Izabella Teixeira, do Ministério do Meio Ambiente, desafia: Qual país do mundo tem reserva legal?

Publicado em 12/06/2012 17:53 e atualizado em 03/09/2013 14:51 1300 exibições
por Ciro Siqueira, do blog www.codigoflorestal.com

"Não me interessa uma lei que destine 85% da propriedade rural para floresta e tire o produtor rural que está lá há 100 anos. Temos que tratar disso dentro da realidade"

A frase acima foi dita hoje pela da Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Ao contrário do ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, que foi proibido por Dilma Rousseff de tocar no assunto, Izabella Teixeira defendeu o novo Código Florestal rebatendo críticas de ecotalibãs.iza%2Bmendes%2Bze%2Bcruz%2Babr.JPG

"Quais são os países do mundo com reserva legal dentro da propriedade privada?", perguntou a Ministra. Para Izabella, os países que criticam o Código Florestal não apresentam o mesmo avanço que o Brasil na preservação de florestas. "Me diga qual o país tem isso, aí eu começo a conversar com as pessoas desse país sem nenhum problema", desafiou.

É impressionante. Izabella tem bala na agulha para assumir o vácuo deixado pelo Ministro da Agricultura, o parvo. Izabella tem os cojones que faltam em Mendes Ribeiro.

A foto é de José Cruz, da Agência Brasil.
Em tempo, uma lei que destine 85% ou mais das propriedades privadas para floresta e tire o produtor rural do campo é EXATAMENTE o que interesse às ONGs, aos ecólatras, a Marina Silva e seus marina's boys. Foi esse efeito do velho código florestal em imóveis rurais, invisível à sociedade urbana, que deu força política à reforma.

Ministra tem os cojones que faltam ao Ministro.

 

Izabella Teixeira está errada: A miopia ambiental não tem limites

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Madre Teresa de Xapurí.
A miopia ambiental não tem limites

Texto do Estadão publicado hoje dá conta de que a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, criticou o radicalismo ambiental. “Tem limite para a miopia ambiental”, disse Izabella a uma plateia formada principalmente por ambientalistas. “Temos de debater como gente grande. Está na hora de debatermos as unidades de conservação, a regularização fundiária, o acesso à informação com conhecimento técnico e científico. Vamos acabar com o achismo ambiental”, disse Izabella.

Ao contrário do Ministro da Agricultura, Izabella Teixeira é extremamente competente. Vem praticando um tipo de ambientalismo realpolitik, pragmático, focado em resultados alcançáveis. Algo que os frundamentalistas da clorofila simplesmente não sabem como fazer. Izabella faz vem remarcando com frequência as teses radicais de defesa do meio ambiente que não consideram aspectos de governo, administrativos, econômicos e políticos.

Há dois meses, a presidente Dilma Rousseff deu o tom do seu governo ao dizer, olhando nos olhos dos ecotalibãs, que o governo seria pragmático na questão energética. “Pessoas contrárias (às hidrelétricas) vivem num estado de fantasia”, disse ela em maio, durante reunião com os integrantes do Fórum do Clima.

A presença de Dilma e Izabella no Executivo é uma oportunidade para o setor rural. Não podemos entrar pelo mesmo caminho de Marina Silva e Ronaldo Caiado nos isolando na defesa de teses natimortas. É hora de fazer um aceno a esse ambientalismo factível e deixar o fundamentalismo míope, de parte a parte, isolado.

 

O setor rural brasileiro está refém de um ministro incompetente

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Dilma fez um favor a Mendes Ribeiro ao mandá-lo se calar sobre o Código Florestal.

A Agência Estado e a Falha de São Paulo acabaram de divulgar a informação de que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) manifestou apoio ao Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho. Na semana passada a Presidente Dilma fez um favor a Mendes Ribeiro desautorizando-o a falar sobre a reforma do Código Florestal (Dilma manda Ministro da Agricultura se calar sobre negociações do Código Florestal). O Ministro não tem consistência teórica para tratar do tema e sempre fez o possível para fugir dele.

Mas hoje, o deputado Homero Pereira, que assumirá a presidência da FPA, que o grupo vai "insistir" para que o ministro Mendes Ribeiro (Agricultura) continue como interlocutor junto ao Palácio do Planalto nas negociações da medida provisória que altera o Código Florestal. Para o novo líder da FPA Mendes Ribeiro é a pessoa mais indicada para tratar dos interesses do setor junto ao governo. É o fundo o poço.

O setor rural está refém dos parvos que o PMDB tem indicado para o cargo de Ministro da Agricultura. Os deputados que defendem o setor não têm nenhuma outra opção a não ser endossar Mendes Ribeiro. Quem mais levaria as demandas do setor ao Executivo? Izabella Teixeira?? O esquerdopata do Pepe Vargas??

É uma pena que esse momento de reforma do Código Florestal tenha coincidido com duas gestões medonhas no Ministério da Agricultura, as de Wagner Rossi e Mendes Ribeiro.

A foto é de Valter Campanato, da Agência Brasil. 

 

MP do Código Florestal deve ser votada no dia 10 julho

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Senador Luiz Henrique, relator da medida provisória, anunciou que pretende ler seu relatório na comissão mista em 3 de julho e votá-lo dia 10 . O cronograma depende da aprovação pelo colegiado

O senador Luiz Henrique (PMDB-SC), relator da MP 571/12, que altera o novo Código Florestal, pretende ler seu relatório na comissão mista no dia 3 de julho e votá-lo dia 10. Sua avaliação é que até 15 de julho a matéria poderá ser votada na Câmara dos Deputados e, então ser enviada ao Senado. As datas, no entanto, dependem da deliberação da comissão mista, que receberá amanhã o cronograma dos trabalhos do colegiado, segundo Luiz Henrique.

Está prevista apenas uma audiência pública — dia 26 deste mês —, com os ministros do Meio Ambiente, da Agricultura e da Reforma Agrária; com o advogado-geral da União; e com os presidentes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Agência Nacional de Águas (ANA). O senador explicou que o assunto já foi amplamente discutido com toda a sociedade durante a ­tramitação do projeto vetado parcialmente pela presidente Dilma Rousseff.

Luiz Henrique começou a analisar no feriado as 696 emendas apresentadas pelos parlamentares, número que ele considera proporcionalmente menor às 450 emendas ao projeto de lei do novo código que relatou no Senado. Na sexta-feira, ele informou que passaria o final de semana em Brasília para terminar a leitura das propostas dos senadores e deputados.

O senador reafirmou a sua disposição de dialogar exaustivamente com todos, especialmente com a Frente Parlamentar da Agricultura, para encontrar “um meio termo” que concilie a proteção das florestas com a produção e o desenvolvimento sustentável. "Não haverá pressões. Nossa meta é buscar o possível, o factível, o realizável", disse o senador, ao lembrar que não adiantará elaborar um texto sem entendimento com os deputados para ser alterado na Câmara e novamente vetado.

Luiz Henrique elogiou Dilma Rousseff por privilegiar os pequenos produtores ao reduzir para cinco metros a área de recomposição de matas às margens de rios, independentemente da sua largura, em propriedades com até um módulo — que são a maioria.

Fonte: Jornal do Senado

 

O ambientalismo irresponsável do Greenpeace: A guerra contra a empresa brasileira JBS

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Na semana passa, véspera da Rio+20, a ONG internacional Greenpeace divulgou um relatório no qual acusa o grupo JBS de comprar animais oriundos de fazendas que desmatam a Amazônia e usam trabalho escravo. O grupo brasileiro JBS é o maior produtor de carnes do mundo. Em função da denúncia da ONG oito multinacionais clientes da JBS na Europa (Adidas, Tesco, Clarks, Ikea, Princess, Sainsbury's, Asda e a Sligro Food Group) cancelaram ou desistiram de renovar seus contratos com a empresa brasileira. Era mentira do Greenpeace. As acusações eram falsas. Este post mostrará mais uma farsa do Greenpeace.

Não é a primeira. Já mostrei aqui outra mentira que o Greenpeace lançou na mídia internacional como se fosse veradede sobre a extração de madeira na região de Santarém (Relembre: A grande farsa do Greenpeace). O entrevero com o JBS é apenas mais um exemplo da forma como a grande ONG esconde interesses inconfessáveis sob o manto de absolutismo moral da defesa do meio ambiente. 

Em outubro de 2009 executivos das quatro maiores empresas brasileiras de abate e processamento de carne e couro, entre elas a JBS, assinaram com o Greenpeace um compromisso público de não aceitar gado de fornecedores envolvidos com o desmatamento da Amazônia. A reunião aconteceu na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. Veja parte da reunião no vídeo abaixo:

Quatro meses antes, em mais um de seus relatórios cheios de sofismas, a ONG havia acusado a indústria da pecuária brasileira de ser o principal responsável pelo desmatamento no bioma amazônico. A celeuma internacional criada pela denúncia da ONG levou o Ministério Público a entrar com uma ação civil pública contra a compra de gado da região Amazônica. Do dia para noite, por causa de uma peça publicitária travestida de relatório científico, milhares de brasileiros que foram instados no passado a ocupar a Amazônia através da pecuária, ficaram sem ter para quem vender seu produto.

Diante da pressão coordenada do Ministério Público (MP) brasileiro de processar os frigoríficos e da ONG estrangeira de difamar o setor junto aos consumidores internacionais do produto brasileiro, as empresas, aos poucos, temendo perder mercado, capitularam uma a uma e aceitaram as condições do Ministério Público e do Greenpeace.

O JBS foi a empresa que mais resistiu ao terrorismo moral dos ecólatras. Mas em 2009, na reunião do vídeo acima, a empresa cedeu. Aceitou prazos para cadastrar todas as fazendas fornecedoras de animais e se comprometeu a cruzar informações das fazendas cadastradas com o monitoramento do desmatamento da Amazônia feito pelo Inpe; aceitou que o Greenpeace "ajudasse" na fiscalização e rejeitou publicamente a compra da animais de fazendas que estivessem dentro de terras indígenas, que tivessem na lista de trabalho análogo à escravidão do Ministério do Trabalho e Emprego ou de áreas embargadas pelo Ibama.

Da assinatura do termo com a ONG até hoje o JBS cadastrou mais de 30 mil fazendas e barrou compras em pouco mais de 600 (2%) delas por enquadramento nas situações "irregulares" listadas no acordo. O frigorífico deixou de comprar animais de 308 estabelecimentos por "indícios de desmatamento". Reparem bem: por indícios. Na Amazônia basta uma ilação para criar um culpado. Mais de 4 mil animais foram recusados só no ano passado. "Checamos se a propriedade está embargada pelo Ibama, se tem problemas com Ministério do Trabalho, três vezes: na hora da compra do gado, recebimento do animal e no abate," explicou o diretor de exportação de produtos industrializados da JBS Mercosul, Alexandre Almeida.

Não entrarei aqui no mérito da atitude do frigorífico de barrar a compra de gado de alguém que não foi judicialmente condenado por absolutamente nada sendo, portanto, inocente. Vou dar de barato para focar na evidência de que o frigorífico vinha fazendo um grande esforço para cumprir o acordo feito com os emepéios e o Greenpeace.

Ocorre que o sistema de monitoramento do JBS, diga-se: construído junto e em acordo com o Greenpeace e o Ministério Público, tem falhas. O sistema se baseia apenas em uma coordenada geográfica, em geral da sede do imóvel. Nem todos os imóveis cadastrados têm seu perímetro conhecido. Isso torna tecnicamente impossível afirmar com correção se um ponto de desmatamento detectado próximo da coordenada do imóvel esteja dentro ou fora dele. Esse é um problema técnico e crônico no Brasil. Nem o Incra, órgão oficial que possuiu o Sistema Nacional de Cadastro de Imóvel Rural (SNCR), tem essas informações. Embora falho, o sistema do JBS tem as melhores informações de monitoramento que qualquer empresa poderia ter de seus fornecedores, melhor até do que os sistemas do Estado.

Mas o esforço da empresa brasileira não foi suficiente para a ONG intencional. Bastou nos aproximarmos da Conferência da ONU Rio+20 e a molecada do Greenpeace enxovalhou novamente o JBS, a maior empresa de carnes de mundo, junto aos consumidores internacionais do produto brasileiro.

A ONG lançou outra peça de publicidade com o título “JBS – Reprovada: Como a maior empresa de carnes do planeta continua massacrando a Amazônia”. De acordo com as informações da ONG que circulou pelo mundo sem verificação a peça "mostra como fazendas irregulares na Amazônia fornecem seu gado aos matadouros da JBS, que, por sua vez, vende a carne do abate a empresas de processamento. Dessa forma, produtos derivados de carne de procedência duvidosa chegam às prateleiras dos supermercados em todo o mundo." Foi circular a peça publicitaria da ONG e os compradores internacionais da carne brasileira suspenderem os contratos.

O "relatório" do Greenpeace é cheio de erros. A meninada da ONG, no afá de produzir a peça publicitária a tempo de fazer o estrago na Rio+20, abusou da sofismologia habitual. Na peça o Greenpeace acusa o JBS de "fazer pouco mais do que apenas seguir a lei brasileira". Assim mesmo, aspeado. São palavras da ONG. O Greenpeace acusou o JBS de cumprir a lei brasileira indo até um pouco além.

O JBS respontou por meio de nota enviada à Comissão de Valores Mobiliários que “as informações do relatório são falsas, enganosas, incorretas e induzem a sociedade a uma conclusão equivocada sobre a realidade." Diz a nota:

  • Sobre a aquisição de gado das fazendas Vento Sul, Muiraquitã e JK Pneus, a empresa diz que as propriedades não aparecem na lista de restrições do Ibama.

  • A empresa diz também que a última compra realizada da Fazenda Flor da Mata foi em 15 de julho de 2011, quando a fazenda não constava na listagem do Ibama, o que se deu apenas em 02 de dezembro de 2011.

  • Sobre a Fazenda Tesouro Vienense, a última compra realizada pela JBS desse fornecedor foi no dia 25 de novembro de 2011, quando a fazenda também não estava na listagem, o que aconteceu em 28 de dezembro de 2011.

  • Sobre a Fazenda Pantera, a empresa diz que ela não está dentro da Terra Indígena Apyterewa, como alegado, mas situada a 339,15 quilômetros de distância da divisa dessa reserva.

  • No caso da Fazenda Santa Rita de Cássia, acusada pelo Greenpeace de aquisição de gado de propriedade com mão de obra análoga à escravidão, a empresa afirma que a fazenda, localizada no município de Juara (MT), é de propriedade de Antônio Carlos Rangel de Almeida e não do senhor Fabiano Queiroz, conforme citado. “O senhor Antônio Carlos Rangel de Almeida não consta na lista do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A propriedade do senhor Fabiano Queiroz, citado no relatório, tem o mesmo nome (Santa Rita de Cássia), porém está localizada no município de Nova Monte Verde, no Mato Grosso, e encontra-se bloqueada na lista de fornecedores da JBS”.

  • Sobre a Fazenda Panorama, a propriedade não consta no cadastro de fornecedores da JBS.

  • Em relação às outras nove fazendas mencionadas no relatório da ONG apontadas como localizadas na Terra Indígena Marãiwatsede, a companhia tem os pontos georreferenciados dessas propriedades localizados fora da área da reserva.

Veja a nota do JBS afirmando acusações feitas pelo Greenpeace são falsas e enganosas:

O Greenpeace admite ter se “equivocado” com as fazendas Tesouro Vienense e Vento Sul, mas continua sustentando as acusações contra o JBS.

A empresa afirma ainda que entrará na justiça contra o Greenpeace. Eu acho que quem deveria entrar no justiça contra o Greenpeace era o Estado brasileiro. O que eles fizeram não é danoso apenas ao JBS, mas à sociedade brasileira como um todo. Imaginem se uma ONG brasileira fizesse uma patacoada dessas com uma empresa norte americana ou inglesa?

Em tempo, o Greenpeace age certo de que ninguém vai checar as informações que ele divulga. Ademais, mesmo que alguém verifique e constate a mentira, o estrago já estará feito e ninguém dará o mesmo espaço no mídia para a correção da informação equivocada. A ONG sabe que os jornais aceitarão como fato qualquer coisa que ela inclua numa peça publicitária como essa contra o JBS, mesmo que sejam apenas sofismas. Eles sem se preocupam mais em burilar a mentira.

Esse episódio oferece à sociedade duas oportunidades. A primeira é a de constatar que não vale a pena fazer acordo com moleque. Apesar dos esforços do JBS para atender o acordo com a ONG, assumindo o papel de monitorar o desmatamento que deveria ser do MMA, inclusive excluindo do seus cadastros de clientes produtores sem qualquer culpa judicialmente confirmada, a ONG puxou o tapete da empresa fazendo showzinho às vésperas da Rio+20.

A segunda e mais sutil, é a de perceber que ONG não vive de solução ambiental. ONG vive saprofitando problema ambiental. Se não houvessem problemas ambientais, também não haveriam ONGs de meio ambiente. Um problema ambiental a menos é um conta a menos no caixa e entrada de ONGs ambientais. O orçamento de ONGs como Greenpeace, Imazon, etc. é tão maior quanto maior for a preocupação dos seus financiadores com o problema ambiental. Isso obriga as ONGs a remarcar aos seus contribuintes o problema, não a solução. Repare o leitor que o desmatamento na Amazônia em 2011 foi o menor da história. Nunca se desmatou tão pouco na Amazônia como no ano passado e mesmo assim o Greenpeace conseguiu fazer o estrago que fez no JBS com suas ilações.

É por essa relação de saprofitismo que as ONGs têm com os problemas ambientais que a turma da Dona Marina Silva se jogou tão raivosamente contra a reforma do Código Florestal. A eles não interessa a solução do problema das APPs. A eles interessa é o problema. É do discurso fácil de Madre Marina de Xapuri contra os ruralistas de chapéus pretos que os talibãs da clorofila que gravitam em torno de Marina tiram uma merreca de força política.

Acorda, povo brasileiro! Acordem, jornalistas! A luta pela proteção do meio ambiente é importante demais pra ser confiada a esse tipo de molecagem.

 

A praça Tahrir de Marina Silva está vazia

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Marina bin Silva e os talibãs da clorofila

"Espero que Rio +20 se torne a Praça Tahrir da crise ambiental global". Essa frase foi dita por Madre Marina de Xapurí a jornalistas da AFP que fez publicar matéria que circulou o mundo na semana passada. Veja: Rio+20 should be Tahrir Square for greens: Silva. Dona Marina fez referência ao fenômeno que ficou conhecido como "primavera árabe" quando milhares de muçulmanos se rebelaram contra décadas de opressão dos seus regimes totalitários de governo.

A aparência de vítima de Marina Silva por vezes esconde a megalômana que há nela. Ela se habituou a falar como um oráculo. Ela fala e os jornalistas dizem Óóóóóóóóó...!!! e fazem uma referência como se tivessem acabado de ouvir um semi deus. Quando você se habitua a isso cedo ou tarde você acha que pode falar qualquer asneira. O que Marina Silva disse à AFP foi apenas uma asneira. A mim, habituado que estou às patacoadas de Dona Marina, pareceu um relincho.

Querem ouvir? Também na semana passada o Ministério do Meio Ambiente divulgou uma pesquisa de opinião feita com o objetivo de capturar a importância que sociedade brasileira dá ao meio ambiente. De acordo com o levantamento, o meio ambiente fica atrás na lista de preocupações de temas como saúde/hospitais (81%), violência/criminalidade (65%), desemprego (34%), educação (32%) e políticos (23%). Meio ambiente apareceu em sexto lugar com 13%. A pesquisa mostrou ainda que 11% dos brasileiros disseram não haver problema ambiental no país e 78% da população não tem a menor ideia do que a Rio+20.

E aí? A frase da Dona Marina Silva querendo fazer da Rio+20 a "Primavera ecólatra" parece ou não parece um zurro?

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Fonte:
Blog Ciro Siqueira

3 comentários

  • Lourivaldo Verga Barra do Bugres - MT

    Ministra:

    Qual paós do mundo tem reserva legal?

    Resposta: A Colônia Brasil.

    Quem sustenta essa reserva? R: o produtor rural.

    Quem ganha com isso? R: quem vendeu ou entregou nossa Pátria.

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  • carlo meloni sao paulo - SP

    O ser humano Radical e' aquele cujo cerebro tem limitaçoes e nao

    consegue entender o meio termo que e' onde esta' o certo.

    PROVERBIO ROMANO--IN MEAN VIRTUS---A VIRTUDE ESTA' SEMPRE NO MEIO.

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  • Lindalvo José Teixeira Marialva - PR

    Essa Ecotalibã, tem que parar de falar desse nome, esta mulher é radical, todo radicalismo tem que ser combatido, a historia nos mostra o que aconteceu e acontece com radicais. Temos que encontrar soluções práticas e este é o momento, não podemos penalizar a produção de alimentos que é o nosso carro chefe nas exportações, não podemos expulsar os produtores rurais de suas terras para plantar mato, com tanto mato que existe no país, a conservação envolve muito mais do que isto, uma pergunta??? Quem tem calha para coletar a água da chuva e reutilizá-la ou depositar em um sumidouro para voltar para o lençol freático, limpinha e potável novamente?????? vamos pensar e fazer!!!!! É fácil.

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