Guerra comercial EUA-China vai impactar a todos, e haverá instabilidade na economia e no bolso, alerta economista da Markestrat
Podcast
Entrevista com José Carlos de Lima Junior - Sócio-Diretor da Markestrat sobre o Acordo entre EUA e Brasil
Download
As recentes notícias internacionais tem trazido instabilidade para o comércio global, principalmente por causa da crise comercial entre os Estados Unidos e a China. O impasse chegou a tal ponto, que esta semana o presidente americano anunciou novas tarifas sobre os produtos chineses.
Leia: Trump anuncia novas tarifas de 10% sobre US$ 300 bi em produtos da China
Por outro lado, as relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos estão cada vez mais alinhadas. Além da designação como aliado extra-Otan, os dois países assinaram um acordo de cooperação no financiamento de projetos de infraestrutura prioritárias no Brasil.
Saiba mais:
>> Trump designa Brasil como aliado preferencial extra-Otan
>> EUA assinam com Brasil acordo para cooperação em projetos de infraestrutura
Além disso, os bancos centrais dos dois países anunciaram redução em suas taxas básicas de juros. No Brasil, a redução foi de 0,5 ponto percentual, o que representa a mínima histórica de 6% ao ano. Já nos Estados Unidos, o corte foi de 0,25 ponto percentual, que reduziu a taxa referencial do banco central norte-americano a uma faixa de 2 a 2,25%.
Veja também:
>> BC reduz juros à nova mínima histórica de 6% e indica chance de novos cortes
>> Juros nos EUA: Fed reduz taxa dentro do esperado, e deixa porta aberta para novos cortes
Esses foram os pontos centrais da entrevista realizada por João Batista Olivi com José Carlos de Lima Júnior, sócio-diretor da Markestrat. Para José Carlos, os indicadores apontam que a economia global está prestes a passar por uma recessão, já que os bancos centrais globais dificilmente conseguirão mexer em suas taxas de juros. Nesse cenário, o Brasil tem potencial para se tornar um protagonista, porém, de acordo com ele, o país ainda falha na forma de equilibrar suas relações internacionais. "As oportunidades internacionais, como o acordo entre o Mercosul e a União Européia, são benéficas para o país, mas o governo precisa aprender a trabalhar com todos os países e entender as leis do mercado internacional", disse.
Veja a entrevista na íntegra no vídeo acima.
1 comentário
Guerra no Oriente Médio vai reduzir crescimento e com impacto em cascata, diz presidente do Banco Mundial
Equipe dos EUA vai às negociações com Irã no Paquistão com baixas expectativas
Ibovespa renova recordes com investidor de olho no Oriente Médio
Dólar volta a cair e se aproxima dos R$5,00 sob influência do exterior
Wall St encerra sem direção comum conforme investidores avaliam negociações no Oriente Médio
Reino Unido convocará mais negociações sobre Estreito de Ormuz na próxima semana, diz autoridade
Gladston Machareth Campo Grande - MS
A China é um grande mercado consumidor e, logicamente, interessa aos países exportadores. Mas no quesito produtor seus produtos são de péssima qualidade, e somente competem no mercado internacional em razão de preço, afinal a mão de obra lá é barata.
Agora, querer peitar os Estados Unidos, é muita pretensão..., no entanto, é melhor tê-los como aliados do que como inimigos !Mas entao se os produtos dela sao de pessima qualidade quer dizer que ficamos com a oportunidade de fazer produtos de qualidade... Entretanto lembro a todos que demoramos decadas so' para fazer uma mortadela igual à italiana...
Hoje a China tem condições de fabricar qualquer tipo de produto, com baixa, media e alta qualidade.
O Brasil vai ser a fazenda chinesa.... Empregos por aqui somente no Agro.