Fala Produtor

  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 20/06/2011 00:00

    Sobre o artigo "os quinta- colunas", do dep. Aldo Rebelo, devo dizer que o texto do Deputado retrata uma época (no início da segunda guerra mundial, na Espanha, onde a guerra civil foi ganha pelos partidários de Franco com apoio dos chamados "traidores da pátria", que eram chamados de "quinta colunas"), onde o medo imperava entre os povos...

    Sempre que está em jogo a soberania de um pais, aparecem os aproveitadores, os vendilhões que querem faturar em cima das causas, não se importando de que lado estão, desde que faturem, pois esta é a sua principal bandeira. É o caso que acontece conosco, aqui no Brasil...

    Refiro-me ao Código Florestal, que foi aprovado com suprema unanimidade pela Câmara Federal em Brasília...

    Após aprovação detectou-se uma reunião de todos representantes da ONGs que combatem o Codigo, quando traçaram uma estratégia para derrubar as conquistas do novo Código, agora no Senado Federal...

    Por quê esta intromissão nos destinos do Brasil? Por quê esta interferência agora bem às claras, deixando de lado os sutis movimentos, antes clandestinos agora mais do que às claras???...

    Resposta: O Brasil assusta os produtores mundiais, que amparados pelos subsídios, sobrevivem às custas de suas incompetências. Querem a todo custo usar de argumentos que vão desde os desmatamentos até o aquecimento global para nos deter, para impedir o nosso crescimento...

    Nenhum pais do mundo vem sendo reflorestado como o Brasil... Nunca se viu tanta proteção às matas e aos rios existentes... Nunca tantas multas foram tão aplicadas que deixaram muitas vezes o pequeno produtor recorrendo aos supermercados para sobreviver... Pais nenhum no mundo tem tanta proteção ao índio como aquí... Reservas imensas foram-lhes destinadas... Dizem que até indios do Paraguai foram trazidos para terras no Paraná e criado uma reserva, sem que os mesmos não falassem mesmo nossa língua...

    Na segunda guerra mundial, tinham os traidores, os chamados quinta colunas... Hoje vemos tristemente que, como diz muito bem o Deputado em seu texto, as mesmas forças externas atuarem livrremente em nosso pais, para desestabilizar e provocar o cáos...

    Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Relator do Código no Senado não removerá famílias de dentro das APPs[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=90893

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  • Decio Barbosa Freire Belo Horizonte - MG 20/06/2011 00:00

    Perdoai-os Pai, eles não sabem o que fazem...

    Comentário referente a notícia: [b]CNBB anuncia que vai apoiar abaixo-assinado contra novo Código Florestal[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=90985

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  • Lino Gaspar Rocha Aguiar Rio Paranaíba - MG 20/06/2011 00:00

    Nós, os produtores e os conscientes da realidade, temos que nos mobilizar para esclarecer à sociedade brasileira a verdade sobre a questão ambiental. Todos os produtores rurais e patriotas tem o dever civico de colocar a sua força em prol do Brasil, sobre pena de ver nossa força de produção e trabalho subtraida. No segundo round, eles (os inimigos da pátria), vem com todo o seu aparelhado da mentira iludir o povo e assim forçar o Congresso nacional a retirar as nossas vitorias adquiridas na esfera da camara federal. Eles usam a grande mídia, a igreja, as ongs, os politicos que aceitam se vender para os poderosos. Nós temos a nosso favor a verdadeira ecologia e sobretudo os produtores rurais, portanto somos a maioria.

    Vamos lutar para que a verdade prevaleça sobre as mentiras apregoadas por aqueles que conspiram contra o Brasil.

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  • nilson ferreira lousada nova mutum - MT 20/06/2011 00:00

    Qual a tendência do mercado para essa semana soja e milho disponivel no MT??

    Comentário referente a notícia: [b]Milho: com pouco produto disponível, mercado em MT está quase parado[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=87870

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  • Adriano Fontes Cunha Ervália - MG 20/06/2011 00:00

    Sou produtor e filho de produtores rurais (AGRICULTOR FAMILIAR), e deixo meu recado a todos e ao Governo Federal: precisamos sim de recursos no Pronaf, mas precisamos de apoio na agregação de valor em nossos produtos... em nosso caso, aqui Ervália, Zona da Mata de Minas Gerais, onde temos clima, altitude e tudo para produzirmos um café de qualidade, precisamos de ajuda para não vendermos nossa café in natura mais torrado e moido, pois assim teremos sustentabilidade em nossa cultura. Ok Presidente Dilma e sr. Afonso Florence (MDA)??!!

    Nós exportamos café para EUA, ITÁLIA, ALEMANHA, onde não produz café, e ambos tem as maiores marcas de café processado, por isso precisamos de apoio na agregação de valor e abertura de mercado para café de nosso processado (torrado e moido), que é um café puro, café honesto, não milhares de marcas de café que a ABIC fornece o selo de qualidade, mas realmente café não existe e sim mistura a base de café.

    att

    Adriano Fontes

    Agricultor e Filho de agricultor familiar

    Ervália - Zona da Mata de MG

    [email protected]

    32 - 9914 2916

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 20/06/2011 00:00

    Da nossa parte, cada um pode dar sua resposta na próxima coleta de prendas para a quermesse ou para as festas em geral.

    Os Bispos "estão se achando"...

    Eles porém não sabem caracterizar um desmatamento ilegal ou um chamado desmatador. Eles não sabe que com a atitude deles poderão desalojar milhões de agricultores de suas casas situadas muito pr´poximas dos Rios, dentro da largura da mata ciliar..

    Proteste...

    Deus há de perdoá-los pela sua ignorância.

    No Correio Braziliense:

    Igreja reza sem credo

    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) decidiu apoiar um abaixo-assinado contra a flexibilização, conforme o Código Florestal reformado, das terras desmatadas antes de julho de 2008 - data de corte do decreto que dispõe sobre as infrações contra áreas de reserva legal (RL) e de preservação permanente (APP). A Igreja reza a missa sem o credo.

    Desconhece-se se a CNBB está informada de que uma grande parte da AGRICULTURA FAMILIAR, segmento destacado dos movimentos católicos progressistas, produz à margem de rios, encosta e topo de morros, especialmente no Sul. E assim faz há décadas, quando não havia a proibição ambiental. Ela se tornou infratora criminal nos termos do Decreto nº 6.514, de julho de 2008, do presidente Lula.

    Fonte: Correio Braziliense

    Os esquecidos - Brasil S/A

    No Código Florestal, só importam a população a alimentar a preços módicos e a natureza a preservar

    A reforma do Código Florestal já é, até onde a memória alcança, o maior exemplo de dissonância cognitiva entre realidade e percepção envolvendo questão crucial para a qualidade de vida da sociedade.

    Ambientalistas e ruralistas fazem barulho, confundem mais do que esclarecem e reúnem forças para sustentar os seus pontos de vista. Não há os do bem e os do mal nesse dissídio - somente a natureza a preservar e a população a alimentar com fartura e preços módicos.

    Essa é a questão abandonada: o bem-estar coletivo, mediado pelos interesses legítimos. Não os são os dos criminosos disfarçados de agricultores, pecuaristas e assentados, que invadem a floresta à procura de árvores nobres para derrubar, processar em serrarias clandestinas e normalmente exportar como madeira de lei, nem o dos ativistas ambientais levados, ingenuamente ou não, por interesses econômicos de países com paisagens devastadas e rivais do Brasil.

    Sim, o Brasil, depois dos EUA, é o maior ator do maior mercado em expansão no mundo, mais promissor que o de petróleo: a produção de alimentos. O deputado Aldo Rebelo (PCdoB), relator do novo Código na Câmara, não exagera ao expor suas preocupações nacionalistas e ver interferências externas na questão das megarreservas indígenas e nas pressões visando interditar a expansão da produção agrícola.

    Ela tem acontecido nos últimos 15 a 20 anos mais pela tecnologia aplicada à terra, boa parte devida ao sucesso da estatal Embrapa, gerando aumentos de produtividade, que pela ocupação das áreas de fronteira agrícola à custa das florestas preservadas, sobretudo na Amazônia. Que encolhe. Mas mais pela omissão da fiscalização, e já foi muito mais grave anos atrás, que pela necessidade da produção.

    Com o governo ausente há tempos dessa discussão, o que tira força da "irritação" da presidente Dilma Rousseff com partes do projeto, segundo informam seus porta-vozes oficiosos, faz-se o entendimento à base de ideologia, preconceito e achismo. Há muito pouca ciência e estudo sobre o impacto econômico e social - no Brasil e no mundo -, no caso da retração das áreas efetivamente produtivas, para que ocorra o replantio com a vegetação original. Mas sobram paixões.

    Igreja reza sem credo

    Em meio a esse contexto mal avaliado, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) decidiu apoiar um abaixo-assinado contra a flexibilização, conforme o Código Florestal reformado, das terras desmatadas antes de julho de 2008 - data de corte do decreto que dispõe sobre as infrações contra áreas de reserva legal (RL) e de preservação permanente (APP). A Igreja reza a missa sem o credo.

    Desconhece-se se a CNBB está informada de que uma grande parte da AGRICULTURA FAMILIAR, segmento destacado dos movimentos católicos progressistas, produz à margem de rios, encosta e topo de morros, especialmente no Sul. E assim faz há décadas, quando não havia a proibição ambiental. Ela se tornou infratora ambiental nos termos do Decreto nº 6.514, de julho de 2008, do presidente Lula.

    Governo fugiu da raia

    Essa polêmica é a mais grave no circuito entre o Congresso, onde há maioria parlamentar, especialmente na base aliada do governo, disposta a bancar a reforma do jeito como foi aprovada na Câmara, e a presidente. Tanto ela como Lula não atentaram para a força do movimento reformista, confiando que, de algum jeito, ambientalistas e ruralistas encontrariam o meio termo, dispensando-os de ter de arbitrar questão tão controversa e ficar mal com um dos lados.

    É difícil que isso aconteça. Dilma acordou tarde para o problema, ao qual se atribui parte dos infortúnios do então ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. Ele foi demitido, depois de conhecido seu rápido enriquecimento entre 2007 e 2010 - e em meio à insatisfação da base aliada com o governo e a votação do Código Florestal.

    Tratamento de exceção

    Para alguns, o meio ambiente será ainda mais devastado do que já foi se o Senado validar o projeto da Câmara e Dilma sancioná-lo sem vetos. O impasse é maior quanto à anistia de multas previstas no decreto de 2008 para áreas desmatadas antes dessa data. O prazo de regularização já se esgotou duas vezes. Dilma o prorrogou.

    Para outros, a produção rural, no geral, seguiu as leis da época. Ao longo da Transamazônica, nos anos de 1970, o governo dava prazo aos colonos para iniciar o plantio em lotes doados e ocupados com florestas. Tais casos pedem tratamento de exceção, tanto quanto a produção tradicional em áreas não mais passíveis de recuperação da cobertura nativa. É a segurança jurídica que falta para, aí sim, a sociedade avalizar um Código Florestal moderno e sustentável.

    A terra desmistificada

    O apoio ao ambientalismo, que é grande, se equilibra com o apoio à inflação controlada, talvez até maior, que tem na alimentação o item mais sensível para o poder aquisitivo. Ela tem peso de 26% no orçamento médio dos brasileiros. E passa de 40% para quem está no piso da pirâmide de renda. Essa demanda social é de alto risco.

    Não menos crítica é a solvência nacional. A exportação agrícola é o que sustenta a segurança externa do país. A balança comercial da indústria há vários anos é deficitária. Há, enfim, uma questão de proporção. A legislação ambiental e indigenista, segundo estudo da Embrapa, engessa mais de 73% do território. O resto, ocupado pelas cidades, estradas, fazendas, não justifica terrorismo ecológico.

    Novamente a CNBB - Confederação Nacional dos Bispos Brabos conosco, se manifestam contra nós.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 20/06/2011 00:00

    Sr. João Olivi, a atual gestão diz que para a pessoa ser empossada nos cargos públicos serão levados em conta suas qualidades técnicas..., tal discurso leva-nos a fazer analises dos governos anteriores.. Com a campanha das DIRETAS JÁ: o primeiro presidente eleito (e que não assumiu), Tancredo Neves, com seu falecimento deu lugar a José Sarney, governando de 1985-1990. Após foi eleito Collor que, após o impeachment, assumiu ITAMAR FRANCO, que encerrou em 1994. Neste período tivemos VÁRIOS planos econômicos e nada menos que CINCO “ NOVAS MOEDAS “ , sendo que em cada mudança tirava-se TRÊS ZEROS, ou seja DIVIDIA-SE POR MIL. Sendo a QUINTA mudança ocorrida em 1º de Julho de 1994, a “transformação” foi : CR$ 2.750 cruzeiros reais = 1 Unidade de Real de Valor ( URV ) ou R$ 1,00 ( UM REAL ). Já se vão DEZESSETE anos e ... continuamos com a mesma moeda !. Acontece que quando o Sr. ITAMAR colocou o MINISTRO DA FAZENDA um sociólogo no cargo, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, que, dentro das atuais regras, nunca seria indicado a tal cargo, vejam no que deu !! A sociedade surfa na onda gerada pela inteligência desse BRASILEIRO até hoje, embora tenha, no período, alguns “ gestores “ alardeados como méritos seus.. .Ah ! tem DOIS ex-presidentes que estão por aí ... SÓ COLHENDO OS FRUTOS !! ( da árvore que não plantaram nem ajudaram a cultivar !! ) .... “ E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “ ....

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  • nilson ferreira lousada nova mutum - MT 20/06/2011 00:00

    Gostaria de saber como esta o mercado de soja e milho disponivel MT

    Comentário referente a notícia: [b]MT: baixo volume de soja disponível faz preços subirem[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=77925

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  • vital José Martins Costa Velho Porto Alegre - RS 20/06/2011 00:00

    Realmente, o médio produtor de grãos do Centro-oeste brasileiro esta desamparado pelo crédito agricola. Enquanto os pequenos, que se encontram predominantemente nas regiões sulinas, estão recebendo uma justa oferta de crédito subsidiado a juros de 6% ao ano, os médios da região central tem de se arriscar aos emprestimos a juros elevados do setor privado no financiamento de suas safras. Isto tem inviabilizado a produção deste segmento que não tem como competir com grandes produtores que, devido à escala de produção, conseguem diminuir seus custos. Esta prática tem levado a concentração de terras por grandes grupos, indo na contramão da politica de reforma agrária.

    Comentário referente a notícia: [b]Plano safra não anima os produtores de soja[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=91067

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  • Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 20/06/2011 00:00

    Quero voltar a chamar atenção para duas questões: uma referente ao escárnio da CNBB, onde eles se aproveitam até da nossa ingenuidade quando comparecemos em 25 mil produtores em Brasília e na missa, durante a pregação do Padre (que não tinha o que dizer de importante pois estava escolado para nos enrolar), finalizou seu "sermão" dizendo que é importante produzir alimentos mas com todos os cuidados ambientais, sem esquecer a famigerada " Dorothy Stang" e Chico Mendes. Não falou que o Brasil é modelo para o mundo em produzir preservando e que teria milhões de nomes de produtores que poderiam ser usados como exemplo. Segundo, conclamo nossas Entidades e Colegas Produtores para organizarmos mobilizações, eventos com nossos Senadores dos respectivos Estados na segunda quinzena de Julho periodo de recesso dos Senadores para organizarmos uma ação nacional pró votação do código defendendo nossos interesses. Se não fizermos isso, a criminosa Mariana, que ninguém tem coragem de processá-la pelo mal que quer causar ao Brasil, vai torrar a maioria dos Senadores desinformados e sem coragem, e vai impor goela abaixo, o golpe da reserva legal e do código ambientalista contra o Brasil. Ou fazemos isso, ou depois vamos aceitar o golpe consolados uma vez que se todos estão ferrados, tudo bem... foi em todo o mundo!!!

    Mas será que vou ter que pelear sozinho? Já estou agendando com os Senadores gaúchos.

    Abraços

    Almir Rebelo

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 20/06/2011 00:00

    Sr. João Olivi, há fatos hilariantes nas noticias recentes: o ultimo... o ministro Guido Mantega chamou a imprensa para alardear e vangloriar-se que O RISCO BRASIL É MENOR QUE O RISCO DOS EEUU ! !. Fez até piadinhas, vangloriando-se da situação americana. Mas é preciso lembrar que ...A SOBERBA TRANSFORMA O INDIVIDUO EM NÉSCIO !!. Senhor João, o BRASIL é o quarto maior credor do governo americano, temos U$ 200 BILHÕES em títulos americanos, se eles tiverem problemas ... VAMOS RECEBER ??. Por essa e outras que , uso o refrão .... “ E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “ ....

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  • Anderson Gonçalves de Souza Posse - GO 20/06/2011 00:00

    "Plano Agrícola 2011/2012 frustra entidades agrícolas do Paraná" - Na contramão das declarações do ministro da Agricultura, Wagner Rossi, que considerou inovador o Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012 anunciado na sexta-feira (17), as entidades que representam o setor no Paraná se mostraram bastante frustradas com o teor do que foi anunciado. Em linhas gerais, as críticas convergem contra o excesso de burocracia no acesso ao crédito, bem como a unificação do limite de custeio, em R$ 650 mil, independentemente da cultura. Outro agravante se refere ao Seguro Agrícola, ou melhor, a falta de qualquer explicação sobre como ele será operacionalizado neste ano."

    "Um dos aspectos do plano que mais causaram descontentamento foi a unificação do limite de custeio em R$ 650 mil. “O milho já contava com isso e com a vantagem do produtor acessar o crédito de outra cultura. Agora, porém, R$ 650 mil é o teto, independentemente de quais culturas se pretende plantar”, conta Turra. Tal medida atinge diretamente o Paraná, já que o Mato Grosso não possui safra verão de milho. “No Paraná, o produtor terá que optar se o crédito vai para a soja ou para o milho”, acrescenta. O economista da Faep, Pedro Loyola, ressalta que o montante anunciado para custeio consegue suprir o custo do plantio de uma propriedade de 400 hectares, no caso dos grãos. “Os grãos demandam de mais investimentos do que batata ou laranja. E, no Estado, os grãos respondem por 70% das nossas exportações”."

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 20/06/2011 00:00

    No dia do lançamento do Plano Safra 11/12 eu havia escrito na entrevista do Pres. da FAEG: "Prezado José Mário, poucos viram o engôdo, a propaganda FALSA, o Governo se vangloriando do aumento de até 225% no limite de crédito mas os jornalistas comeram môsca e muitos dirigentes também"... Unificação do limite para R$ 650 mil como diz no item 2.2 na página 30 do Plano, fez foi REDUZIR o valor financiável. Antes o mesmo produtor não podia acumular custeio de milho, soja, feijão, arroz etc.... e a soma não ultrapassava 650 mil? Será este o dito exaltado estímulo ao Produtor Médio? Numa média de financiamento em torno de R$ 1.805,00 de custeio por hectare, este elogiado montante serve para financiar apenas 360 hectares de cada produtor. Deste jeito vai sobrar mais verba do que no ano passado e este anúncio de 123 bilhões terá sido mais uma vez, a "lá PT", ou seja, apenas para impressionar.

    Comentário referente a notícia: Faeg critica limite de crédito a produtor

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=91002

    Comentário referente a notícia: [b]Plano Agrícola 2011/2012 frustra entidades agrícolas do Paraná[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=91039

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  • Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 20/06/2011 00:00

    Código Florestal: Defendidos pelo PT, Marina Silva e suas ONGS internacionais, eles querem fazendas lá e florestas aqui

    Ontem o blogueiro da Veja, Reinaldo Azevedo, resgatou uma publicação do ano passado, de uma institução de

    cientistas americanos vinculados ao conceituado MIT, Massachussets Institute of Technology, a Union of Concerned Scientists, que realizou um trabalho de pesquisa intitulado: " Fazendas Aqui, Florestas Lá", defendendo a conservação ambiental no Brasil para compensar o desenvolvimento da agropecuária nos Estados Unidos. Isso mesmo. É bem o que você leu. A proposta é que eles produzam comida e a gente produza ar puro, planeta fresquinho e sombra para eles amarrarem o burro. Aí eles determinam o preço mundial da comida e continuam dominando o planeta sustentável aos seus interesses. O estudo é vasto, tem tabelas mostrando o quanto os Estados Unidos podem ganhar se impedirem o desenvolvimento da agropecuária brasileira. O estudo em inglês pode ser acessado aqui. Já estou providenciando a tradução para que os leitores mais interessados no tema possam aprofundar a análise e espalhar o estudo pela rede, pois isto é o mínimo que podemos fazer.

    Nos Estados Unidos, o estudo uniu a poderosa Union Farmers, que congrega os fazendeiros americanos, a mais

    influente ONG de proteção às florestas, a Avoid Deforestation Partners e a respeitabilíssima Union of Concerned

    Scientists. O objetivo patriótico era defender o agronegócio e a economia norte-americana.

    Aqui no Brasil, na discussão do novo Código Florestal, que retira da ilegalidade mais de 5 milhões produtores

    rurais, dando segurança jurídica à agropecuária brasileira, está sendo diferente. Em vez de defender o país,

    Marina Silva, o PT, o PSOL, o PV e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, unidos a um grupo de ONGS internacionais, estão lutando a favor da Union Farmers, em vez de se associarem a CNA, Confederação da Pecuária e Agricultura do Brasil, pregando florestas aqui e fazendas lá. A SBPC foi chamada desde o início a contribuir com os estudos que geraram o novo Código Florestal. Não quis participar. Não deu atenção. Na última hora, quando o relatório estava chegando à Câmara, reuniu artigos esparsos em um documento sem nexo, denominado academicamente de"Contribuições para o Diálogo". O desenho do que está ocorrendo no Brasil é bem diferente. Ele segue abaixo para ver se os senadores, a imprensa e a Dilma entendem de uma vez por todas os interesses que estão por trás do debate do Código Florestal.

    Observem bem como as coisas funcionam nos Estados Unidos da América, quando eles defendem a sua agropecuária. Por isso, eles são os maiores produtores do mundo e possuem apenas 33,2% de áreas florestadas, ao contrário do Brasil, que possui quase o dobro, 62%. E vejam como funciona aqui no Brasil. A grande responsável por essa desunião, este fosso aberto entre os vários atores, se chama Marina Silva. Ela tem interesses próprios, políticos e economicos. Ela é a grande lobista do agronegócio internacional. Ela é a maior garota-propaganda das ONGS financiadas pelo mercado de carbono. Ela é um crime ambulante contra o desenvolvimento do país. Em breve, publicaremos a tradução do documento que é decisivo para aprovar o novo Código Florestal. Ele é americano. Ele diz em letras garrafais: "Fazendas Aqui, Florestas Lá".Fica a lição. No mundo, cada um defende os seus interesses. A não ser a Marina Silva, que defende os interesses internacionais. Que a Dilma acorde e seja brasileira.

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  • Carlos Roberto Bestétti Porto Alegre - RS 20/06/2011 00:00

    Constatamos um erro no texto acima, no quarto parágrafo, onde está escrito 162 milhões de toneladas que é superior a safra nacional. Cremos que deva ser 162 mil toneladas.

    Comentário referente a notícia: [b]Comportamento semanal do mercado nacional e internacional de trigo[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=90996

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