Fala Produtor
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ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 23/05/2009 00:00
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ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 23/05/2009 00:00
Falta de Garantias é apenas uma partezinha do problema. O MAIOR entrave continua sendo a "Falta de Capacidade de Pagamento" dos empreendedores financiados, principalmente em relação ao seu endividamento.
Gente, vamos REDUZIR a produção para ver se os preços se mantém sustentados em niveis remuneradores. Façamos isto já!!!!. Pois comno o poeta já dizia, a médio e longo prazos estaremos todos mortos...
Aprovar o "Fundo de Catástrofes" é promover a universalização! - Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Deputado aponta o fundo garantidor como a única maneira do produtor ter acesso ao crédito[/b]. - Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=45422
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Lucas Alexandre Pavani Jaboticabal - SP 22/05/2009 00:00
Gostaria de deixar uma mensagem para os produtores de cana- de- açúcar, principalmente para aqueles que praticam o uso de colheita mecanizada. Hoje diversas pragas estão aparecendo nos nossos canaviais, aqui na nossa região as duas piores delas é a cigarrinha das raízes (Mahanarva fimbriolata), que se adaptam muito bem nas áreas de palhas, devido à unidade.
A outra praga é a broca da cana-de-açúcar (Diatraea saccharalis), que come o interior do colmo da cana.
Hoje o mercado disponibiliza excelentes produtos químicos para o esses controles, principalmente para o controle de cigarrinha, mas eu aconselho aos produtores a usarem o método do controle biológico, pois o químico acaba com os inimigos naturais, que ajudam a controlar essas pragas.
Ao usar o controle biológico, poderemos formar dentro do canavial uma biodiversidade muito grande.
A gente só faz o controle biológico e cada ano que passa temos notado uma grande diminuição das pragas, principalmente a cigarrinha.
Para cigarrinha das raízes, aplicamos o fungo Metarhizium anisopliae, que pode ser produzido na própria usina ou adquirido no mercado.
Para o controle da broca da cana-de-açúcar, soltamos no canavial a vespa Cotesia flavipes, que parasita a broca.
Então produtores, alem de fazer um excelente controle, estamos fazendo um favor à natureza...
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Denise Abujamra Hage Pompéia Coutinho Jacarezinho - PR 22/05/2009 00:00
João Batista,
Gostaria de salientar que outro dia, assistindo ao seu programa, você dizia que precisava mudar o pessoal de cabelos brancos das lideranças do setor cafeeiro (pois já estavam esgotados de tanto lutar) para darem espaço aos jovens, na tentativa de encontrar novos rumos para o café.
Concordo com seu raciocínio, PORÉM como um pai de família que sou e CAFEICULTOR SOFRIDO, não quero um futuro destes para meus filhos, e uma coisa muito importante de se salientar é que não Vislumbro sucessores para este setor... Estamos vivenciando uma situação muito perigosa para toda a cadeia do café e ninguém acordou para isto !!!!!!!
Estão MATANDO A GALINHA DOS OVOS DE OURO (ou seja, nós produtores) e não existe JOVENS passíveis de concordar com tal situação e diante disto, NÃO QUEREM NEM SABER QUEM INVENTOU ESTE TAL DE CAFÈ !!!! Então, imagine só o que os torradores e exportadores vão fazer quando tudo acabar !!!! (e do jeito que a coisa anda, o futuro é bem próximo)
Abraços
E Vamos em frente !!!!
Leonardo Pompéia Coutinho
Vice- presidente do Sindicato Rural de Jacarezinho / PR
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Segue um e-mail que recebi...
POLÍTICA AGRÍCOLA I: BB quer evitar renegociação de dívidas rurais
O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil (BB), Luiz Carlos Guedes, quer implementar mecanismos para diminuir as sucessivas renegociações e prorrogações das dívidas dos produtores rurais. "Este é o caminho natural para o fortalecimento da agricultura e do agronegócio brasileiro", disse Guedes durante audiência pública, nesta terça-feira (19/05), no Senado.
Audiência - Ele participou da audiência junto com os dirigentes do Banco do Brasil para prestar esclarecimentos sobre a política de liberação de recursos para o agronegócio com vistas ao enfrentamento da crise internacional. A audiência foi proposta pelo senador Gilberto Goellner, membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Também participou da audiência o diretor de Agronegócios do BB, José Carlos Vaz.
Medidas - Entre as providências a serem tomadas, estão o aperfeiçoamento do seguro rural e da política de garantia de preço dos produtos agrícolas. Para Guedes, essas constantes renegociações e prorrogações ocorridas ao longo dos últimos 20 anos vêm causando mal-estar para os agricultores, o Tesouro Nacional e os agentes financeiros, especialmente o Banco do Brasil, responsável, segundo Guedes, por mais de 60%do financiamento da agricultura. Como solução ele defendeu a criação de uma política econômica específica para a agricultura, dando o tratamento diferenciado que a mesma exige, modelo adotado por muitos países.
Apelo - O senador Raimundo Colombo fez um apelo aos dirigentes do Banco do Brasil e pediu agilidade na liberação dos recursos, já que, para o senador, apesar de o crédito existir no BB, esse recurso não chega aos produtores rurais e suas cooperativas, que estão tendo que diminuir suas atividades.
Resposta - Em resposta, José Carlos Vaz assegurou que existe uma forte orientação dentro do banco para dar o máximo de crédito possível para as cooperativas regularizadas, de modo que as mesmas não tenham necessidade de recorrer a empréstimos de taxa livre.
Grupo de trabalho - O senado Gilberto Goellner, por sua vez, sugeriu um grupo de trabalho que envolvesse os ministérios da Fazenda e da Agricultura, os bancos Central e do Brasil, a Comissão de Agricultura do Senado e representantes do agronegócio para fazer uma avaliação do panorama das dívidas rurais e do crédito e discutir um novo modelo de riscos e renda para a agricultura. (Informe OCB)
POLÍTICA AGRÍCOLA II: Governo estuda criar fundo garantidor de crédito de até R$ 15 bi
O governo avalia criar uma fundo garantidor de crédito (FGC) de até R$ 15 bilhões para estimular a produção agropecuária e elevar a oferta de crédito ao setor rural na próxima safra. Fundos semelhantes já foram criados para auxiliar o crédito imobiliário, as pequenas e médias empresas e as exportações. O Tesouro Nacional deve capitalizar o novo fundo ou oferecer garantias para sua constituição, mas não bancará 100% do risco das operações, informou ontem o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, José Carlos Vaz, em audiência pública no Senado.
FGC Rural - Pelo desenho sob avaliação, o "FGC Rural" teria participação de produtores rurais e de agentes financeiros em seu capital para complementar as garantias. O mecanismo, segundo o Banco do Brasil, aumentaria o volume de recursos a juros subsidiados pelo Tesouro e ajudaria a suprir a ausência de tradicionais financiadores da safra, como tradings e fornecedores de insumos.
Tratamento diferenciado - A criação do fundo também conferiria um tratamento diferenciado ao crédito rural e socorreria um setor fragilizado pelo excesso de ofertas (produtores) e alta concentração de compradores da safra (empresas). Ainda sem consenso na área econômica do governo, o novo fundo tem no Banco do Brasil um de seus grandes defensores. Seria uma forma, segundo o banco público, de ampliar o acesso de produtores ao crédito rural, o que também levaria a uma elevação em sua base de clientes.
Ajuda - "O fundo pode ajudar produtores em dificuldades e incrementar o crédito para o setor. O Ministério da Agricultura está estudando e deve aprofundar a questão", revelou o diretor do BB aos senadores. "Mas teria que elevar crédito, e não apenas manter. É conveniente aprovar, mas não pode transferir 100% do risco ao Tesouro", disse ele.
Teto - O "FGC Rural" poderia aumentar o teto de recursos a juros controlados e ajudaria a rever casos, de maneira pontual, de rebaixamento da classificação de risco de crédito para operações rurais renegociadas. Uma resolução do Banco Central impõe a reclassificação automática do risco para produtores com dívidas prorrogadas. A norma eleva o status de risco dos produtores e impede a concessão de novos créditos.
Provisionamento - O novo fundo, de acordo com o diretor José Carlos Vaz, cobriria os valores de provisionamento (reserva para eventuais calotes) de novos créditos oferecidos pelos bancos, mas não trataria de provisões antigos. A carteira rural do BB tem hoje um risco médio de 20,6% (níveis "D" a "H") nas operações rurais renegociadas. É um índice de provisionamento considerado alto pelo sistema financeiro. "Diria que é impossível carteira ter default do tamanho das provisões. Mas, hoje, prorrogar crédito é agravar risco. Ainda que seja possível mitigar esses riscos", disse o diretor.
Piora - De 2003 a 2009, o BB registrou uma piora na carteira rural, que hoje soma R$ 65,3 bilhões. As provisões (reservas para eventuais calotes) saltaram de R$ 493 milhões (1,3% do total) para R$ 5,1 bilhões (8,1%). A carteira de crédito aumentou 2,3 vezes no período, mas as provisões cresceram a um ritmo muito superior de 10,3 vezes, segundo o banco. Em 2003, o BB tinha apenas 3% de sua carteira classificada nos piores níveis de risco ("D" a "H"). Atualmente, tem 14,6% do total. O banco informa que 22,6% de toda a sua carteira de crédito rural é composta por dívidas prorrogadas. O "FGC Rural" ajudaria a reduzir o nível de classificação de risco dessas operações.
Renegociações - Ao defender a difusão de instrumentos de renda como subsídios ao seguro rural e à proteção de preços ("hedge"), o vice-presidente de Agonegócios do BB, Luís Carlos Guedes Pinto, pediu a "superação das sucessivas prorrogações" e o fim das renegociações de dívidas. "Temos que impedir que as renegociações voltem a ocorrer", disse. "São mais complexas do que crédito e geram congestionamentos, geram desgaste político muito grande. E as provisões são prejuízos diretos ao banco". Guedes informou que os 1,3 milhão de contratos fechados pelo Banco do Brasil ficariam menos onerosos ao Tesouro se houvesse uma cobertura maior de seguro e "hedge". "Tem de haver a separação dos riscos da atividade dos riscos do produtor". (Valor Econômico)
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Sergio Roberto Reis Coromandel - MG 22/05/2009 00:00
CAFEICULTURA, é de se entender que; com o decorrer do tempo vai minguando cada vez mais as esperanças.
De uma solução adequada e condizente com a realidade atual. Não é so uma meia dúzia de produtores que esta nesta situação, pelo contrario são maioria que sem um respaldo adequado vai é QUEBRAR DE VEZ.
Agravando ainda mais a crise no setor.
A colheita já esta chegando e não temos como custear a safra, porque banco nenhum quer custear quem esta devendo; e vamos fazer o que ???
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Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 22/05/2009 00:00
Essa é a questão, quem vai querer pagar mais pelos não transgênicos? No caso da soja, falou-se muito e nada foi concretizado, pelos menos para nós produtores! O milho convencional da safra 2008/2009, foi devorado pelas pragas e a seca, ficando em grande desvantagem frente ao transgenico, que em minha região produziu 40 sacas/hectare a mais. Ou seja, o produtor quer lucro e quem quizer produtos convencionais vai ter que se dispor a pagar mais. Se não pagam pelo soja, que dirá pelo milho! - Comentário referente a notícia: [b]Grãos: Oportunidade pode ser desperdiçada[/b] - Veja a notícia completa:http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=45346
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Carlos Roberto da Silva Corrêa Porto Alegre - RS 22/05/2009 00:00
João Batista, ouvi o Dep. Heinze sobre a criação de um Fundo Garantidor... Gostaria de alertar que este fundo reduzirá apenas o Risco de Crédito da agricultura que interessa "mais" aos agentes financeiros, mas e os outros 12 que identificamos? Produção, Preço, Contrato, Mercado, Ambiental, Transporte, Armazenamento, Qualidade, Patrimonial, Moral, Legal e Acidentes Pessoais?
Estudamos o Seguro Agrícola desde fev/04 e apresentamos na EXPODIRETO 2009 um plano que considera a Diluição e a Dispersão do Risco de Produção, mas não a sua Eliminação e sim a Transferência de uma parte para o Mercado Segurador.
Provavelmente, em jun/09 deverá ser criada no RS a Câmara Técnica do Seguro Rural para discutirmos ações que reduzam estes riscos.Creio que seja oportuno soluções mais efetivas e perenes, não lhe parece?
Muito obrigado, Carlos Roberto - [email protected] - 51 9907-7538.
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Carlos Roberto da Silva Corrêa Porto Alegre - RS 22/05/2009 00:00
Dep. Heinze. Este fundo garantidor reduzirá o Risco de Crédito da atividade que interessa apenas aos agentes financeiros, mas e os outros 12 que identificamos? Produção, Preço, Contrato, Mercado, Ambiental, Transporte, Armazenamento, Qualidade, Patrimonial, Moral, Legal e AP? Estudamos o Seguro Agrícola desde fev/04 e apresentamos na EXPODIRETO 2009 um plano para começar a reduzir estes riscos da agricultura do RS. (Carlos Roberto - [email protected] - 51 9907-7538.) -
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Luis Carlos Heinze[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=45282
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Renato Archile Martini Cascavel - PR 22/05/2009 00:00
João Batista, sempre quando ouço falar da questão meio ambiente, por parte dos ambientalistas de plantão, tenho a impressão de nos tratam como bandidos, devoradores da natureza, destruidores... , se estas ONGs, esses ambientalistas e afins, acompanhassem mais de perto, ou conhecessem melhor o nosso trabalho, talvez não fossem tão radicais e teríamos um código ambiental plausivel e sem as inúmeras interpretações que se tem hoje. Qualquer que seja o novo código, é bom que estes que se dizem ambientalistas saibam que as populações das cidades terão também que cumpri-lo..., só nas nossas costas não vale. ..."e vamos em frente".
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Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 22/05/2009 00:00
OU É FALTA DE INTELIGENCIA, OU É SOBRA DE MALANDRAGEM!!!!!!
Caros amigos cafeicultores de todo o Brasil, hoje após analisar o resultado da reunião do nosso Governador Aécio Neves com o Ministro da Fazenda Guido Mantega cheguei a conclusão que para solucionarmos o problema do nosso endividamento teremos primeiramente que descobrir se lá no Ministério da Fazenda existem profissionais capacitados para realizar este trabalho, ou se lá no ministério estão sobrando malandros afim de pegar o bonde e aumentar a fila dos espertos que praticam diariamente a rapinagem contra a classe dos cafeicultores.
Digo isso, pois, segundo o Governador de Minas Gerais, o Ministro Mantega estaria de acordo em alongar os 1 bilhão de reais em dividas da cafeicultura com o FUNCAFE, BNDES e TESOURO NACIONAL e ainda transformar esta divida em sacas de café de 60 Kg tomando por base o preço mínimo de R$261.69.
Caro Ministro Mantega, caso seus técnicos não o tenham informado estes 1 bilhão de reais na verdade são os R$ 800.000.000,00 que o governo alongou no ano de 2001 ate o ano de 2014, e que agora foram alongados novamente para 2020...,
Desta forma, como vossa senhoria mesmo pode ver, o simples alongamento sem uma política de preço para remunerar o cafeicultor, não somente demonstrou o fracasso do plano para quitação das dividas, como também levou a um maior endividamento da cafeicultura, aumento esse da ordem de mais de 3 bilhões de reais a mais do que os 1 bilhões de reais aceitos pelo governo.
Esses 3 bilhões de reais que o Ministério da Fazenda, representado pelo Ministro Guido Mantega e seus técnicos, teimam em não aceitar como dividas passiveis de alongamento e conversão em sacas de café, é um dinheiro que o cafeicultor, durante estes últimos 8 anos de custo de produção maior que o preço da saca de café, retirou dos bancos e de suas cooperativas de produção na forma de CPRs, "papagaios", Custódias e produtos, para, assim, continuar na atividade e arriscar a pagar suas contas produzindo, esperando preços melhores sem precisar dispor de todo o capital de sua vida, que são suas terras...
Sr. Ministro, se vossa senhoria prorrogar esses 1 bilhão de reais por um prazo de 20 anos convertido em sacas de café no valor de R$261,69, e deixar os 3 bilhões da forma que está hoje, tenha certeza que será lembrado por toda a história como o Ministro da Fazenda responsável pela extinção da atividade que foi o pilar do crescimento e desenvolvimento de toda uma Nação. Pesará sobre seus ombros e de seus descendentes a eterna falta de responsabilidade que levou a um cáos social de mais de 8 milhões de desempregados no Brasil.
Sr. Ministro, veja a incoerência a ser cometida por vossa excelência, pois no dia 28 de abril o governo com aval do ministério da fazenda divulgou que o custo de uma saca de café é de R$ 305,00..., se o ministério da Fazenda, com o seu aval, prorrogar os 1 bilhão de reais por vinte anos convertidos em sacas de café no valor de R$ 261,69, como poderemos pagar a nossa conta se sempre o nosso custo estará maior que as parcelas a serem pagas???. Isso sem falar no caos dos 3 bilhões de reais que ficarão de fora e estarão sujeitos a juros estratosféricos. Tente imaginar essa situação depois de 20 anos????
Depois de todas essas explicações espero que vossa senhoria e seus técnicos reconheçam os erros e voltem atras com relação às dividas da cafeicultura, e procurem escutar nossos representantes como o Sr. Ministro da Agricultura, o Presidente da Frente Parlamentar do Café, o presidente do CNC, para chegarmos à uma solução definitiva para essa situação.
Do contrario, só poderei chegar a duas conclusões obvias:
1- O Ministério da Fazenda não possui pessoas competentes para solução desse problema simples de matemática, e se persistirem no erro vossa senhoria será o responsável pela tragédia eminente. Lembre-se “QUANDO DEUS LIMITOU A INTELIGENCIA, DEVERIA TER LIMITADO A BURRICE!!”.
2- Existem pessoas no Governo que querem se juntar na fila dos malandros que estão há mais de 8 anos surrupiando o pão do cafeicultor, e essas pessoas responderão criminalmente por essa atitude pois o dia da verdade está chegando. Lembre-se “MENTIRA TEM PERNA CURTA, E AI VEM A AUDIÊNCIA PÚBLICA!!”
Silvio Marcos Altrão Nisizaki.
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luiz simoni Umuarama - PR 21/05/2009 00:00
O Brasil ocupa área equivalente a 1,67% do globo terrestre, A Amazonia Legal ocupa 0,99%, o Estado do Amazonas ocupa 0,31% e o Estado do Paraná, 0,04%.
Por uma simples proporcionalidade de áreas, vemos que ocupamos quase nada do globo terrestre, o que não justifica reservas legais absurdas. A fuligem do diesel da Petrobrás queimado SÓ na cidade da São Paulo é maior que o produzido em um ano de queimadas de toda Amazônia Legal. Ai o nosso o ministro Minc não tem peito para multar, prender....
Comentário referente a notícia: [b]Ambientalista reage à pressão por mudança no código florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=45271
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Dirceu Fernandes Pontes e Lacerda - MT 21/05/2009 00:00
Há muita especulação sobre meio ambiente do Brasil "pulmão do mundo". Isto significa que estamos ainda mantendo muita gente em pé sem seus devidos "pulmões"..., portanto, é muito importante frisar que, se os proprietários rurais forem remunerados pelas matas preservadas em suas propriedades, com certeza não haverá mais desmatamento. O principal do protocolo de Kyoto já diz tudo: "quem polui paga para quem não polui"... é simples e claro - os países que usam suas terras para poluir devem pagar aos países que ainda não o fazem. Se caso isso venha a ocorrer, que é o certo, não haverá nem necessidade de ministro do meio ambiente para atrapalhar...
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Dirceu Fernandes Pontes e Lacerda - MT 21/05/2009 00:00
FICO INDIGNADO COM TANTA IRRESPONSABILIDADE NO ASSUNTO DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL FRISO COM MUITA CONVICÇÃO, SE OS PROPRIETÁRIOS RURAIS FOREM REMUNERADOS PARA MANTER FLORESTA EM PÉ, COM CERTEZA NÃO HAVERÁ MAIS DESMATAMENTO!!!! nÃO HÁ NECESSIDADE DE NEM TERMOS MINISTRO DE MAIO AMBIENTE PARA COMPLICAR EM VEZ DE FACILITAR...TUDO É SIMPLES DE RESOLVER E TENHO CERTEZA QUE OS DONOS DE TERRAS É O ÚNICO QUE PODE CONSERVAR E SER CONSIDERADO COMO HERÓI, MAS VEJO QUE NESTA BADERNA TODOS QUEREM SER HERÓIS.!!!!
Comentário referente a notícia: [b]Ruralistas finalizam Código Ambiental do País[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=45097
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Ana Carla Secco Quarto Centenário - PR 21/05/2009 00:00
Diante dessa matéria acima mencionada, quero deixar uma pergunta que me tira o sono:
Gostaria de saber o que será feito nas margens dos rios e córregos que passam dentro das cidades? Rios como o Tietê, por exemplo, que corta a cidade de São Paulo: quem será responsável pelo reflorestamento nas margens desses rios? Comentário referente a notícia: [b]Ambientalista reage à pressão por mudança no código florestal[/b] - Veja a notícia completa: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=45271
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Vanderlei Pereira Campinas - SP 21/05/2009 00:00
Não necessitamos ser economistas para sabermos o que acontece com essas contas desses frigorificos..., isso chama-se ganância!!!, Meu Deus, todo mundo quer a carne mais barata, mas não adianta sairmos fornecendo carne no mercado interno senão a conta não fecha..., e o que é pior: de tudo que você recebe pela carne com uma mão, te tiram o seu dinheiro no BNDEs com duas mãos. A disputa na hora de vender a carne no mercado interno é sórdida, não há uma política. Ai dá nisso... perdas, perdas... -
Comentário referente a notícia: [b]Crise traz perda financeira de R$ 1,1 bi aos frigoríficos[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=45105
... continuação:
Aprovar o "Fundo de Catástrofes" e promover a universalização do Seguro e o "Hedge" ou os Contratos de Opção dariam muito mais resultados praticos.
O pessoal teima em procurar agulha no palheiro ou chifre em cabeça de burro. Com todo respeito que tenho pelo nobre colega Eng. Agr. e Dep. Heinze, é pródigo dos politicos "NUNCA" fazerem nada tecnicamente lógico...
Temos umas 40 a 50 exceções no nosso Congresso. O resto... sai da frente!
Att, Telmo Heinen - Formosa (GO)
Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Deputado aponta o fundo garantidor como a única maneira do produtor ter acesso ao crédito[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=45422