Fala Produtor

  • Emanuel Geraldo C. de Oliveira Imperatriz - MA 18/07/2007 00:00

    Há cerca de 30 dias um agrônomo do INCRA avisou-me que o governo, doravante, quando da vistoria em propriedades rurais para reforma agrária irá observar: 1) Se ela é produtiva; 2) Se ela não tem trabalho escravo; 3) se ela tem interesse publico e 4) Se ela tem sua situação ambiental 100% correta, ou seja, Reserva Legal averbada e preservada em 80% no caso da Amazônia Legal; matas ciliares preservadas, encostas preservadas, etc. Como o INCRA quando fornecia o Titulo da terra, nos anos 70, exigia no mínimo 50% de abertura (integrar a Amazônia abandonada), daí por si só já resulta que todas as propriedades estariam irregulares, inclusive os assentamentos do próprio INCRA. Como o agrônomo não disse o numero da Resolução ou Notificação (me garantiu que não é MP), mas que todos os processos ainda não pagos estão sendo reavaliados por este novo critério, inclusive COBRANDO DO PRODUTOR PELOS DANOS AMBIENTAIS, gostaria de saber se este absurdo é verdade - na medida que não está sendo divulgado para a classe rural e nem sendo dado tempo para os atuais proprietários refazerem suas reservas. É Rito Sumario a uma classe desinformada e desagregada. Vocês precisam abordar os problemas do percentual de 80% de reserva e do trabalho escravo realizando leis racionais. Conversem com a CNA, que é muito passiva na minha opinião. Obrigado.

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  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 18/07/2007 00:00

    Bom dia senhores agricultores, estamos em luto pelo acidente ocorrido ontem em S&atilde;o Paulo, sei que este n&atilde;o &eacute; o local ideal para comentar este assunto, mas, temos que nos manifestar, pois este acidente nada mais &eacute; que o resultado com que os governantes tratam os problemas do Brasil. <br />Quantos milh&otilde;es n&atilde;o foram desviados e deixados de investir nos aeroportos, nos portos, nas rodovias, em todo o sistema de infraestrutura brasileiro, infelizmente acredito que esta n&atilde;o vai ser a &uacute;nica cat&aacute;strofe resultante deste descaso, mas fazer o que????/ relaxar e gozar!!! <br />Ou entender que isto tudo &eacute; resultado de um grande crescimento econ&ocirc;mico do <br />Brasil!!!!!! <br />Dona Marta Suplicy, aproveite o momento e pe&ccedil;a demiss&atilde;o de seu cargo e v&aacute; fazer turismo no Iraque. <br />Senhor Furlan suas preocupa&ccedil;&otilde;es acabaram, pois o povo n&atilde;o vai mais viajar de avi&atilde;o, assim o caos a&eacute;reo vai acabar. <br />E tamb&eacute;m uma sugest&atilde;o, acho que as empresas a&eacute;reas deveriam incluir em suas passagens um plano funer&aacute;rio.

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  • João Paulo Ribeiro Nova Rezende - MG 16/07/2007 00:00

    Sou um pequeno produtor de caf&eacute;, e me encontro desanimado. Vejo que os pre&ccedil;os do caf&eacute; no mercado internacional est&atilde;o bons, mas mesmo assim n&atilde;o ganhamos dinheiro. Ou&ccedil;o falar que os outros paises est&atilde;o ganhando bastante. Mas na hora em que o mercado internacional cair, a gente n&atilde;o vai quebrar... Vamos virar p&oacute;.

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  • Marcos Chiozini Vera Cruz - SP 16/07/2007 00:00

    Continuo indignado com o nosso Pa&iacute;s. Ouvi, dias atr&aacute;s, o senador Pedro Simon dizendo que n&atilde;o pode fazer a CPI dessa &uacute;ltima empreiteira (Gualtama), porque sen&atilde;o tem que levantar a CPI de todas as empreiteiras. Quando &eacute; que vamos ter uma lei que esquece o passado?? Por que n&atilde;o se faz uma lei em todas as despesas governamentais, antes mesmo de distribuir o dinheiro,?? Por que fico indignado?? Porque o Fernando Collor roubou todas as poupan&ccedil;as, e que ainda um cara desses fica na pol&iacute;tica... N&atilde;o tem que ter uma lei mais r&iacute;gida?? Enquanto isso meu av&ocirc;, Italo Chiozini, que no come&ccedil;o de sua vida n&atilde;o tinha nenhum p&eacute; de caf&eacute;, com muito trabalho conseguiu 450 mil p&eacute;s de caf&eacute;. E hoje os filhos s&oacute; sobrevivem vendendo as propriedades. O que &eacute; isto? Tudo sobe, e n&atilde;o d&aacute; para pagar as despesas!!! Este ano foi uma delas, safra baixa e pre&ccedil;o baixo. N&atilde;o aguento mais, precisamos tomarmos atitude sen&atilde;o vamos acabar ficando sem nada!! Est&aacute; certo?? S&oacute; querendo dizer, que o maior plantador de caf&eacute; morreu no dia 08/07/07. Italo Chiozini era um homem simples e trabalhador, a sua paix&atilde;o era a cafeicultura. Este ano vai ele ver a florada l&aacute; no c&eacute;u!!!

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 16/07/2007 00:00

    Bônus de adimplemento - FINAME<br />

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    Prezados amigos,<br />

    informamos a quem interessar possa de que o bônus a ser concedido pelo BNDES nos financiamentos de FINAME ainda não foi regulamentado.<br />

    A Reunião do CMN ocorre a partir desta semana.<br />

    Não obstante, o direito ao desconto estará assegurado.<br />

    Segundo informações que coletamos em Brasília - a Resolução 3460 prorroga as parcelas sob condições de normalidade até o dia 31 de agosto.<br />

    Evidentemente que incidirão juros contratuais por eventual prorrogação, entretanto aqueles que fizerem o pagamento INTEGRAL da(s) parcela(s) de junho ou julho, receberão o bônus como crédito no saldo devedor do seu contrato.<br />

    Obviamente que pagamentos parciais ainda não serão recebidos pelos Banco enquanto não existir a normatização.<br />

    A Comissão de Agricultura pretende que o bônus seja estendido a todas as parcelas vencidas em 2007, já pagas ou não.<br />

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    Att, Telmo Heinen - Formosa (GO)

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  • Sérgio Édison Sorriso - MT 13/07/2007 00:00

    AGRONEGÓCIO<br />

    Selo social garante que algodão de Mato Grosso é produzido sem mão-de-obra escrava<br />

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    Sérgio Édison – ClicHoje<br />

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    A Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) lançou nesta quinta-feira (12), na sede da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), em São Paulo, através do Instituto do Algodão Social (IAS), o Selo de Conformidade Social do Algodão. O selo aponta a origem do algodão cultivado em Mato Grosso e informa que os produtores do Estado respeitam a legislação trabalhista e os direitos humanos.<br />

    “Assim, o comprador da matéria-prima e o consumidor final saberá que a cotonicultura mato-grossense, que gera cerca de 55 mil empregos diretos e 110 mil indiretos, não utiliza mão-de-obra infantil ou forçada”, destaca o vice-presidente da Ampa e vice-presidente do IAS, Gilson Pinesso.<br />

    A inclusão de agricultores de Mato Grosso na "lista suja" de trabalho escravo do Ministério de Trabalho e Emprego (MTE), em 2004, aliada a barreiras não-tarifárias impostas pelo comércio exterior, que exigem a comprovação da origem da produção do algodão, foram os principais motivos para a criação do IAS, em 2005. O selo conta com o apoio da ABIT, da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (ANEA) e do Fundo de Apoio à Cultura do Algodão (Facual).<br />

    A iniciativa é pioneira no agronegócio. “Os produtores sentiram a necessidade de adotar os princípios do desenvolvimento sustentável como forma de permanecer no mercado, aumentar sua competitividade e agregar valor ao produto, que deve ser cultivado com justiça social e respeito ao meio-ambiente”, disse o vice-presidente da Ampa.<br />

    O IAS orienta e conscientiza os cotonicultores sobre a legislação trabalhista e o respeito às normas de segurança e saúde. O instituto também alerta para eventuais irregularidades e verifica o seu cumprimento. O resultado é que, hoje, o percentual de trabalhadores sem carteira assinada não ultrapassa 2% em Mato Grosso. Também, desde 2006, não há novos registros da inclusão de cotonicultores na "lista suja" e os que foram penalizados já foram excluídos.<br />

    Com 750 mil toneladas de pluma plantados na safra 2006/2007 – ocupando uma área de 550 mil hectares –, Mato Grosso lidera com 51% da produção nacional. Além de atender a demanda interna, o Estado exporta 600 mil toneladas. “Na verdade estamos assumindo o lugar deixado pelos australianos que sofrem a mais de três anos com uma terrível seca”, ressalta Pinesso.<br />

    De um total de 400 fazendas associadas, 357 estão sendo acompanhadas pelo IAS e submetidas ao processo de auditorias técnicas especializadas para obtenção do selo de origem. De acordo com Gilson Pinesso, a implantação do selo social agregará valor à fibra mato-grossense, quebrando barreiras tarifárias e tornado-a extremamente competitiva nos mercados nacional e internacional.<br />

    A qualidade do algodão mato-grossense desperta o interesse dos mercados interno e externo. Rivaliza com o produto da Austrália, país que se destaca pela produção de uma das melhores fibras do mundo. <br />

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  • Germano Bellan Maracaju - MS 13/07/2007 00:00

    Assistimos novamente o mesmo problema na agricultura, super-safra, pobreza e d&iacute;vidas no campo, uma incoer&ecirc;ncia. Muito se falou de solu&ccedil;&otilde;es para estes problemas, mas as d&iacute;vidas s&oacute; aumentam quando s&atilde;o prorrogadas. E o agricultor torna-se cada vez mais inadimplente, ficando ref&eacute;m do mercado, das grandes compradoras (que s&atilde;o as que financiam a safra), do sistema financeiro e da incompet&ecirc;ncia de nossos representantes, que ignoram a LEI do ESTATUTO da TERRA e, pior, n&atilde;o a cumprem. A LEI &eacute; bem clara e est&aacute; em pleno vigor: ela diz que o produtor rural tem o direito de vender seu produto pelo pre&ccedil;o que cubra seu custo de produ&ccedil;&atilde;o real (conforme relat&oacute;rios da CONAB) + 30% de lucratividade. Esta &eacute; a LEI que no Brasil n&atilde;o &eacute; cumprida pelo poder p&uacute;blico, e nem o agricultor faz valer este direito. Quem n&atilde;o tem conhecimento n&atilde;o tem raz&atilde;o, s&oacute; o conhecimento nos d&aacute; raz&atilde;o. Olivi, acreditamos s&oacute; desta forma a agricultura sair&aacute; deste buraco, s&oacute; o JUDICI&Aacute;RIO tem o PODER de fazer CUMPRIR a LEI . Um abra&ccedil;o e nosso agradecimento pela defesa incondicional do teu programa a esta classe que trabalha e corre todos os riscos

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  • Izabel Delmondes Salvador - BA 13/07/2007 00:00

    Como produtora de cacau no sul da Bahia, quero agradecer o apoio que temos tido deste órgão de comunicação.<br />

    <br />

    grata<br />

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    Izabel Delmondes

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  • Cleberson Sima Teixeira Soares - PR 12/07/2007 00:00

    Queria comentar e ou apenas dar suporte ao que vem sendo veiculado na m&iacute;dia sobre pre&ccedil;o da soja. As ultimas (e, diga-se de passagem, fant&aacute;sticas) altas da cota&ccedil;&atilde;o da oleaginosa, praticamente n&atilde;o est&atilde;o em nada chegando ao bolso do produtor. Em termos m&eacute;dios, aqui na regi&atilde;o de Ponta Grossa, que provavelmente tem o melhor pre&ccedil;o do interior do pa&iacute;s, vimos que independendo do pre&ccedil;o na CBOT, o pre&ccedil;o pago ao produtor vem se mantendo na casa dos 30 a 31 reais. O curioso &eacute; que quando o bushel estava por volta de 7,80-8,0 d&oacute;lares, o pre&ccedil;o era o mesmo que hoje. Pode-se ent&atilde;o perguntar: ganhar dinheiro, ou melhor, fazer fundo de caixa quando, se o principal fator de forma&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os do produto est&aacute; colaborando e nem mesmo assim, observamos valoriza&ccedil;&atilde;o do nosso produto? E esse nosso d&oacute;lar hein??

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  • Dário José Magnani Pranchita - PR 12/07/2007 00:00

    Jo&atilde;o Batista, encampe mais uma batalha: as poupan&ccedil;as de junho e julho de 1987, janeiro e fevereiro de 1989, mar&ccedil;o abril e maio de 1990 e fevereiro de 1991 para serem devolvidas automaticamente n&atilde;o necessitam de contratar advogado para para receber. Existem advogados que est&atilde;o blefando nos valores a serem devolvidos. Falam num valor e eles s&atilde;o bem mais. E quando vem o resultado informam valores menores. Os agricultores acham que o pouco que vem &eacute; bom e nisso eles tiram proveito. Jo&atilde;o Batista, esta &eacute; uma briga boa...

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  • Alberto Ap. Pereira Nhandeara - SP 12/07/2007 00:00

    Tenho uma firma de recauchutagem de pneus e uma propriedade rural de 65 hectares que h&aacute; anos, apesar de necessitar de alguma renda, a tenho apenas por hobby. J&aacute; tentei dinheiro com leite, chegando a produzir 300 lts de leite diariamente, mas tive que sair fora, pois, caso continuasse, a fal&ecirc;ncia certamente n&atilde;o s&oacute; teria batido &agrave; minha porta mas entrado porta adentro... Hoje tenho 140 cabe&ccedil;as de gado e, de verdade, a renda continua a mesma porcaria... Esse &eacute; o nosso dia-a-dia que voc&ecirc; t&atilde;o bem retrata. E comigo n&atilde;o poderia ser diferente, pois sou nascido na &aacute;rea rural. Mas tenho id&eacute;ias talvez um pouco cr&iacute;ticas com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; &aacute;rea rural, principalmente com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&iacute;dia. Por exemplo: acho o programa Globo Rural uma grande perda de oportunidades, pouqu&iacute;ssimo criativo, na verdade um programa infantil, como, por exemplo, usar espa&ccedil;o para passar receita de bolo e doces, programa que est&aacute; mais para Ana Maria Braga, que gra&ccedil;as a Deus est&aacute; fora do meu hor&aacute;rio no cotidiano. As pessoas querem participar (mas ao vivo), quem se sentir prejudicado que se defenda (tamb&eacute;m ao vivo) e o povo brasileiro quer participar. Queremos ser ouvidos. Grato.

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  • Ricardo Meneghetti Chiapetta - RS 12/07/2007 00:00

    O que me fez escrever pela primeira vez a voc&ecirc;s foi um coment&aacute;rio que vi (tamb&eacute;m pela 1&deg; vez em uma TV aberta, em hor&aacute;rio &ldquo;nobre&rdquo;) na RBS-TV, ao meio-dia, do comentarista Lasier Martins, dia 09/07/07, sobre &ldquo;a grave crise no campo, dizendo que pouco espa&ccedil;o na m&iacute;dia estava se dando a este grave problema, que afeta a todos os brasileiros&rdquo;. U&eacute;!?? Ser&aacute; que est&atilde;o surtindo efeito os v&aacute;rios e v&aacute;rios coment&aacute;rios, avisos, debates e manifesta&ccedil;&otilde;es, que voc&ecirc;, seus colegas de trabalho e n&oacute;s agricultores temos feito??? e ser&aacute; que o aumento dos pre&ccedil;os dos alimentos na mesa dos consumidores da cidade tamb&eacute;m j&aacute; faz com que se pare de falar tanto do imenso crescimento do campo, sempre se esquecendo do imenso empobrecimento e arrocho que o homem do campo vem sofrendo a anos!??? Parab&eacute;ns, Jo&atilde;o Batista! Continue a ser a nossa voz, j&aacute; que muitos eleitos para isso tem permanecidos calados! Um grande abra&ccedil;o do ainda Produtor Rural, Ricardo Meneghetti.

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  • Carlos Alberto Bertão Marques Giruá - RS 11/07/2007 00:00

    Caro Jo&atilde;o Batista, tu sabes que nos pa&iacute;ses do MERCOSUL, os agricultores de gr&atilde;os, est&atilde;o hoje ganhando &ldquo;RIOS&rdquo; de dinheiro e conseguindo pagar as contas, n&atilde;o por serem mais competentes que n&oacute;s produtores brasileiros, mas porque t&ecirc;m as condi&ccedil;&otilde;es de custos, que s&atilde;o menos da metade dos nossos, c&acirc;mbio decente, juros baixos e cr&eacute;dito. Com os pre&ccedil;os internacionais altos, est&atilde;o deitando e rolando. E n&oacute;s aqui.....

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  • Jorge Bellini Giruá - RS 11/07/2007 00:00

    N&oacute;s, agricultores ga&uacute;chos, estamos desanimados com a situa&ccedil;&atilde;o em que nos encontramos. As secas, geadas e principalmente a queda do d&oacute;lar, nos deixaram em uma situa&ccedil;&atilde;o extremamente preocupante, que se agrava com a falta de sensibilidade dos nossos governantes. Precisamos muito do apoio de voc&ecirc;s da imprensa, para que consigamos reverter essa situa&ccedil;&atilde;o, caso contr&aacute;rio teremos que entregar nossas terras aos bancos e migrar para as cidades, em busca de outra profiss&atilde;o. Um exemplo da crise dos agricultores &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em que me encontro: no ano da grande seca aqui no RS (2004/2005) fiquei devendo um financiamento da minha lavoura em um banco, na &eacute;poca R$ 30.000,00, que caso tivesse conseguido colher, seriam pagos com 789 sacas de soja, no valor de R$ 38,00 cada saca, na &eacute;poca. Hoje o saldo devedor desse empr&eacute;stimo &eacute; de R$ 41.000,00 e com a soja valendo RS 25,00, preciso de 1.640 sacas para quitar a d&iacute;vida atual. Sou um agricultor pequeno, caso o governo n&atilde;o encontre uma solu&ccedil;&atilde;o para o problema da agricultura, que foi em partes criado por ele mesmo, com a pol&iacute;tica cambial, eu terei que me desfazer dos bens que dei em garantia para pagar o banco, assim como muitos outros agricultores que conhe&ccedil;o. Agrade&ccedil;o a aten&ccedil;&atilde;o e o apoio que voc&ecirc;s t&ecirc;m dado a n&oacute;s agricultores todos os dias.

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