Fala Produtor

  • Fábio Lemos Cazerta Araçatuba - SP 03/08/2007 00:00

    Gostaria de fazer uma critica a este Governo no que se refere ao georeferenciamento no Estado do MT. Comprei uma fazenda e não consigo passar a escritura, ou melhor, registrá-la. Isso já faz mais de 3 anos... Como é que um Governo faz exigências e não tem estrutura para atender ao exigido??? Será que é falta de administração dos órgãos governamentais?? Ou será que é descaso com o produtor rural??!!! O fato é que não consigo registrar a fazenda no Cartório. Por isso faço um apelo para que se tome providencias com urgência, porque estamos todos perdendo, inclusive o Governo, pois não podemos fazer investimentos e muito menos gerar empregos. Por isso, apelo mais uma vez: Governo Lula, tome providencias. Pois não só eu, mas todos, estamos cansados de tanta burocracia. Com o senhor mesmo diz: a burocracia é “compricada”, é que nem um parto de galinha... Obrigado pela atenção.

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  • João Heráclio Trombini Duarte porto nacional - TO 01/08/2007 00:00

    Meu nome é João Heráclio Trombini Duarte, sou agricultor na região de Porto Nacional - TO, venho reforçar a denúncia de Luiz A. Albertoni, pois nós da Região Norte, financiados pelo FNO, também não estamos sendo comtemplados pelas medidas emergenciais anunciadas pelo governo. Estamos desamparados, talvês pela falta de um representante no governo que realmente esteja comprometido com o agronegócio da Região Norte. Desde já agradeço ao espaço neste importante meio de comunicação, infelizmente sendo utilizado como desabafo e não para contos alegres.

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  • Luis Augusto Albertoni Erechim - RS 01/08/2007 00:00

    Sou produtor no RS e no oeste da BAHIA. Gostaria de chamar a atenção das autoridades e da imprensa ligada ao setor que o BANCO DO NORDESTE DO BRASIL, NÃO ESTA ACATANDO AS MEDIDAS E ESTA MANDANDO OS PRODUTORES PARA O SERASA E CADIN. Pois eles dizem que os recursos do Fundo Constitucional do NORDESTE NÃO ESTÃO CONTEMPLADOS. O que é um ABSURDO. Por favor, mais uma vez, pela incompetência das autoridades os produtores precisam de vocês URGENTE. MUITO OBRIGADO.

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  • Elsio Renato de Souza Perisin Nuporanga - SP 30/07/2007 00:00

    Gostei da idéia do movimento quero mais brasil que convoca uma manifestação pacifica no dia 7 de setembro particularmente esse pessoal ja tem o meu apoio porque pior para nós não tem como ficar e perder mais do que já perdemos nessas últimas safras é impossível sem contar o fato de acompanharmos as maiores cotações da história sem poder tirar o mínimo de proveito possível "COMPANHEIROS" produtores vamos mais uma vez tentarmos nos unir nem que seja indiretamente se vc apesar de tudo ainda está em boa situação ou não é diretamente ligado ao setor se não quiser se aparecer mande e-mails ou telefonemas mas pelo amor de DEUS não critique aqueles que querem uma real independencia de nosso país por favor fiquem quietos.E os amigos produtores ou não a partir de hoje vamos usar recursos como esse para engrossarmos o caldo desse negócio só para ver no que vai dar.

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  • Adalberto José Munhoz Campo Mourão - PR 30/07/2007 00:00

    Estou num jogo de empurra-empurra. A cooperativa me manda pedir para o sindicato fazer manifestação em favor do agricultor; vou ao sindicato eles me dizem o mesmo - vá à cooperativa.. Falo isso pois não adianta vacinar boi no brejo, e do jeito que está, nem a bolsa indo a 15 dolares o bushel pagaremos as contas deste ano, quanto mais prorrogações. O AGRICULTOR PRECISA DE RESPEITO.

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  • Hélio Luiz Covre Vitória - ES 30/07/2007 00:00

    Vocês que tem contato com as autoridades ligadas ao setor, inclusive às politicas que tratam do assunto, peço a gentileza de discutir o seguinte tema: ao conceder financiamento, os bancos nem sempre ajustam as datas de pagamento das parcelas com a época de comercialização das safras, o que muitas vêzes acaba trazendo sérias dificuldades ao produtor, ocasionando mais inadimplencia. Um exemplo: no meu caso, produtor de café, tenho um financiamento de trator, cujas parcelas vencem no início de abril de cada ano; outro de irrigação, com vencimentos p/ fevereiro de cada ano. A colheita do café (no caso é conilon), termina no final de junho, sendo o período de comercialização de julho a setembro. Já questionei o fato junto aos referidos bancos, que alegam ser impossível mudar as datas por se tratar de recursos do BNDES. Acho isto um absurdo, pois não deveria ser observado a origem dos recursos e, sim, as viabilidades de agricultor. Antecipadamente, agradeço sua atenção, e muito obrigado por voces lutarem sempre em prol do produtor rural brasileiro.

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  • Francisco das Chagas de Medeiros Cuiaba - MT 27/07/2007 00:00

    Quero aqui expressar minha satisfação em conhecer pessoalmente o Sr. Joao Olivi em recente visita a região do Araguaia. Pessoa humana, jornalista que tem algo muito especial, ele simplesmente não fala do agronegócio, ele sente o agronegócio, ele fala com o coração e alma. Vida longa a João Olivi.

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  • Maurício Gardin Cruzeiro do Sul - PR 27/07/2007 00:00

    Todas essas mudanças na economia só tem servido para tirar a renda do agricultor, sem que ele receba nada em troca. Como nós, agricultores, vamos pagar nossas dívidas, se não temos renda??? Pois se vendermos nossa soja a 26 reais, com um custo de também 26 reais, o que podemos fazer?? Esse câmbio vai levar o produtor à falência... É preciso mudar a politica agricola do Brasil para que o agricultor tenha renda. Agricultor sem renda não paga dívidas... Pensem nisso...

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 27/07/2007 00:00

    Não quero mais ser governado por NIBELUNGOS sejam eles de que partido político forem....CHEGA!<br />

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    Nibelungos:<br />

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    Anões*, donos das riquezas subaquáticas e subterrâneas, sedentos de ouro e de poder, querendo dominar os elementos e os homens. Vivem uma felicidade irrisória e precária, sonhando construir pela força e pela astúcia um império de sonho, cujas construções estão predestinadas a um rápido desabamento. São como que obcecados pela necessidade de humilhar, de caçoar, de ofender, de dominar tudo que é maior, mais forte e mais rico que eles. Simbolizam a megalomania da gente miúda, as capacidades exageradas pela imaginação, a ambição desmedida dos homens. São como forças do inconsciente que, impelindo a uma cobiça insaciável, resultam finalmente na morte. Simbolizam também as empresas humanas destinadas, como o universo, a uma inexorável destruição.<br />

    Meu maior medo é que muita gente pratica em sua casa ou sua atividade, aquilo que tanto condena nos governantes. <br />

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    Néo-Nibelungos.... detesto vocês mais do que os políticos verdadeiros.<br />

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    Att, Telmo Heinen - Formosa (GO)

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 27/07/2007 00:00

    Sobre o comentário postado pelo Sr. Guilherme Frederico Lamb - Assis/SP em 26/07/2007 – “ Crise agrícola, estamos perdendo oportunidades valiosas “ em que analisa o Artigo de Tânia Tozzi: "Preços atingem níveis históricos, mas produtor não pode comemorar" da (Rural Business)<br />

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    Quanto às frases iniciais, tudo bem. Mas não concordo com a frase de Tânia: “ A falta de políticas para o setor rural brasileiro vem impossibilitando que os produtores nacionais aproveitem os preços históricos atingidos hoje pelas Bolsas internacionais “<br />

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    Temos sim uma Lei de Política Agrícola e de Preços Mínimos, inclusive um capitulo na na Constituição que prevêem e asseguram rentabilidade mínima para o setor agrícola aos níveis das demais atividades. É só buscá-los, usá-los, fazer que sejam respeitados.<br />

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    O que não existe é uma cobrança eficiente do setor em cima do governo pelo cumprimento da Lei agrícola. Nossas entidades representativas preferem sempre o pires na mão. E já faz mais de 150 anos, que a atividade rural vem transferindo renda para as cidades através de vários artifícios, ora com confisco cambial declarado, como nos tempos de Delfim Neto, e ora com confisco cambial branco, mal intencionado, como este de agora “ moda Lula “, através da baixa forçada da cotação do dólar.<br />

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    Para fazer caridade aos turistas nacionais em detrimento do turista do exterior que conseguem minguados reais pelos seus dólares, e também numa inversão clara desfavorável ao emprego de nossos jovens, e aos produtos exportáveis “ deste país”, que, sujeito aos custos em reais, não conseguem competir com os custos internacionais, já que estes trabalham sem os juros idiotas e sem essa carga tributária insana que insistem em manter “ neste país “ . Em resumo, não praticam a verdade cambial e esta resulta em preços mascarados, em prejuízos de uns (produtores) para refestelar a outros (especuladores e folgados), que, sem nada entender de custos de produção, ainda vaiam a vontade o patrocinador dessa festança, numa tremenda demonstração de má educação inoportuna.<br />

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    Em comentários anteriores neste precioso espaço já manifestei meu pensamento de que, esse roubo que se pratica em cima da renda do agricultor em troca de novas e constantes prorrogações de débitos, que só fazem agravar a situação do agricultor, só terá fim, na hora e dia, que todos entrarem na justiça contra “ esse equívoco” , injusto e desonesto procedimento dos gestores do mercado financeiro, enfim “ autoridades monetárias “ que transferem (?) através de vários e constantes artifícios, a renda do agricultor há mais de 150 anos, todos os anos, e sem piedade.<br />

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    Agora a última do Frei Beto:<br />

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    Certamente ele gostaria que o agricultor produzisse de graça para ele e seus protegidos. Se existem 800 milhões de pessoas que sobrevivem em desnutrição crônica, pode saber que todos nós lamentamos tanto quanto ele. Ou ele pensa que só ele tem consciência e coração ? Mas essa gente está assim porque não podem pagar pelos alimentos que necessitam. Seus governantes preferem guerras intermináveis, que impedem a produção por lá. Os agricultores brasileiros não tem culpa e nada a ver com isso, de modo que Frei Beto e seus amigos Chávez, Fidel e Morales podem verberar à vontade, vamos continuar achando graça... Nossa vingança sará maligna, como dizia sempre o personagem de Chico Anísio em seus programas humorísticos.<br />

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  • Paulo José Iuhniseki São Gabriel do Oeste - MS 26/07/2007 00:00

    O que os politicos, o governo e as multinacionais pensam sobre a agricultura:<br />

    Eles não querem uma agricultura forte e independente, pois a comida iria ficar cara e assim não poderiam desviar os recursos. Nos agricultores, ajudamos o governo, pois aumentamos a produtividade, incorporamos áreas novas para produção de grãos, se endividamos e agora precisamos produzir para pagar a contas. Veja a safrinha, maior área plantada da história. Quem lucrou com isso, foi so o governo e as multinacionais. Temos que repensar a forma de nos agirmos para sobreviver e tornarmos independente deste sugadores.<br />

    Eles usam nosso individualismo e nossa desorganização, para perpetuar no poder e ganhar muito dinheiro. As ONGS estão aqui para ajudar nesta politica. Um abraço<br />

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 26/07/2007 00:00

    Crise agricola, estamos perdendo oportunidades valiosas... Caro Jo&atilde;o Batista, Repasso um texto que recebi agora e que s&atilde;o as palavras da minha boca. Segue o texto: <br />&quot;Pre&ccedil;os atingem n&iacute;veis hist&oacute;ricos, mas produtor n&atilde;o pode comemorar&quot; - (Rural Business) &ndash; A falta de pol&iacute;ticas para o setor rural brasileiro vem impossibilitando que os produtores nacionais aproveitem os pre&ccedil;os hist&oacute;ricos atingidos hoje pelas Bolsas internacionais, como forma de conseguirem se capitalizar e darem in&iacute;cio a uma retomada de crescimento, deixando para tr&aacute;s a crise em que v&ecirc;m sofrendo ano ap&oacute;s ano, enfatiza T&acirc;nia Tozzi, analista de mercado da Rural Business. <br />Segundo a analista, &quot;o d&oacute;lar consome a maior parte da lucratividade do produtor e impede que este amplie suas margens de lucros, a fim de cobrir ao menos parte das imensas d&iacute;vidas que carrega das &uacute;ltimas duas safras e conseguir planejar estrat&eacute;gias para crescer e suportar a nova fase baixista que certamente vir&aacute; daqui a alguns anos&quot;. <br />Os produtores de soja de Mato Grosso, por exemplo, respons&aacute;veis por 26% da safra nacional da oleaginosa, j&aacute; convivem em julho com a saca do gr&atilde;o, em d&oacute;lar, valendo um dos mais altos pre&ccedil;os da hist&oacute;ria, atingindo at&eacute; este dia 25 uma m&eacute;dia de US$ 15,38, valor superado apenas em abril de 2004. <br />Entretanto, enquanto em abril de 2004 o produtor embolsava 47,72 reais por cada saca comercializada, hoje consegue receber apenas 28,92 reais, amargando uma perda de 18,80 reais por saca de soja comercializada, apenas com a defasagem cambial. <br />Tozzi enfatiza que a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seria t&atilde;o cr&iacute;tica se os custos de produ&ccedil;&atilde;o tivessem recuado na mesma propor&ccedil;&atilde;o em que a moeda americana foi se defasando frente a brasileira. &ldquo;Mas no campo a realidade &eacute; distinta, com os custos voltando a subir, deixando muito produtor preocupado em como conseguir&aacute; fechar as contas desta temporada 2006/07, caso a safrinha de milho ou outra cultura semeada na chamada segunda safra n&atilde;o atinja os n&iacute;veis de produtividade esperados&rdquo;. <br />Se levarmos em considera&ccedil;&atilde;o o acumulado de 2007 (1&ordm; de janeiro a 25 de julho), vemos que o produtor mato-grossense opera com uma m&eacute;dia de pre&ccedil;os de US$ 13,26 a saca, superando o patamar registrado em todo o ano de 2004, de US$ 13. <br />Entretanto, a m&eacute;dia atual de cota&ccedil;&atilde;o do mercado f&iacute;sico mato-grossense, segundo os dados do IPAR (&iacute;ndice de Pre&ccedil;os Rural Business), n&atilde;o passa de 26,79 reais por saca, mostrando uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o de 29,5% frente &agrave; m&eacute;dia de 2004, de 38 reais. <br />Levando-se em considera&ccedil;&atilde;o o volume de soja colhido este ano no Mato Grosso, de 15,27 milh&otilde;es de toneladas, &eacute; poss&iacute;vel dizer que hipoteticamente o produtor local est&aacute; deixando de ganhar hoje mais de 2,85 bilh&otilde;es de reais, apenas pela desvaloriza&ccedil;&atilde;o do real frente ao d&oacute;lar, que em 2004 atingiu m&eacute;dia de 2,928 e hoje j&aacute; opera com m&eacute;dia de 2,024. <br />&quot;Esta na hora do produtor se mobilizar, voltar &agrave;s estradas e mostrar ao governo que alguma atitude dr&aacute;stica e r&aacute;pida precisa ser tomada. Se o presidente Lula e sua equipe econ&ocirc;mica acreditam que n&atilde;o pode se mexer o c&acirc;mbio, que crie ent&atilde;o mecanismos para minimizar os custos de produ&ccedil;&atilde;o e dar outras garantias ao produtor, pois do contr&aacute;rio em pouco tempo a produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os ficara totalmente nas m&atilde;os das multinacionais e das grandes empresas que sabem bem o valor deste setor para o pa&iacute;s&quot;, enfatiza a analista. <br />Para Tozzi, &quot;o produtor rural n&atilde;o pode se acomodar e perder a oportunidade que o mercado internacional est&aacute; lhe oferecendo, de pre&ccedil;os hist&oacute;ricos. Se nenhuma press&atilde;o maior for feita, exigindo das autoridades muito mais que uma renegocia&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas, a agricultura brasileira simplesmente ficar&aacute; inviabilizada assim que as cota&ccedil;&otilde;es come&ccedil;arem a cair no mercado externo&quot;. <br />A analista complementa: &ldquo;o governo Lula continua dando melhoral infantil para um doente terminal. Se uma cirurgia n&atilde;o for feita rapidamente, a morte ser&aacute; lenta, mas certa!&quot; Empurrar a d&iacute;vida da classe produtora para frente, sem dar em troca a possibilidade desta se capitalizar, &eacute; querer apenas mostrar servi&ccedil;o e jogar uma bomba rel&oacute;gio no colo do pr&oacute;ximo governo&quot;.

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  • João Batista Olivi Campinas - SP 25/07/2007 00:00

    Concordo plenamente com os coment&aacute;rios da Scot Consultoria sobre as vergonhosas barreiras &quot;invejosas&quot; que os europeus querem implantar sobre a nossa carne. Estive nos ultimos dias na regi&atilde;o de Canarana vendo a produ&ccedil;&atilde;o de boi de capim, da melhor qualidade e da mais alta sanidade. E comprovei que o produtor brasileiro &eacute; um sofredor, sacrificando a pr&oacute;pria familia, para produzir a melhor carne do mundo. E a&iacute; vem esses infelizes produtores europeus querendo colocar areia nos nossos neg&oacute;cios. Mas ainda bem que temos quem nos defende. A Scot &eacute; um grande exemplo. Que os demais produtores tamb&eacute;m se posicionem. Afinal, como diz o slogan aqui do Noticias Agricolas, &quot;sejam o porta-voz de si mesmos... Obrigado.

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  • Renato da Rosa Canarana - MT 25/07/2007 00:00

    Caro amigo Jo&atilde;o Batista; &Eacute; com grande satisfa&ccedil;&atilde;o que venho lhe agradecer sua visita a Canarana e regi&atilde;o. Voc&ecirc;, no entendimento de cada agricultor daqui, conforme me repassaram, trouxe um despertar dentro de cada um, uma for&ccedil;a pela uni&atilde;o, pela luta de nossos prop&oacute;sitos, uma esperan&ccedil;a em utilizar a m&iacute;dia para gritar, desabafar e transmitir informa&ccedil;&otilde;es, atrav&eacute;s de voc&ecirc; e de seu site. <br />Aliado &agrave; palestra do inovador e empreendedor Francisco das Chagas (Chiquinho) sobre as alternativas que est&atilde;o ao alcance dos produtores (derivados de soja e tanque rede), desde que exista uni&atilde;o, cooperativismo ou associa&ccedil;&atilde;o (que infelizmente n&atilde;o existe uma iniciativa aqui), falam e comentam em rodas de conversa que &eacute; &uacute;nica sa&iacute;da para a viabilidade de nossos neg&oacute;cios. Por&eacute;m nada efetivamente &eacute; feito a respeito. <br />Mas, agrade&ccedil;o sua presen&ccedil;a, e o in&iacute;cio de uma grande e pr&oacute;spera amizade e troca de informa&ccedil;&otilde;es. <br />Abra&ccedil;os, Renato da Rosa.

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  • Dalva Rolim Inhacorá - RS 24/07/2007 00:00

    Manifesto minha indigna&ccedil;&atilde;o quanto a atual pol&iacute;tica de juros, pois no ano de 2003 adquiri uma colheitadeira de soja cuja presta&ccedil;&atilde;o pagava-se com 1.000 sacas de soja. E agora, com a desvaloriza&ccedil;&atilde;o do produto, preciso de 2.300 sacas para pagar a mesma presta&ccedil;&atilde;o. E al&eacute;m da acumula&ccedil;&atilde;o do endividamento agr&iacute;cola, temos os problemas de intemp&eacute;rie clim&aacute;ticos. Por isso, n&atilde;o visualizamos boas perspectivas futuras.

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