Fala Produtor
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Evandro Luiz morigi Mormaco - RS 25/01/2017 20:36
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marcio aldir graf
Manoel Ribas - PR
aqui no PR, sai ao "preço mínimo", R$38,75 (salvo engano)...MAS, a cooperativa cobra,R$
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marcio aldir graf
Manoel Ribas - PR
aqui no PR, sai ao "preço mínimo", R$38,75 (salvo engano)...MAS, a cooperativa cobra,R$2,65 por despesas de armazenagem, recebimento, etc... mais os descontos de funrural, capital social....acaba sobrando ao produtor R$34,72....um belo de um tiro no pé do triticultor..
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marcio aldir graf
Manoel Ribas - PR
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Yuri Raffler Sao Alberto Paraguay - PR 25/01/2017 16:47
O inutil comentario de super safra no paraguai foi feito em plena fase vegetativa da soja pra que?? Mesma coisa acontece no brasil com esse lixo da conab sempre mais atrapalhando que ajudando...
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Edilson Boaretto Unaà - MG 25/01/2017 13:40
Isso não é renegociação.
É um novo financiamento.
Pois renegociação tem que manter os juros é só prolongar os prazos
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Joel Cariell Ponta Grossa - PR 25/01/2017 09:40
Para os conservadores, livre comércio significa reduzir tanto quanto possível a interferência política nas relações comerciais. Para os globalistas (e seus idiotas úteis), livre comércio significa criar um complexo conjunto de regras e regulações para gerenciar as relações comerciais, transferindo o controle das mãos de políticos eleitos para as mãos de burocratas anônimos a serviço do cronismo e do rent-seeking metacapitalista.
Se você não entende ou ignora a diferença entre essas duas coisas, correrá o risco de chamar de protecionista até os maiores defensores da legítima liberdade de comércio, usando a palavra "protecionista" não como o signo de uma idéia ou de uma coisa, mas como um rótulo infamante para denegrir o combate ao avanço e ao agigantamento das instituições e dos regimes transnacionais criados para regular e controlar cada aspecto de nossas vidas ? cooperando para eliminar na prática uma liberdade que você acredita defender na teoria.
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
Excelente Joel,
Perfeita a colocação das palavras,
recomendo o a entrevista entre Alexandre Borges com Felipe Martins, o profissional contratado pelo governo Brasileiro para analisar, traduzir e explicar o tratado para os nossos representantes:
"Trump tem produzido efeitos realmente curiosos na cabeça de gente que se pensa "liberal".
Até semana passada, eles diziam que temos que ser contra o estado, desconfiar do estado, diminuir a influência do estado, cortar regulações do estado. Estamos juntos nessa, claro.
Agora tudo mudou. Quando os mesmos burocratas estatais que deveríamos desconfiar falam palavrinhas mágicas como "acordo de livre comércio" e você ousa ter curiosidade intelectual para saber o que realmente eles querem dizer com isso na prática, você é "socialista", "torcedor", "conservador de facebook" ou qualquer outro xingamento bocó como esse.
O problema, pelo que dá para concluir, não é o estado mas a escolha das palavrinhas nas coletivas de imprensa, certo? Usou as palavrinhas que certo tipo de "liberal" gosta, assoprou o apito de cachorro correto, vem tudo abanando a cauda. Político, burocrata e assessor de imprensa falou "livre comércio" virou verdade. Mesmo que seja mentira.
Da mesma maneira que a esquerda americana roubou o termo "liberal", por que não passa pela cabeça desse pessoal que ela possa ter se apropriado (ou estatizado) também "acordo de livre comércio"? Por que antes de sair gritando "ai, ui" eles não se dão ao trabalho de entender o que está por trás do discurso oficial?
É por isso, meninos, que antes de sair repetindo o que sai na FakeNews ou reagir a palavras em vez de fatos, a gente se dá ao trabalho de entender o que está por trás da conversa fiada ou vai acabar comprando propaganda estatal pelo valor de face.
O TPP é um assunto complexo e é por isso que fui entrevistar ontem alguém que conhece o acordo por ler suas cláusulas e não de ouvir falar. E é por isso que ele estava apto a analisar fatos e não palavrinhas.
Antes de passar vergonha, peça para seu amigo repetidor de press-release governamental ver este vídeo. Ele vai ter uma chance de ao menos fazer idéia do que está falando."
https://www.youtube.com/watch?v=y02vSRssi4E&feature=youtu.be
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
Lembrando que o tal tratado de comercio gerenciado por burocratas tem 5000 paginas, um emaranhado de normas e regras estatais que nada tratam de liberar o comercio internacional e sim regulamentar via normas técnicas e ambientais... sabemos o que isso significa, burocracia e corrupção...
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victor angelo p ferreira victorvapf
nepomuceno - MG
O resultado que vejo hoje do 'LIVRE COMÉRCIO' da União Européia, foi uma verdadeira perda de identidade daqueles países e a perda sensível de suas capacidades de comercializar...Não foi atoa que a Inglaterra saiu desta união...Aos poucos o mundo vai acordando e este chega pra lá do Trump vai abrir os olhos de todo tipo de grupelho que queiram formar...
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
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Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 25/01/2017 08:30
Colocar as perdas na planilha do milho.
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carlo meloni sao paulo - SP 25/01/2017 08:16
O provavel sucessor de Teori Zavasky sera' Ives Gandra Martins Filho ministro do STJ trabalhista---Tem posiçao de destaque na OPUS DEI braço conservador da Igreja Catolica----
O pai e' autor de uma açao no STF pedindo contrapartida financeira da Reserva Legal de cada propriedade rutal.
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 25/01/2017 04:56
Estamos vivenciando uma nova era?
Conceitos e valores são renegados e, quando muito são renomeados para que o senso comum não sinta a "transformação".
Porque estou levantando essa questão? Porque estamos a bordo de um veiculo que está nos levando para um destino, sabe lá qual será. Sim, o veiculo está sendo renomeado, cujo vocábulo é "pós-verdade".
Anualmente a Oxford Dictionaries, departamento da universidade de Oxford responsável pela elaboração de dicionários, elege uma palavra para a língua inglesa. A de 2016 é "pós-verdade" ("post-truth").
Além de eleger o termo, a instituição definiu o que é a "pós-verdade": um adjetivo "que se relaciona ou denota circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e a crenças pessoais".
A pós-verdade é a nova bomba de nêutrons dos políticos. As redes sociais são o maior desafio para barrar as pós-verdades criadas por marqueteiros políticos e, que podem influenciar milhares de pessoas. Principalmente aquelas que usam somente as redes sociais para se informar.
Veja que na definição há o termo "moldar a opinião pública", daí a citação "nova bomba de nêutrons dos políticos". Sendo que essa bomba de nêutrons não vai destruir o indivíduo, mas a sua capacidade cognitiva de "enxergar a realidade".
Na linguagem de matuto essa coisa aí tem outro nome : MENTIRA !!!
Então quando lerem o termo "pós-verdade", podem traduzir lendo "MENTIRA" !!!
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Ricardo Menarim Castro - PR 25/01/2017 03:06
Pessoal, vamos segurar as vendas de soja mais um pouco.... sei que todos tem compromissos, mas acredito que fevereiro possa nos trazer melhores oportunidades. Devemos ter a consciência que é a nossa vontade (dos produtores brasileiros) de vender agora que ditará o preço no mercado internacional.
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Maicon Jorge Naviraà - MS 24/01/2017 23:09
Exemplo de pessoa! Descanse em paz.
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 24/01/2017 18:45
Comentário geral aqui no oeste do Paraná é que esta seca já levou 30 sacos por alqueire (12 por hectare) fácil.,, Super safra só no powerpoint.
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PEDRO FIORENZO
Sorriso - MT
Bom dia caros leitores, uma pena Carlos Willian Nascimento seca no enchimento de grão todo agricultor sabe que é a pior fase, acho interessante usarmos este espaço do Noticias Agricolas para trocarmos informações de desenvolvimento de safra em outras regiões do Brasil, por mais que as noticias trazidas pelos amigos possam ser pontuais, nos ajuda a ter uma noção maior. Norte do Mato Grosso ( aprox 8 mm de há de soja) esta em plena colheita, ultima semana com muita chuva começaram as percas pontuais,domingo e terça tempo abriu e pode avançar a colheita, necessita no geral de sol até fim do mês caso contrrário teremos perda de qualidade mas dificilmente afeta capacidade produtiva que ja esta definida, produtividade dentro da média dos ultimos anos mas nada de surpreendente.
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Renato Archile Martini
Cascavel - PR
Boa noite amigos, com relação a soja aqui na região oeste do Paraná, praticamente tudo definido, agora o plantio do milho está empacado. Fui até Guaíra ontem e a maior parte das lavouras estão ainda verdes, em anos anteriores boa parte já estavam colhidas e com o milho plantado.
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PEDRO FIORENZO
Sorriso - MT
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José Padilha Curitiba - PR 24/01/2017 17:09
Quanta groselha falou esse analista! O mato grosso ta sofrendo para colher por causa de chuva, o paraná ta com produtividade de 3,4 tons por hectare, brasil com safra record de 104 milhões de toneladas e o cara vem me falar isso?
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elcio sakai vianópolis - GO 24/01/2017 13:15
Sou produtor de milho safrinha em Goiás..., e aqui, fazendo as contas, tenho um custo de aproximadamente de 90 sacos pra poder cobrir os custos..., é desanimador plantar uma cultura sem nenhuma margem de lucro..., porém não é a primeira vez que isso acontece..., é sábio dizer que, mesmo sem ter nenhuma garantia, é possível que dê uma reviravolta nesse mercado..., estamos em ano de la niña, geadas são possíveis, assim como secas em algumas regiões. Estão começando as especulações de mercado, porem o jogo ainda não está definido. Temos bm&f, chicago e dólar, pode-se piorar ou melhorar, portanto devemos estar muito atentos pra não sermos pegos de surpresa. Em minha opinião, nós, produtores de milho safrinha, temos que fazer uma boa estratégia de comercialização..., aqueles que precisarem vender toda a safrinha na boca da colheita, correrão um grande risco de não ter nenhuma rentabilidade.
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carlo meloni
sao paulo - SP
A colheita da safrinha no Brasil e' junho o mesmo período do emisferio norte quando o valor cai em dólares---quem não tem condições de esperar para vender se ferra.
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geraldo emanuel prizon
Coromandel - MG
Se não houver qualquer fato novo (o principal deles seria uma desvalorização do real para impulsionar as exportações) o prejuízo será grande, muitos irão rever o plantio de milho safrinha nos próximos anos. No entanto, existe um lado positivo: vamos trabalhar menos e quiça ganhar mais.
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elcio sakai
vianópolis - GO
o difícil é esperar uma desvalorização da moeda, em um pais que está lutando pra controlar a inflação, se fosse pra apostar em alguma valorização do milho, acredito que seja na bolsa de Chicago, devido a especulação climática (la ninha), junto com a quebra da safra da argentina..
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elcio sakai
vianópolis - GO
Como está os custos das safrinhas de milho em seus respectivos estados?
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
Elcio, creio que seja difícil obter essa informação de forma confiável por aqui, informalmente, pois há falta de metodologia entre muitos produtores para auferir esses custos.
meu custo em reais na parte de insumos (sementes, defensivos, fertilizantes) para o milho de inverno esta 1090 reais por ha. Esse ano reduzi o a quantia de nitrogenado aplicada em relação ao ano passado.
Ai entram outros custos como diesel, 100 reais por ha, mão de obra direta da fazenda, 175 reais por ha... ai computandos os custos fixos, despesas, amortizações, parcelas de finanamento, etc etc etc o meu custo no oeste de sp fica em 93 sacas por ha.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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Roberta Magalhães Goioerê - PR 24/01/2017 12:40
Tolerância é diferente de resistência ;)
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 24/01/2017 09:35
Trump. Perigo ou Uma Oportunidade?
Trump não tem um plano para o Brasil, nem para a América do Sul, e a saída do Acordo do Pacífico é para nós uma oportunidade.
Por isso, tenho me movimentado no sentido de criarmos uma Iniciativa "Make South America Great Again" para tirar proveito desse vácuo.
Tem cara do Trump, só para chamar atenção.
Mas o Plano é nosso, fortalecerá muito mais o Brasil.
Já enviamos o boné para o Embaixador Sergio Amaral, meu colega de Harvard Stephen Bannon, e ele já está à venda no site do MBL, outro apoiador para o sucesso do Brasil.
Querendo apoiar a ideia é só usar na próxima passeata.
Primeiro, quero explicar a "agenda oculta" desse plano.
Está no "South America" em vez do "Latin America", pelas quais hoje somos conhecidos.
Nos mapas do século XIX, éramos América do Sul e América do Norte.
Éramos todos imigrantes da Europa, italianos, alemães, poloneses, como de fato somos.
Eles tiveram mais irlandeses, nós mais portugueses.
E nossos escravos eram do mesmo lugar, África.
Mas juntos tínhamos a mesma ambição de criar um continente único de paz, miscigenação e cordialidade, nos tornamos todos Americanos.
Com medo que Sul e Norte criassem um poderoso bloco econômico, a elite intelectual Francesa, a favor da União europeia, conseguiram impedir a nossa União.
Unidos, América do Norte e do Sul seriam um bloco econômico imbatível.
Para impedir a nossa união, inventaram o anti americanismo, na realidade usaram a carta do Racismo.
"Vocês não são da mesma raça dos italianos, alemães, poloneses e negros americanos.
Vocês são Latinos, vocês são inimigos dos Gringos e Anglo Saxões."
Eles criaram o termo América Latina, para substituir América do Sul.
Em 1923 inauguraram a Maison de L'Amerique Latine, o Haup Estudem America Latine na Sorbonne.
Os intelectuais Franceses, que criaram a USP, treinaram FHC.
Treinaram a turma Sorbonne de nossos Militares.
Nossa esquerda é mais anti americana do que marxista, graças à diplomacia francesa que temia a nossa união.
Nossa esquerda boba espalha o ódio Anti Americano que tanto influenciou Brizola, Geisel e o nosso Itamaraty, francês por excelência, até hoje.
Hoje você pensa que Americano é branco, vindo da Inglaterra e não da mistura de raças como a gente.
O problema que vejo é a esquerda brasileira, a direita brasileira, o Lide, a Fiesp, que não irão fazer nada.
Eu posso até admitir que num ganha-ganha os americanos levariam 55% e nós somente 45%.
Mas isso porque nós somos administrativamente incompetentes, nunca somos os primeiros a sugerir algo, e eles não.
Um das propostas será propor incentivar Harvard Business School, Stanford, Wharton a criarem sucursais no Brasil.
Se você quer mudar o racismo disseminado pela diplomacia francesa, compre o boné. (Stefhen Kanitz)
http://loja.mbl.org.br/pre-venda-bone-make-south-america-great-again
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 24/01/2017 08:20
Vou ensinar uma coisa prá vocês aqui e agora. Não acreditem em noticias sobre mercados, como essa acima, pura especulação, de que o México pode parar de comprar milho americano, levando a conclusão de que o preço vai cair. No mercado não tem burro, e se tem se ferra. Olhem o preço, o preço desconta tudo, e quando essas noticias chegam na midia o mercado já andou há muito tempo.
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Fernando Engler
Palotina - PR
Mas se não comprarem dos EUA comprarão de outro fornecedor (Brasil???), o que para o mercado não muda nada...
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
acho bem dificil pararem de comprar dos EUA, custo logistico muito mais favoravel e o preço do milho americano de maneira geral é mais competitivo. Vão pagar frete caro para trazer milho do Brasil?? tenho minhas duvidas.
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Fernando Engler
Palotina - PR
Qual valor o produtor recebe com esta venda no estado do Rio Grande do Sul?