Kirchner culpa Brasil por queda do PIB argentino: o dia de estátua...

Publicado em 08/08/2014 17:50 e atualizado em 09/10/2014 15:26 1551 exibições
por Rodrigo Constantino, de veja.com.br

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Kirchner culpa Brasil por queda do PIB argentino: o dia de estátua

A culpa é sua, Dilma!

É, meus caros, na vida é preciso aceitar que há os dias em que somos os pombos e os dias em que somos a estátua. Hoje o Brasil acordou estátua. E levando logo uma defecada com mira certeira de ninguém menos do que Cristina Kirchner, a companheira bolivariana da presidente Dilma. A presidente da Argentina simplesmente resolveu culpar o Brasil pelo fraco desempenho em sua economia:

A presidente Cristina Kirchner disse que a recessão pela qual a Argentina passa não é isolada de outras nações e citou o baixo crescimento do Brasil como uma das razões pelas quais seu país teve dois trimestres seguidos de recuo econômico.

“O Brasil tem crescimento previsto de 1,3% em 2014 e é o nosso principal sócio comercial”, afirmou em discurso, aludindo à projeção do FMI. Ela citou um desempenho ruim da indústria automotiva brasileira e disse que isso tem efeitos nas exportações argentinas de autopeças.

Ou seja, não bastasse as trapalhadas da Dilma causarem enorme estrago na nossa economia, agora elas são as responsáveis pela recessão de nossos vizinhos também. Estamos diante de um estrago internacional.

E ai da Dilma ou dos petistas se reclamarem com os companheiros! Ora, não é justamente o que a esquerda faz em todo lugar, aqui e alhures? Adota medidas estúpidas, os resultados são sofríveis nas melhores hipóteses, e depois basta culpar algum “imperialismo” qualquer, os gringos “loiros de olhos azuis”.

Além das vaias, vem aí o “panelaço” contra a Dilma

Kirchner aprendeu bem a lição, apenas isso. Somos o “imperialismo” para eles, e os petistas são os “gringos de olhos azuis”. Os bodes expiatórios a serem sacrificados para tirar o pecado se não do mundo, ao menos do governo local. Funciona para Dilma, por que não haveria de funcionar para Kirchner?

Agora, seria bom nossa “presidenta” começar a se preparar, pois se o povo brasileiro é mais pacato, apesar de ensaiar uma reação espontânea em junho de 2013, logo abortada pela invasão dos vagabundos mascarados de esquerda, lá o buraco é mais embaixo: já antevejo um enorme “panelaço” dos portenhos xingando a presidente Dilma. E vimos como os argentinos são barulhentos durante a Copa.

Que se juntem, então, ao coro da vaia contra a presidente Dilma. É a culpada pelas desgraças brasileira e argentina juntas!

PS: Será que Lula vai pedir a demissão de Kirchner como “presidenta” da Argentina agora?

Rodrigo Constantino

 

CorrupçãoDemocracia

Ladrões de instituições roubam mais do que nosso dinheiro; roubam nosso futuro!

Não proteja apenas seu bolso deles; proteja nossa democracia!

Já escrevi alguns textos mostrando que o mensalão não foi um crime comum, um “simples” esquema de desvio de recursos, mais do mesmo como os petistas querem que acreditemos. Nesse artigo do GLOBO, por exemplo, deixei bem claro que foi uma tentativa golpista de usurpar nossa democracia. Nesse outro, argumentei que é ridículo comparar o mensalão do PT com o “mensalão” mineiro. Os jornalistas sérios sabem muito bem que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Em suacoluna de hoje na Folha, Reinaldo Azevedo, um dos que mais têm apontado para tais diferenças, reforçou com ótimos argumentos esse ponto, desconstruindo a narrativa petista que tenta jogar todos no mesmo saco podre (o PT, outrora monopolista da ética nos discursos, hoje se contenta em parecer tão ruim quanto os demais, pois é pior). Diz ele:

Um ladrão de dinheiro público é um caso de polícia; um ladrão de instituições é um caso de política. Um ladrão de dinheiro público faz um rombo no caixa; um ladrão de instituições faz um rombo numa cultura; um ladrão de dinheiro público morrerá um dia; um ladrão de instituições procria. Um ladrão de dinheiro público inviabiliza um projeto; um ladrão de instituições inviabiliza um país. Apelando agora a Padre Vieira: um ladrão de dinheiro público pode até ser enforcado; um ladrão de instituições manda enforcar.

O jornalismo político no Brasil está, sim, preparado –às vezes, atropelando garantias legais que deveriam ser preservadas– para denunciar o larápio que avança contra o caixa, mas, infelizmente, anda muito pouco atento às manobras solertes dos ladrões de instituições. Quando um ministro de Estado, como Gilberto Carvalho, faz uma peregrinação ao Congresso em defesa do decreto 8.243 –aquele dos conselhos populares–, ele não está avançando no erário. Não há como chamar a polícia. Ele quer é assaltar os fundamentos da democracia representativa. Carvalho, nessa ação, não tenta roubar o nosso dinheiro; ele tenta é roubar o nosso futuro. Com aquele seu ar sereno de santarrão de sacristia, mas com alma de Savonarola.

Eu nunca considerei que o aspecto mais deletério do mensalão fosse a roubalheira em si –que também aconteceu. Mais grave foi a tentativa de criar um Congresso paralelo. Lambanças como as ocorridas na Petrobras, que a CPI deveria estar investigando, podem ter cura se o Brasil e a estatal tiverem governanças decentes. Mas não há esperança quando condescendemos com ladrões de instituições. Até porque eles é que escrevem os evangelhos seguidos pelos outros ladrões. 

De fato, muitos jornalistas prestam um desserviço ao país ao tratar tudo como se fosse similar, jogando as denúncias em um enorme caldeirão chamado “corrupção”. O buraco com o PT é bem mais embaixo. Estamos diante de uma ameaça à democracia. Os jornalistas precisam atentar para isso com urgência.

Vejam, por exemplo, a última deles: computadores do Planalto alteraram os perfis de jornalistas do GLOBO na Wikipedia, acrescentando mentiras para desqualificá-los. Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg foram alvos dos larápios de biografia. Não estamos diante de ladrões de carteira, mas algo muito pior!

Miriam Leitão se mostrou espantada e indignada. Deveria estar indignada, mas espantada? Ela não esperava esse tipo de atitude dessa gente? Em que mundo ela vive? Vale lembrar que certa vez, para poder atacar os “petralhas”, Miriam sentiu necessidade de bancar a “isenta” e partiu para um ataque simultâneo a Reinaldo Azevedo e a mim. Será que ela nos imagina fazendo algo dessa natureza? São todos, afinal, “radicais”…

Muitos jornalistas estão hibernando há tempo demais. Passou da hora de despertar e ajudar a levar mais informação ao grande público. Não apenas sobre os escândalos infindáveis de corrupção desse governo, que isso tem sido feito de forma competente. Mas sim sobre o que o PT realmente pretende fazer com nossas instituições, algo bem mais grave!

Rodrigo Constantino

 

Corrupção

Por que tanto esforço para impedir as investigações na Petrobras?

A Petrobras é uma espécie de estado paralelo, tamanho o poder que concentra. Na era lulopetista, a estatal virou a “menina dos olhos” de muitos grupos organizados de interesses. Pré-sal, programa de investimentos de magnitude nunca antes vista na história deste país, nacionalismo tacanho de volta, tudo isso alimentou um quadro de abuso da empresa por parte dos oportunistas de plantão. Era questão de tempo até que os escândalos começassem a eclodir…

Agora, o governo do PT faz de tudo para impedir investigações na estatal. Quem não deve não teme, diz o ditado. O que o PT tanto teme? Podemos apenas especular, mas o tamanho do buraco deve ser mesmo gigantesco. A pergunta-chave foi feita pela jornalista Dora Kramer em sua coluna de hoje: “se não há nada de errado na Petrobras, qual a razão de tanto esforço para impedir que as investigações sobre os negócios da companhia, com destaque para a compra da refinaria de Pasadena, prosperem de maneira independente?” Diz Kramer:

Nos últimos dias de março, há pouco mais de quatro meses, a presidente da empresa, Graça Foster, informou sobre a abertura de uma comissão de inquérito interna que em 45 dias iria apurar os fatos relativos à compra da refinaria.

“Não sobrará pedra sobre pedra”, avisou em entrevista ao jornal O Globo, sugerindo rigor e transparência nos procedimentos.

De lá para cá, no entanto, o que se viu não foi uma demolição de entraves aos esclarecimentos. Observa-se, antes, a construção, pedra sobre pedra, de barreiras de proteção em torno de diretores, ex-dirigentes e tudo o mais que diga respeito à Petrobrás.

Proteção à empresa? Não foi isso o que se fez permitindo-se o uso político dos preços dos combustíveis e a desvalorização de suas ações.

A blindagem se dá mediante a ação conjunta da estatal, do governo e de seus aliados no Congresso. Os diretores em princípio responsabilizados pelo Tribunal de Contas da União pelo prejuízo de US$ 792 milhões terão a cobertura das despesas com as multas, ressarcimentos e custos com advogados garantidos por seguro da própria Petrobrás.

Os escândalos da Petrobras e a tentativa de gente ligada ao governo barrar as investigações foram temas do editorial do Estadão de hoje também. Diz o jornal:

Sobe sem cessar o nível das águas turvas do escândalo da CPI da Petrobrás no Senado. Trata-se, como se sabe, do preparo e repasse das perguntas que seriam respondidas em depoimentos à comissão – também conforme acerto prévio com agentes petistas e altos funcionários da empresa – por ex-dirigentes e a sua atual presidente, Graça Foster, sobre a desastrosa aquisição da Refinaria de Pasadena, autorizada em 2006 pela então chefe do Conselho de Administração da estatal, Dilma Rousseff.

[...]

Agora, prepara-se outra farsa para desmanchar a original e tirar quanto antes o assunto do noticiário. Trata-se da sindicância de 90 dias que o presidente do Senado, o notório Renan Calheiros, acaba de anunciar para “apurar as responsabilidades de quem as tenha” na história das perguntas recebidas com antecedência pelos depoentes para resultar em respostas combinadas. Se outras razões não houvesse, a iniciativa é suspeita pelo singelo fato de que ninguém no Congresso superou Calheiros na jogada a quatro mãos com Dilma para eliminar no nascedouro qualquer tentativa de apurar a sério os podres da Petrobrás.

Diante de um esforço hercúleo desses para impedir qualquer investigação séria na estatal, só podemos concluir uma coisa: os desvios ocorridos em Pasadena são apenas a ponta do icaberg, fichinha perto do que deve ter escondido embaixo do tapete. A refinaria Abreu e Lima, por exemplo, já custou mais de vinte bilhões de dólares, dez vezes o orçamento inicial.

Não é preciso chamar Sherlock Holmes para nos dizer o que se passa na estatal. Mas talvez seja preciso um detetive como o das histórias da Scotland Yard para desvendar o paradeiro da fortuna que deve ter sido desviada da empresa que era orgulho do povo brasileiro antes do PT chegar ao poder. O problema é que não o deixariam realizar as investigações necessárias…

Rodrigo Constantino

 

Democracia

Dilma pagou com traição – vídeo

Pausa para descontração, até porque as falcatruas do PT tiram qualquer um do sério:

Rodrigo Constantino

 

Corrupção

Andrés Sanchez é acusado de crime fiscal: são esses os amigos do Lula e do PT

Sánchez e Lula: amigos do peito (e do bolso). Fonte: Valor

O “Timão” é a paixão de muito “mano”. Legítimo. Como flamenguista, ainda que moderado, posso compreender o fenômeno. O que não posso aceitar é colocarem essa paixão futebolística acima de certos princípios. Como ocorreu, por exemplo, na silenciosa aceitação de um privilégio absurdo para a construção de novo estádio só porque é para o seu time e porque o manda-chuva é camarada do ex-presidente.

Gastar um bilhão de reais no Itaquerão é algo indigesto, que deveria revoltar mesmo o mais fanático dos corintianos. O Brasil deve vir em primeiro lugar, a ética, a lisura no trato da coisa pública. Mas muitos preferiram ignorar a indecência da coisa toda, e ficou por isso mesmo. Na verdade, a turma se empolgou. Andrés Sanchez resolveu ser candidato pelo PT, para puxar votos e ajudar (retribuir?) o velho companheiro:

A decisão de participar da eleição, na verdade, só foi tomada após apelos de Lula. As sondagens começaram em 2011, assim que Sanchez deixou a presidência da equipe paulista, e se intensificaram após sua breve passagem pela CBF em 2012. “Foi o Lula que o convenceu a se candidatar. Só o ex-presidente seria capaz de obrigá-lo a usar terno e gravata”, brinca um advogado que conta ter ficado próximo de Sanchez.

Lula entende que a candidatura do amigo compensará a chapa fraca deste ano, além de aumentar a influência da legenda em temas esportivos. “O ex-presidente quer mudar aquela visão antiga de que o PT é refratário ao futebol e o considera o ópio do povo. Com Andrés, vamos inserir ainda mais o partido dentro do esporte”, diz o deputado Vicente Cândido (PT-SP), que concorrerá à reeleição e hoje é um dos integrantes da chamada bancada da bola no Congresso. “Ele não tem muita paciência para o Parlamento, mas é bom no trato. Se eleito, vai ajudar a quebrar paradigmas e preconceitos”, acrescenta o deputado petista. A despeito da expectativa dos correligionários, Sanchez não trata o esporte como prioridade de um eventual mandato.

Mas agora Lula e o PT têm um pepino na mão, um abacaxi para digerir. É que o velho colega está todo enrolado na Justiça, que aceitou denúncia de crime fiscal:

Andrés Sanchez terá de responder por crime fiscal cometido durante o período em que esteve à frente do Corinthians. A denúncia do Ministério Público Federal, que também inclui a ação ilegal de outros três dirigentes do clube, foi aceita pela Justiça federal no dia 11 de julho e divulgada apenas nesta quinta-feira, 27 dias depois. No total, o valor do débito, atualizado, é de R$ 94,15 milhões.

[...]

A denúncia do MPF é de 7 de março deste ano e diz respeito a “crime de apropriação indébita previdenciária”. Os dirigentes retiveram o valor dos impostos do Corinthians. A ação os dirigentes, de acordo com o MPF, foi consciente e voluntária. Os impostos não recolhidos estão ligados a diversos vencimentos do clube – de pagamento de funcionários, trabalhadores terceirizados e empresas prestadoras de serviços. 

Ainda de acordo com o documento do Ministério Público Federal, a falta de pagamento dos tributos incluída nos autos se refere ao período posterior ao dia 12 de julho de 2010. Os supostos crimes cometidos anteriormente prescreveram após quatro anos (em números, R$ 10 milhões deixaram de ser recolhidos pela Receita Federal). O documento cita irregularidades até dezembro de 2010.

Dúvida: será que tem alguém ligado ao ou do PT que vai atravessar ileso o período no poder (prestes a terminar, se Deus for brasileiro!), sem virar réu em algum processo criminal? Se continuar assim, é melhor o partido montar logo sua sede na Papuda…

Rodrigo Constantino

 

Política Fiscal

A multa da Petrobras como “contabilidade criativa”

Por Bernardo Santoro, publicado noInstituto Liberal

O Tribunal de Contas da União decidiu condenar os diretores envolvidos na compra da Refinaria de Pasadena, que custou quase um bilhão de dólares, quando na verdade estima-se que ela não valeria mais de 150 milhões de dólares. A condenação total ficou em 792 milhões de dólares, e deveria a princípio ser paga pelos próprios diretores que não tiveram diligência com o dinheiro público.

No entanto, a Petrobras anunciou que este pagamento, a ser feito ao Tesouro Nacional, será custeado por um seguro de 250 milhões de dólares, e complementado pela própria Petrobras. Na prática, nenhuma pessoa física será responsabilizada por esse prejuízo. Pessoas físicas essas que foram colocadas nos postos de direção da Petrobras pelo próprio Governo.

Ironia das ironias, essa multa de 792 milhões de dólares entrará no caixa do Tesouro Nacional, entrando como receita extraordinária, e vai servir para que o Governo possa disfarçar o déficit operacional das contas públicas, dentro do que a imprensa apelidou jocosamente de “contabilidade criativa”, mas que na verdade apenas serve para driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Em suma, dos limões que tinha na mão, o Governo conseguiu fazer uma limonada. Diante do escândalo de Pasadena, conseguiu fraudar uma CPI, fez com que a Petrobras bancasse a multa de todos os “diretores-companheiros” e ainda adicionou quase dois bilhões de reais aos cofres públicos saídos do próprio cofre da subsidiária, disfarçando a péssima gestão fiscal.

Ponzi e Madoff são trombadinhas perto de certos homens públicos brasileiros.

Tags: Bernardo SantoroPetrobrasPonzi

 

Liberdade de Imprensa

O Watergate de Dilma?

O uso da máquina estatal para interferir no jornalismo levou Nixon à renúncia.

Acabo de escutar Diego Escosteguy, da revista Época, comentar na rádio CBN sobre o absurdo caso dos ataques a jornalistas do GLOBO, que tiveram suas reputações manchadas com mentiras na Wikipedia produzidas diretamente no Palácio do Planalto.

Diego reconheceu a gravidade do assunto, e disse que é uma nova etapa em uma sequência de ataques, que se intensificaram desde o segundo mandato de Lula. O PT simplesmente não tolera uma imprensa independente. Mas dessa vez a coisa passou de qualquer limite, pois o IP usado para os ataques, uma espécie de identidade digital, vem diretamente do Planalto.

A reação do governo federal foi “defensiva”, diz Diego, o que soa estranho. Qualquer leigo em tecnologia sabe que não é difícil rastrear de qual computador exatamente partiu o ataque. Por que o governo não entrega isso? Por que prefere alegar que qualquer um pode ter sido o responsável, pois é uma rede aberta a todos que ali trabalham? Quer dizer, então, que qualquer um que usa o Wi-Fi local pode fazer qualquer coisa, inclusive praticar crimes, usando o IP do Palácio, e o governo nem sequer saberá quem é? Piada!

Como um jornalista conhecido me disse em email, “O caso de adulteração pelo Palácio do Planalto dos perfis de jornalistas das Org. Globo na Wikipédia é um Watergate”. Concordo com ele! Estamos diante de algo da maior gravidade, que demanda explicações imediatamente, e convincentes! Cada minuto de silêncio apenas serve para adicionar suspeitas e incriminar a própria presidente. Dilma foi conivente? Sabia? Então por que não age com firmeza para descobrir logo de onde vieram as mudanças para punir os responsáveis?

Governantes autoritários não suportam jornalistas que querem trabalhar. Preferem, naturalmente, aqueles blogueiros da mídia chapa-branca, repleta de anúncios de estatais, “trabalhando” o dia todo só para disseminar mentiras pelas redes sociais e defender o indefensável: um governo incompetente e corrupto.

Mas estamos ou não em uma democracia? Se gente de dentro do próprio Planalto inventa mentiras e mexe nas biografias pela internet, o que mais serão capazes de fazer para impedir o livre funcionamento do jornalismo? Era isso que Dilma tinha em mente quando disse que faria o “diabo” para vencer? O que mais vem por aí?

Rodrigo Constantino

 

CorrupçãoPolítica

Governo pode ter gasto mais de R$ 8 milhões para cuidar de cavalos de Requião: nossa esquerda nacionalista é cara de pau mesmo!

Fonte: Folha

Roberto Requião é conhecido por seus discursos inflamados e nacionalistas, sempre com forte viés de esquerda. É até aliado dos invasores do MST. Mas na hora de cuidar de seus cavalos…

A estrutura do governo do Paraná foi utilizada para a manutenção de cavalos do senador Roberto Requião, candidato do PMDB ao governo estadual –indicam documentos de inquérito da Polícia Militar. O Ministério Público do Estado também investiga o caso.

O emprego da estrutura da PM para cuidados e transporte de 88 animais, de raças como mangalarga e quarto de milha e nomes como “Lambão”, “Boate” e “Monarca”, ocorreu na gestão de Requião no Paraná, de 2003 a 2010.

Considerando o custo mensal de manutenção de cada cavalo (R$ 1.000 a R$ 1.500), o gasto com os animais do senador pode ter superado o valor de R$ 8 milhões.

Tenho alguns amigos ricos que adoram cavalos. Dois deles possuem grandes haras, com importante criação de cavalos nobres. Custa uma fortuna manter toda a estrutura. Só há um “pequeno” detalhe: os dois são ricos porque foram empreendedores de sucesso na vida, criando valor para a sociedade por meio de suas atividades empresariais, e agora tiram do próprio bolso a grana para sustentar esse caro hobby.

Requião prefere, pelo visto, jogar a fatura no ombro da “viúva”. É um grande defensor dos pobres, como sabemos por meio de suas bravatas eleitoreiras. Só que não! Gosta da dolce vita dos ricaços capitalistas, só que vendendo socialismo para ignorantes! É muita cara de pau. É a cara de nossa esquerda nacionalista…

Rodrigo Constantino 

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Blog Rodrigo Constantino (VEJA)

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