Geada da próxima semana pode pegar faixa Leste da zona canavieira, vê TempoCampo

Publicado em 16/07/2021 16:25
Fabio Marin - Coordenador do sistema TEMPOCAMPO
Meteorologistas apontam que condição não deve ser tão intensa. Safra 2021/22 de cana-de-açúcar tem sido marcada por forte impacto climático com seca e agora frio

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Entrevista com Fabio Marin - Coordenador do sistema TEMPOCAMPO sobre as Condições climáticas para Cana-de-Açúcar

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As geadas previstas no início da próxima semana no Centro-Sul do Brasil, sendo a segunda possível ocorrência durante a safra 2021/22 de cana-de-açúcar , podem pegar a faixa Leste da zona canavieira, segundo aponta o sistema Tempo Campo, apesar de que elas não devem ser tão intensas, de acordo com os meteorologias.

“Aqueles que puderem antecipar a colheita das zonas danificadas, poderão minimizar as perdas. A geada leve pode danificar as folhas, é um prejuízo, mas não tão grave. A moderada pode matar a gema apical e causar rebrotação e a muito severa pode matar a planta, causando apodrecimento”, diz Fabio Marin, coordenador do sistema.

A possível condição com o frio reforça a preocupação dos produtores na nova temporada, que já vem sendo impactada pela estiagem prolongada desde o ano de 2020, com forte impacto nas lavouras e redução nas produções de açúcar e de etanol, além da ocorrência de uma primeira onda de frio registrada final de junho e início de julho.

De acordo com Marin, as geadas dos últimos dias foram expressivas, mas não causaram danos graves como se temia, já que houve a colheita antecipada em algumas áreas. “Não dá pra dizer que não teve perdas. Os canaviais que vão ser colhidos no final da safra, a gente espera algum impacto porque houve dano na folhagem e isso afeta o crescimento da cana”.

Durante o mês de junho, a seca no cinturão produtor de cana-de-açúcar se manteve, mas até houve registro de chuvas acima do esperado em algumas áreas produtoras, mas ainda foram insuficientes para reverter o déficit hídrico. O Coeficiente de Produtividade Climática (CPC) segue apontando cenário complicado na safra em importantes regiões.

“A gente vê que essa safra já tinha a seca escalada em boa parte do Centro-Sul e a geada aumentou ainda mais a projeção de decrescimento nos canaviais”, destacou Marin.

As geadas previstas no início da próxima semana no Centro-Sul do Brasil, sendo a segunda possível ocorrência durante a safra 2021/22 de cana-de-açúcar , podem pegar a faixa Lesta da zona canavieira, segundo aponta o sistema Tempo Campo, apesar de que elas não devem ser tão intensas, de acordo com os meteorologias.

“Aqueles que puderem antecipar a colheita das zonas danificadas, poderão minimizar as perdas. A geada leve pode danificar as folhas, é um prejuízo, mas não tão grave. A moderada pode matar a gema apical e causar rebrotação e a muito severa pode matar a planta, causando apodrecimento”, diz Fabio Marin, coordenador do sistema.

A possível condição com o frio reforça a preocupação dos produtores na nova temporada, que já vem sendo impactada pela estiagem prolongada desde o ano de 2020, com forte impacto nas lavouras e redução nas produções de açúcar e de etanol, além da ocorrência de uma primeira onda de frio registrada final de junho e início de julho.

De acordo com Marin, as geadas dos últimos dias foram expressivas, mas não causaram danos graves como se temia, já que houve a colheita antecipada em algumas áreas. “Não dá pra dizer que não teve perdas. Os canaviais que vão ser colhidos no final da safra, a gente espera algum impacto porque houve dano na folhagem e isso afeta o crescimento da cana”.

Durante o mês de junho, a seca no cinturão produtor de cana-de-açúcar se manteve, mas até houve registro de chuvas acima do esperado em algumas áreas produtoras, mas ainda foram insuficientes para reverter o déficit hídrico. O Coeficiente de Produtividade Climática (CPC) segue apontando cenário complicado na safra em importantes regiões.

“A gente vê que essa safra já tinha a seca escalada em boa parte do Centro-Sul e a geada aumentou ainda mais a projeção de decrescimento nos canaviais”, destacou Marin.

Por:
Jhonatas Simião
Fonte:
Notícias Agrícolas

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