Fala Produtor

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 17/11/2015 08:31

    Não é fácil debater com o funcionalismo público. A verdade é que, juntando os cacos, a Embrapa não tem estudo algum que comprove a perda de eficiência dos fungicidas. Agora vamos discutir impacto economico? Em situações favoráveis ou desfavoráveis ao desenvolvimento da ferrugem? Até hoje, a única coisa relevante que aprendi sobre ferrugem foi em uma palestra de um professor de Santa Maria - RS - (infelizmente não lembro do nome dele), que estudou a fundo quais as condições climáticas, tanto que favorecem, como as que impedem, a instalação, desenvolvimento, e propagação da ferrugem, bem como, o ciclo completo do fungo. É isso, estão agora tentando ensinar o beabá aos produtores, que sabem muito bem como aplicar fungicidas. Não há novidade alguma no manejo da ferrugem, porque os funcionários públicos estão parados, não fazem nada, e quando fazem é para proibir cultivos, medidas que, conforme alertou João Batista em seu último vídeo, o problema da indisponibilidade de sementes de qualidade no MT, e assim, criam problemas enormes, através de problemas inexistentes. Para finalizar, mesmo que este professor, que sabe muito sobre manejo, seja contra a soja safrinha, mesmo isso, não muda o fato de que não existem estudos que comprovem a PERDA DA EFICIÊNCIA DOS FUNGICIDAS.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Rodrigo...voce já viu especialista de pragas e doenças ter COMPETÊNCIA...CAPACIDADE GERENCIAL...para saber o impacto financeiro nas medidas que propõe..ou MELHOR saber o ponto de equilibrio entre grau de risco custo e receita da decisão...vou te dar um exemplo prático...conheci um especialista em formulação..tempero..um de alimentos derivados de aves ...suinos e bovinos..o sujeito era expert mesmo...tanto é que uma das maiores agroindustrias ou marcas de mercado deste setor foi ele que criou...mas para ADMINISTRAR era um zero a esquerda...mais zero mesmo...mas um grande especialista...então tiro o chapéu no seu setor específico e não dou uma açouge para ele administrar...o mesmo caso é para quem está decidindo vazio sanitário e engessando a atividade rural de acordo com convicções pessoais sem saber...sem levar em conta a atividade como um todo..

      No Paraná a safrinha de soja em sua maioria tem uma produtivdade na faixa de 50 sc por ha...e vem evoluindo com ferrugem e tudo...logo o problema da ferrugem não tem tanta importância a ponto de deixar de plantar...lembro que o MT a sua produtividade na safra normal ainda não é 50SC...

      Outra coisa ninguém sabe se o impacto de não plantar qual vai ser nas safras...ao meu ver serão nulos ou quase..portanto a decisão não é CIENTÍFICA é no ACHISMO...e no achismo não se toma um decisão destas...deste tamanho onde envolve um universo grande de produtores e suas familias...por isto que o GUERRA do MT que não consegue resolver para obter um tanque de combustivel para trabalhar no MAPA sabe decidir o que é melhor ao produtor rural...muito menos o Tadashi que se diz especialista..ora especialista resolve fazendo..plantando...que tipo de especialista é aquele que recomenda..olha melhor não plantar aí não dá problema...

      Outra coisa se os fungicidas perdem eficiência e se olharmos o tamanho deste mercado deve ter alguma empresa buscando outros principios para resolver...não estamos falando de um mercado de pedra de isqueiro..e sim de 100 milhoes de toneladas de soja..

      Tem um livro um americano cujo título é Como Nadar com os Tubaroes sem ser comido Vivo..e um tópico onde retrata o seguinte...CONFIE NOS ESPECILISTAS DEMAIS( aquele que só enxerga sua especialidade) PARA ERRAR>>ERRAR>>>ERRAR..

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    • Bertholdo Fernando Ullmann Patos de Minas - MG

      Rodrigo e Dalzir, sendo o estudo feito pelo Estado, nem dou importância mais, pois nenhuma informação deve ser verdadeira ou com boas intenções.

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    • Paulo Gilberto Lunardelli CAMPINA DA LAGOA - PR

      A safrinha de soja em nossa região é totalmente viável, haja vista que é definida antes das possíveis geadas que ocorrem de meados de maio até meados de agosto, o custo da implantação da lavoura é menor (adubação) e ainda temos uma semente salvada dentro da Lei de excelente qualidade (98% de germinação e 95% de vigor). Precisamos repensar a proibição aqui no Paraná. Pois Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraguai, sequer tem o vazio sanitário, que para o Parana vai de 15/06 a 15/09.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      No Paraná Meu caro Lunardeli ha regioes semelhantes a SC e os pampas...ou seja a geada faz o vazio...mas o que voces tem que fazer é processar os especialistas que falam sem dados com comprovação científica de alguns anos e sim só em teorias que na prática são na maioria das vezes diferentes que caso não aconteçam o que prevêem que indenizem os produtores do prejuízo...isto vale a embrapa seus especialistas..os tecnicos do mapa do paraná...e os demais poetas que tiveram o poder de caneta para engessar sem saber o nível do resultado...entrem na justiça hoje esperando o resultado da próxima safra e acionem estes técnicos e instruções para reembolso de seus prejuízos..só assim da próxima vez medirão e avaliarão bem o que falam..pesando no bolso quem sabe falam e propagam menos achismos..

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      O tal Doutor Guerra do Mapa do MT a uns tempo atras fez uma choradeira ao João Batista sobre as dificuldades do MAPA deixando claro que nem combustível tinha pra trabalhar...ora se não sabe se impor ou ter argumentos para ter combustível pergunto..qual a competencia para definir sobre o vazio sanitário!!!! é simples...mas é facil de cima para baixo enfiar goela a baixo...e de baixo para cima onde seu emprego está em risco faz o que...some...desaparece..fica quieto..engole...chora..lamenta...mas nos produtores rurais fero ma boneca...

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    • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR

      Falou vai ter que provar.

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    • R L Guerrero Maringá - PR

      Colegas.

      Vazio sanitário e plantio de refúgio são práticas diametralmente opostas.

      Já pensaram nisso?

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 17/11/2015 08:15

    O João Batista está certo de novo... O produtor não pode ficar a mercê de um governo, 'fica Levy, sai Levy". Já se ouve falar que ele não dura mais de dois meses no cargo. Se sair o Levy e entrar o Meirelles, é paulada nos juros e valorização do real. Se for o Barroso ou sei lá, o Tombini, aumento de crédito e desvalorização cambial. Nessa situação de indefinição, o produtor deve fazer o possivel para proteger sua renda.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 17/11/2015 01:53

    Senhores, o sistema patrimonialista está presente em toda a história monárquica e republicana desse rico país.

    Na Monarquia existiam as capitanias e, na República criaram-se os partidos políticos que usam o Estado como se fosse seu.

    No passado recente, quando o Sarney decretou o Plano Cruzado, lembro-me que na época residia em Cuiaba-MT e, muitos bancos foram fechados e, na época era correntista do Banco Comind. A Agência de Cuiaba foi "encampada" por um tal Banco Bic, que assumiu todos os correntistas. O Banco Rural, esse do mensalão, também assumiu outro banco que tinha sofrido intervenção do Banco Central. Os companheiros dos governantes eram chamados à mesa, para dividir o banquete, dos patrimônios dos não companheiros.

    ESSA É A REGRA DO JOGO !!!

    As fusões & intervenções de todos os bancos estaduais desse rico País foram realizadas, seguidas de escândalos financeiros, que até hoje traumatizam a sociedade brasileira.

    Um dos últimos bancos que foi "vendido", no governo FHC, o Bamerindus; está agora sob a posse do HSBC, sendo passado ao BRADESCO, por algo em torno de US$ 5,2 bilhões e, quando foi "comprado" em 1997, segundo informações o HSBC desembolsou US$1bilhão. É deve ter sido um bom investimento se, de fato, na "compra" ele desembolsou mesmo US$ 1 bilhão, mesmo assim em 18 anos deu um retorno de 420%, ou seja 23,33% ao ano em dólares!!!

    Vejam, Senhores, estou narrando com dados que se encontram a disposição, de quem quer que esteja interessado a analisar como a política se prostitue com o poder econômico há alguns séculos e, por que não dizer: DESDE SEMPRE !!!

    É urgente que a sociedade entenda e faça as mudanças necessárias para que não nos tornemos:

    UM "RIO DOCE" LAMACENTO & MORTO !!!

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 17/11/2015 00:42

    He! He! (RISOS "BANHADOS" COM A ÁGUAS DO RIO DOCE) !!!

    Deu na Coluna do Cláudio Humberto:

    "..quando a Vale foi privatizada, logo tirou Rio Doce do nome. Agora, com a tragédia em Mariana, a Vale conseguiu tirar Rio Doce do mapa".

    Fica aí a pergunta que não quer calar:

    ATÉ QUANDO ????????????

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Rensi...a rede globo constriu o PROJAC voce sabe onde!!! na mata Atlântica...não estou defendendo a Vale...mas o quanto ela já deu de coisas boas a região!!!!!! e sobre o rio Tiete...não aconteceu nenhum acidente e a quantos anos está fora do mapa!!!!!! e continuam diariamente a jogar detritos...uma fossa ambulante!!! No caso de Mariana esoturou uma lagoa de rejeitos..coisa que pode acontecer!!!! tenho visto todos os dias promotores,,,ambientalistas...órgãos do governo estadual e federal acoando de tudo...e te pergunto e ANTES FIZERAM O QUE!!!!!! NADA>>NADA>>>NADA...

      No Rio de Janeiro jogam esgoto humano na praia...observe que na reportagem de ontem ficou claro que o rio do peixe já estava MORTO...ou seja mataram suas nascentes e não foi a VALE....CLARO que a VALE tem que pagar pelo erro...mas pra que TRIPUDIAR..a cagada tá feita..ou seja gostam de aparecer na desgraça dos outros..o rio doce daqui a alguns meses vai para o esquecimento e com chuvas e o tempo vai voltar a normalidade...a vale para poder pagar e tem que pagar os estragos tem que trabalhar...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Onde está escrito rio do peixe leia-se rio doce...e tem mais alguém acredita que a vale vai pagar um centavo de multa ao IBAMA!!!!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Dalzir, o senhor tocou num ponto nevrálgico.

      Em todas as propagandas, de construtoras e incorporadoras, de vendas de apartamentos, os itens que valorizam o imóvel é estar perto de alguma área de preservação, ou parque público de área verde, enfim o "outro" que deve preservar, para EU poder usufruir.

      Não existe em nenhuma propaganda que a empresa vendedora, produziu um parque de área verde, ou está reflorestando a área vizinha ao seu apartamento para que você desfrute de ar puro e, desfrute de uma paisagem com muito verde.

      Você nunca ouviu que um político, vereador, deputado, senador, prefeito ou qualquer outro escalão, perdeu seus móveis e eletrodomésticos em enchente causada pelas chuvas, porque? Porque eles sabem que ali não é lugar para construir moradia, mas autorizam "empresas" a lotearem as áreas a preços módicos, para que os cidadãos de baixo poder aquisitivo e cultural "mordam a isca".

      Essa cultura está impregnada no DNA dos brasileiros, como e quando isso vai mudar, acredito que será necessário algumas gerações e, em algum momento deve-se iniciar o processo.

      Tem que responsabilizar os mandantes, pois são atrás das portas de salas e gabinetes que os negócios escusos são tratados para o "lucro fácil" !!

      AÍ VÊM DIZER "QUE NÃO SABIA" !!!

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 16/11/2015 22:39

    Se o MT está com deficit hidrico imaginem como está e como vai ficar o MATOPIBA.... Hoje vi a projeções da Somar. Chuva boa por aqui só em meados de janeiro. Isso me faz voltar à decada de 80 quando varios el nino aportaram por aqui.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 16/11/2015 22:32

    Concordo com vc, Marcelo Luis. Estive por uns dias no oeste do PR. Pouco sol, muitas nuvens. Se continuar assim ate o enchimento, a produção cairá sim.

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  • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR 16/11/2015 18:42

    Para os americanos, só interessa a produção do Mato Grosso. Eles não prestam atenção para o restante do Brasil. Todo foco recai sobre o estado maior produtor de soja do Brasil. Muito em breve, estas notícias de seca e perda de produtividade vão começar a influir na bolsa de Chicago. Também aqui no Paraná as coisas não estão tão boas assim. Muitas reboleiras de soja com plantas mortas ou com desenvolvimento prejudicado por fungos no solo. Nas áreas que percorri, certamente a produção será menor que no ano passado. Temos muito tempo ainda até a colheita, mas as previsões climáticas não são nada boas, tanto para o sul como para o centro-oeste.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). A pesquisa está preocupada em a resistência das raças dos fungos causadores da doença do soja, mas esquece-se do fungos benéficos que compõem a fauna microbiológica do solo. SERÁ QUE OS FUNGICIDAS USADOS PARA O CONTROLE DA FERRUGEM DO SOJA, NÃO ESTÃO PROMOVENDO A MATANÇA INDISCRIMINADA DOS CHAMADOS FUNGOS BENÉFICOS ???

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). O Dr. Matielli pode reafirmar. Antes da ferrugem no cafeeiro na década de 1970, o bicho-mineiro era citado como uma praga secundária, pois seus prejuízos eram insignificantes para a cultura. Isto porque ocorria naturalmente uma bactéria sobre a folha do cafeeiro, que causava uma doença no bicho-mineiro, controlando-o e, mantendo-o em um nível de ataque, abaixo do dano necessário ao controle. Com as pulverizações dos produtos cúpricos, preventivos à ferrugem, o Cobre é bactericida e, matou aquele "ser" que ajudava o cafeicultor a controlar o bicho-mineiro. Hoje o bicho-mineiro, quando ocorre períodos com altas temperaturas e baixas precipitações, tornou-se a "PRAGA PRINCIPAL"!!! Parafraseando James Carville: É A TECNOLOGIA ESTÚPIDO !!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Onde lê-se : Dr. Matielli... LEIA-SE: Dr. MATIELLO...

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    • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR

      Certamente os fungicidas desequilibraram a fauna microbiológica do solo. As classes de fungos basidiomicetos, ascomicetos e deuteromicetos deveriam estar em equilíbrio no solo, mas com a aplicação de fungicidas, algo mudou. Veja o exemplo do fungo Nomurea Rileyi, que atacava as lagartas da soja. Hoje é muito raro ver esta doença ajudando a controlar lagartas. Infelizmente é o preço que temos que pagar para controlar um mal maior, que são as doenças da soja.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro Marcelo...em 1975 ao acompanhar uma lavoura de soja em Ponte Serrada SC e ao constatar a presença de lagartas em grande quantidade recomendei ao produtor a aplicação de inseticida...ele foi direto..que nada vou mandar benzer e é nove pau...insisti e ele ficou quieto...semana seguinte retornei e as lagartas em sua maioria mortas com a coloração do ataque do fungo....mas ainda não se tinha esta observação técnica...fiquei batendo cabeça entre o benzedor e oque teria causado a morte da lagarta...e guardei na memoria as lagartas mortas e sua coloração..dois anos mais tarde ao sair esta observação técnica do ataque de fungos e ao ver um slide ficou claro o que aconteceu...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Sobre o interesse dos americanos pelo soja do MT deve ser por causa do Dr Guerra...mas falando serio o que determina o mercado da soja e principalmente o preço é o MT..por isto o interesse dos USA....outra coisa lembram da situação de plantio da safra americana...plantada com chuvas em excesso...e o reusltado...a maior safra de milho e soja..portanto as chuvas em excesso no plantio não são determinantes para o tamanho da safra...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      O que os produtores tem que prestar atençao é no milho safrinha...com plantio tardio da soja...o milho safrinha será plantado em menor escala e por consequencia os preços internos deverão se descolar dos preços internacionais...prova disto é que temos muito milho e os preços subiram motivado pela ida as compras dos grandes consumidores ao constatarem esta situação...

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  • ARMANDO MATIELLI Espírito Santo do Pinhal - SP 16/11/2015 14:18

    O 41º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA CAFEEIRA realizado, em Poços de Caldas, ente os dias 27 a 30 de outubro passado, no Hotel Fazenda Poços de Caldas, foi marcado pela presença de técnicos, cafeicultores, empresas de insumos, imprensa e outros. Estiveram representantes de todas as regiões cafeeiras. O Congresso transcorreu em um clima de extrema positividade e muito bem organizado. Os trabalhos apresentados trouxeram visões resolutivas e novidades à cafeicultura. Os temas abordados foram os mais diversos possíveis, mas, com ênfase aos novos cultivares desenvolvidos por diversas instituições de pesquisas, mas, fundamentalmente aquelas do PROCAFÉ de Varginha. Esses novos cultivares, de alta produtividade e fugindo do convencionalismo dos antigos cafés cultivados intensamente até então. Foi um verdadeiro show técnico esse tema abordado.

    Ficamos durante todos os dias colhendo as informações no plenário, mas, também mantendo relações interpessoais com técnicos das mais distintas regiões e, concluímos que a cafeicultura encontra-se em estado de alerta pelos 3 anos, praticamente, sofrida pelas secas que assolaram as principais regiões. O Parque cafeeiro encontra-se, em grande parte, enfraquecido pela seca e das deficientes técnicas culturais.

    Fico abismado quando constatamos essas previsões de safra sem o mínimo critério técnico com o único intuito de derrubar os preços. Onde estavam os representantes desses grandes traders? Porque não nos encaram de forma aberta e verdadeira? É lógico que não farão, pois, preferem emitirem previsões esdrúxulas sem nenhum critério técnico e levantamento de campo.

    Esses contatos interpessoais, com esse público de regiões distintas e, com nossa vivencia na cafeicultura, embasa mais nossos argumentos em prol dos cafeicultores.

    O Congresso Brasileiro de Pesquisa Cafeeira, conduzido pelo Dr. José Braz Matiello, um baluarte e nosso líder, nos rejuvenesce tecnicamente. Dá-nos prazer e contentamento de conviver com o Matiello, homem de garra, luta e perseverança. Que Deus continue prestigiando o Matiello com saúde para continuar por muitos anos a fio nos dando exemplo e, elevando a cafeicultura para os patamares técnicos de um nível incomparável. O Matiello ainda nos contempla com a presença de sua nobre esposa e seu filho, Drº Marcelo Matiello, que é médico nos Estados Unidos e compareceu especialmente para prestigiar o seu querido progenitor e os demais presentes.

    O Procafé, instituição únicamente voltada ao café, é uma organização que tem uma marca de destaque absoluto, liderado pelo Dr. José Edgard Pinto Paiva, um líder na nossa cafeicultura. Logicamente, não é possível mencionar o nome de todos envolvidos no contexto da organização e participação técnica do Congresso. Desculpem aos demais colegas por não os referenciarem nesse nosso narrativo, mas vão a todos nossos cumprimentos.

    O Congresso entrelaça as mais distintas entidades, com opção de apresentação de trabalhos de pesquisa.

    Sabemos, perfeitamente que no Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras não é o Fórum próprio para tratarmos de assuntos envolvendo a política cafeeira, mas, mesmo assim deram oportunidade a SINCAL, por consideração, para pautarmos enfaticamente alguns pontos dos objetivos da entidade. Foi positivo, pois, criamos um clima de expectativa e narramos fatos que estão prejudicando a classe produtora e o publico ficou adentrado e a receptividade as informações foi comentado de forma generalizada.

    “Enquanto a tecnologia, através dos Congressos Brasileiros de Pesquisa Cafeeira nos enobrece e, culturalmente nos enriquece, a política cafeeira para os cafeicultores nos entristece e nos empobrece”.

    Armando Matielli – Presidente SINCAL

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  • Érico Batista da Silva Soledade - RS 16/11/2015 13:47

    ESTA MULHER SÓ SABE FALAR EM AUMENTAR IMPOSTOS, MAS CORTAR OS CCs que hoje o brasil tem 101.313, isto ela não fala, agora dar aumento aos presidiários acima dos aposentados isto ela dá, como se presidiários fossem uma profissão, acho que ela esta adivinhando que mais tarde ela poderá fazer parte desta elite de coxinhas.

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  • Érico Batista da Silva Soledade - RS 16/11/2015 13:43

    O SR. LULA DEVE ESTAR COM AMNÉSIA, EM 12 ANOS O PT CONSEGUIU QUEBRAR A PETROBRAS, E INDIVIDÁ-LA 506, 5 BILHÕES, A MAIOR DÍVIDA DO MUNDO, O PT CONSEGUE FAZER COISAS QUE NINGUÉM CONSEGUE, OS CORREIOS TRABALHARAM DE GRAÇA NAS ELEIÇÕES PARA A DILMA, AGORA ESTA NA UTI, AGORA ESTA NA HORA DE TIRAR O PT DO GOVERNO E PRIVATIZAR A PETROBRAS, CORREIOS, ELETROBRAS E OUTRAS ESTATAIS QUE SÓ SERVEM PRA DAR PREJUÍZ

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      SINTO TRISTEZA SO ' DE PENSAR QUE APESAR DAS MAIORES FALCATRUAS JA' CONSTATADAS O POVO IGNORANTE VAI ELEGE-LO DE NOVO.

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 16/11/2015 09:43

    O Mato Grosso...este deve dar pouca ferrugem....pois o vazio sanitário foi ampliado!!!!! tenho quase certeza absoluta que o tal vazio nada vai interferir...mas aguardemos e aí passaremos a cobrar do doutor Guerra...dos Tadashi do diretor técnico da aprosoja...ou quem sabe o TCHE GURI resolve...

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  • Mauri Piubelli Londrina - PR 16/11/2015 08:42

    Caro João Batista, bato nesta tecla de opções antes mesmo de termos opções na BM&F..., faço algumas operações com opções de boi e milho com frequência..., precisamos desenvolver o mercado de opções de soja e para isso (é bem isso que você comentou), precisamos de apoio politico, através do Banco do Brasil, para dar um "start", um começo... aliás, isso seria um grande negocio para o Banco, pois, garantindo a renda do Produtor, garantiria o recebimentos dos financiamentos de custeio e de investimentos... Já fiz inúmeras reuniões e palestras para produtores e falta realmente fazermos mais, unir forças para tornar o mercado de opções algo rotineiro como o seguro dos bens físicos.. por que não assegurar os preços?? Tenho um estudo dos últimos 10 anos com o milho safrinha que mostram que quem comprou PUT, teve um resultado liquido 25% melhor do que quem não o fez, ou seja, de cada 4 safras, ganhou uma!!!. Posso disponibilizar isso para vocês..., Contem conosco para fomentarmos essa pratica!! Abraço Mauri Piubelli - Bolsa de Cereais e Mercadorias de Londrina.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      PUT é uma opção de venda, operação que garante um determinado preço de venda. Ás vezes a confusão é gerada pelo nome, compra de uma opção de venda.

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    • Bertholdo Fernando Ullmann Patos de Minas - MG

      Concordo Mauri, as opções são o melhor caminho, mas vamos deixar o Estado fora disso. Tudo o que o Estado coloca a mão, atrapalha. O caminho é divulgar isso entre os produtores para o mercado precificar isso e gerar liquidez. Abraço.

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    • Mauricio P Cardoso São Paulo - SP

      Mauri consegue me disponibilizar seu estudo. Tenho interesse em entende-lo. [email protected] . grato.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 16/11/2015 06:09

    Mais de R$ 100 bilhões foi o valor que o banco central brasileiro perdeu com o câmbio, dinheiro do tesouro nacional. Talvez umas cinquenta pessoas ou instituições ficaram com a maior parte desse dinheiro. Com as commodities é diferente, pois o "valor" é repassado ao "mercado", diria, aos consumidores... Desvalorização cambial é sinônimo de desvalorização salarial. O contrário acontece quando se valoriza o câmbio. Com estabilidade cambial, quando há um aumento de preços, ocorre na verdade um aumento do valor. Com desvalorização cambial, o aumento nos preços, é uma diminuição do valor da mercadoria. O paradoxo aparente é devido às pessoas, no mercado interno, não possuirem dinheiro para comprar os produtos, devido à diminuição do valor de sua renda. O consumo não cai por que as mercadorias ficaram valorizadas, mas por que o valor da renda diminui... Nos EUA, os preços em bolsa estão caindo porque o dólar está sendo valorizado, e há uma expectativa de uma maior valorização depois da subida dos juros por lá. O que nossos analistas não entendem é que os custos de produção caem quando a moeda é valorizada..., e isso torna os produtores mais competitivos e não menos... Exatamente o contrário do que a elite representativa dos produtores prega por aqui.... É assim, sempre de olho nas tetas governamentais.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      COM DESVALORIZAÇAO CAMBIAL, O AUMENTO NOS PREÇOS, E' UMA DIMINUIÇAO DO VALOR DA MERCADORIA----- Nao consegui entender essa frase--Se o preço e' 10 dolares e acontecer uma desvalorizaçao cambial os preços em reais aumenta , nao obstante esse aumento nao seja real, nao podemos dizer que em termos absolutos o valor esteja diminuindo--

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Por que você misturou preço com valor. Como exemplo pense no que acontece hoje, com a valorização do dólar, e consequente desvalorização do real, o preço no Brasil, da soja, do café , do milho, aumentam, mas o valor diminui. Exportamos uma quantidade maior de produto por um valor menor. E isso ocorre mesmo que os preços internos continuem subindo.

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    • Bertholdo Fernando Ullmann Patos de Minas - MG

      Concordo com o Rodrigo. Um país pra ser forte, precisa de uma moeda forte, uma moeda valorizada. Claro que tudo tem um limite, mas no nosso caso, o grande problema de uma moeda forte é o Custo Brasil, que sobe muito e nos torna novamente sem competição com os outros mercados. Solução: só tem uma: diminuir o Estado. O Brasil caminha a passos largos para o outro lado, inflando o Estado cada vez mais.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Bertoldo, tenho minhas duvidas ---O Euro e o Yen sao moedas fortes , o Japon e' um pais forte com moeda forte, mas a Grecia, Portugal, Irlanda sao paises FRACOS com moeda forte. O conceito nao me parece matematico e verdadeiro .

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    • Bertholdo Fernando Ullmann Patos de Minas - MG

      Carlos, o que torna os países FRACOS com moeda forte é exatamente o ESTADO FORTE. Eu defendo Estado Mínimo e mercado livre. Isso gera desenvolvimento em um país. A consequência disso, vai ser uma moeda forte e alto poder de compra de sua população. Grécia e Portugal seguem a mesma linha de pensamento do governo brasileiro, o resultado você viu. Já pensou o Brasil com Estado Mínimo, com uma moeda forte e 38% a mais de renda?

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  • Waldir Pereira Dias Londrina - PR 15/11/2015 19:12

    Prezado Sr. Dalzir, segue o currículo com diversos trabalhos para consulta (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4723065U3)

    Qualquer dúvida entre em contato através do email [email protected].

    Obrigado pela atenção!

    Waldir Pereira Dias

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Waldir o que voce anexou não acessa a nenhum trabalho....

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro Waldir..o que voce anexou não acessa nada...mas se por acaso for um currículo nada acrescenta...pois em mais de 40 anos de vida profissional NUNCA ví nenhum currículum ruim...logo o que voce deveria fazer é apresentar neste espaço um trabalho científico de alguns anos onde a perda cientificamente provada é de 10% que é a sua informação...me desculpe a franqueza..números redondos em 99,9% dos casos é chute..cabe a voce e a embrapa Londrina mostrar o trabalho...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro Waldir e embrapa Londrina....se não provarem o que falaram com trabalho científico devidamente assinado neste espaço me dão o direito de pensar que falaram inverdades...se manifestem...mostrem o trabalho científico...

      João Batista aguardo sua interferencia...

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  • evaristo bortoletto Rebouças - PR 15/11/2015 19:01

    João Batista, somos da região de Irati (PR) e a mídia praticamente não fala, mas a nossa condição de safra está muito preocupante. O nosso problema aqui é o excesso de chuva. Estamos há 15 dias com chuvas todos os dias, o plantio está atrasado e o que foi plantado está sem condições de permitir a entrada na lavoura para fazer os tratos culturais. O plantio na região não chega a 40%, quando o normal para época seria de 95%!!!! (Espero que o meu relato sirva pra nos ajudar em alguma coisa!)... E, mesmo assim, vamos em frente!!!

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    • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO

      É e gente só ouvi falar em super safra , na mídia, aqui no norte de Goiás estamos parados com o plantio devido a falta de chuvas. Quando será que os órgãos darão noticias que retratam a realidade ?

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