter mais mortes, diz Ministro da Justiça sobre conflito indígena em MS
  
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que está em Campo Grande na manhã desta quarta-feira (5) declarou, durante entrevista coletiva, que sua vinda a Mato Grosso do Sul tem como objetivo garantir a ordem pública e evitar novos conflitos. Ele foi acionado pelo governador André Puccinelli (PMDB) após outro índio ter sido baleado em conflito envolvendo índios e fazendeiros em Sidrolândia – a 70 quilômetros de Campo Grande, na tarde desta terça-feira (4).

Para o ministro é preciso evitar conflitos porque a radicalização não resolve o problema. “Não podemos ter mais mortes. O conflito e a violência não geram resultados nenhum e não é de forma violenta que se resolve a situação”, destacou Cardozo.

Veja a notícia na íntegra no site do Midiamaxnews

'Vamos ao diálogo', diz Cardozo sobre desocupação de fazenda

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que a intenção é tentar o diálogo para desocupação da fazenda Buriti, em Sidrolândia, invadida por índios terena. Cardozo chegou esta manhã a Campo Grande e irá sobrevoar a área da propriedade rural. A reintegração de posse será acompanhada por 110 integrantes da Força Nacional e 100 policiais federais.

“Vamos ao diálogo, vamos à conversa, sem exaltação”, disse Cardozo. Segundo o ministro, essa foi a orientação da presidente Dilma Rousseff (PMDB). “Viemos aqui para dialogar e reunir forças, não é de forma violenta que se resolvem situações de conflito, pelo contrário, isso prejudica, atrapalha”.

Leia a notícia na íntegra no site do G1 MS

Índios prometem atender ordem de reintegração e devem sair da Buriti

A garantia da presidente Dilma Rousseff (PT) em receber lideranças indígenas da comunidade influenciou na decisão dos índios da etnia terena em cumprir a determinação judicial de reintegração de posse, que venceu nesta quarta-feira (5) e começaram a sair espontaneamente da Fazenda Buriti.

Os indígenas começaram com a ação de retomada no último dia 15 de maio na Fazenda Buriti. No feriado de Corpus Christi, no dia 30 de maio, os índios saíram da propriedade por determinação judicial, mas no dia seguinte retornaram para a Fazenda. Ontem, pela manhã, ocuparam as Fazendas Lindóia e São José.

Segundo informações do site Região News, o grupo de indígenas que tentou entrar na noite de ontem na Fazenda São Sebastião, onde o terena Josiel Gabriel foi baleado, se mantém fora da propriedade.

Leia a notícia na íntegra no site Sidrolândia News.

Ministro chega a Campo Grande para desocupação de fazenda em MS

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, chegou às 8h45 (horário de MS) em Campo Grande para acompanhar a desocupação da fazenda Buriti, em Sidrolândia, a 70 km da capital, invadida por índios terena. A ação será acompanhada por 100 integrantes da Força Nacional e 100 policiais federais.

Cardozo chegou e não falou com a imprensa. Segundo assessoria do ministério, ele irá sobrevoar a região, em Sidrolândia, e depois, deve conceder entrevista na governadoria do Estado, em Campo Grande. Ele deve ficar em Mato Grosso do Sul até 13h.

Leia a notícia na íntegra no site do G1 MS

Foto G1: Ministro José Cardozo desembarca na Base Aérea de Campo Grande

Ministro chega a Campo Grande - G1

Dilma manda ministro inspecionar área de conflito entre índios e produtores

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), mandou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, inspecionar a área em conflito entre produtores rurais e índios em Mato Grosso do Sul. A intervenção das tropas federais, que contará com aproximadamente 200 homens, tem a finalidade atender pedido do governador André Puccinelli(PMDB) e pacificar a região de Sidrolândia, onde já foram registrados dois confrontos.

Cardozo se reuniu, há pouco, com o governador na Base Aérea de Campo Grande. Daqui a pouco, ele vai sobrevoar a reserva Buriti, onde os índios estão em 2,2 mil hectares. Ele também vai ver as fazendas Buriti, Camabará e São Sebastião, onde um índio um morreu e outros quatro foram baleados.

Leia a notícia na íntegra no site Sidrolândia News.

Índios se reúnem para definir estratégias sobre visita de ministro e vinda da Força Nacional

Cerca de 400 indígenas estão reunidos na manhã desta quarta-feira (5) na sede da Fazenda Buriti, em Sidrolândia – a 70 quilômetros de Campo Grande. Eles pretendem definir estratégias de negociação, uma vez que homens da Força Nacional estão a caminho das terras indígenas, assim como o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Às 9h de hoje venceu o prazo para os indígenas deixarem a sede da fazenda Buriti, do ex-secretário estadual de Fazenda e candidato a governador em 1998, Ricardo Bacha. No entanto, segundo vereador indígena Cledinaldo Cotócio (PP), os terenas garantiram que não deixarão as terras.

“O clima é de guerra, dos dois lados. Espero que a vinda do ministro resolva esse conflito. Espero que chamem o produtor, negociem e paguem o valor exato das terras porque os índios não vão sair. Se precisarem, darão a vida por isso”, disse Cotócio.

Leia a notícia na íntegra no site do Midiamaxnews

Não podemos ter mais mortes, diz Ministro da Justiça sobre conflito indígena em MS

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que está em Campo Grande na manhã desta quarta-feira (5) declarou, durante entrevista coletiva, que sua vinda a Mato Grosso do Sul tem como objetivo garantir a ordem pública e evitar novos conflitos. Ele foi acionado pelo governador André Puccinelli (PMDB) após outro índio ter sido baleado em conflito envolvendo índios e fazendeiros em Sidrolândia – a 70 quilômetros de Campo Grande, na tarde desta terça-feira (4).

Para o ministro é preciso evitar conflitos porque a radicalização não resolve o problema. “Não podemos ter mais mortes. O conflito e a violência não geram resultados nenhum e não é de forma violenta que se resolve a situação”, destacou Cardozo.

José Eduardo Cardozo falou sobre a morte do índio Terena Oziel Gabriel no dia 30 de maio. Ele disse que ninguém gostaria que tivesse ocorrido e que existe um inquérito apurando. Se for constatado que houve abuso de poder, o responsável será punido.

Veja a notícia na íntegra no site do Midiamaxnews

Fonte:
Folha de SP+ G1 MS + MidiaMax

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3 comentários

  • alexandre janene costa Londrina - PR

    Quanto de dinheiro esse povo do PT está gastando com tudo esse movimento dessa força nacional , compra essas fazendas e da logo p/ essa cambada de vagabundos que gostam de andar de camionete nova e beber pinga , ai o povo brasileiro vai comer capim porque índio não produz nada.

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  • Carlos Marcio guapo Campo Florido - MG

    Produtores se armem de pau ( como os indios) se reunam e partem para cima, não esperem a justiça , pois ela não existe, tem que fazer igual aos indios os MST da vida, partir pro pau, a linguagem agora é esta.

    Ou vamos ficar vendo o governo laçar os projetos " Sou uma prostituta feliz¨".

    Com dizem estes bandidos, VAMOS A LUTA

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  • Edison tarcisio holz Terra Roxa - PR

    isso é uma beleza fazeer tur pra brasilia pago por nós depois vai ser pro rio de janeiro depois para paris estambu nova yorque etc

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